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As vantagens de ser invisível (The perks of being a wallflower, 2012)

Tópico em 'Cinema' iniciado por Ana Lovejoy, 20 Dez 2012.

  1. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    Alguém aí já viu o filme? Nossa, gostei tanto do livro mas achei o filme tão, mas tããão fraquinho. (Tem spoilers a seguir)

    O roteiro corta partes que são fundamentais, eu acho. A relação do Charlie com o professor, por exemplo, que era justamente o que fez com que ele começasse a socializar (e então conhecer os novos amigos), foi simplesmente cortada. Não há nenhuma das divagações dele sobre o que ele leu (ou pq o professor indicou aquele livro). Mesmo não considerando o professor, com as outras relações, é tudo muito raso, sem profundidade, o que é justamente o oposto do que ocorre no livro. Isso para não falar da tia dele, do que ela representava para ele: a ideia de rápidos flashbacks mesclados com momentos do presente em nada explicam para quem não leu o livro o quanto Charlie a amava, a admirava. E aí tiveram que fazer um óbvio "Fui eu o culpado!" para mostrar como ele se sentia sobre o acidente dela.

    Ah, enfim, decepção. Dava para ter feito algo muito melhor. Valeu só pela cena do túnel, com Heroes do Bowie tocando. Ah, e pelas menções ao Rocky Horror Picture Show. :grinlove:

    Trailer:

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    Última edição por um moderador: 5 Out 2013
  2. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

    Olha, se for comparar com o livro, continuo achando o livro muito melhor. Contudo, saí satisfeito por ter ficado acima da média de um filme "voltado para o público adolescente". Gostei das cenas que mostravam a perturbação mental dele, da trilha sonora, da atuação do trio principal - e daquela linda da Mae Whitman, rs. Mas o filme falha com relação ao ritmo, suaviza certos pontos da trama original (acho que o Chbosky temeu a censura)... aquele ponto que você cita, Ana, de deixar claro o "fui eu o culpado" me pareceu uma demonstração de direção amadora, mas é perdoável pra uma estreia cinematográfica que, apesar de ficar aquém do material original, ainda assim foi muito melhor que a maioria dos filmes em cartaz ou do mesmo gênero.
     
  3. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    ah sim, que é melhor que muito filme de adolescente isso é certeza. único problema é que pensando em termos de adaptação (ou seja, do material que ele tinha em mãos, material que ele mesmo criou, btw) é bem decepcionante. talvez se eu tivesse lido o livro depois de ver o filme eu não ficaria com uma sensação tão ruim sobre ele, mas a real é que simplesmente não me prendeu. e não pelas atuações (o elenco faz o que pode com o que tem), mas pelo roteiro mesmo.
     
  4. Excluído046

    Excluído046 Banned

    Ainda não vi o filme. Mas lembro que quando comentei sobre o livro no facebook (falei que tinha lido o livro bem antes e que tinha medo de como o filme ficaria e talz), o Fingol disse que queria saber, de quem tinha lido o livro e visto o filme, se valia a pena ler e talz. Eu disse que, para mim, sempre valia a pena ler. Acabou que ele leu e viu o filme. Para ele, a adaptação ficou legal. Eu não sei. Ainda não vi. Mas pelo que a Anica comentou aí, não explicaram bem o lance do Charlie com a tia, né? E, PORRA, o relacionamento do Charlie com o professor é uma das melhores coisas do livro. A partir dele, é que o Charlie começa a aprender a se relacionar com os outros e consigo mesmo.
     
  5. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    bem isso. no filme parece que ele só se relaciona pq bem, não quer ficar sozinho. e um tanto da graça da tentativa de se relacionar com os outros acaba sem a figura do professor, pq é ele que recomenda que charlie vá ao baile ou outras situações assim. enfim, é aquilo que disse pro bruce: é um bom filme de adolescentes? é. mas passou longe de trazer para a telona tudo o que o livro tem a oferecer. é um livro sobre relações, e no filme isso fica muito superficial, talvez daí a sensação de desagrado que eu tenho sobre ele.
     
    • Gostei! Gostei! x 1
  6. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

    Na verdade foi explicado. Muito bem, aliás - o que não quer dizer algo necessariamente bom. Me lembro que muita gente que leu sobre isso não pegou de primeira, teve que reler os trechos sobre a tia pra entender do que se tratava. O problema é que o filme se apoia muito na narração em primeira pessoa, mas chega uma hora em que ela se faz desnecessária e você nem percebe, daí quanto volta, soa estranho. É como quando você assiste "Olga" - pra que colocar uma narração na última hora do filme? Não era necessária até agora, então por que seguir esse caminho? No caso de "Olga", me soou como incompetência do diretor - tá na hora de aprender a dirigir, ô, Jayminho! -, mas no caso de "As Vantagens", foi inépcia de estreante. Pra mim o filme ficou 70% bom em questão de conteúdo e qualidades técnicas, mas não ficou redondinho porque o Chbosky não conseguiu encontrar saídas viáveis pr'algumas questões que auxiliariam na compreensão da trama (por que citar o amigo que se suicidou? que interessa se o cara batia na irmã? por que a justificativa sobre o passado da tia soa tão artificial?) e que ajudariam o espectador a entender o problema de Charlie sem a necessidade de entregar assim de bandeja.
     
    • Gostei! Gostei! x 2
  7. Jacques Austerlitz

    Jacques Austerlitz (Rodrigo)

    É só no trailer, ou eles traduziram mesmo "we are infinite" por "somos demais"?! :blah:
     
    • LOL LOL x 2
  8. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    acho que só no trailer :rofl:
     

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