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Autor da Semana Angélica Freitas.

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Mavericco, 20 Jul 2013.

  1. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

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    Angélica Freitas
    A vida, a obra, os dilemas, as polêmicas, o sucesso.

    Obras Publicadas.

    Obras.
    • Rilke Shake (São Paulo: Cosac Naify, 2007)
    • Um útero é do tamanho de um punho (São Paulo: Cosac Naify, 2012)

    Editoria
    • revista Modo de Usar & Co. (Rio de Janeiro: Livraria Berinjela, 2007)
    • revista Modo de Usar & Co. 2 (Rio de Janeiro: Livraria Berinjela, 2009)

    Antologias
    • Cuatro Poetas Recientes del Brasil (Buenos Aires: Black & Vermelho, 2006) - Argentina - ISBN 10: 9872222320
    • Otra línea de fuego: quince poetas brasileñas ultracontemporaneas. Org. Heloísa Buarque de Hollanda. (Diputación Provincial de Málaga, 2009) - Espanha
    • VERSSchmuggel / Contrabando de Versos (Berlin: Das Wunderhorn / São Paulo: Editora 34, 2009) - Alemanha
    • El libro de los gatos (Buenos Aires: Bajo la Luna, 2009) - Argentina
    • A Poesia Andando. 13 poetas do Brasil (Lisboa: Cotovia, 2008) - Portugal
    • Skräp-poesi: antología bilingüe en español y sueco (Malmö: ed. POESIA con C, 2008) - Suécia
    • Natiunea Poetilor (Suceava: ed. Musatini, 2008) - Romênia
    • Poesía-añicos y sonares híbridos. Doce poetas latinoamericanos (Berlin: SuKulTur, 2007) - Alemanha
    • Caos Portátil (Ciudad de México: ed. El Billar de Lucrecia, 2007) - México
    • Poemas no ônibus (Porto Alegre: Secretaria Municipal da Cultura, 2002) - Brasil - ISBN 393773774X

    FONTE:
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    Biografia.

    Pedir a biografia de um poeta contemporâneo é... Engraçado. Sabemos pouco deles. Por exemplo, sabemos que o Fabrício Corsaletti emoldura poemas na parede. Mas quem é Fabrício Corsaletti? Pelos deuses, pedir a biografia de alguém vivo é escrever no vento. Por isso, o máximo a que podemos nos resumir é grafar alguns detalhes básicos, é grafar a data de nascimento, o que é, o que fez, estudou o quê, comida preferida, calça que número etc e tal.

    Vamos repetir, pois repetir é aprender:

    O supracitado blog tome uma xícara de chá, como os senhores podem ver no abaixocitado link:
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    está restrito a convidados.

    Mas, como nós valinoreanos somos convidados sempre, naturalmente que isto é um engano e que vamos entrar em contato com o dono do blog.

    Pois bem. Acabou por aí?

    Vejam só como falar de literatura contemporânea é uma delícia. Vejam só como falar de poesia contemporânea é uma delícia. Como dito, o que saber da vida de um poeta que vive enquanto nós vivemos? Que vibra com a entrada de Yudi Tamashiro em A Fazenda? Que chora quando o tomate sobe de preço?

    Mesmo quando conhecemos a vida biografada de um poeta, o que conhecemos é pouco. Um poeta, em especial um bom poeta, dá sempre a impressão de que sua vida está em seus versos -- de que ali, e tão somente ali, está seu fluxo vital, está tudo o que ele foi de importante. Creio que basta olharmos para alguém como Murilo Mendes, Emily Dickinson ou Elizabeth Browning, pessoas que, fossem apenas pessoas, teriam se reduzido a uma vida qualquer, seriam dessas pessoas que entram em cena e saem de cena, cheias de som e fúria, significando nada.

    O melhor artigo de cunho biográfico que já pude encontrar sobre Angélica Freitas é o
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    , de Alexandra Lucas Coelho. A parte principal do artigo todo, e da vida de Angélica (creio), está resumido no seguinte parágrafo:

    O resto é o que podemos ler nos poemas, e isto, senhoras e senhores, será o que faremos a partir de agora.

    O Poemário Virtual de Angélica.

    Destaco o nome do site.


    Recensão Crítica.

    Misturo positivas às negativas.


