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A verdade sobre o Império Nike

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por desnecessário, 26 Jan 2005.

  1. desnecessário

    desnecessário Usuário

    A Nike Inc. é sem dúvidas, uma das maiores empresas do mundo. Porém, poucos sabem a política de trabalho por trás desse grande império. O texto a seguir, é a entrevista de um dos fundadores e presidente da empresa, Phil Knight, concedida ao cineasta Michael Moore para o documentário The Big One. Essa entrevista (que só foi concedida devido a pressão do público) explica o motivo da perda de milhões de dólares pela empresa e da exploração infantil que ela comete nos países pobres da Ásia que poucos de nós sequer podíamos imaginar.
    O tópico é meio grande, mas acredito que vale à pena ler...

    Michael Moore: Da última vez eu que falei com você, lhe pedi duas coisas:
    1º - Que você construa uma fábrica aqui nos Estados Unidos com condições dignas.
    2º - Que você aumente a idade das crianças que estão trabalhando nas fábricas da Nike na Ásia.
    Defensores dos Direitos Humanos comprovaram que existem crianças com menos de 12 anos trabalhando em condições horríveis e em período integral. Quando eu te disse isso da última vez, você me disse que as crianças não tinham 12, e sim 14. Dai eu perguntei se você não tinha nenhum remorso pelas crianças semi-escravas lá, e você me disse que "NUNCA TINHA PENSADO NISSO". Nunca pensou? Ué? E agora, parou pra pensar nas pobres criancinhas?

    Phil Knight: Sim, eu pensei a respeito sim.

    Michael Moore: E o que você vai fazer a respeito?

    Phil Knight: Bem, eu penso que...eu penso...eu não queria dizer estúpido, mas vou ter que dizer que é uma coisa muito estúpida, porque, essencialmente, é estúpido.

    Michael Moore: Han, o que é estúpido?!

    Phil Knight: É estúpida a idéia de aumentar a faixa etária das fábricas da Indonésia de 14 para 18. Eu acho estúpido alguém sentado aqui em Nova York dizer o que é justo ou não para as crianças da Indonésia ou no Vietnã. Sabe por que? Porque é responsabilidade das Nações Unidas. Eles determinam que naqueles países a idade mínima é de 14 anos. Se você quer ser extremista então por que não aumentar a faixa etária para 25 anos? Dai teremos um monte de formados em PHD. Precisamos de gente para fazer os sapatos e eles lá sabem que é necessário trabalhar desde cruança, pois só assim conseguem sobreviver. Ok, digamos que a pessoa devesse ter pelo menos 18 anos para trabalhar na fábrica. Antes disso, ele teria que ir a escola normalmente como um garoto americano, não é simples assim, lá é diferente.

    Michael Moore: Mas um garoto é um garoto (ou garota, já que a maioria são meninas). Um adolescente de 14 anos ainda está em desenvolvimento, ele não deveria trabalhar 12 horas por dia, 6 dias por semana numa fábrica de sapato.

    Phil Knight: Bem... bem... fala isso para as Nações Unidas!

    Michael Moore: Não, eu falo isso para você! Pois você é muito mais poderoso do que eles nesse caso. Você comanda um monte de fábricas lá e você PODE tomar essa decisão quando quiser! Agora mesmo você poderia mudar isso enquanto estamos sentados aqui em Nova York.

    Phil Knight: Mas eles tem que trabalhar para comer. Quero dizer, basicamente, nós iríamos aumentar os estandardes como as Nações Unidas fizeram no Paquistão. Porém eles disseram que as famílias ficariam desprovidas de muitas coisas econômicamente falando. Então é óbvio que tem de haver um balanço e dentro das leis determinadas pelas Nações Unidas, a faixa etária que uma criança pode trabalhar lá é de 14 anos.

    *(A Nike.Inc decidiu usar os estandardes das Nações Unidas no Paquistão depois do escândalo de crianças de 8 anos fazendo bolas de futebol da Nike em porões de casas daquele país.)

    Michael Moore: Mas você acha isso certo?

    Phil Knight: Eu penso que sim,...acredito que sim!

    Michael Moore: Você tem filhos?

    Phil Knight: Sim, tenho.

    Michael Moore: Você gostaria de ver seu filho trabalhando 12 horas por dia, de 6 à até 7 dias por semana, aos 14 anos de idade, com supervisores xingando e maltratando ele?

    Phil Knight: A... a... mais... mais...

    Michael Moore: Em uma fábrica que usa produtos químicos, tóxicos e perigosos? Cherando cola o dia todo?

