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Aquecimento Global

Tópico em 'Ciência & Tecnologia' iniciado por Décimo, 18 Ago 2004.

  1. Décimo

    Décimo The Swanson Code

    Aqui vai uma notícia que vai intressar principalmente aos usuários portugueses:
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    Portugal será grande vítima do aquecimento global

    Alterações climáticas com grave impacto na Europa

    O aquecimento global vai ser mais acentuado na Europa do que a média mundial, segundo um relatório divulgado hoje pela Agência Europeia do Ambiente que contraria os cenários traçados pelas Nações Unidas em 2001. Tempestades, inundações e secas, cada vez de maior potência, vão aumentar nos próximos anos. Países do sul como Portugal serão dos mais afectados.


    "A Europa aquece mais rapidamente do que a média mundial. A temperatura na Europa aumentou uma média de 0,95 graus nos últimos 100 anos e para este século prevê-se um incremento adicional entre dois a 6,3 graus e um contínuo aumento das emissões de gases com efeito de estufa", lê-se no relatório disponível na página da Internet da Agência Europeia do Ambiente (
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    ).

    A Agência assinala também que o aquecimento global durante o século XX foi mais acentuado na Europa do que no resto do mundo. Enquanto o continente europeu registou um aumento médio de 0,95 graus, os restantes continentes tiveram um acréscimo na temperatura média de 0,7 graus.

    "Tempestades, inundações, secas e outras condições meteorológicas extremas cada vez mais frequentes e economicamente gravosas. Ondas de calor cada vez mais frequentes e intensas, que são perigosas para a saúde de idosos e pessoas mais vulneráveis. Degelo dos glaciares e subida do nível da água do mar", são alguns dos fenómenos das alterações climáticas que já se observam na Europa e que se vão agravar nas próximas décadas.

    Portugal pode ter dos impactos mais negativos

    Como tem sido sempre apontado, este relatório alerta ainda que o aquecimento global será mais acentuado nos países do sul da Europa, como Portugal, Espanha ou Itália.

    A precipitação (quantidade de água da chuva depositada no solo) deverá continuar a aumentar nos países do norte da Europa e a diminuir no sul.

    O relatório da Agência Europeia analisou oito grandes áreas afectadas pelas alterações climáticas e pelo aquecimento global: atmosfera e clima, glaciares e gelo, sistemas marítimos,
    biodiversidade, água, agricultura, economia e saúde humana.

    Em relação ao nível da água do mar na Europa, o documento sublinha que durante os próximos cem anos o ritmo de subida das águas deverá ser entre duas a quatro vezes superior ao que aconteceu no
    século passado.

    Fim das estações

    As projecções indicam ainda que até 2080 os Invernos frios podem "desaparecer quase por completo" e que os Verões quentes, as secas e as fortes chuvas podem ser "muito mais frequentes".

    Como exemplo da "capacidade destrutiva" dos fenómenos meteorológicos extremos, os autores do relatório apresentam a onda de calor do Verão de 2003 na Europa, que terá provocado mais 20 mil
    mortes do que as registadas em média nos Verões normais.

    No entanto, o documento aponta que "as alterações climáticas parecem poder ter alguns efeitos positivos". Diz o documento que a agricultura na maior parte da Europa pode beneficiar com um aumento moderado das temperaturas e que a taxa de sobrevivência das espécies de aves que hibernam pode aumentar, acompanhando a subida das temperaturas no Inverno.

    Mais ondas de calor

    Um relatório de especialistas portugueses apresentado em Julho estimou que, em Portugal, um em cada cinco dias poderá ter temperaturas acima dos 35 graus nos próximos 50 anos.

    As conclusões da segunda fase do chamado projecto SIAM, que estuda as alterações climáticas em Portugal, revelaram ainda que "a média e longo prazo" as ondas de calor, como a verificada no Verão passado, vão tornar-se mais frequentes.

    O projecto estima que Portugal venha a ter entre 60 a 70 dias por ano com temperaturas acima dos 35 graus, quando actualmente isso acontece, em média, entre 10 a 15 dias anualmente.

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    Pois é, pois é... As coisas não vão nada bem.
     
  2. Erufeliel

    Erufeliel I'm a whole lotta trouble

    :osigh:
    (se me dão lincença vou me matar ali ao canto)

    Já agora essa história das secas assusta. :eek:
     
  3. Dragus

    Dragus Usuário

    De que adianta publicar?

    Nada será feito, vamos morrer assados ou afogados e por aí vai.

    Depois querem mandar o homem a marte... Para que, se estamos fabricando nosso próprio planeta vermelho?
     
  4. Fëanor

    Fëanor Fnord Usuário Premium

    Eu tava olhando meio por cima na superinteressante desse mes, e vique temum sujeito falando que o aquecimento global não vai prejudicar o ecossistema, e sim ajudar. Como eu não sei, mas acho que vou lá dar uma lida!
     
