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Arqueologia Proibida

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Aniel, 23 Jan 2003.

  1. Aniel

    Aniel Usuário

    É meio grande, mas bastante interessante:




    "... falamos de uma grande ocultação de provas. Nos últimos 150 anos, estes arqueólogos e antropólogos ocultaram tantas provas quantas desenterraram, literalmente."

    Michael Cremo
    Co-autor de Forbidden Archaeology
    Em entrevista ao programa da Discovery Channel: "The Orygins of Man"


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    A questão é: Porque não soubemos disso antes?

    O Homem e o Macaco

    Será que nós evoluímos mesmo dos macacos? Será que nós temos mesmo um ancestral em comum? Observando as exposições dos museus de História Natural, achamos que essa quetão foi respondida decisivamente. Mas a pergunta está longe de ser respondida de fato. A representação a que temos acesso, a de que o Homem é descendente dos macacos, é uma mera interpretação dos fósseis encontrados - a interpretação de um grupo de cientistas. Há outras interpretações para os fatos e fósseis encontrados, mas nenhuma delas é encontrada em um só museu do mundo.

    Segundo o modelo da evolução, o Homem e o macaco partilham um ancestral em comum, mas a existência desse ancestral ainda é muito contestada. Por isso ainda se chama elo perdido.

    Hoje, museus de todo o mundo expõem modelos de outro esqueleto clamado como sendo o elo perdido: Lucy, a famosa australopithecine descoberta por Donald Johannsen. Segundo Johannsen, Lucy era muito parecida com o Homem, porém, o famoso antropólogo e co-autor do livro Forbidden Archaeology, Michael Cremo, diz que esteve num Congresso de Antropólogos no qual muitos diziam que ela mal se distinguia de um macaco.

    O que acontecerá ao modelo evolucionário se o elo perdido não existir? Sem ele, há pouco apoio para a ligação do Homem com o macaco. Com isso, voltamos a velha pergunta: "Quem somos? De onde viemos?".


    Seria o Homem milhões de anos mais antigo que o modelo evolucionário atual sugere?

    A teoria convencional diz que o Homem moderno surgiu no sul da África há cerca de 100 mil anos. Da África, migrou para o norte, Europa e o sul da Ásia. Atravessou a Ásia e cruzou o estreito de Bering em direção às Américas há cerca de 30 mil anos. Da América do Norte, desceu para a América do Sul, onde teria chegado há 15 mil anos.

    Porém, diversos artefatos que foram encontrados nas Américas, do Norte e do Sul, são tão antigos que ameaçam derrubar completamente essa teoria.


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    Fatos que ameaçam essa teoria:

    Ferramentas de 55 milhões de anos na África?

    Em 1880, o geólogo da Califórnia J.D.Whitney ficou intrigado com uma descoberta inesperada feita 100 metros sob a Table Mountain. Mineiros que procuravam ouro, decobriram ferramentas de pedra como pilão, almofariz e conchas. Incrivelmente, o estrato rochoso em que as ferramentas foram encontradas data de 55 milhões de anos. Whitney fez um relatório sobre os achados e chegou a uma conclusão impressionante: o Homem podia ser milhões de anos mais antigo que o modelo evolucionário atual sugere. Esta evidência bizarra parece ter sido bem documentada, mas o público em geral e muitos da comunidade científica desconhecem estas descobertas.

    Sítio Arqueológico no México com mais de 200 mil anos

    Em 1966, uma coleção de ferramentas de pedra, incluindo uma ponta de lança em forma de folha foi descoberta em Hueyatlaco, México, pela geóloga PhD Virginia Steen-McIntyre. Para determinar a idade das pontas de lança, peritos do US Geological Survey foram chamados.

