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Lothlorí¿en

Oriunda de Machado/MG em 2002, a banda solta sua primeira demo com menos de um ano de estrada, intitulada Thousand Ways to the Same Land. Na época, o grupo era constituído pelos seguintes músicos: Alessandro Nicolete (B), Elias P. Oliveira ( D), Leonaldo Oliveira ( G/V) e Wesley Soares (G). Este trabalho contou com a participação do amigo Bruno Maia (Tuatha de Danann) em duas músicas e obteve ótimas críticas em revistas especializadas rendendo a participação da banda na primeira coletânea “Valhalla Demo Section” que reunia as 14 melhores bandas sem cd lançado que já haviam participado da seção homônima da revista (hoje Rock Hard Valhalla).
 
Ainda em 2003, a banda reformula sua Line-Up com as entradas de João
Messias (B) e Geovani Corsini (D) e a incursão do tecladista Dênis
Souza, que veio a dar mais consistência ao som do grupo.

Em 2005, a
banda lança o tão aguardado … of Bards and Madmen, um álbum que
surpreendeu a todos, obtendo excelente repercussão da mídia tando no
Brasil quanto exterior, levando os “loucos bardos do metal brasileiro”
às listas de Banda revelação do ano de 2005 (Valhalla), (Roadie Crew),
(and Heavy Metal for All) e melhor álbum de Heavy Metal do ano
(Dynamite).

Entre 2005/2006 a banda realiza a tour “Bards and madmen
on the Road” que incluiu apresentações nos renomados Roça n´
Roll(Varginha), Vamp Festival(S.P.), Blackmore Rock Bar (S.P.), Arena
(Osasco), Matriz (B.H.) ente vários shows ao lado de bandas como
Krisiun, Tuatha de Danann, Torture Squad, Thram, Velhas Virgens e
várias outras, sempre obtendo uma receptividade calorosa por parte do
público.

O Lothlöryen possui influências das mais variadas, que
vão de Jethro Tull, The Beatles e Led Zeppellin até Savatage, Gamma
Ray, Grave Digger e Blind Guardian. Com muito bom gosto e bastante
personalidade, o grupo executa uma sonoridade mágica e difícil de
definir, geralmente referenciada como Folk Metal.

Entre 2006 e
2007 a banda sofre duas baixas na sua formação. O baterista Geovani
Corsini é substituído por Marcelo Benelli e o baixista João Messias
cede seu posto à Michel Aguiar, músico experiente que já tocou ao lado
de nomes como Victoria, Fábio Laguna (Angra) etc.
A banda prepara
para 2007 várias surpresas tanto nos trabalhos de estúdio,
“Hobbits´Song” (Single março/2007), “Someways back no More” (novo álbum
2007) quanto nas apresentações ao vivo que prometem ser ainda mais
vigorosas e delirantes que os anos anteriores.

“Os ventos das mudanças sopram para Oeste, mas continuamos seguindo em direção à Löryen”   

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Lothlöryen

 
Lothlöryen é uma banda oriunda de Machado, Minas Gerais, cuja influência de Tolkien já mostra-se evidente no nome, apesar de algumas modificações gramaticais.
Segue abaixo a biografia da banda, retirada de seu site oficial:

A Lothloryen foi formada no ano de 2002 sob o nome de Neverland. A banda fez algumas apresentações sob esta insígnia e no início possuía uma proposta voltada para o Metal Melódico. Com a existência de uma banda homônima e também uma mudança de direcionamento no som da banda, ainda no fim de 2002 o grupo passa a se chamar Lothloryen e grava entre o final de 2002 e início de 2003 a demo intitulada "Thousand Ways to the Same Land". Esta demo que contou com a participação de Bruno Maia da Tuatha de Danann em 2 músicas possuía como músicos os seguintes integrantes: Alessandro Nicolete (Baixo), Elias P. Oliveira (Bateria), Leonaldo Oliveira (Guitarra/Vocal) e Wesley Soares (Guitarra).