  5. Décimo

    Décimo The Swanson Code

    É imperativo enviar o homem a Marte, e quanto mais depressa melhor. Estive a ver um programa à dias, e o que lá era dito era mais ou menos assim (já estou num bocado esquecido):
    Um grupo de investigadores descobriu que existe uma maneira de expandir a vida até Marte. Parece quase impossível, mas a verdade é que depois de ver o programa me pareceu bem possível e real. Mas como? Bom, eu já não me lembro bem da explicação, mas tinha a ver com os gases, com o ozono e com os raios solares. Um dos factores mais óbvios ao impedimento da vida em Marte é a temperatura, que é demasiado baixa. Ora, o qe aqueles investigadores deescobriram, é que existe uma maneira fantástica de contornar isso e dar uma temperatura propícia à vida em no planeta vermelho. O que se tem de fazer é criar uma espécie de efeito de estufa em Marte, de maneira a que os raios solares fiquem retidos, a temperatura aumente, e a vida possa surgir. Uma maneira de fazer isso era enviando grandes quantidades de dióxido de carbono para a atmosfera. O que se descobriu foi que o solo de Marte é bastante rico em dióxido de carbono. O que tinha de ser feito era retirar todo esse dióxido de carbono para a atmosfera e assim criar um efeito de estufa. Agora como eles faziam isso eu não me lembro bem, acho que era através de uma máquinas especiais que fazim qualquer coisa, sim, acho que era mais ou menos isso. Bom, claro que isto ia ser um processo que levaria muitos anos. Se não me engano para que o CO2 (dióxido de carbono) saísse completamente do solo marciano eram precisos uns 100 anos, e ainda temos de contar com o tempo que ainda vai levar até que instalemos as máquinas que o faram... (Por isso isto talvez só aconteça daqui a uns 150 anos). Mas mesmo assim a vida ainda não é possível, diram vocês, porque ainda falta oxigénio e água. Pois bem, quanto à água é bem simples: Com o aumento da temperatura, as calotes polares de gelo existentes em Marte derretem, e a água líquida vai-se espalhar novamente pelo planeta marciano, como já fez uma vez, formando rios, lagos e oceanos. Quanto ao oxigénia, antes de mais nada é preciso dizer que o oxigénio não é indispensável à vida como nós pensamos. É sim, indispensável para nós, e para a maior parte das espécies deste planeta, mas ainda ele não existia no planeta azul e já algas e outras palntas existiam. Mas mesmo assim eles tinham uma maneira de fazer oxigénio em Marte, não sei se era através de plantas ou se era de outra maneira, asm tinham. Assim, podiamos começar a levar animais para Marte e a criar um novo ecossistema em Marte. Mas isto no total só daqui a 300 anos, e chegar até lá vai ser um caso sério.
     
  6. Heceldamar

    Heceldamar Usuário

    É John Christy. O cara não entende nada de aquecimento global. Diz que este é um mero reflexo da época em que vivemos. Não dá para levar ele a sério, porque é um dos principais cientistas do governo americano. Ou seja, é um dos responsáveis pela não adesão dos EUA ao Protocolo de Kyoto.

    Tomara que perca a casa graças a um furacão que seja reflexo das atuais alterações climáticas. :mrgreen:
     
  7. Dark Light

    Dark Light Eu mato quem for um

    Tipo.. até onde eu sei, a terra tem um ciclo climático natural, variando do quente para o frio através das eras.. agente está bem perto de chegar na parte mais quente, mas ainda não estamos lá. Então isso quer dizer que vamos esquentar ainda mais, e todos esses efeitos nocivos citados vão acontecer, independente de nossa vontade.
    O que está acontecendo é que, por causa da ação do homem, estamos acelerando esse processo.. Mas não estamos criando, não. :mrpurple:

    De uma forma ou de outra, eu não acho lá muito grave não. A vida aqui na terra já sobreviveu à coisas piores :grinlove:
     
  8. Décimo

    Décimo The Swanson Code

    A vida sobrevive a isto e a muito pior. O que temos de ter em conta é a nossa prória sobrevivência. É natural que espécies desapareçam, isso não altera nada porque outras mais adaptadas acabaram por aparecer, e assim sucessivamente, o que cada espécie tem de fazer durante o seu tempo de vida é tentar sobreviver o máximo de tempo possível. é inevitável que um dia desapareçamos, quando as condições se tierem tornado demasiado insopurtáveis. Temos é de sobreviver, e tentar usar a inteligência de que somos dotados para nosso bem e não para o contrário, como para tanta tendência mostramos.
     
  9. harmien

    harmien Usuário

    Que tal mobilização, ativismo, pressionar governos, boicotar empresas sem consciência ambiental?
     
  10. harmien

    harmien Usuário

    Geleiras derretendo, problemas respiratórios, pessoas morrendo em enchentes, furações, secas, em especial os países subdesenvolvidos, que nem tem uma contribuição considerável na aceleração deste processo. Legal, enquanto não chegar na nossa casa não é nada grave..
     

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