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A batalha de amor em sonho de Polifilo (Francesco Colonna?)

Tópico em 'Literatura Estrangeira' iniciado por Calib, 18 Jan 2016.

  1. Calib

    Calib Visitante

    A Hypnerotomachia Poliphili, cujo título quer dizer "A Batalha de Amor em Sonho de Polifilo" e que conta a indecifrável e obscura história de Polifilo à procura de sua amada, Polia. Considerado um dos mais belos livros que existem, Hypnerotomachia Poliphili foi impresso em 1499 pelo veneziano Aldo Manuzio, e representa uma revolução na arte editorial, em termos tipográficos, em relação às ilustrações e à diagramação. Sua autoria é incerta, talvez de Francesco Colonna (1433-1527). Parte narrativa imaginária e parte tratado erudito, este livro intriga há séculos historiadores e arquitetos pelas representações de edifícios e estruturas físicas ali ilustradas; contém ainda um inflamado discurso da heroína, Polia, defendendo os direitos das mulheres. É um livro raro, com primorosas e belíssimas ilustrações, para deleite dos olhos e reconhecimento da cultura renascentista que, ainda hoje, encontra eco nos nossos espíritos e na nossa memória. (Sinopse da editora retirada da Amazon)

    §§§
    Claudio Giordano traduz obra-prima de Francesco Colonna, autor do Renascimento
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    Um livro interessantíssimo saiu no Brasil recentemente — “Batalha de Amor em Sonho de Polifilo”, de Francesco Colonna (Editora Paulo Masuti Levy, 120 reais), com tradução de Claudio Giordano —, mas não mereceu a devida acolhida crítica. A autoria do livro, de 1499, é atribuída a Colonna (1433/1434-1527), mas não se tem certeza. O “Hypnerotomachia” é apontado como um dos incunábulos mais encantadores e importantes. O design gráfico, visto como revolucionário, foi feito por Aldus Manutius (tido como o “primeiro impressor profissional” da Itália). O autor das xilogravuras é desconhecido. Retirei do Google: “Existem algumas pistas sobre a identidade do autor. Por exemplo: alinhadas, as letras iniciais de cada capítulo formam a frase ‘Poliam frater Franciscvs Colomno peramavit’ que, traduzido do latim, significa ‘o irmão Francisco Colono amava Polia intensamente’. Acredita-se que se trata do monge dominicano Francesco Colonna que, segundo os anais dominicanos, solicitou um empréstimo para ajudar na publicação de um livro por volta do ano 1500”.

    “O livro conta a história do jovem Polifilo que, dentro de um sonho, procura por sua amada, a ninfa Polia. Para alcançar seu destino, ele precisa passar por misteriosas florestas, cidades e labirintos, presenciando todo tipo de cena bizarra e deparando com deuses, ninfas e outros seres mitológicos e árcades. Além da sua qualidade gráfica, o que torna o livro tão célebre é o fato de ser um dos mais incompreensíveis de todos os tempos. Escrito em várias línguas (latim, grego, hebraico, árabe e hieróglifos egípcios) ao mesmo tempo, a narrativa mistura pesadelos, aventuras, passagens eróticas, tudo em meio a comentários sobre literatura, arquitetura, música”, anota a Wikipédia.

    A tradução (feita a partir do castelhano) de Claudio Giordano — também tradutor de “Tirant lo Blanc” (Prêmio Jabuti de Tradução), de Joanot Martorell — é apontada pelo tradutor Bruno Costa como de uma perícia ímpar. “A empreitada foi colossal, dificílima, mas muito bem-sucedida”, afirma o editor da Ex Machina. “Trata-se de uma obra-prima, de um livro, por assim dizer, ‘inaugural’ e que merece ser lido, resenhado e comentado”, afirma Bruno.

    Fonte:
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    --- Mensagem Dupla Unificada, 19 Jan 2016, Data da Mensagem Original: 18 Jan 2016 ---
    E um site em inglês com alguma informação sobre o livro e umas gravuras em alta qualidade para dar uma noção da coisa:

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