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Ascensão da Amazon faz editores brasileiros voltarem a discutir lei do preço fixo para o livro

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Ana Lovejoy, 17 Nov 2014.

  1. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    O debate não é exatamente novo. Na Europa, o assunto é discutido há quase 200 anos. Mas, desde que a Amazon começou a vender publicações físicas no país, em agosto, o velho questionamento voltou a ganhar força: uma lei do preço fixo do livro seria boa para o Brasil? O assunto será debatido nos próximos dias em dois seminários. Um é promovido hoje, no Rio, pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros — entidade historicamente contra a ideia, mas que agora está aberta ao debate. Outro, amanhã, em São Paulo, pela Associação Nacional de Livrarias — que sempre apoiou a medida.

    O mercado editorial se divide. No centro do dilema, estão duas situações: a primeira, por quanto as livrarias compram as obras das editoras. A segunda, por quanto elas vendem essas obras para o leitor. Os descontos são desde sempre alvo de polêmica entre editores e livreiros. Enquanto estes querem conquistar o leitor com preços atrativos, aqueles acham que o livro fica desvalorizado — o que diminui sua margem de lucro.

    Uma lei do preço fixo impede a livraria de dar grandes descontos ao consumidor. No caso da lei francesa, a mais famosa do mundo, é permitido abater no máximo 5% do valor de capa, durante um período de dois anos após o lançamento de determinada obra.

    Há quem defenda que, com a guerra de descontos praticada entre grandes redes, as editoras precisam subir seus preços de capa para manter a margem de lucro. Impedidas de concorrer com gigantes do mercado, pequenas livrarias fecham as portas.

    Os opositores, por sua vez, acham que um ambiente regido apenas pelas leis de mercado é essencial para baratear o livro. E que o desconto é uma ferramenta fundamental para o varejo. Nos dois textos abaixo, O GLOBO reuniu os principais argumentos de cada lado.

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    Simulação de preço numa grande livraria - Reprodução
    A FAVOR


    Pela sobrevivência de pequenas livrarias

    Os defensores de uma lei que regule os descontos ao leitor veem a concorrência das grandes redes como predatória. Como os preços praticados por elas são bem mais baratos, eles acarretariam a falência de livreiros menores — impedidos de concorrerem de igual para igual. Ao permitir que os pequenos vendam uma obra pelo mesmo valor dos gigantes, a concorrência sairia fortalecida.

    — Eu ficaria feliz que houvesse uma diversidade maior, mesmo que isso representasse maior concorrência. Seria uma concorrência saudável — defende Rui Campos, dono da Livraria da Travessa.

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    Outro argumento se volta contra a concentração do mercado nos mais vendidos. Um levantamento da Nielsen feito a pedido do GLOBO mostra que os 500 mais vendidos (num universo de 225 mil obras) representaram 35,3% do volume de vendas total no último ano.

    — É um mercado com grande difusão de títulos. Diferente de mercados muito concentrados em poucos tipos de produtos, acredito que no caso do livro o preço cairia. Como os best-sellers são vendidos muito baratos, o preço dos demais sobe — afirma Haroldo Ceravolo, presidente da Liga Brasileira de Editoras Independentes.

    O argumento dos defensores do preço fixo é que o desconto agressivo, a longo prazo, é ruim. É que, para manter sua margem de lucro diante dos descontos dados pelas grandes redes, as editoras precisam subir o valor do livro.

    Quem defende a fixação de preço afirma que a atual dinâmica do mercado prejudica a circulação de livros de ciclo de venda mais lento, como obras literárias, que não conseguiriam concorrer com os best-sellers. O preço fixo permitiria o “subsídio cruzado”, no qual editores usariam a renda dos mais vendidos para investir em livros de mais “risco”, como de novos autores.

    A lei francesa, aprovada em 1981, serve de inspiração, já que ela teria favorecido a expansão das livrarias de bairro. Na França, elas detêm 22% do mercado. No Reino Unido, que abandonou o preço fixo nos anos 1990, elas respondem por 4%.

    CONTRA

    Em defesa da livre concorrência

    Os opositores do preço fixo acham que a liberdade do mercado é boa para o comércio. Interferir nele poderia prejudicar a eficiência e a dinâmica do mercado. Além disso, quem é contra diz que o preço do livro vai subir — dificultando o acesso de pessoas com menor renda.

