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11 de setembro: dois anos depois

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Eönwë, 11 Set 2003.

  1. Eönwë

    Eönwë Usuário

    Estão sendo completados hoje dois anos do ataque terrorista que blá blá blá, não preciso lembrar o que todo mundo sabe.

    O que os ataques causaram nesses dois anos? O que o mundo mudou por causa desses ataques? Como estaria o mundo se eles não tivessem acontecido? É isso que pergunto.

    E respondo: os ataques cumpriram exatamente e totalmente seu objetivo: desestabilizaram, racharam e dividiram o mundo ocidental. Europa e EUA brigam o tempo todo. Internamente, EUA e Grã-Bretanha se dividem pró e contra seus governantes. Os idiotas que governam os EUA ainda estimulam mais ainda o terrorismo, ao invadir países com o pretexto de "combater o terrorismo".

    O ilustre Osama bin Laden, apesar de fugitivo, deve estar extremamente satisfeito.
     
  2. Eönwë

    Eönwë Usuário

    11/9 OU 20/1?

    Luiz Weis


    Na noite de 11 de setembro de 2001, um casal de canadenses jantava com amigos belgas num restaurante em Bruxelas. Foi uma refeição temperada por imprevistas emoções: ouvindo-os falar inglês, a toda hora outros comensais se acercavam da sua mesa para levar palavras e abraços de conforto ao que imaginavam ser dois cidadãos americanos com a morte na alma pelos ataques terroristas daquela manhã em Nova York e Washington.

    Comovidos, os canadenses ficaram sem jeito de revelar a sua origem - e deixaram o restaurante com a impressão de que a tragédia atenuaria o desgosto dos europeus com a empáfia do governo que tomara posse quase nove meses antes em Washington. Não se pode culpá-los se pensaram também que o presidente Bush não seria mais o mesmo depois do ultraje que fatalmente reaproximaria os Estados Unidos das instituições internacionais.

    Passados dois anos, pode-se explicar de várias formas por que isso não aconteceu e por que, em vez de abrir os olhos do poder americano, o ataque terrorista apenas os cerrou com mais força. A hipótese mais robusta é que o 11 de setembro tenha servido para legitimar um projeto de há muito cultivado pelas elites intelectuais e políticas chamadas neoconservadoras, por terem os seus membros se passado do liberalismo ou mesmo da esquerda para a direita radical.

    O projeto começou a pisar em terra firme a 20 de janeiro de 2001, com a posse de um presidente eleito graças a uma decisão claramente partidária da maioria da Suprema Corte, depois da derrota do seu candidato no voto popular e de uma apuração terceiro-mundista na Flórida, cortesia de um governador fraternal. Por isso se diz que o 20/1 - e não o 11/9 - inaugura a era do unilateralismo americano sem freios.

    A história começa no Pentágono, em 1992, no ano seguinte ao fim do império soviético, quando nada mais poderia barrar a hegemonia dos Estados Unidos. A hiperpotência tinha acabado de vencer a Guerra do Golfo e as suas forças só não foram até Bagdá porque a Arábia Saudita, que pedira a intervenção armada contra a anexação do Kuwait ao Iraque, achou que aí seria confusão demais na sua área.

    Na época, Bush-pai ocupava a Casa Branca e o seu secretário de Defesa era Dick Cheney, que se tornaria vice do segundo. O conselheiro político de Cheney era Paul Wolfowitz, o falcão entre os falcões que viria a ser o sub do atual titular, Donald Rumsfeld, e que disputa com o antigo chefe a duvidosa honraria de ter sido o primeiro a sugerir a Bush-filho a invasão do Iraque. Wolfowitz pôs no papel um plano-mestre para afirmar a pax americana no mundo. Mas a eleição de Clinton naquele ano travou a iniciativa.

    Para se ter idéia do espírito da coisa, o plano dizia que os Estados Unidos deveriam "desencorajar as nações industriais de desafiar a nossa liderança, ou mesmo de aspirar a um papel regional ou global maior". Oito anos depois, também em um setembro, para variar, os já citados Cheney, Rumsfeld, Wolfowitz, e ainda Lewis Libby, o sub de Cheney, e Jeb Bush, o irmão de George, voltaram à carga, com o trabalho Reconstruindo as defesas da América, para um centro de estudos chamado, sugestivamente, Projeto para o novo Século Americano.