Este trabalho obteve ótimas críticas em 100% dos veículos de imprensa em que foi divulgado, inclusive em Revistas conceituadas como Rock Brigade, Roadie Crew, Comando Rock e Valhalla (que incluiu a banda na coletânea Valhalla Demo Section Vol. 1 que contou com as 15 melhores bandas do Brasil no estágio de demos segundo a própria revista) e sites do porte de Heavy Metal Brasil, Brasil Metal Law, Strike Mag., Whiplash entre outros.

Musicalmente falando o som da Lothloryen possui influências das mais variadas que vão desde Jetrho Tull, Beatles e Led Zeppellin até Savatage, Gamma Ray, Running Wild, Grave Digger, Children of Bodom, Tuatha de Danann e Blind Guardian como influência maior. Tanta mescla de estilos resulta num som com fortes doses de Metal Medieval, uma essência própria e sempre em busca de uma identidade que distingue a banda das demais.

Em 2003/2004 a Lothloryen realiza importantes shows no circuito Minas/SP e toca em locais como o Metal Rebellion de Ribeirão Preto, Roça n”Roll de Varginha(2 participações), Triumph of Metal de Pouso Alegre (2 participações) e no conceituadíssimo Blackmore Rock Bar de São Paulo.

A banda já se apresentou ao lado de petardos do metal nacional como Tuatha de Danann, Torture Squad, Sagitta, Monster, Tiger Cult, Attomica, Holy Sagga, Fates Prophecy, Andralls entre outras, sempre obtendo uma receptividade calorosa por parte do público.

Ainda no ano de 2003, a banda realiza mudanças drásticas na Line-Up, com a entrada do baixista João Messias, do baterista Geovani Corsini e a incursão do tecladista Dênis, o que com certeza veio a dar mais consistência ao som do grupo que chega em 2005 com um novo petardo chamado "of Bards and Madmen" que tem como proposta principal condensar as influências diversas da banda em um som maduro e original que promete ingressar a banda no Hall do Cenário Underground Nacional.


Site oficial: http://www.lothloryen.com.br

DISCOGRAFIA:



THOUSAND WAYS TO THE SAME LAND (DEMO, 2002)

01. Prologue
02. Lothlorien
03. Hear the call again
04. Neverland
05. My Fairytale
06. There and back again
07. Namärie

OF BARDS AND MADMEN (2005)

01. Intro
02. The Bards Alliance
03. Moriality
04. Another Tale
05. The Dark Flames (of Madness Queen)
06. Someday
07. Ruins of Fantasy
08. Elfic
09. There and back again (bonus)
10. Namärie (bonus)

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Lórien

 
Em 1996, David e Jordi Tordera, deixaram sua banda e decidiram criar um novo grupo, mais "metálico" que o anterior. No começo, o trio formado por David, Jordi e o baterista Dani Ruíz, tocava as melhores músicas de Metallica e Iron Maiden, à medida em que eles criavam suas próprias composições.

Apesar do fato deles estarem gostando de sua música, o teclado era o único instrumento que faltava para obterem o tipo de som que eles queriam. Em 1996, Jaume Corvera entrou na banda com seu teclado, e, desde então, os quatro membros têm estado tocando e aprendendo juntos.

Contudo, duas mudanças tomaram lugar quando o grupo deciciu aumentar. Um segundo guitarrista (Albert Tornés) foi incluído por um curto período de tempo, mas deixou a banda devido a diferenças musicais. Assim, Josep Tordera, irmão de David e Jordi o substituiu.

Após gravarem o primeiro álbum, chamado SECRETS OF THE ELDER (lançado pela Goimusic), Jordi passou a dedicar-se exclusivamente à performance vocal, deixando o baixo para um novo integrandte, David Ruiz. Em 2005, Lórien lançou FROM THE FOREST TO THE HAVENS, seu segundo CD, também pela Goimusic.

