Arquivo da categoria: Bandas

Lothlorí¿en

Oriunda de Machado/MG em 2002, a banda solta sua primeira demo com menos de um ano de estrada, intitulada Thousand Ways to the Same Land. Na época, o grupo era constituído pelos seguintes músicos: Alessandro Nicolete (B), Elias P. Oliveira ( D), Leonaldo Oliveira ( G/V) e Wesley Soares (G). Este trabalho contou com a participação do amigo Bruno Maia (Tuatha de Danann) em duas músicas e obteve ótimas críticas em revistas especializadas rendendo a participação da banda na primeira coletânea “Valhalla Demo Section” que reunia as 14 melhores bandas sem cd lançado que já haviam participado da seção homônima da revista (hoje Rock Hard Valhalla).
 
Ainda em 2003, a banda reformula sua Line-Up com as entradas de João
Messias (B) e Geovani Corsini (D) e a incursão do tecladista Dênis
Souza, que veio a dar mais consistência ao som do grupo.

Em 2005, a
banda lança o tão aguardado … of Bards and Madmen, um álbum que
surpreendeu a todos, obtendo excelente repercussão da mídia tando no
Brasil quanto exterior, levando os “loucos bardos do metal brasileiro”
às listas de Banda revelação do ano de 2005 (Valhalla), (Roadie Crew),
(and Heavy Metal for All) e melhor álbum de Heavy Metal do ano
(Dynamite).

Entre 2005/2006 a banda realiza a tour “Bards and madmen
on the Road” que incluiu apresentações nos renomados Roça n´
Roll(Varginha), Vamp Festival(S.P.), Blackmore Rock Bar (S.P.), Arena
(Osasco), Matriz (B.H.) ente vários shows ao lado de bandas como
Krisiun, Tuatha de Danann, Torture Squad, Thram, Velhas Virgens e
várias outras, sempre obtendo uma receptividade calorosa por parte do
público.

O Lothlöryen possui influências das mais variadas, que
vão de Jethro Tull, The Beatles e Led Zeppellin até Savatage, Gamma
Ray, Grave Digger e Blind Guardian. Com muito bom gosto e bastante
personalidade, o grupo executa uma sonoridade mágica e difícil de
definir, geralmente referenciada como Folk Metal.

Entre 2006 e
2007 a banda sofre duas baixas na sua formação. O baterista Geovani
Corsini é substituído por Marcelo Benelli e o baixista João Messias
cede seu posto à Michel Aguiar, músico experiente que já tocou ao lado
de nomes como Victoria, Fábio Laguna (Angra) etc.
A banda prepara
para 2007 várias surpresas tanto nos trabalhos de estúdio,
“Hobbits´Song” (Single março/2007), “Someways back no More” (novo álbum
2007) quanto nas apresentações ao vivo que prometem ser ainda mais
vigorosas e delirantes que os anos anteriores.

“Os ventos das mudanças sopram para Oeste, mas continuamos seguindo em direção à Löryen”   

Está envolvido com a obra de Tolkien desde 1999 – fundador da Calaquendi, fundador da Valinor, fundador do Conselho Branco (Sociedade Tolkien) e presidente por três mandatos. Participou da publicação em livro do Curso de Quenya e é autor do Modo Tengwar Português

Lothlöryen

 
Lothlöryen é uma banda oriunda de Machado, Minas Gerais, cuja influência de Tolkien já mostra-se evidente no nome, apesar de algumas modificações gramaticais.
Segue abaixo a biografia da banda, retirada de seu site oficial:

A Lothloryen foi formada no ano de 2002 sob o nome de Neverland. A banda fez algumas apresentações sob esta insígnia e no início possuía uma proposta voltada para o Metal Melódico. Com a existência de uma banda homônima e também uma mudança de direcionamento no som da banda, ainda no fim de 2002 o grupo passa a se chamar Lothloryen e grava entre o final de 2002 e início de 2003 a demo intitulada "Thousand Ways to the Same Land". Esta demo que contou com a participação de Bruno Maia da Tuatha de Danann em 2 músicas possuía como músicos os seguintes integrantes: Alessandro Nicolete (Baixo), Elias P. Oliveira (Bateria), Leonaldo Oliveira (Guitarra/Vocal) e Wesley Soares (Guitarra).

