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Ai! que morro

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Haleth, 22 Nov 2011.

  1. Haleth

    Haleth Call me Bolga #CdLXI

    Ai! que morro todos os dias
    no tão querer não querer tanto
    amar a cela que me encerra
    e o nó que me estrangula.

    Porque é grande o céu e vivo o sol
    na aurora
    dessa liberdade que me grita
    o nome
    rua afora,
    ecoando em si a força do que ainda há de ser já sendo agora.
     
  2. Vinnie

    Vinnie Usuário

    "querer não querer tanto / amar a cela que me encerra / e o nó que me estrangula."


    Conformismo, resignação, amor como disputa, vida a dois... tá tudo aqui.


    Você consegui "completar o texto", no sentido de ideia inteira. É um efeito que busco "direto" no que eu escrevo e nem sempre consigo. Quando abordo um tema, "tipo".. quero falar de alguma coisa... depois que acabo, sinto que fica faltando alguma coisa... (Tá me entendendo? :) ).. é como se a ideia não "fechasse". Aqui vc conseguiu. Colocou o problema / laceração / lamento / delícia (?) na estrofe 1 e a explicação / esperança no 2. No fundo é tão simples... mas é difícil. Ponto pra vc.


    Confesso que dei uma voada no último verso: "ecoando em si a força do que ainda há de ser já sendo agora", de recurso meio garrínchico - "fingi que fui e acabei fondo". Tanto estranhei o sentido que quando li da primeira vez.. ontem, acho.. li "ecoando em si a força do que SERÁ JOGADO FORA". É mole?! A gente entende o que quer.


    Muito bom. Inté.
     
  3. Haleth

    Haleth Call me Bolga #CdLXI

    Ya, esse último verso tá meio :P
    Se fosse como o plano original, sem o em si, ficava menos brabo, mas continuava :P
    Aqui na Lusitânia tem um dito popular: "O que há de ser tem muita força", e eu tenho cá uma ideia fixa de que o que há de ser já é. Daí eu tomo meu batido de metafísca e dá nessas coisas... XD
     
  4. Tayana

    Tayana Usuário

    "Querer não querer tanto..."

    Gostei disso...^^
     

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