DISCOGRAFIA:



SECRETS OF THE ELDER(2002)

01. Ballad of the Knight
02. Merlin the Wizard
03. Don’t be afraid
04. The Silent Mermaid
05. The Voice of Saruman
06. The Island of the Dragon
07. Aurora Borealis
08. Eternal Life




FROM THE FOREST TO HAVENS (2005)

01. Intro
02. Fire of Life
03. Breath of Salvation
04. Now I Ask Myself
05. Return from the Abyss
06. I Can´t Find Your Home
07. Light Of Valinor
08. Light is Only Light
09. Graceful Pixies
10. You Let Me Down

Site oficial da banda: http://www.lorienmetal.com/

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Summoning – Resenha de Dol Guldur

 
Banda: Summoning
Álbum: Dol Guldur
Selo: Napalm Records
País de origem: Áustria
Ano de lançamento: 1997

Formação:
Silenius – Vocais, baixo e teclados
Protector – Vocais, guitarras e teclados

Este álbum pode ser facilmente considerado o melhor da carreira do Summoning. Ele é explicitamente a versão lapidada e plena do estilo próprio que a banda havia começado a forjar para si no "Minas Morgul", o álbum anterior. Os elementos das histórias de J.R.R. Tolkien estão fortemente impregnados por todo o CD, principalmente nas letras, que foram quase totalmente escritas por PK (do Abigor). A música e a atmosfera do álbum contribui muito para que o ouvinte simplesmente se imagine nos cenários dos contos de Tolkien já que adjetivos como "épico" e "heróico" são apropriados tanto para os livros do afamado autor quanto para a música desta dupla austríaca. O clima é quase mágico. As guitarras têm um distorção cheia e pesada e os riffs são graves, mas ainda belos. No entando quem comanda o espetáculo em 90% do tempo são mesmo os teclados. Sinfônicos e épicos, estes eventualmente preenchem o ambiente com melodias de forte influência medieval e de trilhas sonoras de filmes alá Conan e outros do tipo. Aliás, se não fosse pelas guitarras, a música do Summoning freqüentemente soaria como uma trilha sonora. A bateria eletrônica é alta e marcante, tão épica quanto os próprios teclados, e, intencionalmente, não se parece com uma bateria de verdade. Tanto os vocais de Silenius quanto os de Protector são carregados de emoção. Os de Silenius são mais rasgados e agudos, enquanto que os de Protector são mais roucos e graves. O andamento das músicas é lento, até um pouco arrastado, mas não moroso. A ambientação épica não as deixa ficar monótonas, mesmo com a duração média das faixas girando em torno dos 10 minutos. Escutar canções como "Nightshade Forests", "Elfstone" ou "Over Old Hills" e não se imaginar sobre uma montanha, com uma espada na mão em meio a ventos cortantes, contemplando uma paisagem desolada é quase impossível. E só por isso este álbum já merece todos os elogios.

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A Arte da Composição parte 2

 
Letra x Música

Como dito anteriormente, uma série de fatores contribuem para a composição de uma música. A maioria das pessoas, quando pensam em fazer uma música baseada num tema especifico, se preocupa primordialmente com a letra da música. É claro que a letra é aparte mais simples uma vez que é mais direta, mas, e quanto ao som?

Imagine-se ouvindo uma música sobre a aventura dos Hobbits na montanha solitária, onde a letra descreve eles se preparando para a partida e entoando suas cantigas, na toca de Bilbo (Livro O Hobbit), com uma melodia que inspira tristeza, ou algo mais rápido e pesado, ou pior ainda, uma música que não transmita nada!

Isso é um erro muito comum na maioria dos casos: Uma obra musical que não transmita nada em comum com a letra ou o tema proposto para a música.

Em primeiro lugar, para se compor uma música em cima de um tema, é preciso se colocar no lugar dos "personagens" e tentar imaginar o que ele estaria sentindo no momento.

Usarei como exemplo a música "The Bard´s Song – In the Forest" da banda Blind Guardian, que trata exatamente do tema citado.


Este é o exemplo da introdução da música (uma parte que não possui letra).

Perceba como mesmo sem letra é possível imaginar e sentir o clima da música.

É muito difícil alguém que escute essa música não associá-la imediatamente ao tema proposto.

Experimente ouvir ou tocar tal música imaginando ser um dos anões da aventura durante sua cantoria sobre aventuras, tesouros, dragões e perceba que é exatamente isso que o som transmite: Coragem, desejo de vencer, espírito de amizade e união (principalmente se repararmos no refrão cantado em coro).

Assim, percebemos que a letra não é nada mais do que um ingrediente para se transmitir mais diretamente alguma idéia e que a verdadeira emoção e sentimento estão na música em si, independente de possuir ou não uma letra.

