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Além de Allejo: veja os craques que só existiram no videogame

Fúria da cidade

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Allejo não está sozinho entre os craques virtuais Imagem: Reprodução

Quem não tem nenhuma afinidade com jogos de futebol no videogame já pode ter se surpreendido com camisas da seleção brasileira com um nome "Allejo" estampado nas costas. Esse mítico jogador virtual da seleção canarinho, presente em "Internacional Supertar Soccer", da década de 90, é tido como o maior da história dos games.

Allejo nunca existiu profissionalmente e o nome genérico era usado por falta de licenciamentos oficiais para uso de jogadores reais. Hoje sabemos que ele representava o tetracampeão mundial Bebeto nos campos virtuais. Fato é que Allejo não é o único craque com esse histórico e mostramos aqui outros jogadores fictícios que, para infelicidade dos fãs, ficaram somente nos simuladores.

Gomez, o parceiro de Allejo


Imagem: Reprodução
Se Allejo era Bebeto, havia um semelhante a Romário, que era seu companheiro de ataque, Gomez. Ele atuava aberto pela ponta direita, e nunca foi uma verdade absoluta que ele era uma representação de Romário, apesar de a aparência física ser muito parecida. Ao contrário do Baixinho, Gomez não ficava só dentro da área e jogava como um ponteiro.

Carboni


Imagem: Reprodução

Também jogador do mesmo "Internacional Superstar Soccer", este era um atacante da seleção italiana e que fazia clara referência ao polêmico atacante Ravanelli, ex-Juventus e Lazio, que jogou pela seleção por muitos anos. Ele tinha cabelo grisalho e um potente chute de fora da área que intimidava os rivais.


Galfano



Imagem: Reprodução
O International SuperStar Soccer realmente foi um polo de craques inesquecíveis, mesmo sendo "genéricos". E se o Brasil tinha nomes para imitar os jogadores da Copa do Mundo de 1994, a Itália também. Pois o atacante Galfano era um dos mais letais do jogo: era uma "cópia" de Roberto Baggio, craque da Juventus que tinha sido eleito o melhor do mundo no ano anterior. A principal característica de Galfano era a bola parada venenosa que fazia os usuários tentarem a todo momento gol olímpico com seus escanteios.

Capitale


Imagem: Reprodução

Não poderia faltar um jogador argentino de renome no jogo. Tudo bem que não era Lionel Messi, mas os Hermanos tinham ali um camisa 9 de respeito. Cabeludo, como eram os jogadores argentinos na época, Capitale era um genérico do centroavante Gabriel Batistuta, que brilhou no futebol italiano, sobretudo na Fiorentina e na Roma. O "BatGol" era um dos principais nomes da época e no SuperStar não fazia por menos, era matador e disputava todas dentro da área.

Kolle


Imagem: Reprodução

Se temos representantes das seleções brasileira, argentina e italiana, não poderíamos deixar de fora algum jogador do país tetracampeão mundial e que mais fez finais, a Alemanha. O líbero Kolle, que jogava atrás mas com saída pra outras partes do campo, era uma simulação de Lothar Matthaus, jogador símbolo da conquista da Copa do Mundo de 1990, na Itália, e ídolo do Bayern de Munique.

Janco Tiano


Se Gomez ainda gera dúvida como sósia, esse sim era claramente espelhado em Romário no "FIFA 94", quando também o game da EA não tinha licença para usar os nomes dos jogadores reais. O jogo saiu justamente no ano em que o Baixinho foi o melhor do mundo da Fifa e ganhou a Copa pela seleção brasileira. Janco era o mais ágil, rápido e goleador do "FIFA".

Tó Madeira


Ícone na década de 2000 do "Championship Manager", game de computador no qual o jogador é colocado como técnico de uma equipe. Era uma contratação disputadíssima por todos os grandes clubes mundiais, superando os principais centroavante do mundo na época. Mas Tó Madeira nunca existiu e virou lenda, tanto que tem até fã clube.

Lukunku


Este jogador congolês é um caso engraçado: ele até existiu e foi real, mas não da forma que era nos games. Teve uma carreira mediana em clubes pequenos e médios da Europa, como Galatasaray, Monaco e Lille. Mas era um craque fenômeno do "Elifoot 98", versão anterior e mais rudimentar do Championship Manager, nem um pouco compatível com sua carreira na vida real.

Babangida


Outro caso curioso como o de Lukunku. Na verdade, ele existiu como profissional e teve até uma carreira, digamos, honesta, mas longe de ser brilhante. Este rápido atacante nigeriano jogou no Ajax na década de 90 e até serviu sua seleção em Copa do Mundo. Mas, no game Winning Eleven, ele era um "monstro", muito melhor do que na vida real. Rápido, ganhava muitas no mano a mano e fazia gols. Era um dos preferidos.

https://www.uol.com.br/start/ultima...les-dos-games-que-nao-existiam-de-verdade.htm
 

Loveless

Well-Known Member
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Poxa, que saudades. Eu não joguei o ISS para Super Nintendo, mas joguei o ISS 64 para o Nintendo 64, e os times e jogadores eram quases os mesmos. Vários nomes ainda podem ser citados: Pardilla do Brasil, T. Keegan da Inglaterra, Sieke da Alemanha, Costan da Romênia [o melhor chute de fora da área do jogo]... sem contar o trio de ataque da Bulgária e da Holanda, ambos os times eram fatais com três atacantes.