    - Quando começamos a trabalhar no sítio de Hueyatlaca - conta McIntyre - achamos que fosse um sítio antigo. Estávamos em 1966. Pensamos que tivesse cerca de 20 mil anos. Na época, era considerada uma idade avançada para um sítio. Fizemos a chamada datagem radiométrica, que fornece uma data verdadeira. Usamos dois métodos diferentes: um deles com átomos de urânio, e o outro deles com pequenos cristais de zircão. Quando chegamos às datas, e ambos os métodos as apontaram, o resultado foi 250 mil anos. Para falar a verdade, eu ficaria feliz com uma data de 20 mil anos. Teria feito a minha carreira. Era muito antiga para a época, mas não o bastante para ser controversa. As pessoas podem dar passos de 20 mil anos, mas não mais de 200 mil anos de uma vez. Eu era muito ingênua e pensei: "Temos algo grande aqui mas vou ser fiel às datas. Temos a informação, os fatos. Vamos divulgar os fatos e partir deles. Não percebi que arruinaria a minha carreira."

    Segundo a Dra McIntyre, porque ela foi fiel aos fatos, suas oportunidades profissionais desapareceram. Desde então, ela não trabalha em sua área. O sítio foi fechado e uma licença para uma investigação mais a fundo, negada, para sempre.

    Pegadas humanas lado a lado com a de dinossauros

    Segundo a teoria mais aceita, a extinção dos dinossauros se deu devido à colisão de um enorme meteoro o qual levantou uma imensa nuvem de poeira bloqueando o Sol durante anos, acabando assim com a cadeia alimentar desses grandes répteis. Segundo esta mesma teoria, não havia nenhum humano vivo nesta época para presenciar o ocorrido... ou será que havia?

    Há mais de 100 milhões de anos, a pedreira de calcário do Rio Paluxy, no Texas, era uma planície lamacenta. Lá, inúmeros dinossauros deixaram pegadas que foram fossilizadas e preservadas para sempre. Mas a trilha de outra criatura também foi perpetuada nestas margens. Possivelmente a do Homem.

    O antropólogo Carl Baugh comanda há mais de 12 anos o trabalho de investigação destas pegadas controversas.

    - Minha reação foi de choque - conta Carl Baugh. Soube que pegadas humanas haviam sido descobertas no Rio Paluxy, perto de Glen Rose, Texas, mas eu era cético. Aqui, após remover camadas de rochas, a equipe e eu escavamos pegadas de dinossauros. A 46,25 cm de uma dessas pegadas, achamos uma pegada humana de 24 cm. Escavamos 12 pegadas em série. Quando se acha uma trilha com passos do pés esquerdo e direito à distância correta, deve-se interpretá-la como pertencente ao Homem.

    Foi dito que as pegadas do Rio Paluxy são uma fraude e que foram talhadas na rocha como atração turística.

    - Encontramos trilhas seguindo para baixo das camadas de calcário. Removemos as camadas, uma lasca de rocha por vez. Descobrimos que as pegadas de dinossauro e as humanas continuam sob as camadas de rocha. Esta evidência é real.

    Hoje, muitas das chamadas pegadas humanas foram vitimadas pela erosão e pelas mãos de vândalos. Porém, Carl Baugh tem uma das pegadas mais convincentes já descobertas.

    - Conheci a pegada Burdick - conta Dr. Dale Peterson, M.D. - ao visitar Glen Rose, em 1984. Na época tive a impressão de que era perfeita demais. É claramente uma pegada humana, apresentando uma seção do calcanhar, a curvatura, a base dos metatarsos, o primeiro dedo ou dedão, o segundo, terceiro, quarto e quinto dedos.

    - Após examinarmos a pegada - conta Don Patton, geólogo - vimos que estava no calcário cretácio, na mesma formação que a pegada de dinossauro. No corte da pegada, pudemos ver os contornos óbvios sob o dedo e as estruturas sob cada dedo. Numa certa parte sob a pegada, vimos uma inclusão de calcita, onde a força foi concentrada e produziu as estruturas da pegada. Exatamente o que os geólogos procuram. Eliminamos a idéia de que foi esculpida. Com certeza é uma impressão original no sedimento.

    Um dedo fossilizado de um ser humano, foi descoberto no mesmo estrato que as pegadas de dinossauro datando de mais de 100 milhões de anos.

    - Tinha o que parecia ser uma unha, uma cutícula, uma ponta, um formato humanóide - conta o Dr. Dale Peterson. - Quando vi a cintilografia, não tive mais dúvidas. Ele mostra o formato de um dedo, mostra o tecido sob a pele do dedo, mostra os ossos, as articulações e os ligamentos. Isso me diz que é um dedo humano.