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    — A única chance de cair seria se as editoras baixassem o valor de capa e as grandes livrarias topassem comprar o livro mais caro do que costumam, mas elas não aceitariam — diz o consultor editorial Carlo Carrenho. — Claro que há livrarias pequenas que merecem ser protegidas. Hoje as editoras vendem o livro mais barato para livrarias maiores. Talvez elas devessem vender pelo mesmo preço para todas.

    Quem se opõe ao preço fixo diz ainda que não é possível usar o caso francês como exemplo.

    — Não é verdade que as livrarias pequenas prosperaram lá por conta do preço fixo, e sim porque lá há mais leitores do que aqui. Não há garantia que o preço vai baixar e as livrarias pequenas vão proliferar — diz o editor Carlos Andreazza, do Grupo Record, ressaltando que sua opinião não representa a da empresa.

    Para Andreazza, o argumento de que as vendas são concentradas em poucos títulos não é fruto de concorrência predatória, mas do gosto do leitor. Ele diz que o preço fixo pode ser testado, mas por um acordo comercial, como ocorria no Reino Unido, e não uma lei. Assim, se desse errado, a medida poderia ser revertida. Mas esse modelo tem um problema.

    — As editoras poderiam receber multa de 20% sobre seu faturamento, porque fere a Lei da Concorrência — diz o economista Luiz Carlos Prado, ex-conselheiro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica.

    Outro problema diz respeito aos estoques, já que o encalhe de livros tem um custo alto de armazenagem para as editoras. Como uma lei do tipo proibiria descontos maiores por até dois anos, a possibilidade de escoar em saldões obras que não deram certo ficaria dificultada.



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  2. Grimnir

    Grimnir Usuário

    Sobre o quadrinho "o valor do livro hoje":

    - Livrarias maiores conseguem descontos maiores com as editoras: Alguém vê algum absurdo nisso?
    - Livrarias maiores tem custos maiores, de modo que não necessariamente a diferença maior entre o preço de venda no varejo e compra no atacado se refletem em lucros exorbitantes.
     
  3. Ranza

    Ranza Macaco

    Se com todos esses super descontos que falam aí, a média dos preços dos romances e de 45 reais, não quero nem ver o preço sem eles.

    Eu acho os livros aqui caríssimos
     
  4. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

    Sindicato dos Editores quer mudanças em lei do preço fixo do livro

    Entidade decidiu apoiar regulação do valor de capa, mas acha que projeto apresentado semana passada tem falhas
    POR MAURÍCIO MEIRELES
    06/03/2015 6:00
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    Marcos Pereira, presidente do Snel - Daniela Dacorso
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    RIO - O mercado de livros no Brasil já tem um tema para debater neste ano. Pego de surpresa na semana passada pela apresentação, no Senado, do projeto de lei 49/2015, que cria um sistema de preço fixo do livro no Brasil, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) quer mudanças.

    Historicamente, o Snel sempre se posicionou contra o preço fixo. Nos últimos meses, porém, mantinha uma posição de neutralidade, aberta ao debate. Anteontem, em votação, a diretoria da entidade resolveu tomar a posição de apoiar uma medida do tipo no país. Mas os editores discordam de pontos importantes do projeto de autoria da senadora Fátima Bezerra (PT-RN).

    — A senadora tem prestado um ótimo serviço à difusão do livro, mas há um consenso no Snel de que o PL tem algumas falhas — afirma Marcos Pereira, um dos diretores da Sextante e presidente recém-empossado do sindicato.

    Inspirado em leis semelhantes que existem na Europa, o PL do Preço Fixo determina que, durante um período de um ano após o lançamento de uma obra, as livrarias só podem dar descontos de até 10% sobre ela. O preço de capa seria determinado pela editora.

    — O PL não prevê que a editora possa mudar o preço antes de um ano, fazer uma promoção. E essa é uma das nossas estratégias para vender um livro que não foi bem-sucedido. Mesmo que feito com boas intenções, gostaríamos de ter discutido isso privadamente com as entidades do livro — afirma Pereira.

    ABERTA A DISCUSSÃO

    Um dos pontos levantados na reunião do Snel foi a falta de clareza do projeto de lei. A entidade ainda esperava convidar Jean-Guy Boin, diretor do Bureau Internacional de Editores da França, para prestar consultoria na redação de uma lei brasileira (ele prestou o mesmo serviço ao México).

