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Copa 2018 Arbitragem de vídeo (VAR)

Tópico em 'Esportes' iniciado por Fúria da cidade, 21 Jun 2018.

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  1. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Essa Copa finalmente o auxilio da tecnologia está tendo um espaço maior e o VAR está sendo bem decisivo pra confirmar lances decisivos como penaltis por exemplo.

    Por mais que ainda não seja algo perfeito, no geral acho importante que isso seja usado. Outros esportes usam normalmente e já se adaptaram totalmente aos avanços da tecnologia. Chegou a hora do futebol finalmente se render a isso.
     
  2. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    Até que enfim. No futebol americano, se eu não me engano o juiz tem o direito de pedir pra ver o replay em casos de jogadas duvidosas. Isso muda totalmente a história do jogo e acho importante para os resultados finais serem justos.
     
  3. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    É importante que o processo evolutivo não pare.
    No futebol brasileiro a CBF é uma entidade milionária e se quisesse poderia tranquilamente implantar nos jogos da série A do campeonato brasileiro, mas a medida que isso se popularizar e se tornar mais comum será inevitável implantar aqui.
     
  4. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    Acho que só se tem a ganhar com isso. É uma droga quando, por exemplo, em uma determinada jogada você vê claramente no replay que não aconteceu nada e o juiz já foi dando pênalti e assim vai, mesmo todo mundo vendo que tá errado. É como dizem, tem árbitro que se ver alguém caindo na área já vai dando pênalti.
     
  5. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Se tivesse essa tecnologiaauxiliar em 2002, com certeza a Coreia do Sul que teve 3 favorecimentos contra Portugal, Itália e Espanha jamais teria chegado a uma semi-final de Copa do Mundo.

    O normal dela é ser o que é atualmente, uma seleção medíocre que na enorme maioria das vezes não passa da fase de grupos.
     
  6. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    Como eu disse, muda totalmente a história do jogo, e consequentemente o resultado de Copas/Campeonatos inteiros. Sinceramente não vejo nada de errado em ver o replay pra poder esclarecer uma jogada estranha ou bagunçada, principalmente quando é escanteio e a área está lotada de gente naquele empurra-empurra ou então em casos de supostos pênaltis.
     
  7. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Na verdade isso é bom pra disciplinar jogadores cai-cai como o Neymar.
     
    • LOL LOL x 3
  8. Giuseppe

    Giuseppe Eternamente humano.

    Haha, eu não tinha pensado nesse outro aspecto.
     
  9. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Até porque lugar pra encenação é no teatro e não na pequena área :lol:
     
    • LOL LOL x 2
  10. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Matéria de como estaria a copa sem as decisões feitas com VAR.

    Pra mim surpreendentemente não foi uma mudança tão grande. Foi mais de posição. Mas seria um chaveamento mais balanceado.

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  11. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Agora na reta final, podendo ter prorrogações e penaltis, o VAR vai fazer uma bela hora extra e trabalhar muito. Chega de "Mano de Dios".
     
  12. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Neymar gesticula para o árbitro e para as câmeras em lance da partida contra a Costa Rica na Copa da Rússia Imagem: REUTERS/Marcos Brindicci




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    Mauricio Stycer
    É significativo que a principal novidade da Copa na Rússia, até agora, não seja uma seleção, um jogador ou um esquema tático, mas o VAR. O chamado árbitro de vídeo vende a promessa (ilusória, é claro) do futebol limpo, purificado, sem erros de arbitragem. E ajuda a Fifa a tentar convencer o mundo de que deixou para trás a sujeira da corrupção, dos contratos escusos e das negociatas.

    Se vai funcionar, não sei. Mas está claro que já fez vítimas. E a primeira delas foi justamente um brasileiro, o maior jogador do país. O “gesto artístico” de Neymar, como definiu muito bem Galvão Bueno, na segunda partida da seleção, contra a Costa Rica, se tornou o maior troféu que a Fifa poderia desejar nesta sua campanha de marketing.

    Por seu histórico de simulações na Espanha e na França, Neymar já tinha o seu rosto estampado em imaginários cartazes de “procura-se”, pendurados nos vestiários de árbitros de futebol. A anulação do pênalti marcado, após consulta ao vídeo, foi o "flagrante" que faltava. Ao dobrar o corpo, levantar os braços e cair lentamente na área da Costa Rica, se tornou o exemplo mais visível do que o VAR pode capturar.

    Neymar apanha muito e sempre. Com o tempo, passou a usar a dramatização exagerada como uma espécie de arma de contra-ataque – uma tentativa de convencer os árbitros da necessidade de punir os seus agressores.

