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Notícias Andre Matos (Angra, Shaman, Viper) morre aos 47 anos de idade

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Focr_BR

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"So, carry on, There's a meaning to life Which someday we may find"


"There's a place where the sun shines brighter There's a mountain that climbs to the stars..."

Uma das lendas se não a maior lenda do Heavy Metal nacional.
 
Última edição por um moderador:

Giuseppe

Eternamente humano.
As músicas dele fizeram parte da minha infância e adolescência. Um vocalista incrível. Adeus...
 

Fúria da cidade

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Pra mim que acompanho a bastante tempo a carreira do André Matos desde o Viper, é com profunda tristeza saber do seu falecimento.

Há pouco tempo, no primeiro semestre do ano passado, eu estava concluindo em São Paulo o curso de produção de áudio na EM&T (Escola de música e tecnologia), onde meu professor foi Fernando Quesada, baixista que fez parte da segunda formação do Shaman e uma das maiores alegrias que tive naquele curso, foi fazer uma aula prática de microfonação equalização e mixagem de áudio de um ensaio do Shaman e mais ainda foi um prazer enorme ter conhecido o André Matos pessoalmente naquela oportunidade. Infelizmente jamais imaginava que pudesse ser a primeira e última tão cedo.

Um cara que tem uma excelente e rica formação musical, que um dia já foi altamente cotado até pra substituir nada mais, nada menos que o Bruce Dickinson no Iron Maiden quando este um dia optou em dedicar mais tempo a sua carreira solo, graças não apenas a sua potência e alcance vocal, mas também pela sua formação em canto lírico e uma experiência musical acumulada ao longo dos anos riquíssima, sonho de muitos músicos.

Lamentavelmente, perdemos um músico de primeiríssimo nível, não apenas no segmento do metal, mas da musica como um todo.

Descanse em paz André.
 
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Bilbo Bolseiro

Bread and butter
Eu nem consigo colocar em palavras o quanto estou triste por causa disso. Sou fã dele faz 30 anos, quando comecei a ouví-lo ele ainda estava no Viper. Ainda estou tentando assimilar esse absurdo.
 

Giuseppe

Eternamente humano.
Pra mim que acompanho a bastante tempo a carreira do André Matos desde o Viper, é com profunda tristeza saber do seu falecimento.

Há pouco tempo, no primeiro semestre do ano passado, eu estava concluindo em São Paulo o curso de produção de áudio na EM&T (Escola de música e tecnologia), onde meu professor foi Fernando Quesada, baixista que fez parte da segunda formação do Shaman e uma das maiores alegrias que tive naquele curso, foi fazer uma aula prática de microfonação equalização e mixagem de áudio de um ensaio do Shaman e mais ainda foi um prazer enorme ter conhecido o André Matos pessoalmente naquela oportunidade. Infelizmente jamais imaginava que pudesse ser a primeira e última tão cedo.

Um cara que tem uma excelente e rica formação musical, que um dia já foi altamente cotado até pra substituir nada mais, nada menos que o Bruce Dickinson no Iron Maiden quando este um dia optou em dedicar mais tempo a sua carreira solo, graças não apenas a sua potência e alcance vocal, mas também pela sua formação em canto lírico e uma experiência musical acumulada ao longo dos anos riquíssima, sonho de muitos músicos.

Lamentavelmente, perdemos um músico de primeiríssimo nível, não apenas no segmento do metal, mas da musica como um todo.

Descanse em paz André.
Nossa, que legal que você pôde conhecê-lo! Numa Expomusic há mais de dez anos eu vi o André dando autógrafos e tirando fotos. Tinha uma fila enorme então infelizmente não pude ficar porque já era tarde e eu tinha que pegar o ônibus, mas pra mim foi incrível ter passado ao lado dele e ver pessoalmente a poucos metros (centímetros?) de distância o cara que cantou em músicas que eu tanto amo e que fazem parte da minha vida. Saudades desde já, sem palavras.
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Fúria da cidade

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O que se soma a todo esse cenário triste pra mim, foi que justamente a pouco tempo (pouco mais de um ano atrás), depois de uma intensa campanha feita pelos fãs do Shaman nas redes sociais pelo retorno da formação original com André Matos nos vocais, eles confirmaram o retorno.