    A camada de calcário que preservou estes artefatos é datada de cerca de 135 milhões de anos.

    E não é a única evidência de que humanóides estiveram por aí muito antes do que a "ciência" aceita: Ou as formas de datação estão todas equivocadas (reconheçam então que não sabem a idade de nada com mais de 1.000 anos) ou aceitem estes fatos,pois as evidências aqui mostradas foram todas meticulosamente analisadas e estão disponíveis pra quem quiser tirar a prova. Infelizmente os "cientistas tradicionais" preferem que nos esqueçamos que elas existem.

    Esferas metálicas com mais de 2,8 milhões de anos

    Em Klerksdorp, África do Sul, centenas de esferas metálicas foram encontradas por mineiros em estrato pré-cambriano, de supostamente 2,8 milhões de anos.

    A controvérsia envolve finos encaixes circundando algumas esferas. Técnicos de laboratório não puderam explicar sua formação por processos naturais existentes.

    O curador do Museu de Klerksdorp, Roelf Marx, disse: "As esferas são um completo mistério. Parecem feitas pelo Homem, mas na época em que foram deixadas nesta pedra, não havia vida inteligente. São diferentes de tudo o que eu já vi."


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  2. Anigel

    Anigel Eu atropelo duendes!

    :D Gostei bastante Aniel. Para falar a verdade, quase fiz vestibular para arqueologia (medicina era minha segunda opção). Só não fiz porque meus pais não permitiram, ficaram falando que era uma profissão sem futuro algum... E também porque sou urbana demais para viver em escavações. he he he Provavelmente sairia correndo quando quebrasse a primeira unha ou quando visse qualquer animal que não fosse um gato ou um cachorro. :wink:

    Realmente não entendo patavinas sobre datação, mas imaginei que talvez exista um erro no sistema que eles usam para fazer as datações. Isso ocorreu no caso do Santo Sudário que foi datado erroneamente pelo método do carbono 14.

    Talvez esse erro do método explicasse a datação tão divergente dos terrenos, mas acho que não explicaria as pegadas...

    Seria bom que houvesse nesse fórum alguém que pudesse esclarecer essas dúvidas.

    100 +
     
  3. Engethor

    Engethor Son of Jango

    Eu reconheço q tem muito "especialista" q não sabe fazer datação.

    Aliás, eu diria q tem "arqueólogos" demais achando q Flintstones é documentário. Cavar um buraco no chão não é ser arqueólogo. Achar um artefato antigo não é ser arqueólogo. Achar q sabe fazer datação não é ser arqueólogo.

    Causas Possíveis dessas datações/observações contraditórias :
    - fraude.
    - falha de interpretação.
    - erro na datação/observação.
    - amadores q pensam q podem fazer o trabalho de um profissional.
    - desejo de obter publicidade a qualquer custo.
    - os Flintstones tinham razão. ( :roll: )

    Um teste:
    Se um estudioso no assunto faz uma descoberta arqueológica contrária ao conhecimento comum, ele:
    a) Chama os especialistas na área, ou envia-lhes material e aguarda antes de fazer declarações.
    b) Chama a TV.

    O q pensar de quem passa direto ao item (b) sem passar pelo (a) ?
    O trabalho científico, ainda mais nesse ramo é uma atividade de longo prazo. Entre a descoberta e a publicação do artigo, vai um bom tempo. Quem quiser autopromoção, melhor seria buscar outro ramo.


    Minha fonte favorita nesses assuntos é o saudoso Stephen J. Gould, paleontólogo por profissão, divulgador da Ciência por opção. Ele tem muitos livros para leigos em q trata de paleontologia, biologia, evolução, origem do homem, taxonomia, etc. Na verdade, a maioria dos seus livros são compilações de artigos mensais q ele escrevia para um periódico. Mas é bom ter acesso a todos esses artigos em poucos volumes.

    Gould tb adora falar de fraudes na área, tanto casos antigas como recentes. Lembro q uma vez li um artigo dele discorrendo sobre um crânio de homem-macaco q tinha sido forjado com uma mandíbula de macaco numa caveira humana.
     
