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20 coisas que só quem ouvia música em fita K7 vai entender

Tópico em 'Nostalgia' iniciado por Fúria da cidade, 20 Jun 2017.

  1. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ


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    Imagem: Reprodução/Twitter @hashtagstarwars

    Selena Gomez, Kanye West e Metallica são alguns dos artistas que lançaram álbuns em fita K7 recentemente. Ouvir música assim agora é cool, mas nem sempre foi assim: já foi uma necessidade.
    Entre as décadas de 1980 e 1990, todo mundo tinha um mini-estúdio em casa --ou seja, um toca-fitas com gravador. Todo mundo já fazia playlists antes mesmo de saber o que é isso. E todo mundo que cresceu naquela época vai lembrar desses pequenos detalhes e rituais:

    1. Rebobinar fita usando caneta Bic

    Estes dois objetos foram feitos um para o outro

    2. Colar as fitas com durex para poder gravar
    As fitas K7 vendidas pelas gravadoras vinham com uma trava que impedia a regravação, mas para destravar era muito fácil: bastava colar as extremidades com fita durex

    3. Esperar a música tocar no rádio para apertar REC

    4. Usar máquina de escrever para caprichar nas etiquetas de identificação

    5. Ou então esses decalques de letras que faziam sucesso na época

    6. Usar cotonete no toca-fitas
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    Quando começava a dar muito chiado no som ou até enrolar a fita, era só pegar um algodão com álcool e fazer a faxina no cabeçote

    7. Apertar REC sem querer e desgravar as músicas da fita preferida
    Às vezes, o próprio aparelho destruía a fita sozinho...

    8. Gravar recadinhos entre as músicas
    Este aparelho que já vinha com microfone era ideal para isso

    9. Usar walkman amarelo na cintura

    10. Ouvir música em rotação lenta por causa da pilha fraca do walkman
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    11. Reaproveitar fitas
    Quando enjoar das músicas, é só gravar outras por cima e mudar a etiqueta

    12. Depois de gravar por cima, ouvir o "fantasma" da musica anterior
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    É por isso que é melhor usar fita virgem - ou, antes de reaproveitar uma fita, desgravar todas as músicas antes de gravar outras

    13. Abrir a fita para tentar emendar com durex
    Às vezes elas arrebentam... alguns aparelhos "mastigam" a fita, e só assim pra consertar

    14. Quebrar os botões "rewind" e "fast forward" para ouvir a música preferida
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    Na falta de uma caneta...

    15. Personalizar as caixas e capinhas

    16. Admirar os mosaicos de fita K7 nas vitrines das lojas de disco
    Quando tinha lojas de disco

    17. Sofrer com o som do carro que enrolava todas as suas fitas
    Melhor evitar buracos

    18. "Fazer rolo" com suas fitas depois que enjoar

    19. Ou então pular corda mesmo

    20. So não pode fazer chá

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    • Gostei! Gostei! x 2
  2. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Lembro que do rádio dava para gravar música com aparelho de deck único mas o melhor era ter um com dois decks (A e B) que dava para colocar as músicas com os tempos de intervalo certinho. Por vezes fitas originais podiam custar quase tanto quanto um CD, especialmente se fossem importadas como alguns de música clássica.

    K7 era muito útil para gravar programas de comédia para ouvir no toca fitas em estradas durante longas viagens, era praticamente como escutar o que os moderninhos chamam de podcast e acham que é algo novo.

    Para trabalho (aprendizado de idiomas) usava um national pequeno parecido com aqueles do FBI. Era muito resistente, tinha uma construção muito boa, o tanto de "MP3 player porcaria" que não agüentaram o ritmo e estouraram botões comparados com os gravadores fazem até vergonha. Os botões dele podiam até descolorir se o uso fosse intenso tipo todo dia várias vezes ao dia com apertar de todas as teclas mas a pressão era como apertar uma máquina de datilografar, bem robusto.
     
  3. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Uma das coisas que fita K7 me foi útil e que não está nessa lista foi nos anos 80 poder "maquear" o bilhete do Metrô de SP para poder usa-lo de graça, pois a largura da trilha magnética era exatamente a mesma da fita.