    Apendicite.


    Entre Línguas Multifábulas: a posição de Angélica Freitas na poesia contemporânea.

    Tem-se dito, com uma insistência digna de questionamento, que falta lirismo à poesia contemporânea. No entanto, analisando a conjetura do que se tem traçado nesta segunda década do milênio, vemos que este comentário tende a se restringir a uma voz insistente, mas solitária.

    Podemos começar falando que os acontecimentos que presenciamos já não permitem traçar com a mesma facilidade, a mesma crítica o panorama de uma sociedade plenamente apática. Mas, para me restringir ao conteúdo da poesia, resta indagar o que essa crítica entende por lirismo. Se se trata apenas da expressão do eu da forma como comumente a conhecemos (o que geralmente é uma contingência em relação à poesia amorosa), é provável que falte a esta mesma crítica um olhar mais amplo. Por exemplo, da poesia que é publicada anonimamente na internet, vemos uma predominância de poemas transbordantes, muitas das vezes destrambelhadamente líricos.

    Claro que, em contraposição a esse panorama de autores anônimos que se acendem e se apagam, teríamos o "alto escalão literário", os autores prestigiados por grandes editoras que, em seus textos, apresentam uma obra distanciada desse lirismo que, pelo que dá a entender a crítica de poesia, é a verdadeira panaceia (e no entanto, o descompasso entre a poesia do baixo e do alto escalão literário nunca é plena).

    Desse alto escalão literário, uma pesquisa não muito aprofundada demonstra que a poesia até então se pautou majoritariamente pelo teor metalinguístico, o que não deixa de ser uma verdade se pontuarmos suas devidas ressalvas. E, graças a este caráter, muito se foi comentado a respeito de uma espécie de alheamento, de uma falta de criatividade, de uma crise, em suma, dos paradigmas literários.

    No entanto, relacionar a poesia metalinguística a uma poesia feita de forma fáustica, isto é, trancafiada em meio aos livros, com a condição de que seu autor seja um Übersmench desiludido e misantrópico em relação ao que ocorre lá fora, ao que os sinos dobram -- relacionar a poesia metalinguística a tal equação simplificada não deixará de ser uma inocência. Muito antes de representar um mero chocalho de palavras, ou de apontar pura e simplesmente à dicotomia traçada entre concretistas versus marginais (o que, conforme tem-se notado mais recentemente, é empobrecedor), a poesia metalinguística é também um questionamento do mundo que o cerca e do poeta que a faz. Afinal, como dito por Saussure, a rigor a língua não existe, mas tão somente a manifestação da mesma. Assim, comentário análogo posso fazer aos instrumentos artísticos, que, sem a base fatídica de um poema, inexistem.

    Pois se a poesia metalinguística nada mais é que um discurso poético voltado a si mesmo, não podemos levar isto de forma tão literal. O discurso poético é uma manifestação; ele, a rigor, não existe. Logo, a poesia metalinguística não deixará de ser uma manifestação voltada para a própria manifestação, o que, por mais que seja feito de forma mais ferrenha e restrita, não deixará de trazer consigo idiossincrasias inegáveis, como a própria idiossincrasia do indivíduo que a maneja e a relação técnico-subjetiva, instrumental-subjetiva, da manifestação que cada pessoa dá para uma atividade que não se resume, mas se manifesta.

    Dito por Paulo Henriques Britto, poeta consagrado por seu escopo de análise metalinguístico, em livro recente: "Ninguém busca a dor, e sim seu oposto, / e todo consolo é metalinguístico." O que podemos extrair disto, além de uma referência à fórmula eliotiana já clássica de que a poesia é a fuga da emoção, é que, se a dor que o poeta deveras sente é manifesta na instrumentação poética, mesmo a poesia metalinguística não prescindirá dessa forma de consolo.

    Além do mais, se esse foi o quadro literário que se delineou entre a década de 90 e a primeira década do presente século, nota-se que, nesta segunda década, em especial 2012, uma nítida desconstrução do panorama metalinguístico ou "objetivo", "cabralino" ou vá lá saber o quê mais, vem sendo evidenciada. É hora de encontrarmos uma grande manifestação de poetas influenciadas por Ana Cristina César, poetas como Alice Sant'Anna ou Bruna Beber, e ao mesmo tempo vermos aqueles que sempre se pautaram pela busca de formas genuinamente líricas, como, por exemplo, um Ricardo Domeneck que lança um ciclo de poemas sobre o amor ou um Eucanaã Ferraz que, em seu livro mais recente, ostenta o expressivo título Sentimental.