Falar de tudo isso é fácil, mas, como se colocar no lugar de um personagem? Como podemos captar as influências e transmitir para a música o que sentimos?

Para isso, demonstrarei quais os fatores que podem influenciar numa composição e como percebe-los e a partir disso, compor uma música que tenha, acima de tudo, Alma!

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Mostly Autumn

 

Biografia:
O Mostly Autumn é uma banda de folk rock formada em meados de 1998, em York, Inglaterra. Suas maiores influências são Deep Purple, Pink Floyd, Genesis e bandas de rock progressivo da década de 70. Sua música é um pouco disso tudo, mas acima de tudo rock com pitadas de elementos folk.

O som do Mostly Autumn incorpora diversos instrumentos folclóricos como flauta celta, bodhram, violinos e poderosas harmonias vocais, formando um som realmente interessante de ouvir. Recentemente foram convidados a viajar em tour com o Blackmore´s Night e foram eleitos em 2001 como a melhor banda de rock, pela Classic Rock Society .

Tolkien
A banda é claramente influenciada pelas histórias de Tolkien, chegando a fazer um cd inteiro dedicado ao escritor. Em 2001 foi lançado o cd "Music Inspired by the Lord of the Rings", sucesso de crítica e público, que finalmente levantou o nome da banda, gerando o convite para turnê com o Blackmore´s Night.

Tracklist do cd "Music Inspired by the Lord of the Rings"

Overture – Forge Of Sauron
Greenwood The Great (Shadowy Glades)
Goodbye Alone
Out Of The Inn
On The Wings Of Gwaihir
At Last To Rivendell
Journeys Thought
Caradhras The Cruel
The Riders Of Rohan
Lothlorien
The Return Of The King
To The Grey Havens

Banda:
Bryan Josh: Guitarras, acoustic 6 + 12 strings, e bow, vocal
Heather Findlay: Lead vocal, guitarra acústica, Bodhran, Tamborim, Penny and Low whistles and Recorders
Iain Jennings: Teclados, Sintetizadores, Hammond and vocal
Liam Davison: Guitarras, 6 + 12 string acoustic guitars and vocal
Angela Goldthorpe: Flute, Low & High whistles, recorders and vocal
Andrew Jennings: Bateria
Andy Smith: Baixo

Discografia:
Storms over Still Water [anunciado para 2005]
Passengers [2003]
Catch The Spirit – The Complete Anthology [2002]
Heroes Never Die – The Anthology [2002]
Music Inspired By The Lord Of The Rings [2001]
The Story So Far [2001]
The Last Bright Light [2001]
The Spirit Of Autumn Past [1999]
For All We Shared… [1998]

Site Oficial: http://www.mostly-autumn.com

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Summoning – Biografia

 
"Quando o sol nasce vagarosamente além do horizonte da Terramédia, poderosos tambores, à distância, contam grandes proezas. E corvos anunciam a proximidade de exércitos escondidos, o tempo de mitos e lendas, de heroísmo e sacrifício… É nesta hora que o Summoning abre os portões frontais da Terramédia para contar de grandes batalhas, de mágicos anciões, cantando espadas, e chamando por exércitos de grandes heróis e poderosos senhores de guerra."

A banda Summoning foi formada em 1993 por Michael Gregor (pseudônimo Silenius), Richard Lederer (pseudônimo Protector Of All Endless Sleeps, ou simplesmente Protector) e Alexander Trondl (pseudônimo Trifixion Of The Horned King, ou simplesmente Trifixion). A banda foi rápida em lançar duas demos ("Upon the Vikings Stallion" e "Anno Mortiri Domini"), mas isto não aconteceu até Silenius começar a cantar na banda Abigor, quando ele abordou a Napalm Records com material da Summoning.

O selo logo firmou contrato com o trio desconhecido e lançou "Lugburz" em 1995, e, logo após a saída de Trifixion devido a diferenças irreconciliáveis, saiu o álbum "Minas Morgul". Ao invés de substituí-lo, Protector e Silenius decidiram tentar uma diferente aproximação. Eles começaram trabalhando com sons percussivos de teclado, com um estilo mais medieval e bombástico.