    Phil Knight: Você quer que eles usem..., que eles usem os mesmos estandardes e condições que nós temos aqui nos Estados Unidos? Você está afirmando que eles estão errados e não deveriam fazer isso?

    Michael Moore: Sim, nós fazemos isso o tempo todo. Nós aqui nos Estados Unidos nunca concordamos com o Apartheid na África do Sul. Eu acredito que era errado. Você não achava errado?

    Phil Knight: Claro, claro!

    Michael Moore: Claro, e por nós acharmos errado pessoas serem tratadas como animais simplesmente por causa da sua cor, queríamos impor os estandardes americanos lá.

    Phil Knight: Certo, mais temos... temos que entender que estamos falando de um país de terceito mundo. Aqui nós dos Estados Unidos não tinhamos que ter 18 anos para trabalhar em fábricas à 200 anos atrás... Você sabe que nos primeiros anos do nosso país, jovens trabalhavam muito duro... A Nações Unidas disse que o mínimos aceitável seria 14 anos então essa será nossa faixa etária em nossas fábricas.

    Michael Moore: Mas você é o chefão, você pode impedir que crianças sofram, você pode fazer a diferença...

    Phil Knight: Sim, eu sou o chefe basicamente falando...

    Michael Moore: Por favor Phil, diga-me ao menos que nenhum adolescente com menos de 16 anos vai trabalhar nas fábricas em tempo integral, por favor 16, igual as fábricas de sapato do primeiro mundo, afinal você é Phil Knight...

    Phil Knight: Bem, quem sabe algum dia isso se torne possível, temos muitos pedidos, temos que aumentar a produção, você não vai ver isso acontecer nos próximos 6 meses...

    Michael Moore: Mas você promete?

    Phil Knight: Não, não, nós queremos boas condições de trabalho em todos esses países. Nós tentamos fazer o melhor possível

    Michael Moore: Então, você promete que num futuro bem próximo não terá adolescentes com menos de 16 anos trabalhando em suas fábricas de calçados esportivos?

    Phil Knight: Sim eu prometo isso na fábrica da Indonésia... Nós não podemos obrigar todas as fábricas contratadas a fazerem isso... Poderíamos somente em nossas fábricas próprias!

    Michael Moore: Mas tudo que você controla, você vai fazer isso?

    Phil Knight: Na Indonésia, lá na Indonésia, nós iremos mudar a idade para 16.

    Michael Moore: Quando nos encontramos na última vez, você disse que poderíamos ir na sua fábrica com você.

    Phil Knight: Sim, estive muito desapontado que você não veio.

    Michael Moore: Bem, por que o seu pessoal disse que não poderíamos filmar e nem fotografar nada! Sou um cineasta, é isso que faço! Se não posso fazer meu trabalho nem levar a minha equipe o que vou fazer lá? Se chocar com as criancinhas trabalhando?

    Phil Knight: Oh! Não, nós pensamos basicamente em uma viagem educacional, para você ver as melhorias que fizemos lá. Obviamente tem muita pobreza na Indonésia e eu queria evitar a associação da minha imagem com a pobreza de pano de fundo. Essas fotos seriam usadas contra mim e não pegaria bem, não seria bom conectar Nike com pobreza...

    Phil Knight: Você deveria ter vindo mesmo que sem as câmeras...

    Michael Moore: Você deveria ter me deixado levar as câmeras, porque não? Quando você começou à trabalhar com a Nike? 28, 29 anos?

    Phil Knight: Há 24 anos atrás.

    Michael Moore: Há 24 anos atrás... Você fez Tênis de corrida aqui? Em algum tempo?

    Phil Knight: Não nos nunca fizemos um tênis da Nike nos Estados Unidos, nós éramos 100% importadores.

    Michael Moore: Então nunca teve um Nike realmente Americano não é?

    Phil Knight: Teve sim, nós tivemos, em 1974. Nós fizemos calçados no Japão, daí ficou muito caro para nós e Taiwan (Formosa) e Coréia do sul eram mercados muito obscuros e não desenvolvidos, então nós trouxemos 15% da nossa produção, entre 1975 e 1982.

    Michael Moore: E daí, o que se passou?

    Phil Knight: Bem as coisas não iam bem e nós estávamos prestes a entrar em uma recessão. As fábricas eram em Maine, e o estado aprovou leis rigorosas que obrigavam as empresas a pagarem altas indenizações a acidentes ocorridos nos locais de trabalho. Nos éramos obrigados a pagar indenizações a todos os trabalhadores que tivessem se ferido no local de trabalho. Um trabalhador entrou com uma ação na justiça contra nós dizendo que contraiu a Síndrome do Túnel do Carpo e o juiz nos obrigou a pagar 200 mil dólares a ele. Foi um absurdo, centenas e centenas de pessoas jurando que se feriram no trabalho somente para receberem indenizações. Por esta razão fomos obrigados a fechar aquela fábrica, que nos custou 10 milhões de dólares para fecha-la!