    O tema deve ser discutido hoje, em reunião das entidades de classe, em São Paulo. O Snel esperava apresentar sua adesão à causa do preço fixo, mas agora vai discutir as mudanças que acha necessárias. O PL está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Por meio de sua assessoria, a senadora Fátima Bezerra informou que está disposta a discutir mudanças no projeto de lei. (Maurício Meireles)

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  5. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Agora pensando melhor acho que essa lei seria uma boa, talvez um ano seja muito, talvez não, mas ainda assim gostei da proposta do preço fixo por algum período de tempo. Evita justamente o dumping que as livrarias maiores possam fazer pra quebrar as menores.
     
  6. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Tem que experimentar por um tempo pra ver. Só assim dá pra avaliar se será bom ou não.
     
  7. Grimnir

    Grimnir Usuário

    Tem que provar que existe dumping. Acusar a prática é sempre fácil.
     
  8. Ranza

    Ranza Macaco

    O que podia fazer e usar papel de qualidade inferior e capas moles para lançar livros mais baratos, esse tipo de edição faz certo sucesso no EUA e o livro chega a ser a metade ou menos do peso. Tenho um buscado desses.
     
  9. G.

    G. Ai, que preguiça!

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    como se não bastasse a cia. das letras não ser fiel com os livros que publica e, depois que as tiragens esgotam, quando eles reimprimem, o fazem naquelas versões de bolso e somente nelas =/ Começarem a fazer isso dos papéis e capas ruins, do jeito que o mercado aqui é preguiçoso, só fica neles...

    Mas se isso dessa regularização de preço funfa, nada de promoção maluca do submarino e cia. =/?
     
  10. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    acho que o ranza estava sugerindo seguir o modelo americano, gabriel, não substituir tudo. nos estados unidos o que rola é: o lançamento sai em capa dura - são livros mais caros não só pelo tratamento, mas porque ei, você está lendo antes de todo mundo. um tempo depois eles lançam os paperbacks (nessa qualidade inferior, inclusive tem mais de um tipo de paperback), o que é uma boa inclusive para dar uma requentada nas vendas de livros que estão começando a sair da lista dos mais vendidos.

    eu acharia uma boa esse modelo por aqui também. mas (já devo ter comentado por aqui, mas acho que vale repetir) uma vez num tópico do meia levantamos essa bola de por que não fazem paperback no brasil, e o ispaine (da arte e letra) disse que já tinha sondado a possibilidade MÃS papel para paperback sai mais caro que papel normal aqui no brasil. vá entender.
     
    • Ótimo Ótimo x 2
  11. G.

    G. Ai, que preguiça!

    É, entendi isso, de ter os dois... mas é meio o que eu falei ali, não acredito muito que isso dê certo... Por mais que lancem os dois, como os em paperback é mais barato (se bem que tem essa do preço do papel, né?) e sai mais por isso, é bem capaz que depois de um tempo acabem sendo vendidos só eles, como no ex, da cia. ou de alguns livros no submarino (lembro de harry potter, antes das versões novas, e torre negra) que depois de um tempo eles só disponibilizaram nas tais edições econômicas, com capas moles e sem orelha...
     
  12. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    não teria pq embarcar nesse modelo se fosse para fazer pelas coxas. o que acontece de fato é isso - algumas editoras começaram a publicar edições econômicas e as edições normais sumiram do mapa. mas veja bem: tecnicamente, na maior parte do tempo nós estamos no meio termo ali dos lançamentos dos americanos: nossas edições não são fodas como os capas duras deles, normalmente são brochura. mas ainda assim, nossos brochuras não são capengas como os paperbacks.

    então se fosse para ter edições bacanudas independente de ser aniversário de 50 anos de publicação e coisas do gênero (que é quando as editoras daqui se coçam para fazer livro de capa dura), e aí uns meses depois ter a opção de paperback, eu acharia um modelo super válido.

    mas para ficar entre nossos brochuras e as "edições econômicas" com aquele papel branco horrível? nah. aí realmente é melhor deixar quieto.
     
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  13. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Eu achava que paperback fosse as brochuras de capa mole. Qual o nome dessas brochuras em capa mole que os americanos dão?

