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Adolescente sem mãe e sem pai luta para ter sobrenome no oeste da Bahia

Tópico em 'Planeta Bizarro? Estranhices? Bizonhices?' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 16 Mai 2012.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    [h=2]Aos 15 anos, garoto só tem o primeiro nome na certidão de nascimento.
    Escola improvisou e acrescentou um 'x' ao nome para matricular rapaz.[/h]

    Um adolescente de São Desidério, município na região oeste da Bahia, luta para ter um sobrenome. Aos 15 anos, ele não conheceu nem o pai nem a mãe biológicos e só tem o primeiro nome na certidão de nascimento.

    Horas depois de nascer, o jovem foi deixado pela mãe biológica na porta de uma casa. Por não saber como proceder, Dona Rosalina, mãe de criação do rapaz, recorreu à escola para buscar uma orientação sobre como regularizar sua situação.

    conta Cleidiane Cruz, diretora do colégio onde o adolescente estuda.

    Sem uma adoção oficial, o rapaz nunca pode receber um complemento para o nome. Como nenhum aluno pode ser matriculado apenas com o nome, a diretora da escola deu um jeito e acrescentou um "X" no lugar do sobrenome. O registro incômodo é provisório e a própria diretora sabe que sem o sobrenome o jovem pode ter problemas para seguir nos estudos.

    diz Cleidiane Cruz, diretora do colégio.

    destaca Wagner.

    O problema de Wagner não se restringe à escola. Na casa simples de tijolo à vista onde mora com a mãe de criação, ele espera a vida mudar. Até hoje ele só tem uma certidão de nascimento, que exibe frustrado, já que no documento consta apenas o nome Wagner, e no lugar dos pais e dos avós, mais "x". Dona Rosalina tem dificuldade até para levar o filho para receber atendimento médico.

    observa Rosalina Santos, mãe de criação.

    A promotora de São Desidério, Alícia Violeta, diz que é possível iniciar processos de adoção sem a identificação dos pais biológicos e que a mãe afetiva do rapaz precisa apenas de um advogado para dar início ao processo.
    explica Alícia. A promotora destacou ainda que o processo de adoção poderia ter sido iniciado desde o primeiro ano de vida do menor.

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