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Notícias Amazon divulga domínio .br e deve chegar ao País

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Ana Lovejoy, 30 Nov 2012.

  1. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    A chegada da Amazon ao Brasil, especulada para o mês de dezembro, parece estar mesmo iminente: a empresa enviou a autores e editores um e-mail de confirmação com o endereço amazon.com.br – domínio brasileiro da gigante do varejo.

    A mensagem foi revelada pelo escritor David Gaughran, que postou a imagem em seu Twitter. O e-mail foi enviado autores e editoras recém-cadastradas no Kindle Direct Publishing, o programa de publicação próprio da empresa.

    O site ‘amazon.com.br’ antes pertencia a uma empresa de TI baseada na capital do Estado do Pará. A varejista, no entanto, venceu a disputa pelo domínio em setembro. A empresa paraense mudou seu site para
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    .

    A divulgação do novo domínio reforça rumores de que a empresa chegaria ainda neste ano

    Por aqui, a empresa acaba de selar acordos com a Companhia das Letras, além de outros já firmados com a Distribuidora de Livros Digitais – que agrega Rocco, Novo Conceito, Planeta, Objetiva, Record, LPM e Sextante, Ediouro e Globo Livros.

    A Cia das Letras afirmou em comunicado que seu catálogo de livros digitais – mais de 500 títulos – estarão acessíveis “em breve” nos leitores eletrônicos da Amazon, o Kindle.

    Concorrência

    Em outubro, a loja virtual da Apple já começou a comercializar livros para brasileiros – além dos clássicos gratuitos do Project Gutenberg. Desde julho, o Google anunciava sua chegada ao País. No último mês, soube-se concretamente de acordos selados entre a empresa americana e editoras, mas não se confirma ainda a data de estreia do serviço no País.

    Neste mês, a canadense Kobo (pertencente à japonesa Rakuten) fincando os pés no Brasil com sua parceria com a Livraria Cultura, anunciou o início das vendas do seu leitor eletrônico, previsto para o início de dezembro. O e-reader pode ser encomendado pelo site da livraria por R$ 399.

    Conforme apuramos em julho, o mercado brasileiro já se prepara para a chega iminente da varejista americana, mas se mostra confiante. O presidente da Livraria Saraiva, Marcílio Pousada, à época dizia que não temia a sobreposição dos e-books ao livros tradicionais. “Ela vai ter de competir com todos nós, que já temos experiência com o Brasil. Vai ter de lidar com rua esburacada, tributos, deficiência dos Correios, malha logística insuficiente. Por isso digo que o serviço de entrega da Amazon não vai ser melhor do que o do resto do mercado”, afirmou. “Tem muito livro físico para se vender no Brasil para podermos discutir se o digital vai ser mais importante”.

    fonte >>
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  2. Clara

    Clara O^O Usuário Premium

    Não tinha lido essa declaração do presidente da Saraiva.

    Bem "fail" (e feio) esse pensamento. :tsc:
     
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  3. Tilion

    Tilion Administrador

    Tomando a mentalidade dele como a padrão da área (o que uma passada rápida no site de qualquer uma dessas grandes editoras e livrarias só comprova), não é de espantar o nosso atraso em matéria de livros digitais.

    Agora vão ser obrigadas a aprender a lidar com essa realidade se não quiserem que a Amazon varra o chão com elas. Se isso se refletir em ebooks ainda mais baratos, melhor ainda.
     
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  4. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    ainda sobre a amazon no brasil

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  5. Dantalian

    Dantalian Assassin

    Concorrência é sempre bom! :mrgreen:
     
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  6. Alassë

    Alassë Pasteleira

    Bem pouco o desconto de 30% se comparado com livro em papel, hein? Acho que ebook aqui vai continuar patinando se for assim.
     
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  7. Clara

    Clara O^O Usuário Premium

    :yep:

    Principalmente depois de ler essa parte:

    =/
     
  8. CarolAcunha

    CarolAcunha Usuário

    É, mas se as editoras vão poder determinar o preço final dos livros, não sei muda mta coisa, pelo menos não a curto prazo.
     
  9. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    nuss, parece amazon começa a vender amanhã

    O site da Amazon no Brasil deve começar a vender e-books e seu leitor digital Kindle no mercado nacional nesta semana. A expectativa é que a estreia aconteça até amanhã, data de início das vendas do concorrente Kobo, leitor digital fabricado no Canadá que será distribuído pela Livraria Cultura.

    Na semana passada, a Amazon firmou parcerias com as editoras Intrínseca e Companhia das Letras para distribuição de seus respectivos catálogos. Inicialmente, 537 títulos da Cia. das Letras devem ser ofertados.

    Além delas, Rocco, Objetiva, Record, Novo Conceito, Sextante, LP&M e Planeta, representadas pela DLD (Distribuidora de Livros Digitais), já haviam fechado com a Amazon.

    O site da Amazon, em um primeiro momento, vai comercializar apenas livros. Para 2013, a empresa deve estender a operação para outros segmentos do varejo, como CDs e DVDs.

