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A jovem deusa

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por imported_Makinary, 16 Fev 2012.

  1. imported_Makinary

    imported_Makinary Cachorro novo

    César era o Alto Cavaleiro do Monte Dourado, graças a influência do seu pai ele foi designado para a Guarda Luminar aos dez de idade e no decorrer de vinte e cinco anos fez grandes feitos heroicos para os deuses, ele era um homem de grande prestígio.


    No centésimo quarto dia do ano da Estrela Oriental foi-lhe dado o cargo de protetor da jovem deusa Ulrica, filha dos deuses principais. César temeu essa tarefa por causa da tamanha responsabilidade, para sua infelicidade ele não poderia recusar, caso contrário poderia ser castigado, e essa era uma grande honra, não poderia fazer tamanha desfeita.


    Nos últimos dezesseis anos a garota tinha ficado reclusa no Templo das Ninfas, foram poucos que a tinham visto antes, por conta disso ela era curiosa sobre tudo à sua volta. Mesmo com sua pouca idade ela era bela o suficiente para atrair os homens, até mesmo César.


    O cavaleiro seguia a deusa por onde ela fosse, foi ele quem a ensinou os mistérios do mundo. Com o tempo César ia se aproximando da jovem, ele passou a considerá-la como amiga e depois começou a chamá-la de “Minha Princesa”.


    Um ano se passou e a personalidade de Ulrica foi mudando, ela estava desabrochando como deusa. A jovem mudou a forma de olhar para o cavaleiro e ele percebeu isso.


    Um dia César foi chamado ao Salão de Banho, ali Ulrica estava sendo banhada pelas ninfas numa pequena piscina ricamente enfeitada. Foi a deusa que tinha convocado o cavaleiro, ela queria discutir sobre uma viagem que ela desejava fazer ao País dos Mortais.


    O motivo da convocação era fútil demais levando em conta o local onde eles estavam, César sabia que a garota estava tramando algo. Os inocentes olhos verdes que ele uma vez conheceu agora eram felinos e eles o fitavam a espera de uma resposta. Ele então iniciou a conversa, sempre evitando olhar o despido corpo dourado da deusa.


    Terminado a conversa César saiu, ao deixar o cômodo o cavaleiro encontrou o pai da deusa ao lado da porta do salão. O deus estava enfurecido imaginando o motivo do cavaleiro estar naquele lugar. César tentou explicar, mas a fúria não permitia que a divindade o ouvisse.


    Antes que fosse castigado uma luz dourada parou entre ele e o deus, em frente ao seu rosto César viu os cabelos castanho-cacheados de Ulrica. Por alguns segundos os três ficaram calados e depois estavam no corredor apenas a deusa e o cavaleiro.


    Ela disse que já era uma mulher e tinha despertado como deusa, também disse a ele para não se preocupar com seu pai, agora César pertencia a ela. A armadura do cavaleiro magicamente mudou, onde antes estavam desenhos de homens a cavalo agora havia imagens de homens e mulheres belos.


    Foi assim que nasceu a vigésima terceira divindade do Monte Dourado.
     

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