"Minas Morgul" significantemente definiu o som único do Summoning. Enquanto "Lugburz" enfoca um estilo áspero de black metal típico do Abigor, este trabalho explora um território ainda obscuro no império do black metal. O álbum foi o primeiro a ser inspirado pelos temas de Tolkien e se tornou uma magnífica e épica variação da "darker art".

O sucesso de "Minas Morgul" se manteve com o lançamento de "Dol Guldur" em 1996. Ele continuou a tradição do seu antecessor, tanto musicalmente como liricamente, e mostrou o progresso do processo criativo do Summoning. Algumas músicas inéditas deste período foram disponibilizadas mais tarde no MCD entitulado "Nightshade Forests", em 1997. "Habbanan Beneath the Stars" foi a única faixa realmente nova que apareceu nesta gravação.

Após uma pausa de dois anos, que fez Silenius e Protector concentrarem-se em outros projetos, a banda reaparece com "Stronghold" em maio de 1999. Este álbum, gravado no estúdio do próprio Protector (Nachtschatten Studio), produzido e mixado por eles mesmos, teve uma influência maior de guitarras que os álbuns anteriores e foi marcado também pela presença da vocalista Tania Borsky na faixa "Where Hope and Daylight Die".

Em novembro de 2001, o Summoning lança mais uma saga Tolkieniana. Trabalhando pesadamente os tambores em seções de ritmos percussivos, assim como com várias cornetas e trumpetes para complementar as linhas características da melodia de Silenius, Protector começou a moldar o produto final em seu Nachtschatten Studio.

"Let Mortal Heroes Sing Your Fame deveria fundir a potência dos albuns anteriores do SUMMONING com a força de Stronghold "
. – Silenius

Este CD tende pesadamente aos arranjos de teclado e ao conhecido som de tambores que deram às gravações do Summoning um sentimento épico e majestoso.

"Nós dois concordamos que Stronghold era o álbum cujas guitarras imperavam e que passaram a ser nossa maior bandeira. Isso fez com que decidíssemos que este disco deveria enfatizar os arranjos de teclado mais enfaticamente. Não as guitarras, mas os teclados deveriam virar as linhas extras de melodia."
– Protector

A banda cuidou para criar meticulosamente a perfeita mistura do velho e do novo, gastando tanto tempo quanto fosse necessário para gravar as guitarras de forma que superou suas próprias expectativas.

"Algumas vezes era difícil para mim, tocar os complexos riffs de forma limpa na guitarra. Mas, após sofrimento e tribulação, eu conseguia superar este obstáculo. Por último, nós adicionamos partes do "O Senhor dos Anéis" em certas músicas, o que trouxe vida e se harmonizou maravilhosamente com as partes de vocal."
– Protector.

De acordo com Silenius, esta inserção fez com que não fosse necessário o uso de vocais femininos. A banda os excluiu propositadamente, para não vir a ser confundido nem de longe com o popular gothic metal de hoje. De qualquer forma, a faixa "Farewell" caracteriza tanto Silenius quanto Protector como cantores melódicos. Sim, fãs serão bombardeados com um coro de limpos, nítidos vocais vindos destes dois conhecidos rosnadores.

"Let Mortal Heroes Sing Your Fame" tem uma duração aproximada de 55 minutos distribuída ao longo de 8 faixas. Elas são as seguintes(em ordem): A New Power Is Rising (Intro), South Away, In Hollow Halls Beneath The Fells, The Runes Of Power, Ashen Cold, The Moutain Kings Return, Our Foes Shall Fall, e Farewell.

As letras continuam a ser inspiradas pela música e poesias de Tolkien, como era de se esperar, mas conta também com a fantasia do autor Michael Moorcock. As letras deste CD não entram em detalhes ou seguem linhas específicas do trabalho de Tolkien. Elas estão mais generalizadas. Foi desta forma que Silenius e Protector quiseram desafiar a imaginação do ouvinte.

Beyond the ocean brews a battle
Beyond the battle blood shall fall
To a place where man forsaken
Dwells the one who should not live

"Ashen Cold"

Após tudo isso, o SUMMONING faz com que batidas de tambores, sons de cornetas e choros de batalhas épicas transportem quem escuta para um mundo único, cheio de aventura e magia, ainda não experimentado por qualquer alma mortal.