  4. Anna Cwen

    Anna Cwen Ourificada

    tenho dois amigos que fizeram inciação científica em arqueologia no Museu nacional, no RJ, então tenho um boa noção de como funciona essa coisa de arqueologia, pelo menos aqui no Brasil. posso dizer que realmente tem que ser muito apaixonado pra conseguir enfrentar todos os problemas...

    mas essa estoria de datação é meio complicada, mesmo... alguns dos testes que são feitos têm uma incerteza alta demais pra gente poder ver qualquer diferença na evolução humana/primata , então rolam uns erros, mesmo...

    mas sei lá, alguns cientistas tem um ego tão grande, que nem duvido que alguns destes 'erros' estejam relacionados com a vontade de alguns de aparecer...
     
  5. Deriel

    Deriel Administrador

    Vou comentar só essa frase.

    É uma frase típica de impacto de alguém que não tem muito a dizer, mas quer chamar a atenção. Outras que são muito usadas:

    "Mudança de paradigma!"
    "A ciência está esgotada e precisa de novos caminhos!"

    E assim vai...

    "Afirmações de impacto necessitam de provas de impacto"
     
  6. Anna Cwen

    Anna Cwen Ourificada


    talvez... ainda assim, existem várias questões em que a frase se encaixa, inclusive na parte de paleontologia - alguns dinossauros provavelmente não são nem um pouco parecidos com suas descrições, pq como se acham pedaços separados, mtas vezes eles são montados de acordo com a 'imaginação' do pesquisador. o problema é q depois, em vez de corrigir o erro, mtos preferem esconder as novas evidências de q os animais eram diferentes, o que obviamente atrapalha os estudos...
     
  7. Deriel

    Deriel Administrador

    É uma frase exagerada pra chamar a atenção, pois isso é lógico que existe, a Ciência trabalha com isso quer ela queira ou não (a falibilidade do humano) e nada fica escondido por tempo demais.

    É quase o mesmo casos desses telejornais sensacionalistas. Boa parte do que les apresentam de fato é notícia, mas eles o fazem de maneira escandalosa pra chamar a atenção :mrgreen:
     
  8. Anna Cwen

    Anna Cwen Ourificada

    ok, entendi o q vc quis dizer, e concordo.
     
  9. Luck®

    Luck® Usuário

    Nao tenho muita informacao sobre arqueologia, e tb naosou entusiasta, mas pelo pouco q sei, percebo o quanto eh dificil se trabalhar com arqueologia, principalmente aqui no Brasil. Na verdade qualquer area de pesquisa aqui no brasil eh dificil, mas arqueologia eu acredito q tem um Q a mais de dificuldade por causa q vos contarei a seguir.
    Eu ja fui no Piaui, e la conheci a Niede Guidon (nao tenho certeza se eh assim q se escreve), e tive a oportunidade de ver um esqueleto datado, por C14, de 15.000 anos, alem de ver o local onde foi encontrado restos de uma possivel fogueira datada de mais de 15 mil anos. E se vc for ver a teoria atual sobre as migracoes de nossos ancestrais, vera q eles sairam da africa, foram pra asia (se separaram), passaram pelo estreito de beiring e chegaram na America do Norte. Assim tds os q desceram para America do Sul tiveram q passar pelo Norte. Mas as datacoes mais antigas de la, se nao me engano eh de 8 mil anos (esqueleto) 8O .
    Entao como eh q diabos eles estavam aqui (no sul) antes?
    Por varios motivos, conhecidos e comuns, tais descobertas aqui no Piaui, feito pela Niede no Parque da Serra da Capivara, foi ignorada, simplesmente. A comunidade cientifica paleotologica retruca, falando q tal resto de fogueira foi um provacel raio, e nao restos de seres humanos. Dai ficou nisso mesmo. Mas a Niede por nao deixar nada barato, ta lutando muito. E conseguiu criar la um museu nacional do homen americano. Muito legal, show. Ainda nao retornei la, qnd vi estava quase abrindo.
    Portanto acredito q infelizmente, assim como em tds as ciencias q estudamos, isso ocorre, e so nos impedirah de continuar desvendando os segredos deste universo maravilhoso, q por si so tem muito a "contar". Enquanto nao diminuirimos esta mesquinharia, ignorancia, ambicao e prepotencia na comunidade cientifica, havera uma estagnacao. Tantas discusoes, um querendo puxar a sardinha pro seu lado, o outro pro outro, e assim seguirah por centenas de anos, ate acabar e voltarmos a evoluir "limpidamente".
    Isso foi mais um desabafo, do q algo ligado ao topico, portanto me desculpem se viajei, e nao tem nada a ver. Apesar de pensar o contrario.
    grandes [[[[[[[]]]]]]'s
    E pelo grande amor pela ciencia!
     