    Mas o jogador não atinou para os impactos do VAR em meio a uma Copa do Mundo e, ao invés de evitar os “gestos artísticos”, ao contrário, elevou o tom da representação. Já rolou dramaticamente em campo três vezes, fora as caretas, reclamações e xingamentos que distribuiu nos quatros jogos do Brasil.

    Aos olhos do mundo, Neymar virou o vilão perfeito, a encarnação viva da trapaça. Lógico que ele não é o primeiro nem o único a simular faltas ou exagerar dor ao ser atingido por zagueiros truculentos. Mas errou o timing. E timing é tudo. A antipatia que já existia contra o jogador cresceu de forma
    exponencial.

    É natural que, em tempos de Copa do Mundo, as críticas ao jogador sejam vistas no Brasil como uma campanha contra o país e a seleção. E que os torcedores brasileiros tenham a tendência a defender o seu maior craque.

    Não enxergo, porém, campanha alguma. Foram as circunstâncias que colocaram Neymar no centro da tela do VAR. Acho que, independentemente do resultado final, com o Brasil campeão ou não, Neymar perdeu a guerra de imagem. E perdeu justamente para uma tecnologia baseada em vídeo.
     
  13. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Sem querer defender o moleque mimado Neymar, mas pra cornetar a imprensa sensacionalista inglesa.
    O jogo de hoje entre os ingleses e os colombianos teve pelo menos 3 jogadores ingleses simulando coisas igual ao moleque mimado.
    Duvido que terá um jornal sequer inglês falando isso.
     
  14. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Vindo deles não virá mesmo

    A imprensa argentina cobra que a UEFA aplique o VAR em seus campeonatos o quanto antes

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    El señor Aleksander Ceferin, esloveno y presidente de la UEFA, había resuelto antes del Mundial que en la próxima temporada de los torneos europeos no se aplicará el VAR. Argumentó: "No está claro cuándo puede usarse (...) La Champions es como un Porsche o una Ferrari, necesita entrenamiento".
    Está en la línea de Michel Platini, ex titular de la entidad, exonerado por cuestiones éticas, un férreo opositor a la aplicación de la tecnología para definir fallos arbitrales.

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    Con gran parte del Mundial ya desarrollado bajo la nueva tecnología, Ceferin debería reflexionar. Hay inconvenientes obvios, como que el VAR no es sencillo de instalar en todos los partidos. Otra realidad es que en Rusia este avance funcionó normalmente bien, sin llegar a anular totalmente el error en los referís, un objetivo utópico. Se nota una evolución. El último ejemplo fue sobre el final de Suecia 1-Suiza 0, en el que el referí Damir Skomina, esloveno como Ceferin, dio marcha atrás en su decisión de sancionar penal para los nórdicos ya que la falta había sido fuera del área. Se hizo justicia, algo tan útil como tranquilizador para la sociedad futbolística.
    Y este buen testeo se suma a las experiencias en la Serie A, la Bundesliga, los torneos de Copa de Inglaterra y la MLS.

    ¿Por qué bajó la cantidad de expulsados en este Mundial, apenas cuatro en Rusia, en relación a otros? Sin dudas un motivo fundamental es que los futbolistas saben que sus actitudes están siendo grabadas y evitan exponerse. Esto beneficia al Fair Play.
    Muchas veces se instaló la sospecha de que la resistencia de Joseph Blatter (presidente de la FIFA de 1998 a 2015) estaba vinculada con la necesidad de mantenerle el poder a los jueces, que, como en cualquier actividad, no todos son honestos. Así, en determinados partidos importantes podía colocarse referís serviles al poder... El suizo, vale recordar, sólo aceptó el Ojo de Halcón.
    La mejor postura fue la del actual presidente, Gianni Infantino: "No puede ser que todos los espectadores vean lo que sucedió en la cancha y sólo el referí lo ignore".

    Por eso, a la UEFA le toca la autocrítica...
     
  15. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    A Fifa fez balanço positivo nesta quarta-feira da utilização do sistema de auxílio por vídeo aos árbitros (VAR) durante a realização da Copa do Mundo da Rússia, que foi encerrada há três dias, com vitória da França sobre a Croácia por 4 a 2.

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    "Nos comprometemos que esse seria o melhor Mundial da história, e assim foi. Os árbitros constituem uma parte crucial desta conquista, já que as atuações deles foram da mais alta qualidade", diz comunicado emitido pelo suíço Gianni Infantino, presidente da entidade.