    O trabalho parte da constatação de que, "nunca antes na história, a ordem internacional, na esfera da segurança, foi tão favorável aos interesses e ideais americanos". Sustenta que a liderança política dos Estados Unidos deve prevalecer sobre a das Nações Unidas. Prevê a criação de "um sistema mundial de comando e controle", ou seja, um aparato destinado a promover democracias tuteladas, favoráveis aos objetivos estratégicos, geopolíticos e econômicos da América.

    Os neocons, como deles se fala nos Estados Unidos, podem ser o que se queira, menos um bando de toscos. Por isso, como destaca o ex-ministro britânico Michael Meacher no artigo Esta guerra contra o terrorismo é falsa, publicado sábado último no Guardian, de Londres, os autores do documento de setembro de 2000 tiveram a lucidez de prever que a imposição do poder americano precisaria de uma faísca - "algum acontecimento catastrófico e catalisador, um novo Pearl Harbor".

    Em 7 de dezembro de 1941, o ataque japonês a essa base americana no Pacífico deu ao presidente Roosevelt o argumento que lhe faltava para convencer o país a apoiar a entrada dos Estados Unidos no que ainda não era, a rigor, uma segunda guerra mundial. Em 11 de setembro de 2001, os ataques da Al-Qaeda deram aos profetas do Século Americano o argumento que lhes faltava para terem as suas idéias transformadas em doutrina de governo, em nome da segurança nacional.

    Eles só não supunham que os Estados Unidos correriam o risco de perder a paz depois de ganhar a guerra planejada ao Iraque. Se isso surpreende os que acreditavam que Washington, com os colossais meios de informação a seu alcance, havia enfim feito a lição de casa, poucos ainda se espantam com a monumental credulidade da boa gente americana. Quando, no início dos anos 1970, o escândalo Watergate expôs as entranhas da Casa Branca, dizia-se que nunca mais os americanos voltariam a confiar às cegas em seu ocupante e na própria instituição presidencial.

    Qual o quê! Contando com a complacência da mídia de massa enrolada em estrelas e listras, e com o medo dos principais políticos democratas de serem tachados de antipatriotas se pusessem em dúvida as verdades oficiais, Bush convenceu o povo - usando apenas o gogó - de que Saddam Hussein representava uma ameaça real e presente aos Estados Unidos, com os seus aterradores arsenais de destruição em massa, que, meio ano depois da invasão do Iraque, ninguém sabe, ninguém viu.

    Apenas no gogó também, o presidente induziu algo como 7 em 10 americanos a crer na miragem de que o então ditador de Bagdá esteve por trás do 11 de setembro. E é por isso que, para disfarçar o vexame no Iraque, Bush passou a martelar a tecla de que ali se trava o Armageddon da guerra antiterror. Como se o terrorismo que, em dois atentados selvagens, matou o chefe da missão da ONU, Sérgio Vieira de Melo, o aiatolá Mohamed Baqr al-Hakim e uma centena de pessoas fosse a razão, e não o resultado da presença americana no país.

    É cedo, evidentemente, para saber como o atoleiro iraquiano, para não falar no desemprego e na crescente desigualdade social, afetará a eleição de novembro de 2004 - vale dizer, o futuro do supremacismo americano. Mas o clima de opinião nos Estados Unidos neste 11 de setembro está longe de ser tão favorável a Bush como há um ano. E o casal canadense que recebeu por engano a solidariedade dos europeus em 11/9 de 2001 decerto espera que ele desocupe a Casa Branca em 20/1 de 2005.
     
  3. Riff

    Riff Usuário

    Teve americano q nem saiu de casa hje por medo, como se os terroristas fossem burros de fazer outro atentado no msmo dia :?

    E o Osama ta feliz, conseguiu o q queria :roll:
     
  4. Finrod

    Finrod Visitante

    Pena, fiquei com pena quando aconteceu os atentados...
    Coitadas das famílias, etc. :roll:
     
  5. Riff

    Riff Usuário

    Bla bla bla coitada das familias dos africanos q são oprimidos e atacados por epidemias, e dos iraquianos q foram destruidas etc
     
  6. pelas pessoas q sofreram, e perderam familiares eu desejaria nau mter acontecido... mas até q foi bom.. pros EUa largar de ser besta!! :lol: :lol: :lol: :lol:
     
  7. Sir Devil

    Sir Devil Usuário

    esse atake serviu pra mostra pros americanos q eles naum saum invenciveis e q com algumas fakinhas d aviaum eh possivel desestabilizar a economia deles
     
  8. Knolex

    Knolex Well-Known Member In Memoriam

    É triste ver gente citar Maquiável sem saber o contexto em que a frase é dita originalmente. Deturpar um termo e usar sem propriedade alguma.. tsc tsc tsc...
     
