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A NAU DO BARDO ESTÉRIL

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por jessebarbosadeoliveira, 19 Nov 2010.

  1. Forcejo e reforcejo
    Com recalcitrante veemência
    O parto de um mero poema:

    A minha verve, ao contrário,
    Quer se manter inerte,
    Em coma, inacessível á pena
    Deste poeta-náufrago!

    Penso em solfejar
    Hinos que esquartejem
    A opressão, a amorosa decepção e o flagelo:
    Mas, pelo oceano da mente, me navega a nau do deserto.

    O pensamento meu --- afinal de contas ---
    Hoje não deseja degustar o sol da poesia:
    Anseia, a bem da verdade, ser o mor cemitério das ventanias!

    JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
     
  2. Rodovalho

    Rodovalho Usuário

    Onde Judas bateu as botas e o vento faz a curva. É o fim do mundo, meu caro. É morrer na praia.

    Pois já não são navios que naufragam. São navios que encalham no deserto.
     
  3. Tayana

    Tayana Usuário

    Navios que encalham, muitas vezes, em desertos internos se é que me entendem...
     

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