    E assim aportamos a Angélica Freitas. Sua poesia é reconhecidamente cômica, uma poesia que se vale de instrumentos clássicos da poesia (a rima por exemplo) para brincar com a objetividade. E, brincando com essa objetividade, Angélica quebra mais uma vez o discurso tão enviesado de que a poesia contemporânea se reduz a formas pétreas de expressão. Entendendo que o riso é também uma forma por excelência de se alcançar a sentimentalidade, a poesia de Angélica tem se encaminhado para uma análise dos preconceitos vigentes em nossa sociedade, o que, de pronto, pode nos levar a duas conclusões:

    1) o humor de Angélica vai se tornando sério, corrosivo, num processo que deixará tão somente ao leitor a última risada, risada talvez solitária e desesperadora. Trata-se de um processo de evolução literária que poderíamos traçar em paralelo ao de poetas como Carlos Drummond ou Manuel Bocage;

    2) o preconceito é uma forma de objetividade que acua a subjetividade da pessoa. Assim, Angélica, e graças mais uma vez ao humor, consegue alcançar ambas as esferas num processo interessante: é comum que o humor inverta a camada de preconceitos (o que, por si só, não é algo bom nem ruim). Assim, com base no humor é natural que a esfera da subjetividade seja posta em primeiro plano, virando ao avesso a equação que o preconceito esboça. Por exemplo: ao falar dos vários tipos de mulher em determinada passagem de Um útero, Angélica faz uma reviravolta e, ao invés de tratar da objetividade desse preconceito, trata da subjetividade dessa mesma mulher, da subjetividade do preconceito (o que é o bastante para anular o preconceito, é claro).

    Combinadas as duas possibilidades, e aliadas a uma poesia que possui um fácil acesso, Angélica Freitas consegue alcançar múltiplos êxitos que vão desde a vendagem a abrir espaço para outros poetas, até o vislumbre de se fazer política, por exemplo, sem se valer das formas enviesadas que o século XX apontou. É uma poesia que se comunica constantemente com tradições no geral desapercebidas em nossa língua, arrisco-me a dizer com toda uma tradição trovadoresca que, pondo de lado os galanteios amorosos que permeavam essa poesia, tomam como esteio as canções de escárnio e maldizer para, a um só tempo, entreter, demonstrar o lúdico e, a partir do lúdico, desaguar no vexame.

    Desse modo, reafirmo mais uma vez que a posição singular de Angélica no cenário literário contemporâneo não é uma posição de ruptura calculada conforme muitos críticos propuseram -- o retorno ao lírico. Antes, e entendendo que o lírico possui uma gama de possibilidades muito mais ampla (o lírico povoa a poesia metalinguística ou mesmo a concreta), a poesia de Angélica brinca com a objetividade de fato e a objetividade de sua construção para afetar o lírico, como se entendesse, numa perspectiva que se principia num viés sociológico, que a identidade do indivíduo vai de encontro direto à sua personalidade social, aos preconceitos e conceitos que o indivíduo forma e que dele são formados.

    Graças à comicidade, Angélica consegue uma verdadeira faca de dois gumes: ataca tanto as instituições de opressão quanto os opressores, dá um alívio ao oprimido quanto atinge sua individualidade e propõe uma forma de emancipação lúdica, é verdade, mas nem por isso menos válida.
     
    Última edição: 10 Mar 2014
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  2. Mavericco

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    Enquanto isso, no reino encantado da poesia contemporânea...

    :dance:

    Apesar de não achar a poesia dele lá essas coisas, definitivamente
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    , isso vale uma campinada na livraria, hein?
     
  3. Melian

    Melian Período composto por insubordinação.

    Tô devendo um post aqui há um século, né? Ó, apenas digo o seguinte: eu falei, há uns seis meses, em algum tópico, que Angélica Freitas foi uma das melhores descobertas literárias que fiz neste ano. Gente, ela consegue fazer uma poesia política sem ser panfletária (mas eu curto ler coisa panfletária, também, podem me julgar). Ela transita por temas muito caros ao ser humano, uma das coisas que eu acho mais sublimes nos grandes poetas. Tenho os dois livros dela: "Um útero é do tamanho de um punho" (que é maravilhoso!) e "Rilke Shake" que, embora seja irregular, tem umas coisas muito boas.
     