Este trabalho obteve ótimas críticas em 100% dos veículos de imprensa em que foi divulgado, inclusive em Revistas conceituadas como Rock Brigade, Roadie Crew, Comando Rock e Valhalla (que incluiu a banda na coletânea Valhalla Demo Section Vol. 1 que contou com as 15 melhores bandas do Brasil no estágio de demos segundo a própria revista) e sites do porte de Heavy Metal Brasil, Brasil Metal Law, Strike Mag., Whiplash entre outros.

Musicalmente falando o som da Lothloryen possui influências das mais variadas que vão desde Jetrho Tull, Beatles e Led Zeppellin até Savatage, Gamma Ray, Running Wild, Grave Digger, Children of Bodom, Tuatha de Danann e Blind Guardian como influência maior. Tanta mescla de estilos resulta num som com fortes doses de Metal Medieval, uma essência própria e sempre em busca de uma identidade que distingue a banda das demais.

Em 2003/2004 a Lothloryen realiza importantes shows no circuito Minas/SP e toca em locais como o Metal Rebellion de Ribeirão Preto, Roça n”Roll de Varginha(2 participações), Triumph of Metal de Pouso Alegre (2 participações) e no conceituadíssimo Blackmore Rock Bar de São Paulo.

A banda já se apresentou ao lado de petardos do metal nacional como Tuatha de Danann, Torture Squad, Sagitta, Monster, Tiger Cult, Attomica, Holy Sagga, Fates Prophecy, Andralls entre outras, sempre obtendo uma receptividade calorosa por parte do público.

Ainda no ano de 2003, a banda realiza mudanças drásticas na Line-Up, com a entrada do baixista João Messias, do baterista Geovani Corsini e a incursão do tecladista Dênis, o que com certeza veio a dar mais consistência ao som do grupo que chega em 2005 com um novo petardo chamado "of Bards and Madmen" que tem como proposta principal condensar as influências diversas da banda em um som maduro e original que promete ingressar a banda no Hall do Cenário Underground Nacional.


Site oficial: http://www.lothloryen.com.br

DISCOGRAFIA:



THOUSAND WAYS TO THE SAME LAND (DEMO, 2002)

01. Prologue
02. Lothlorien
03. Hear the call again
04. Neverland
05. My Fairytale
06. There and back again
07. Namärie

OF BARDS AND MADMEN (2005)

01. Intro
02. The Bards Alliance
03. Moriality
04. Another Tale
05. The Dark Flames (of Madness Queen)
06. Someday
07. Ruins of Fantasy
08. Elfic
09. There and back again (bonus)
10. Namärie (bonus)

Está envolvido com a obra de Tolkien desde 1999 – fundador da Calaquendi, fundador da Valinor, fundador do Conselho Branco (Sociedade Tolkien) e presidente por três mandatos. Participou da publicação em livro do Curso de Quenya e é autor do Modo Tengwar Português

Lórien

 
Em 1996, David e Jordi Tordera, deixaram sua banda e decidiram criar um novo grupo, mais "metálico" que o anterior. No começo, o trio formado por David, Jordi e o baterista Dani Ruíz, tocava as melhores músicas de Metallica e Iron Maiden, à medida em que eles criavam suas próprias composições.

Apesar do fato deles estarem gostando de sua música, o teclado era o único instrumento que faltava para obterem o tipo de som que eles queriam. Em 1996, Jaume Corvera entrou na banda com seu teclado, e, desde então, os quatro membros têm estado tocando e aprendendo juntos.

Contudo, duas mudanças tomaram lugar quando o grupo deciciu aumentar. Um segundo guitarrista (Albert Tornés) foi incluído por um curto período de tempo, mas deixou a banda devido a diferenças musicais. Assim, Josep Tordera, irmão de David e Jordi o substituiu.

Após gravarem o primeiro álbum, chamado SECRETS OF THE ELDER (lançado pela Goimusic), Jordi passou a dedicar-se exclusivamente à performance vocal, deixando o baixo para um novo integrandte, David Ruiz. Em 2005, Lórien lançou FROM THE FOREST TO THE HAVENS, seu segundo CD, também pela Goimusic.