    O texto apontou que nos 64 jogos da competição, 455 incidentes foram checados pelos auxiliares de vídeo (7,1 por partida) e foram feitas 20 revisões pelo VAR, inclusive, no primeiro gol dos franceses na decisão.

    "Nos agrada constatar a aceitação generalizada por parte de jogadores, técnicos e torcedores, assim como da imprensa", aponta a nota assinada por Infantino.

    Supervisor do projeto de implantação do VAR, o croata Zvonimir Boban, secretário-geral adjunto da Fifa, se disse orgulhoso do trabalho realizado, dando parabéns também ao presidente da Comissão de Árbitros da entidade, Pierluigi Collina, e o diretor de Arbitragem, Massimo Busacca.

    "Como afirmou o presidente da Fifa, o VAR não está mudando o futebol, mas sim, o deixa mais justo. Este foi nosso objetivo inicial, quando iniciamos o projeto com a International Board", garantiu o ex-jogador.
     
  16. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    “A minha ideia foi instalar seis câmeras pelo campo. É o suficiente para cobrir ele todo. Era uma câmera atrás do gol, uma na linha lateral direita e outa na esquerda. E isso se repetia do outro lado do gramado. Além disso, o árbitro usaria um microfone e poderia ver as imagens quando necessário.”

    Qualquer semelhança entre o “Projeto Piloto de Arbitragem Eletrônica”, desenvolvido pelo engenheiro civil boliviano Fernando Méndez Rivero, e o VAR (sigla em inglês para árbitro assistente de vídeo), utilizado na última Copa do Mundo e em boa parte dos principais campeonatos do planeta, não é mera coincidência
    .
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    Pelo menos é isso que alega o inventor de 63 anos. Segundo Méndez, a Fifa tinha total conhecimento do sistema que desenvolvido há 13 anos, copiou seu projeto e não pagou nada pelos direitos intelectuais.

    ''A ideia nasceu em 2004. Fui assistir a um jogo do Oriente Petrolero, meu time de coração, contra seu arquirrival, o Blooming. Perdemos a partida por causa de um pênalti que não existiu marcado a dois minutos do fim. Voltei para casa bravo, sentei no computador e comecei a desenhar o projeto no qual trabalhei durante sete ou oito meses''.

    ''O VAR é exatamente o que era meu desenho. É 100% plágio. Depois que terminei o projeto, registrei a patente no Senapi [Serviço Nacional de Propriedade Intelectual da Bolívia – é esse o documento que Méndez segura na foto acima] e o enviei para a Fifa e para todas as federações nacionais e regionais.”

    Segundo Méndez, ninguém da Fifa jamais respondeu ao seu contato. O único dirigente importante que o procurou para conversar sobre a possível implantação do árbitro eletrônico foi o então presidente da CBF, Ricardo Teixeira. “Ele me ligou e conversamos durante dois minutos. Ricardo Teixeira me parabenizou pelo projeto, disse que ia analisar a viabilidade dele e que apoiaria meu trabalho”, afirmou.

    Jogador profissional na década de 1970, o engenheiro afirma ainda que atualizou seu projeto em 2012 e voltou a enviá-lo para Fifa. Mas, mais uma vez, não recebeu nenhuma resposta. Anos depois, começou a ver o VAR ser implantado em várias ligas nacionais e também no Mundial da Rússia-2018.

    “Todo mundo que trabalha é digno de um salário. Eu passei meses nesse projeto pensando em solucionar os problemas do futebol daquela época, do futebol de hoje e do futebol que está por vir. Mereço ser remunerado por isso.”

    Por enquanto, Méndez ainda não acionou a Fifa na Justiça. O inventor está rodando a América do Sul em busca de aliados para um possível confronto com a entidade máxima do futebol mundial. Nos próximos dias, ele irá se encontrar com o presidente da Bolívia, Evo Morales, para discutir o tema.

    “Sou uma pulga em um duelo contra um elefante. Sozinho, não tenho forças para chegar à Fifa. Preciso de ajuda de gente que é maior que eu.”
    O boliviano quer uma indenização de US$ 500 mil (R$ 2,1 milhões) por entidade que utilizar o VAR em alguma competição que organiza. Em seus cálculos, isso pode lhe render cerca de US$ 100 milhões (R$ 433 milhões). “Acho que esse é o valor justo por um trabalho que é tão magnífico. Mas não vou ficar com tudo para mim. Meu compromisso é doar metade para os pobres, para o serviço social e para obras de evangelização.”

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    As vezes penso se o engenheiro fosse inglês, francês ou alemão ele seria mais rapidamente reconhecido.
     

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