    Michael Moore: Sim, mas o trabalhador que entrou na justiça, ele realmente contraiu Síndrome do Túnel do Carpo não é mesmo?

    Phil Knight: Sim é verdade, mais é muito difícil provar. Eu acho que é muito difícil saber.

    Michael Moore: Uh huh. Mais é um problema sério não é?

    Phil Knight: Sim, claro, Síndrome do Túnel do Carpo é problema sério, sem sombra de dúvidas.

    Michael Moore: Você acha que os trabalhadores daquela fábrica estavam fingindo? Todos eles?!

    Phil Knight: Sim, estou quase certo disso.

    Michael Moore: É claro que sempre terá uma meia dúzia de gente má intencionada, mas você acha justo os que estão sofrendo pagarem por eles?

    Phil Knight: Claro que sim os preços dos tênis ficam muito caros se tivermos que pagar compensações.

    Michael Moore: Caramba, que dizer que é assim? E na Ásia você não precisa pagar nada nem mesmo se morrerem não é? Está bem...
     
  2. Incognita

    Incognita Usuário

    Realmente, isso eh um absurdo, mas o q eu achei mas interessante ainda, foi q nessa entrevista eles naun falam nda das bolinas q essas garotas de 14 anos sofrem (li sobre isso numa otra reportagem sobre as fabricas da nike a um tempaun atras, se eu acha posto aki)..... 8O
     
  3. TT1

    TT1 Dilbert

    Eu quero o link pra matéria original :)
     
  4. Wendëmahtar

    Wendëmahtar Heh. Supershake.

  5. TT1

    TT1 Dilbert

    Tá, mas porq nao tem essa entrevista no site do Michael Moore? :roll:
     
  6. Wendëmahtar

    Wendëmahtar Heh. Supershake.

    Não sei, teria q perguntar pro autor do tópico... :roll:

    Apesar q no início diz q essa entrevista está em um documentário dele, o The Big One (meio difícil de encontrar por aqui inclusive). Não acho q eles transcrevam todas as entrevistas dos filmes no site (ainda mais q esse é mais antigo, foi feito depois de um chamado Roger e Eu, de 1988)...
     
  7. Omykron

    Omykron far above

    roger and me é sobre a GM.
    o filme em questão é The Big One. e não é dificil achar, só saber procurar
     
  8. desnecessário

    desnecessário Usuário

  9. TT1

    TT1 Dilbert

    Isso eu ja tinha visto, eu sei usar o Google. Mas e aí, cadê a entrevista?
     
  10. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    é.....
    por mais q eu até concorde com o Moore......
    essa mania de americano em axar q o q eles consideram como certo ter q ser implantado no resto do mundo já tá me irritando......

    a naum ser q a Nike esteja realmente infringindo (?) alguma lei de lá ou se houvessem reclamações reais dos moradores de lá, ele naum pode se considerar certo nesse debate.....
     
  11. Omykron

    Omykron far above

    no filme :D
     
  12. Beriadar

    Beriadar And I will see it all before

    Po ... tava com medo de falar, mas ttb acho. Acho q estava esperando alguém se opor a esse americano.
    Vamos nos lembrar q o paadrão de vida asiático é outro, e as coisas lá são realmente diferentes. Uma hora ou outra isso pode mudar, mas por ora, os jovenzinhos não têm opção e precisam contribuir com a renda familiar ...

    É muito chato agente ver esses abusos com as populações pobres .. mas por hora, é o úniko meio de vida q eles têm. Cá entre nós, esse problema deve ser resolvido pelo governo local ... não por jornalistas norte-americanos ....

    Náo concordo com o Moore, mas acho q é isso aí ...
    Só acho q essa entrevista é furada ,,, onde já se viu o chefão da Nike gagejar desse jeito ... rsrs

    :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:
     
  13. desnecessário

    desnecessário Usuário

    Varathar escreveu:

    Mas se é dessa forma, por que não o dizer o mesmo quanto ao Filme Fahrenheit 9/11? Dizer que era uma situação diferente? Por que os EUA não interferem nesse caso? Será que é porque não seria econômicamente interessante para eles? Se é um problema a ser resolvido pelo governo local, porque não pensar dessa mesma forma em relação a invasão das tropas americanas ao Iraque? O mesmo sofrimento pelo qual passava o povo iraquiano é o mesmo pelo qual passa o povo indonésio. Entretanto, por que a ONU ou o Sr. Bushit não tomam alguma providêcia, já que eles vivem afirmando que seus objetivos e blá blá blá... é lutar por um mundo mais justo, igual, etc...? :o?:
     
  14. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    a invasão ao Iraque foi otro absurdo......
    primeiro pq as razões iniciais eram furadas......
    depois pq o motivo q eles abraçaram foi, resumidamente, q eles tem q mudar a cultura local, o governo local, etc.....