  10. Deriel

    Deriel Administrador

    O problema é:será que ela não tá errada e a imprensa nacional não faz frisson em cima só por causa de um certo nacionalismo? Acho que devemos ter essa possibilidade em mente já que, de fato, carvão não comprova exist~encia de seres que façam fogo.

    Se não me engano as pinturas rupestres não puderem ser datadas da mesma época dos restos de fogueira.
     
  11. Anna Cwen

    Anna Cwen Ourificada

    eu não sou arqueóloga, mas estudo mta física e gosto especialmente de quimica; se não me engano, as datações não tem uma precisão das melhores (em termos de existência humana) pois a incertez deles pode chegar a mais de 1000 anos.
    a datação completa acaba sendo feita por um conjunto de informações do ambiente, incluindo informações geológicas do terreno...
    acredito q isso tb seja um dos argumentos para não confirmarem a presença de humanos na tal 'fogueira', mas ao mesmo tempo uma fogueira humana deveria apresentar outros indicios como pedras a sua volta (para proteger o fogo, q era mto dificil de se obter).
     
  12. Luck®

    Luck® Usuário

    Exatamente, nao foi encontrada so restos de fogueira, tinha outras coisas tb. Mas foi datado pelos restos da fogueira.
    Agora Deriel, nao concordo com vc. Pois eu fui pessoalmente la sem saber q ela (Niede) existia, e la tirei minhas proprias conclusoes, da forca de vontade q ela tem. Mas nao esqeca q tb tem o esqueleto! 8O
    Este sim foi datado, e estava inteirinho.... Eu vi.... tava em posicao fetal!
    Eu vou dar uma olhada aqui nos registros. Depois eu volto aqui.
    Mas de qualquer forma o meu ponto de vista foi a forma como a comunidade NAO-recebeu ou NAO-quiz-receber esta "descoberta", ignorando os fatos pra manter a passagem do homen pelo norte antes. Isso eu acho um absurdo. Sendo esta descoberta verdade ou mentira (mentira, nao, o trabalho dela eh serio, digamos.... errôneo) nao houve nem discussao, apenas ignorando dando uma supozicao ridicula.
    Bom eu acho isso....
    P.S.: Anna, eh vc q trabalhou no CERN? 8O 8O Nossa..... :grinlove: Conte-nos td, nao esconda nada.. aahaaahhahha
    [[[[[[[]]]]]]'s
     
  13. Anna Cwen

    Anna Cwen Ourificada

    eu estagiei na UFRJ, no departamento de elétrica, e eles estavam trabalhando em programas para o CERN e eu ajudei um pouco (na verdade, acho que atrapalhei mais do que ajudei... *risos*

    qto à arqueologia, alguém quer me dizer onde vcs viram todas essas informações sobre essa pesquisadora (Niede)??? tvz assim desse pra eu participar melhor da conversa... :wink:
     
  14. Mak

    Mak Usuário

    Adoro ver essas contradições históricas e científicas, acho muito interessante (e estranho) como as pessoas conseguem querer esconder a verdade simplesmente porque tem medo ou porque querem continuar lucrando com o que já é dado como verdade. Para mim, na ciência, nada deveria ser considerado verdade absoluta mas muitos fazem isso, depois de achar algo e algumas evidências e passar um bom tempo sem ninguém encontrar nada contra isso muitas pessoas já consideram verdade absoluta, aí alguém ENCONTRA algo que contradiz aquilo tudo e ninguém quer acreditar.... muito ruim isso... acho que isso causa um atrazo muito grande na nossa evolução científica....
     

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