Quando tive essa oportunidade de participar de um ensaio deles, foi justamente pouquíssimos dias após esse tão aguardado anúncio e o que mais vi naquela ocasião foi muita animação e otimismo do Matos, com uma agenda de shows ficando rapidamente cheia e lotada até o final de 2019 e projeto pra um novo álbum futuro. Seria uma belíssima retomada... infelizmente interrompida.
 

Giuseppe

Eternamente humano.
Realmente uma pena, ele até queria fazer alguns shows com o Angra pra comemorar os 30 anos da banda. Pelo menos antes de morrer ele teve a chance de se apresentar de novo com o Shaman e matar um pouco a saudade...
 

Fúria da cidade

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O que eu mais admirava no André era sem dúvida a sua formação erudita no canto, pois embora pra muitos isso passe até desapercebido, quando bem trabalhada é algo que acrescenta muito na qualidade vocal. Foi graças a isso que a voz dele ficou mais encorpada em alcance de notas, algo que numa formação musical mais tradicional nem sempre isso é tão desenvolvido e aprimorado. Essa mistura de metal com o erudito fez um bem e tanto. Por isso que não será fácil encontrarmos outros representantes com essa formação e qualidade tão cedo.
 

Giuseppe

Eternamente humano.
Ele era maestro também, formado em Regência Orquestral e Composição Musical. E na formação antiga do Angra era ele quem tocava os teclados.
 
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Fúria da cidade

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Por essa formação erudita, ele poderia atuar em outras frentes se quisesse, mas para aquilo que era o seu melhor (a voz) eu sou da sincera opinião que se todo cantor tivesse essa formação, ou seja, em pelo menos algum momento da vida feito canto lírico, aí teríamos no rock vocalistas com alcance e projeção vocal mais desenvolvidos.
 

Giuseppe

Eternamente humano.
Outro dia coloquei pra tocar o Angels Cry do início ao fim, me deu uma saudade. Minha nossa, que disco incrível.
 

Fúria da cidade

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Família de Andre Matos fala pela 1ª vez sobre a morte do cantor

Familiares de Andre Matos falam pela 1ª vez sobre a morte do cantor

Os familiares de Andre Matos falaram pela primeira vez sobre a morte do cantor, com exclusividade para o UOL. O frontman que fez história no Viper, Angra e Shaman morreu no último sábado, dia 8 de junho, após um ataque cardíaco fulminante.

"A gente está aqui em respeito ao carinho dos fãs", diz Eco Moliterno, primo do vocalista. "Depois de dias de luto, bem reclusos, a gente achou que os fãs mereciam uma explicação sobre o que aconteceu". Daniel Matos, irmão de Andre, completa. "A gente fez tudo de maneira discreta, porque o Andre era um cara reservado e ele tinha me pedido isso".

Emocionada, a dupla lembrou como foi o sábado em que o cantor morreu, desde a ligação avisando que ele estava desacordado até a confirmação da morte. Na semana anterior, Andre tinha feito um show com o Shaman e estava ansioso para encontrar o filho, que atualmente mora na Suécia.

"A gente só queria que vocês entendessem como foram feitas as coisas para que não ouçam histórias paralelas e dúvidas, porque ele simplesmente teve um infarto em uma idade em que isso é fulminante", acrescenta Daniel, que ainda garantiu que Andre estava com o check-up médico em dia. O cantor não comia carne, mas abusava um pouco de laticínios e outros alimentos gordurosos.



Arquivo Pessoal
Andre Matos (de óculos) ao lado da família quando ainda era criança Imagem: Arquivo Pessoal

O irmão e o primo de Andre ainda falaram que ele nunca disse nada sobre uma possível reunião do Angra, que foi divulgada pelo guitarrista Kiko Loureiro e o empresário da banda, Paulo Baron. "Quando ele ia voltar com o Shaman, ele comentou com a gente, mas nunca disse nada sobre o Angra", conta Daniel.

Fãs de Andre se mobilizaram desde ontem para que a data da morte do vocalista vire o Dia Nacional do Metal no Brasil. Uma petição online no site Avaaz, maior plataforma do gênero no mundo, conseguiu 12 mil assinaturas nas primeiras horas e agora já conta com mais de 27 mil apoiadores.


