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Arte e as transformações sociais — Brasas reavivadas

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Zuleica, 20 Abr 2009.

  1. Zuleica

    Zuleica Usuário

    Sou tropicalista desde sempre
    Todas as letras, todos os tons, inclusive as vozes. Chico já foi conhecido como o sujeito que não devia cantar. Nunca pude ficar quieta quando diziam tamanha besteira, era o meu ídolo. Com aquela doçura de voz, meus ouvidos estavam pré-dispostos a escutá-lo… eternamente. Eu, e muitas outras pessoas.

    Os tropicalistas levantam todas as lebres, são provocativos, dão vozes aos sensores de toda uma geração. Nos anos 70 e 80 os maniqueístas exigiam uma única escolha: a jovem guarda, ou os tropicalistas? Jovens radicalizam em qualquer época, é o esperado. Românticos e roqueiros caiam aos pés de Roberto e Erasmo. Qualquer garota, não tropicalista, gostaria de ser a “escolhida” do coração do Rei do iê iê iê.

    Em 1970 ele, o Rei, declara seu amor por uma mulher desquitada, em alto e comovente tom. Todos os queixos caíram.
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