1. Caro Visitante, por que não gastar alguns segundos e criar uma Conta no Fórum Valinor? Desta forma, além de não ver este aviso novamente, poderá participar de nossa comunidade, inserir suas opiniões e sugestões, fazendo parte deste que é um maiores Fóruns de Discussão do Brasil! Aproveite e cadastre-se já!

Dismiss Notice
Visitante, junte-se ao Grupo de Discussão da Valinor no Telegram! Basta clicar AQUI. No WhatsApp é AQUI. Estes grupos tem como objetivo principal discutir, conversar e tirar dúvidas sobre as obras de J. R. R. Tolkien (sejam os livros ou obras derivadas como os filmes)

A Torre Negra - O Longo Caminho para casa (David, Furth, Lee e Isanove)

Tópico em 'Quadrinhos' iniciado por Meia Palavra, 12 Jul 2011.

  1. Meia Palavra

    Meia Palavra Usuário

    O diálogo entre o “formato” original e as adaptações costuma ser bastante conflituoso e gerar opiniões bastante distintas (e às vezes difusas) a esse respeito. Confesso que gostei bastante da adaptação de alguns recortes da história d’A Torre Negra para o arco Nasce o Pistoleiro, mas no caso do segundo arco, O Longo Caminho para casa (formado de cinco volumes), a adaptação deixou mais a desejar.

    O abuso da “liberdade adaptativa” pode gerar problemas diversos, entre os quais desvios problemáticos no enredo primário ou na própria trama que sustenta o “universo” criativo original; a descaracterização dos personagens e demais criações presentes na linguagem-mãe entre diversos outros. O caminho a ser trilhado por uma adaptação é deveras tortuoso, pois se por um lado ele está à sombra da produção da qual deriva, por outro é forçoso que se sustente “por si só”, pois apresenta linguagem e recursos diferentes que devem servir de escopo para que haja uma relativa autonomia nessa adaptação.

    Os quadrinhos que formam o arco O Longo Caminho para casa apresentam determinados problemas por conta de, a meu ver, dois pontos em especial: tomaram liberdades adaptativas muito grandes e descaracterizaram elementos importantes da história original. Notem que não estou falando que devamos atirar as cinco edições (ou o encadernado) no lixo e o renegarmos ao limbo das produções dignas de asco; mas sim que devemos ter em mente que existem problemas pontuais, que, pela própria condição estigmatizada de adaptação, são redimensionados e assumem peso diferente.

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
     
  2. Artanis Léralondë

    Artanis Léralondë Ano de vestibular dA

    Aé para quem leu a saga da Torre Negra, não é meu caso (parei do 3º), pode achar estranho algumas modificações.

    Mas, para quem não leu, acho que não incomoda tanto neh?

    Eu pensei que fosse o SK que tivesse escrito esses quadrinhos e eu comprei faz tempinho a primeira HQ, mas não foi uma revistinha mesmo de HQ, esse pelo preço é mais um livro bonitinho *__*
     
  3. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    [align=justify]Pois é, como fã sempre tem aqueles detalhezinhos que contam, mas posso dizer que nessa HQ tem certas coisas que foram bizarras, tipo

    o Sheemie disparar uns raios malucos no Rei Rubro, derrubando-o. Putz, o Rei Rubro é a entidade motherfucker daquele universo e daí me vem com essa?!

    Enfim, procurei não ser muito mimimi na resenha, mas há de se reconhecer que existem bons momentos na HQ sim, tanto nesse arco como no Nasce o Pistoleiro.[/align]
     
  4. Artanis Léralondë

    Artanis Léralondë Ano de vestibular dA

    :rofl::rofl:

    bah tem coisas que eles forçam mesmo hehehehe

    bom, dá certa confiança em ler, pq tem a revisão do próprio SK que vc escreveu na resenha, isso é legal :sim:

    mas, eu acho que ele tb torceu o nariz para algumas coisinhas :lol:
     
  5. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    [align=justify]É aquela coisa, a HQ tem que ter ação ou um núcleo mais desenvolvido de alguma coisa que faça com que ela se sustente perante a obra original, como algo "independente".

    No caso desse arco, ele procurou desenvolver uma aventura a partir de um "evento", digamos assim, que não foi tão explorado pelo Stephen King. Isso é tão legal quanto pode ser traumático. Passou pelo crivo do King, o que é alguma coisa, mas não deixa de amarrar umas coisas com nós próprios, o que, como o caso que citei antes no spoiler, entra em conflito com a amarração original.

    Quero ver como será o terceiro arco (Traição), para ver como as coisas irão andar. O segundo arco é meio 'vazio', tem muito mais ação e perseguição ocorrendo do que conclusões mais palpáveis. Considerarei isso um problema de acordo com o que vier pela frente. É esperar para ver.[/align]
     
  6. denivas

    denivas Usuário

    o universo da obra é gigantesco acho q não caberia em 100 livros. A adaptação é ao meu ver sensacional, ela explora detalhes e nos traz sensações que o próprio autor não mostra nas obras.
    O Rei Rubro praticamente é uma sombra na obra original, na hq ele ja é ativo desdo começo, eles dão mais vida ao Sheemie, que mesmo importante é um personagem pouco explorado na Torre.
    E mesmo na obra original com toda aquela cronologia maluca, acho que só faltou pouco pra alguem soltar uns raios:rofl:
     
  7. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    [align=justify]O detalhe, denivas, é que o Rei Rubro é o cara que está no topo da Torre Negra, ele não é um cara que se deixará abater (ainda que no universo onírico-etéreo da Toranja de Merlim) pelo Sheemie (sem ofensas Sheemie), até porque, pelo que eu me lembre, ele não goza dessa habilidade.

    Enfim, não quero ser xiita, mas não gostei dessa cena em especial, além de outros detalhes. Prefiro bem mais o primeiro arco da adaptação dos quadrinhos.[/align]
     
  8. denivas

    denivas Usuário

    Mas acho que é por isso que as hq foram feitas, alem de levar o universo da Torre pra outro tipo de publico, somar mais detalhes as histórias de outros personagem.
    O pq do Sheemie reaparecer na história sem falar e com poderes?
    Esses detalhes podem fugir a obra principal, mas enriquece e não se perde a essência do que King escreveu.
     

Compartilhar