Beto Barata/ UOL
Andre Matos se apresenta no Porão do Rock, em 2014 Imagem: Beto Barata/ UOL
 

Fúria da cidade

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Data da morte de André Matos pode virar dia do metal nos estados de SP e Goiás


Andre Matos se apresenta no Porão do Rock, em 2014 Imagem: Beto Barata/ UOL

Deputados estaduais de São Paulo e Goiás querem transformar o dia 8 de junho, data da morte do cantor André Matos, no dia do heavy metal. O cantor morreu aos 47 anos após sofrer um infarto. Um projeto semelhante também foi protocolado pelo município de São Paulo pelo vereador Quito Formiga na terça-feira (11).

Em São Paulo, o deputado estadual Coronel Telhada protocolou o projeto de lei 773/2019 na última quinta-feira (13) na Assembleia Legislativa de São Paulo. O projeto foi publicado no Diário Oficial do estado no sábado (15).

Em sua justificativa, o deputado diz que a data foi escolhida pelos fãs do cantor em uma petição pública que atingiu, até a publicação do projeto de lei, 34.989 assinaturas. O texto destaca ainda que André Matos era um paulistano conhecido mundialmente, valorizado pelo seu trabalho como cantor, compositor, maestro e pianista brasileiro.

Em Goiás, o projeto de lei do Dia do Heavy Metal, feito pelo deputado Henrique Arantes, foi apresentado ontem. Em sua justificativa, o parlamentar disse que é um entusiasta do heavy metal brasileiro e afirmou que o Angra e o Sepultura "são as duas bandas mais famosas de heavy metal que o Brasil já teve" e destacou que Andre Matos "colocou o Brasil em um cenário que é predominantemente alemão, inglês e estadunidense".

Ao UOL, o guitarrista Felipe Machado, um dos fundadores do Viper (primeira banda de Andre) e amigo de infância do vocalista, destacou a importância do heavy metal para a cultura brasileira.

"É uma pena que tenha sido necessário morrer um artista como Andre Matos para que o poder público prestasse atenção ao tamanho e importância que o rock e o heavy metal têm para a cultura brasileira. Não apenas por sua fiel e leal multidão de fãs, que sempre lota shows, festivais e estádios, mas pelos seus músicos de qualidade que valorizam o Brasil no exterior e ajudam a reduzir o estereótipo de país que só exporta mulher rebolando e jogador de futebol. O Dia do Metal é uma homenagem justa ao Andre e uma conquista de todos os fãs de rock", disse Felipe Machado.

Vida dedicada ao metal



O vocalista Andre Matos em 2015, comemorando 30 anos de carreira na turnê "30th Anniversary Tour" Imagem: Divulgação/Ricardo Ferreira

Andre Matos começou a carreira ainda adolescente nos anos 80, com a banda Viper.

Em 1991, fundou o Angra com seus amigos de faculdade, os guitarristas Rafael Bittencourt e André Linhares. Ele deixou o Angra em 2000, depois de uma briga com os empresários e com Rafael Bittencourt, que segue até hoje com outros integrantes. A briga gerou, em 2016, duas turnês distintas para celebrar os 20 anos do disco "Holy Land".

Após deixar o Angra, ele fundou o Shaman ao lado do baixista Luis Mariutti e do baterista Ricardo Confessori, que também deixaram o Angra. A formação original durou até 2006, e, a partir de 2007, o vocalista seguiu em carreira solo.

Em 2018, o Shaman voltou com sua formação original para uma turnê comemorativa. A banda estava fazendo shows desde setembro do ano passado com Andre Matos nos vocais, Hugo Mariutti na guitarra, Luis Mariutti no baixo e Ricardo Confessori na bateria.
 

Fúria da cidade

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Viúva diz que André Matos queria se dedicar à música clássica e morar na Suécia



André Matos e Marina Leite estavam juntos havia cerca de seis anos e se casaram em 2017 Imagem: Arquivo Pessoal

A morte de Andre Matos completa hoje um mês. Um infarto na manhã do dia 8 de junho tirou a vida do vocalista que marcou época no heavy metal, com seus trabalhos com Angra, Shaman, Viper e sua banda solo. Marina Leite, mulher dele nos últimos cinco anos, falou ao UOL sobre a longa amizade que virou amor, o período de luto e os planos para o futuro, que incluíam uma mudança de país, para que o cantor ficasse mais próximo do filho, e se dedicar mais à música clássica.

"Não consigo ver fotos, vídeos, músicas, nada... Isso tudo pra mim ainda é muito difícil", diz Marina, em entrevista por e-mail. "Ainda não aceitamos o ocorrido, mas ficamos muito tocados com tantas homenagens."