    é interessante dizerem: "ah, mas a maioria ker a eleição e todos vão ver q estávamos certo".....
    sendo q todos q eram contras estão mortos, presos ou acuados pelas tropas americanas......
    ou seja, vontade de todos uma OVA......
    e mesmo q fosse.....nenhum país tem direito de passar por cima da soberania de otro país.....ninguem é criança......sabem se cuidar e cuidar do q kerem.......
     
  15. Lukaz Drakon

    Lukaz Drakon Souls. I Eets Them.

    O Michael Moore está virando um chato isso sim.

    Alguem diga pra ele que se essas crianças não trabalharem nas fábricas da Nike, as chances de algo pior acontecer é imensa. :P
     
  16. desnecessário

    desnecessário Usuário

    Não acho que o Moore esteja virando um chato, e sim, apenas fazendo seu trabalho. Alguns podem até pensar que ele está repetindo a formúla do Fahrenheit 9/11 para permanecer mais tempo na mídia mas na verdade, esse foi seu padrão de trabalho desde o início de sua carreira(quem conhece The Awful Truth, sabe disso).

    Lukaz Drakon escreveu:

    Pior do que crianças escravas, analfabetas, viciadas em cola, com diversas doenças crônicas causadas pelos produtos químicos, por uma empresa que não está nem ai pra se elas existem ou não, desde que elas façam suas bolas??? Respeito sua opinião, mas acho que não.

    Ah..., detalhe: se isso fosse aqui no nosso país, a revolta já teria tomado conta dele...
     
  17. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    aki no nosso país nós temos uma linha de pensamento e uma cultura completamente diferente de lá.....
    naum dá pra nós julgarmos o q é certo/errado ou o q é ético/naum-ético pra otros povos.....kem decide isso são eles próprios.....

    assim como eu naum tenho direito de sair metendo bedelhos pra cima da tua vida particular.....um povo naum se pode julgar no direito de poder kerer meter os seus nos assuntos de otros povos.....

    mas foi como eu disse.....a naum ser q essas crianças voltem pra casa xorando, reclamando e dizendo q a fábrica deveria ser fexada ou q haja uma lei local q proiba o trabalho de crianças de 14 anos.....naum podemos reclamar de nada.....
     
  18. Presto

    Presto Usuário

    Não. Existe um bom senso.
    O que criança deve estar na escola, para o desenvolvimento do próprio país. Essas crianças não vão reclamar, elas são alienadas, e como sabemos têm que trabalhar pra não morrer de fome, ou, provavelmente, não serem espancadas em casa.
    Acabar com as fábricas é agir de forma inocente, como nas primeiras revoluções proletárias onde o povo destruía as máquinas das fábricas, e não iam na fonte do problema.
    Ou seja, a situção não pode continuar da maneira que está, mas tem que dar uma base social pras crianças pararem de trabalhar ou fazerem isso em condição humana.
     
  19. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    desenvolvimento do país.....criança na escola.....etc.....isso tudo é o bom senso nosso......
    os países são diferentes.....as culturas são diferentes.....os objetivos são diferentes......
    d q adianta tu xegá pruma tribo africana e dizer q suas crianças tem q ir pra escola? eles tão poco se fudend* pros avanços tecnológicos e a história do mundo ocidental.....eles vivem mto bem na cultura deles......

    naum dá pra considerar o q é o "desenvolvimento de um povo" se naum levarmos em conta o q esse povo considera como avanço.....

    eu penso uma coisa.....vc pensa otra.....e cada um segue o q axa q deve seguir.....Desenvolvimento na minha cabeça é seguir o caminho X.....na tua, é seguir o caminho Y.....naum posso te obrigar a seguir meu caminho se vc naum ker ir pra onde eu to indu.....
     
  20. Presto

    Presto Usuário

    Mas não é, de forma alguma, natural para aquela cultura crianças trabalharem em condição sub-humana. O imperialismo impôs isso naquele povo, e algo, IMO, deve ser feito.
     

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