Em relação ao CM 01/02, além do Tó Madeira, vários outros desconhecidos que realmente existiram, por algum motivo, eram muito bons. Da Bielorrússia tinha Maxim Tsigalko, Sergey Nikiforenko. Do Brasil tinha o Marajó.

Quanta saudade. Tardes e noites inteiras jogando os dois jogos.
 
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Fúria da cidade

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Usuário Premium
Dessa lista pra mim todos foram saudosos. O Galfano citado no começo de fato realmente era muito bom pra decidir na bola parada.
 

Fúria da cidade

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Usuário Premium
Novos craques genéricos de video-game a vista :lol:

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FIFA 20: Osvaldinato, Laranjo e outros craques genéricos na Libertadores

Craques do futebol brasileiro ganham versões bizarras no game de futebol da EA.



Prazeracinho? Osvaltinato? Laranjo? Esses são os principais jogadores dos times brasileiros no FIFA 20 para o conteúdo extra dedicado à Copa Libertadores. Por conta de negociações (ou a falta delas) envolvendo EA, Conmebol, os times e a Konami, não foi possível trazer os elencos originais.

Se você ficou curioso para ver o craque do seu time na Liberta do FIFA 20, confira dez exemplos que selecionamos no game. Imagem: Reprodução

Dudu

O craque do verdão é Dudu, pequenino que inferniza as defesas adversárias pelas pontas. Na Libertadores é uma das apostas do Palmeiras para buscar o título.

Cadete

Já no FIFA quem tem essa função no time do Palestra Itália é o Cadete, um jogador genérico que em nada lembra o Dudu, mas joga na sua função no elenco imaginário da EA.

Felipe Melo

Xerife do meio campo do Palmeiras, Felipe Melo não é flor que se cheire. Bravo e duro nas jogadas, garante que nada passe pela meiuca do verdão.

Laranjo

No jogo ele virou Laranjo, atleta que também tem uma cara bem amarrada. Ele não se parece muito com o Felipe Melo, mas também aposta na cara de poucos amigos para intimidar.

Gabigol

Maior artilheiro do Brasil em atividade, Gabigol não perdoa e deixa sua marca em quase todos os jogos do mengão.

Osvaldinato


Já no FIFA o bordão é outro: "hoje tem gol do Osvaldinato". O craque original do Flamengo foi substituído por esse jogador genérico com um nome no mínimo cômico. Imagem: Reprodução

Bruno Henrique

O mister clássico em outro patamar, Bruno Henrique, vem encantando no Flamengo e deve fazer chover na Libertadores desse ano.

Prazeracinho

No FIFA ele recebeu o pior nome da lista, Prazeracinho. De onde surgiu essa ideia? A sua aparência é uma mistura de Messi com Filipe Luis, mas sem a bola nem de um, nem do outro.

Everton Cebolinha

Craque e talentoso, Everton Cebolinha é um dos destaques do Grêmio para o ano de 2020. O garoto deve brilhar em todos os campeonatos que disputar, inclusive na Libertadores.

José Mirazar

No FIFA ele não existe, então substituíram pelo fictício José Mirazar, um ponta até ágil, mas que em nada lembra o Cebolinha.

Bissoli

Com muitas mudanças no elenco, o Athlético Paranaense aposta nos gols de Bissoli para conseguir brilhar na Libertadores.

Erick Gameira

No FIFA quem vai comandar o ataque do furacão é o Erick Gameira, que não parece nada nada com o jogador original do time paranaense.

Pato

Eterna promessa, Alexandre Pato é mais uma vez a esperança de gols pelo São Paulo. Com a camisa 7, ele tem a responsabilidade de comandar o ataque do tricolor paulista.

Bardeira

No FIFA quem tem a posição dele é o Bardeira, que até lembra o Pato, mas é bem mais forte e menos técnico.

Daniel Alves

Daniel Alves é um dos jogadores com mais títulos no mundo, com passagens por Barcelona, PSG, Juventus e agora pelo São Paulo, onde joga com a camisa 10 no meio.

Nicolas Filhei

No FIFA até os números das camisetas estão errados. Na posição do Dani jogo o tal de Nicolas Filhei, que em nada se parece com o craque original e também não chega nem perto em atributos.

D'Alessandro

O craque argentino e ídolo do Internacional aposta na experiência para liderar seu time na Libertadores. Dizem que quando ele joga bem, o Inter vai bem.

Martin Cordea

No jogo ele parece bem mais novo e longe de ser baixinho. Isso porque foi substituído pelo tal do Martin Cordea, que não lembra nada o ídolo do inter.

Soteldo

O venezuelano bom de bola do Santos é uma das promessas para a Libertadores desse ano. No time da baixada ele comanda o ataque pelas pontas.

Adilson Edrada


No FIFA ele é o Adilson Edrada, que tem nome, pose e cara de brasileiro mesmo. Também pelas pontas, pelo menos o Adilson é rápido.
 
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