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A ausência que seremos (Héctor Abad)

Tópico em 'Literatura Estrangeira' iniciado por Meia Palavra, 25 Jul 2011.

  1. Meia Palavra

    Meia Palavra Usuário

    Um dos momentos mais emocionantes de A ausência que seremos não está no livro e, sim, no apêndice discursivo de Héctor Abad no bate-papo que rolou em uma livraria aqui de São Paulo. Da mesma forma como existe uma sinceridade tocante e um amor incondicional pelo pai, Héctor Abad Gomes, impregnada nas páginas do romance-biografia em que Abad filho homenageia a memória de seu herói, através de histórias da infância, do convívio familiar, dos amigos e dos inimigos, a conversa com o autor é uma prova de todo o realismo sentimental que há dentro do livro.

    O pai de Abad era médico e professor, defensor dos direitos humanos de igualdade social entre classes - lutava, em especial, pelo saneamento básico e educação da saúde para os mais necessitados. Em 1987, Héctor Abad Gomes é assassinado por paramilitares e seu filho encontra em seu bolso um pequeno pedaço de papel com um poema chamado Epitáfio, atribuído a Borges e que nomeia o romance. O assassinato permanece impune até os dias de hoje e não pode ser considerado o centro da trama.

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