A companheira - como eles gostavam de se tratar - de Andre Matos, que trabalhava como sua empresária, falou sobre como ele era longe dos palcos. O vocalista tinha uma vida reservada, quase nunca expunha sua privacidade, tanto que em vida deixou claro que não gostaria de um velório público, o que foi respeitado. Por outro lado, era bem-humorado e tinha como uma das diversões pessoais compor não só o que apresentava com suas bandas, mas realizar sátiras com letras bem-humoradas.

Confira abaixo a entrevista com Marina Leite:

O Andre era bem reservado, não revelava detalhes da vida pessoal. Como vocês começaram a se relacionar?


Nos conhecíamos há 25 anos, porque sempre tivemos muitos amigos em comum. No início, éramos apenas amigos e nos víamos em algumas reuniões e encontros. Até que fui morar na Itália - onde tive um relacionamento que gerou minha filha, que atualmente está com 16 anos - e ficamos muitos anos sem nos ver. Voltei a morar no Brasil por volta de 2006, quando a minha mãe faleceu, e passei a me dedicar somente a criar minha filha. Aos poucos, fui retomando minha vida e voltei a ver com mais frequência os nossos amigos em comum - e um certo dia, nos reencontramos na casa de um deles. Como éramos vizinhos, recuperamos rapidamente a amizade perdida no tempo - que foi ficando cada vez mais forte pois tínhamos muita coisa em comum. Mas somente após vários meses como melhores amigos é que acabamos nos tornando um "casal" - porém, sempre fomos muito reservados em relação a isso para não gerar comentários e fofocas...
Familiares de Andre Matos falam pela 1ª vez sobre a morte do cantor
UOL Entretenimento

Vocês chegaram a se casar?


Nos casamos no início de 2017, mas preferíamos dizer que éramos "companheiros" - pois, para o Andre, sermos companheiros era algo mais intenso. Segundo ele, éramos mais do que somente um casal: éramos melhores amigos, confidentes, cúmplices. Mas sempre muito reservados, como o Andre sempre gostou.

Você era fã antes de conhecer o Andre?


No início, conhecia somente as músicas mais famosas - tanto que, às vezes, precisava até perguntar os nomes das canções dele para alguém da sua equipe ou para algum fã que estivesse no show. Mas com a convivência cotidiana, comecei a conhecer melhor o seu trabalho e passei a me impressionar com o seu talento e a sua sensibilidade para criar músicas e letras. E fui descobrindo, aos poucos, que o Andre era um gênio. Ele foi e sempre será a melhor pessoa que eu conheci em toda a minha vida. Era uma pessoa ímpar, e jamais irá existir alguém com tamanha sensibilidade, honestidade e de um caráter impossível de ser descrito de tão maravilhoso que era. A pedido dele, para que ele pudesse ter mais controle de sua carreira, eu era sua empresária.

Como era o Andre longe dos palcos? Que lado as pessoas não conheciam?


O Andre nunca escondeu que era super reservado. Nós não saíamos quase nunca e preferíamos fazer maratona de documentários, filmes, séries, jogos. Ele também compunha suas músicas durante a madrugada - o horário que ele era mais ativo. Tanto músicas de verdade, sérias, como também várias músicas e letras de brincadeira, sátiras super divertidas. E assim a gente se divertia, com as coisas mais simples.

Imagem: Divulgação/Ricardo Ferreira
Como era a relação dele com o filho, que mora na Suécia?

O Andre amava o filho dele mais do que tudo. Eles se falavam quase que diariamente por Skype ou por mensagens - e mesmo estando distante, ele fazia de tudo para estar perto dele. Inclusive, íamos visitá-lo agora nas férias escolares, mês em que seu filho completará 10 anos.

Você chegou a ver imagens da
missa de sétimo dia que o homenageou em São Paulo?

Não consegui ir e ainda não pude ver as imagens. Não consigo ver fotos, vídeos, músicas, nada... Isso tudo para mim ainda é muito difícil, me abala muito e, por recomendação médica, devo ficar por enquanto afastada de tudo que possa engatilhar um mal físico ou psicológico. Ainda não aceitamos o ocorrido, ainda não estamos preparados para comparecer a cerimônias desse tipo. Mas ficamos muito tocados com tantas homenagens.

E como você acha que ele reagiria a essa homenagem?