    Com a entrada no mercado da Amazon, o Brasil passa a contar com nove livrarias digitais: iBookStore, Curitiba, Cultura, Saraiva, Gato Sabido, Curitiba, Buqui e Travessa.

    Kobo

    À venda a partir de amanhã no site da Livraria Cultura (
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    ), o Kobo é um e-reader, leitor de livros digitais, que apela para a praticidade e simplicidade. A tela é em preto e branco, do tipo que não cansa os olhos. Nos menos de 200 gramas, ele acomoda cerca de 30 mil livros, legíveis sem que a bateria se esgote por um mês. Na internet, o consumidor terá acesso a um acervo de 1 milhão de títulos da Kobo global.

    É o que se tem de mais próximo no Brasil ao igualmente simples e consagrado Kindle, da americana Amazon. Comparação que o CEO da Livraria Cultura prefere abordar de outra forma. “É o Kindle que se parece com o Kobo. Não sou eu quem estou dizendo, o Kobo foi eleito o melhor e-reader deste ano”, declara Sérgio Herz, citando a escolha da revista Wired, especializada em tecnologia, que elogiou a resposta da tela touchscreen e classificou a “e-tinta” do aparelho como a mais próxima do papel já vista.

    O lançamento do Kobo, no entanto, vale menos pelo aparelho e mais por facilitar o acesso aos 12 mil títulos de e-books em português da Livraria Cultura. Até o fim do primeiro semestre, ela promete quadruplicar este número. A pouca quantidade de acervo digital em português se une a dois outros problemas para a massificação do e-book no Brasil: o preço salgado dos eletrônicos por aqui e o acesso cansativo a aplicativos e lojas digitais.

    Amazon

    Assegurar um conteúdo respeitável de títulos em português também foi o grande passo da Amazon antes do aguardado desembarque no Brasil. Após mais de um ano de arrastadas negociações, foi assinado neste mês o contrato da livraria on-line americana com a Distribuidora de Livros Digitais (DLD), plataforma composta por sete editoras brasileiras para armazenar e comercializar e-books.

    “A estratégia da Amazon é se apresentar como uma livraria, e com descontos agressivos. Mas não é nos livros que eles lucram, eles te vendem até geladeira. Negociamos preços que não desrespeitem editoras e autores. Serão descontos não muito diferentes aos 20% a 30% praticados em outras livrarias digitais em relação ao impresso”, assegura Ivan Pinheiro Machado, da L&PM, uma das editoras da DLD, com 600 títulos em português catalogados.

    Tão desconhecida quanto a data de lançamento da Amazon no Brasil são os modelos de Kindle que ela comercializará por aqui. Por enquanto, o site da Amazon exporta o Kindle Keyboard a aproximadamente R$ 450 até o desembarque em uma grande capital brasileira. O valor é competitivo com o do Kobo, comercializado a R$ 399 de “puro imposto”, conforme Herz. Nos Estados Unidos, o Kobo sai por US$ 130 (R$ 270).

    “Não acho que o preço brasileiro valha a pena. É o valor de 10 livros físicos só pelo aparelho. Em promoção já vi tablets por R$ 999, que, além de servirem como e-readers, fazem um monte de outras coisas”, aponta Eduardo Melo, do site revolucaoebook.com.br.

    E-books

    Desafios e preços salgados à parte, o mercado cresce. De 2011 para 2012, segundo Herz, a Cultura contabilizou um crescimento de 250% na venda de e-books. A iBook, livraria virtual da Apple acessível via iPhones e iPads, foi lançada em outubro no Brasil e, em menos de um mês, vendeu mais livros do que as livrarias Cultura e Saraiva somadas. Fundador da Simplíssimo, uma editora exclusivamente digital, Melo faz uma previsão audaciosa:

    “Com os e-books e e-readers, aparecem autores independentes, que venderão as suas obras sem precisar se preocupar com a distribuição. Aposto que 2013 será o ano do primeiro fenômeno editorial brasileiro autopublicado.”


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  10. Calib

    Calib Visitante

    Eu quero saber se essa Amazon.br vai vender terno italiano por 200 dólares. :roll:
     
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  11. CarolAcunha

    CarolAcunha Usuário

    Jura, rapadura! :lol:
     
  12. Tar-Mairon

    Tar-Mairon DARK LORD AND LOVING DAD

    .

    Até parece que a infraestrutura yankee anda lá estas coisas...

    .
     
  13. JLM

    JLM mata o branquelo detta walker

    p quem tiver curiosidade sobre o registro dos domínios .com.br pela amazon, o registro.br informa q ela está fazendo isso por meio d uma empresa d advocacia (algo interessante, fora da cultura nacional). abaixo tem uma listinha com os domínios já registrados.

     
  14. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

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  15. Tilion

    Tilion Administrador

    Se R$10 for mesmo o preço padrão no site, aí sim.
     
  16. Calib

    Calib Visitante

    De repentemente, eu compro um Kindle qualquer dia desses.
     

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