  9. Simplesmente posso dizer que tudo está errado e todos sabem...

    O Homem com a sua ganância vem destruindo cada vez mais o seu mundo e a si mesmo...aonde isso vai parar niguém sabe, e a maioria não quer saber também...

    O ataque provou que o EUA é vulnerável, mas quem pagou o pato foi o Iraque e todo o Oriente Médio, sem razão - é claro q o terrorismo foi uma desculpa para a Guerra, mas antes não criassem a desculpa... Antes o Homem não fosse como é, e não haveria EUA capaz de governar o mundo...

    O que precisa mesmo é todos se conscientizarem d que tudo isso não leva a lugar nenhum... Mas até lá muitos inocentes vão sofrer e pagar pelo que não pediram...
     
  10. Hobbit Bonzinho

    Hobbit Bonzinho Usuário

    tipow esssa coisa de guerra não é a coisa mais estúpida que alguém pode ouvir falar? Tipow Guerra fria:
    Estados Unidos e União soviética tem ideologias diferentes e buscam expandir seu dôminio economico por todo mundo e poderiam ter entrado em guerra por isso, destroindo O MUNDO INTEIRO com bombas nucleares... qual o sentido nisso?

    Muitos dos que estavam naquele prédio do World Trade Center estavam apenas trabalhando e não tinham nada a ver com a política americana... muitos eram até japoneses... mesmo assim os terroristas os matam... qual o sentido nisso?
     
  11. _\¥Gliuk¥/_

    _\¥Gliuk¥/_ Usuário

    O osama conseguiu o que queria... impor MEDO

    A sociedade americana hoje em dia vive com medo de tudo e de todos. Existe terrorismo pior do q esse?
     
  12. a ideia num era matar o maior numero de pessoas possiveis, mas sim abalar um simbolo do "poder" americano, e esse objetivo foi alcançado!

    mto bom , os eua num pensaram nem um pouco nas coitadas das criancinhas com fome quando começou tantas outras guerras!
     
  13. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Essa midia me irrita......
    Parece q foi o maior acontecimento da história da humanidade e q tem q ser relembrada e homenageada pelo mundo inteiro a cada 6 meses.....
    Fala sério.....

    PS: o capitalismo matou e mata mto mais do q o fanatismo terrorista sonha em matar......
    O problema é o sistema.....
     
  14. Eru- o Ilúvatar

    Eru- o Ilúvatar Usuário

    Concordo que o evento foi supervalorizado em comparação com outros eventos igualmente lamentáveis. É a máxima: "A porrada sempre dói mais quando é na cara da gente né?". Foi assim com o Holocausto também...
     
  15. Ogden

    Ogden Usuário

    puts..
    mudou muita coisa, sme duvida...
    eles escolheram um alvo e tanto, tenho q reconhecer..
    mas eu tava pensando...
    pow...

    pra mim parece q foi ano passado, ou ateh mesmo ontem!!!
    tipo, sei lah..
    eu tava vendo o noticiario (sem entener nada como sempre), mas qdo o cara falou q eram "2 år" eu fiquei assim 8O
    o tempo passou muito rapido pra mim nesse sentido...
     
  16. Riff

    Riff Usuário

    Ditto, por isso q eles atacaram de manhã, qndo não tinha mta gente trabalhando, eles não queriam mta gente morta pois sabiam q alguns eram inocentes, eles eram bonzinhos :roll:
     
  17. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Tb naum axo q eles keriam privar vidas......
    Simbolo por simbolo.....eu derrubaria a Estatua lá......Mas o efeito seria praticamente só moral......
     

  18. intao, como vc msm disse , pegando a estua, seria um atentado mais contra a cultura e o orgulho americano, com as torres não, la era um grande centro economico!
     
  19. Primula

    Primula Moda, mediana, média...

     
  20. SÁLVIA

    SÁLVIA Usuário

    ....P/ mim foi burrice as Torres c/gente lá.....Eu era ate era a favor dos Arabes e dos sofredores.....mas me deu odio......pq c/ tantos alvos q. feririam a naçao amerivana....escolheram uma c/ pessoas inocentes....revoltante.....sinceramente q. todos desde Bush aos fantaicos vào p/o inferno pagar seus pecados
     

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