    Última edição: 3 Nov 2013
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  4. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Ó. O Ricardo Domeneck, um dos primeiros a descobrirem a Angélica e ele mesmo um bom poeta, especialmente um leitor de poesia contemporânea magnífico, tem uma série de textos onde ele aborda, basicamente, a literatura de minorias com a pretensa literatura universal. Por exemplo, qual a universalidade do cânone, sabendo que ele foi feito e é estabelecido por uma maioria branca heterrosexual? Podemos esperar algo de uma literatura feminina, negra, homossexual?

    Os textos em si são ótimos, e o cuidado argumentativo é digno de nota. Acho que trazer isso pro tópico é interessante pois a Angélica contribui não exatamente com uma "literatura feminina", mas com uma poesia que questiona a condição feminina, o que não necessariamente deve vir de poetas mulheres, é claro, mas que se espera que venha -- o que nem sempre se dá pelo fato justamente de termos uma ideia de cânone, de neutralidade embasada em valores brancos e heterossexuais, comprometendo seja historicamente, seja de fato, questionamentos desse tipo.

    Os textos:

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    ;
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    .

    Acho que o rumo da discussão pode ser resumido no finalzinho do texto 2:

    Sobre poesia feminina, recomendo, sendo mais ou menos seu escopo, o texto
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    , também do Ricardo Domeneck.
     
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  5. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Angélica Freitas lá fora, ó que bênção:
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    . Com direito a escrever o nome errado (Anjélica) e ser chamada de "a leading poet". E ela é mesmo.
     
  6. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Mais um capítulo para a recensão crítica sobre a obra da Angélica. Um crítico publicou (na verdade republicou) um texto sobre a poesia da Angélica, num juízo crítico negativo:

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    Ricardo Domeneck contra-argumentou em seu blog pessoal na DW (Brasil):

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    O resumo seria o de que o Domeneck achou a crítica misógina e inócua. Aí eu convidaria os colegas a lerem tanto um texto e outro para chegarem às suas próprias conclusões e, é claro, tomar partido.

    O meu, por exemplo, é o #team Domeneck. O texto crítico de fato ficou muito fraco assim como outros textos críticos negativos sobre a poesia da Angélica costumaram ficar -- vide, da listagem que fiz acima, quem diz que a poesia da Angélica é de um feminismo ralo, quando a própria Angélica já disse que não quis escrever um "livro feminista" (o que não implica também que ela rechace o feminismo). Ou seja: são textos que não cumprem a função primordial de toda crítica, que é particularizar o caso de que trata, seja ela positiva, seja ela negativa. O que o texto na Musa Rara fez foi emitir um monte de juízos genéricos que não captaram as especificidades do texto. Pois, por exemplo, quando ele diz que a anáfora no poema da Angélica é fraca e que gera zero de informação (ou quase isso), ele "se esquece" que esse poema da Angélica vem da quinta parte do livro, "Três poemas com auxílio do Google" -- e assim, tomando como base que a mecânica do Google é anafórica, que a mecânica do preconceito é anafórica e que a mecânica de muitas piadas também é, nota-se que a repetição anafórica, se por um lado parece ser cansativa, é por si só uma fonte riquíssima de informação! Pra não dizer no fato de que, mesmo aceitando que a repetição anafórica resulte numa taxa de informação zero ou próxima de zero... Bem: isso é seria um puta efeito conseguindo pela Angélica, não concordam?
     
  7. Paraíba Hi-Tech

    Paraíba Hi-Tech Cabra Arretado

    Nessas férias, eu li Um útero é do tamanho de um punho por indicação de um amigo que fez uma oficina com uma professora que é muito amiga da Angélica.
    Enfim, o fato é o livro chegou nas minhas mãos e fiquei absolutamente encantado com a leveza dela, mesmo quando baixa a porrada!
    Até então, não tinha mais nada dela pra ler... Até então!
    Valeu, pelo excelente post, @Mavericco!
     
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  8. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

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