    Naquela década, antes de ser usar disquete de computador, as fitas K7 eram usadas também para armazenamento de dados digitais e aí fazendo uma gravação codificada especial dava pra andar de graça no Metrô quase que infinitamente, até ocorrer o desgaste natural da fita e aí era só colar outra novamente com Super Bonder :lol: Bons tempos!
     
    • LOL LOL x 1
  4. adrieldantas

    adrieldantas Relax and have some winey

    Colar as fitas com durex para poder gravar

    Ou colocar pedaços de papel também.

    Amo fitas K7, escuto e tenho várias até hoje.

    Vez ou outra gravo uma nova. No entanto, o mais legal é personalizar; fazer a capa, a etiqueta e as vinhetas de transição (Oi, oi, e agora na rádio da Bunita, Beyoncé com seu mais novo single "já fui boa".)

    Good times
     
    • Mandar Coração Mandar Coração x 1
  5. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Ainda tenho umas 57 K7´s para digitalizar (a preguiça pra encerrar esse trabalho é enorme :lol:) e pensar que já cheguei ter mais de 500.

    As que ainda tenho são todas de 60 minutos, pois as de 90 embora eu sempre tinha uma tentação enorme de compra-las por causa dessa meia hora a mais, mas a facilidade pra enroscar quando você só ouve e rebobina pequenos trechos sem ouvi-la até o final é enorme. Só são boas se você pegar pra ouvir de ponta a ponta sem nenhuma interrupção e ainda assim sempre ficava um certo risco.

    Sempre gostei mais das fitas da BASF. A maioria eram as clássicas marronzinhas de Óxido de Ferro, mas eu tinha várias de Dióxido de Cromo que eram melhores pra graves e agudos e só umas três de Metal que eram as mais caras, mas bem mais resistentes ao desgaste e que eu usava pra situações que eu gravava e regravava várias vezes usando aquele sistema de deck duplo (A + B).

    Eu tive como primeiro gravador um National (Hoje Panasonic) antigo mono que eram bem robustão e com uma parte mecânica bem resistente a uso prolongado e repetitivo. Realmente essa marca produziu excelentes aparelhos.

    Já para reprodução, o meu toca-fitas preferido era um automotivo da Roadstar com função auto-reverse que era excelente. Pra um fita enroscar nele só mesmo estando numa condição de desgaste muito elevada.
     
    • Gostei! Gostei! x 1
  6. adrieldantas

    adrieldantas Relax and have some winey

    Eu ainda acho o auto reverse a invenção do século. Meu walkman é A.R. e eu não troco ele por nada.

    Haha. Teve um dia que eu tava na rua e tava com o walkman no bolso e umas duas fitas reserva. A fita que tava dentro do aparelho tocou umas trinta vezes porque eu tava com vergonha de trocar. Haha. Auto reverse 1, Adriel 0.

    Hoje eu não tenho mais vergonha não, apesar de usar mais o discman.
     
  7. Taefel

    Taefel Hobbit grande

    Pedir a música na rádio pra poder gravar na fita k7

    Ficar esperando horas pra música tocar e quando ela finalmente tocava, o locutor falava no meio ou cortava a música.
    Tinha que ter dedicação e ela nem sempre era recompensada :lol:
     
  8. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Pra isso eu recorria a algumas emissoras como Alpha FM e Antena 1 que tem por tradição sequências musicais bem longas e mínima participação do locutor no anúncio das músicas.
     
    • LOL LOL x 1
  9. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Você falou dos tipos de fitas e lembrei desse vídeo. Os BoomBoxes eram provavelmente um dos bens mais valiosos e cobiçados da época pelos jovens. Coisas como potência do som, faixas de rádio (alguns pegavam faixa da Tv e aumentavam a chance de gravar alguma coisa) eram escolhidas pelo pessoal. O cara queria ter um veículo e um aparelho de som em casa:

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    ...e esse de comédia...

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    • Gostei! Gostei! x 1
  10. adrieldantas

    adrieldantas Relax and have some winey

    Muito obrigado, não sabia da existência desse cara, passei a noite toda assistindo ele. Canal massa.
     
  11. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Até meados dos 90 esse aparelhos eram realmente o sonho de consumo e mesmo com a lenta ascensão dos CD´s ainda na primeira metade dos anos 90 vendiam bem.
     

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