O André era avesso a qualquer exposição pública que não estivesse relacionada ao trabalho dele. Ele gostava de ter contato com os fãs só para mostrar a sua arte, mais nada.

Andre Matos na época do primeiro álbum do Angra Imagem: Divulgação
O Andre comentou alguma vez se gostaria de tocar com o Angra?

Nada de concreto. Porém, uma vez que ele voltou a cantar de novo com o Shaman, acho que seria bem mais fácil para ele refletir a fazer alguns shows com o Angra também. Mas quem diz e pensa isso sou eu - pelo modo como eu o conhecia - e acredito que ele iria precisar de um tempo grande para refletir e chegar a uma conclusão concreta. O Andre não fazia nada sem pensar bastante antes e nunca se expunha ao fervor do momento.

Quem tem te dado apoio neste momento?


Minha filha, sogra, cunhados, irmã... Ou seja, a família e alguns amigos próximos. Estou fazendo terapia de luto e tendo acompanhamento médico. Ainda tenho muita dificuldade para encarar o dia-a-dia e não gosto de falar do assunto.

Como era o momento do Andre agora? Como ele se sentia, aos 47 anos?


Ele queria se empenhar mais ao projeto Piano & Voz e à música clássica. Também tínhamos planos de ir para a Suécia, para ele ficar mais perto do filho e fazer um mestrado em música clássica e trilhas de cinema.

E o que ficará marcado para você deste tempo em que ficaram juntos?


Para mim, todos os momentos foram importantes - dos melhores aos piores. Tudo isso faz parte do nosso aprendizado.
Relembre a trajetória musical de André Matos
 

Giuseppe

Eternamente humano.
Missa de Sétimo Dia de André Matos. Rafael Bittencourt cantou acompanhado de toda a igreja Living for The Night (Viper), Carry On (Angra) e Fairy Tale (Shaman). Material lacrimogênio pesado! Se assistir prepare-se pra chorar...


[doublepost=1563020556,1563020473][/doublepost]P.S.: após as músicas é incrível o tempo que todo mundo fica aplaudindo o agora eterno André. O momento em que o ídolo virou lenda...
 

Focr_BR

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Não sei exatamente o que a falta do André Matos pode ocasionar a longo prazo, mas agora no começo, da pra ver que a cena sofreu um banho de agua fria.

O Shaman estava se reunindo e possivelmente vislumbrando album novo, o Angra estava para se reunir com os membros que ja fizeram parte da banda (incluindo o André Matos que a anos não se abria a essa ideia).

Tenho tido uma percepção de que parte das coisas (da cena como um todo) vai ficar meio que nos ombros do Rafael Bittencourt por um tempo e a longo prazo seguindo os varios pupilos e alunos que o André Matos deixou.

Muito triste, espero que esses tempos nebulosos se dissipem.
 

Fúria da cidade

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Em Sampa tenho ouvido falar muito a que morte do André Matos acabou tendo influência indireta no quase fechamento da tradicional escola de música EM&T (Escola de Música e Tecnologia), que já foi várias vezes visitada pelo André, uma escola com grande ênfase pra rock/metal e cujo um dos sócios atuais é o Fernando Quesada que já integrou o Shaman e o saudoso Wander Taffo foi um dos fundadores dessa escola.

Por muito pouco a EM&T não fechou, mas não escapou de depois de vários anos ter que mudar de sede que era excelente e hoje segue atualmente num local menor. Espero que a escola retome seus melhores dias, pois o legado do André Matos sempre foi muito difundido lá.
 

Giuseppe

Eternamente humano.
Em Sampa tenho ouvido falar muito a que morte do André Matos acabou tendo influência indireta no quase fechamento da tradicional escola de música EM&T (Escola de Música e Tecnologia), que já foi várias vezes visitada pelo André, uma escola com grande ênfase pra rock/metal e cujo um dos sócios atuais é o Fernando Quesada que já integrou o Shaman e o saudoso Wander Taffo foi um dos fundadores dessa escola.

Por muito pouco a EM&T não fechou, mas não escapou de depois de vários anos ter que mudar de sede que era excelente e hoje segue atualmente num local menor. Espero que a escola retome seus melhores dias, pois o legado do André Matos sempre foi muito difundido lá.
Inclusive o Wander Taffo teve um papel crucial na formação do IG&T, tendo na época a visão de fazer uma escola de música de nível internacional. Triste estarem passando por essa fase difícil.
 

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