    Não é provar que exista o dumping, é criar um meio de evitar que façam dumping descarado.
     
  14. Grimnir

    Grimnir Usuário

    Sério, eu ainda não entendi pq um preço fixo é necessário.

    A editora vai produzir os livros e ela tem os custos próprios. Aí ela vende para as livrarias. O "preço sugerido pela editora" é o preço que ela sugere (duh) para as livrarias venderem os livros? Eu suponho que sim. O fato é que existe um preço pela qual as livrarias compram os livros das editoras. É isso? E grandes livrarias podem comprar grandes quantidades de livros e conseguir descontos nessas compras. É isso? Qual é o problema? Cadê o risco de dumping? Socorro.
     
  15. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

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  16. Galford Strife

    Galford Strife Jedi Master

    O ruim é que muita gente no Brasil não se interessa pela leitura, o mercado deu uma crescida justamente pelo barateamento dos livros, se colocar esse preço fixo creio que o mercado cai de novo. Seria uma boa se diminuíssem os impostos dos livros, mas isso eu já acho mais difícil...
     
  17. matheus apc

    matheus apc Usuário

    pelo que sei não tem impostos nos livros não.os preços altos vem da baixa demanda (e vice-versa),exemplo: um dia vi vendendo no submarino o primeiro livro da saga crepúsculo por 5R$.Muita demanda = maior remessa = menor preço = muita demanda ...
    o que os livros precisam mesmo é de mais publicidade.
     
  18. Galford Strife

    Galford Strife Jedi Master

    realmente, engano meu mesmo. Enfim, alguém sabe por que diabos os livros aqui são mais caros do que lá fora se não tem imposto?
     
  19. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

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    .

    o livro não tem imposto, mas as coisas para fazer livro têm, a começar pelo papel. tem o problema também que as tiragens no brasil são relativamente pequenas, enquanto no mercado editorial vale o "quanto maior a tiragem, mais barato". pode notar que bestsellers acabam ganhando preços baixos, porque a editora ou já está fazendo uma reeimpressão (com tiragem grande) ou já fez a primeira impressão contando com um número grande de vendas.

    sobre ser mais caro do que lá fora, como já comentei nesse tópico mesmo o mercado aqui funciona de modo diferente do gringo. não vou nem entrar nos méritos de "brasileiro não lê", vamos deixar no "ainda lê menos do que os gringos", o que impossibilita uma cópia do formato estrangeiro. dando um exemplo (confesso, porque é algo que eu morro de inveja deles), lá fora nessa época do ano já começou o falatório sobre as leituras de verão. basicamente são os livros que a gurizada tem que ler durante as férias de verão, mas também há uma aquecida no mercado com pessoas comprando livros para ler durante a viagem. tanto que as editoras cuidam para lançar as grandes apostas do ano justamente nesse período (não por acaso, o novo da harper lee está saindo agora).

    enfim, a coisa toda está ainda um tanto atrelada aos hábitos de leitura dos brasileiros. aqui no nosso nicho muitas pessoas leem, e leem muito. mas é dar uma espiada rápida fora do nicho que vai dar para perceber que a coisa muda um tanto de figura. eu tenho fé que essa geração de jovens que cresceu lendo harry potter, seguida da outra que tem recebido uma oferta cada vez maior de livros YA, farão diferença no mercado mais para frente: serão adultos que independente de nicho/profissão/formação terão o hábito de leitura. são desses adultos que leem que o mercado precisa para mudar. até porque adolescentes e crianças o mercado editorial já têm garantidos com as vendas para o governo (o maior cliente desde sempre).

    ***********************

    como leitora: lógico que curto promoção. lógico que meus olhos brilham quando vejo um livro que queria muito ler sendo vendido por 9,90, por exemplo. mããããs: não acho que o preço do livro seja especialmente alto no brasil. a média gira em torno de 30 reais, o que é bem razoável se for pensar que um ingresso para o cinema (normalzinho, sem ser 3d, imax ou o que for) está na casa dos 20 reais. mas aí entra mais na questão das prioridades: a pessoa que curte mais cinema, vai gastar os 20 sem nem piscar. quem curte mais livro, paga os 30 do livro.
     
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  20. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Dois textos sobre o assunto:


     

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