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Aluísio Azevedo

Tópico em 'Autores Nacionais' iniciado por Lucas_Deschain, 12 Jul 2010.

  1. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    [size=medium][align=center]Aluísio Azevedo (1857-1913)[/align][/size]

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    [align=justify]Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo (São Luís, 14 de abril de 1857 — Buenos Aires, 21 de janeiro de 1913) foi um novelista, contista, cronista, diplomata, caricaturista e jornalista brasileiro; além de bom desenhista e discreto pintor.
    Filho do vice-cônsul português David Gonçalves de Azevedo,ainda jovem, enviuvara-se em boda anterior, e de D. Emília Amália Pinto de Magalhães, que se separara de um rico comerciante português, assiste Aluísio, em garoto, ao desabono da sociedade maranhense à união paternal contraída sem segundas núpcias, algo que se configura grande escândalo à época. Foi Aluísio, irmão mais novo do dramaturgo e jornalista Artur Azevedo, com o qual ,em parceria, viria a esboçar peças teatrais.
    Ainda em petiz revela pendores para o desenho e para a pintura, dom o qual mais tarde lhe auxiliará a produção literária. Concluindo preparatórios em São Luís do Maranhão, transfere-se em 1876 para o Rio de Janeiro, onde prossegue estudos na Academia Imperial de Belas-Artes, obtendo, a título de subsistência imediata, ofício de colaborador caricaturista de jornais.
    Com o falecimento do pai em 1879 volta ao Maranhão para sustentar a família, onde, instigado por dificuldades financeiras, finalmente dá início à atividade literária, publicando Uma Lágrima de Mulher no ano seguinte. Em 1881, ano dentre a crescente efervescência abolicionista, publica o romance O Mulato, obra que resulta em chocar a sociedade por seu modo cru de desnudar a questão racial. O autor demonstra-se abolicionista convicto.
    Diante da reação hostil da província, obtendo sucesso com obra à corte considerada exemplo da escola naturalista, volta à capital imperial onde incessantemente produz romances, contos, crônicas e peças teatrais.
    Sua obra é tida na conta de irregular por diversos críticos, uma vez a produção oscile entre o Romantismo de tons melodramáticos, de cunho comercial para o grande público, e o Naturalismo já em obras mais elaboradas, deixando a marca de precursor do movimento.
    Feito diplomata em 1895 deixa definitivamente da pena, indo servir à Espanha, Inglaterra, Itália, Japão (do qual fez apontamentos antevidentes e singulares), Paraguai e Argentina. Em 1910, feito já cônsul de primeira classe, instala-se em Buenos Aires, onde, passados quase três anos, vem a falecer deixando esposa e os dois filhos desta.[/align]

    Fonte:
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    [align=justify]Tive uma fase de minhas leituras em que tive contato com bastante obras desse autor, que surpreendentemente não tinha um tópico só dele aqui no Meia. Particularmente indico O Cortiço, O Coruja (um dos meus favoritos), O Mulato, Casa de Pensão, A Condessa Vésper, O Livro de uma Sogra, Girândola de Amores, que são os que eu li. A capacidade narrativa dele é surpreendente, ele consegue conciliar muitos personagens sem perder o fio da história ou a fluidez. Isso sem contar o bigodão de respeito que ele tinha, XD [/align]
     

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