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A Festa do Bode (Mario Vargas Llosa)

Tópico em 'Literatura Estrangeira' iniciado por Lucas_Deschain, 11 Out 2010.

  1. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    [align=justify]Coincidentemente uma semana antes de Mario Vargas Llosa ser laureado com o Nobel de Literatura, estive com uma de suas obras em mãos, A Festa do Bode. Aproveitando então a ocasião, coloco aqui minha resenha sobre o livro.

    Há algum tempo atrás tive oportunidade de ler
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    , do dominicano Junot Díaz, um livro que narra as desventuras de várias gerações de uma família que viveu sob a sombra aterrorizante do regime trujillista na República Dominicana. A Festa do Bode certamente serviu de inspiração para que Junot Díaz escrevesse sua obra. Quem porventura leu o livro de Junot Díaz com certeza vai adorar o livro de Llosa.[/align]

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  2. imported_Wilson

    imported_Wilson Please understand...

    O título acabou de sair pela Alfaguara. Comecei a ler (primeiro livro que leio do Llosa) e já me surpreendi algumas vezes. Pelo que parece, contará a história de um ditador dominicano e sua queda, vista por vários personagens diferentes.

    Diria isso do livro: Llosa consegue olhar no olho de um furacão e extrair narrativas surpreendentes de lá de dentro.
     
  3. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    É isso mesmo Wilson, cada capítulo parte de um ponto de vista. É legal porque além de diferentes prismas, eles estão colocados em situações diferentes e em tempos diferentes também. Por exemplo: Urânia Cabral vive em um tempo em que o trujillismo já foi derrubado, outro dos pontos de vista é dos que querem matar o presidente, ou seja, ele ainda está vivo. Outro é no mesmo período, mas de dentro do governo, e não de fora, como o dos revoltosos. Isso desenha uma história que vai se encaixando a cada capítulo que passa, de modo que a cada capítulo a trama geral fica mais clara. O engraçado, na verdade tragicômico, é que os personagens estão ligados justamente pelo bode, bem ou mal, posicionados aqui ou acolá. Fiz uma
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    há um tempo atrás, se te interessar.

    Se você gostar, tem um livro que fala do mesmo 'tema', digamos assim, mas sob outra perspectiva, bastante interessante a meu ver:
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    do dominicano Junot Díaz.
     

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