DISCOGRAFIA:



SECRETS OF THE ELDER(2002)

01. Ballad of the Knight
02. Merlin the Wizard
03. Don’t be afraid
04. The Silent Mermaid
05. The Voice of Saruman
06. The Island of the Dragon
07. Aurora Borealis
08. Eternal Life




FROM THE FOREST TO HAVENS (2005)

01. Intro
02. Fire of Life
03. Breath of Salvation
04. Now I Ask Myself
05. Return from the Abyss
06. I Can´t Find Your Home
07. Light Of Valinor
08. Light is Only Light
09. Graceful Pixies
10. You Let Me Down

Site oficial da banda: http://www.lorienmetal.com/

Está envolvido com a obra de Tolkien desde 1999 – fundador da Calaquendi, fundador da Valinor, fundador do Conselho Branco (Sociedade Tolkien) e presidente por três mandatos. Participou da publicação em livro do Curso de Quenya e é autor do Modo Tengwar Português

Amon Amarth

 
 Amon Amarth significa "The mountain of doom" (em Sindarin) – foi formado na cidade de Tumba, Suécia, em 1992.

Biografia:

Lançaram a demo "Thor Arise", gravada em 1993 no Studio Lagret, mas nunca foi lançada devido à pobre qualidade sonora . Continha um cover do Black Sabbath "Sabbath Bloody Sabbath". A segunda demo "The Arrival of the Fimbul Winter" foi gravada em 1994, e com esta fita, que ganhou boas críticas, o Amon Amarth recebeu a oferta de um contrato com uma gravadora. Em 1995 gravaram o MCD "Sorrow Throughout the Nine Worlds", no The Abyss Studios, do vocalista/líder da banda Hypocrisy Peter Tagtgren, e o lançaram em 1996. Mais tarde naquele mesmo ano, Amon Amarth assinou com a Metal Blade Records, e em Março de 1997 a banda entrou no Sunlight Studio para graver seu primeiro álbum , "Once Sent From The Golden Hall" , lançado em 1998. Como a qualidade sonora mais uma vez ficou comprometida, o álbum foi regravado no The Abyss Studios em 1998.

Voltando ao Abyss em 1999, a banda grava seu segundo álbum “The Avenger”, e atinge o Mercado internacional, ganhando fama de uma das melhores bandas de Viking Metal da Europa.

Em 2000, o Amon Amarth entrou em estúdio para gravar o álbum “The Crusher” (lançado em 2001), terceiro album de estúdio, que mais uma vez foi gravado no The Abyss com Peter Tagtgren e é considerado o melhor album da banda até o momento.

Então, em 7 de Agosto de 2002, a banda lança o novo álbum "Versus the World". Dessa vez o álbum foi gravado no Berno Studio, já que Peter Tagtgren não produz/ grava com bandas, que não a sua (Hypocrisy). O novo álbum, programado para 17/Nov já tem título e se chama "Fate of Norns", também gravado no Berno Studio.

Line Up:
Frederik Andersson: Bateria
Olavi Mikkonen: Guitarras
Hans Johan Hegg: Vocais
Johan Söderberg: Guitarras
Ted Oscar Lundström: Baixo

Discografia:
Thor Arise (demo) – 1993;
The arrival of the fimbul winter (demo) – 1994;
Sorrow Throughout the Nine Worlds – 1995;
Once Sent from the Golden Hall – 1997;
The Avenger – 1999;
The Crusher – 2001;
Versus the World – 2002;
Fate the Norns – previsto para Nov/2004

Letra da música Amon Amarth (do álbum Once Sent From The Golden Hall). Esta é a única música relacionada a Tolkien do Amon Amarth, não tem relação com a Terra-média, mas na letra há elementos da topografia descrita por Tolkien.

A storm rolls back from the sea
Covering the land with black thunder clouds
Rain whips the ground at their feet
As they come ashore in this foreign land

Thunder brakes the silence
Of five hundred men assembled on shore
Gazing through the misty rain
At the mountain not a mile away
So dark and silent it stands there
The mighty AMON AMARTH
Reaching for the cloudcloked skies
So grim and fearful in might

With the wind in their backs they start walking
Decisive men of the north
They strive through this darkened land
With only mount doom in their sight
The closer they get to the mountain
The clearer their eyes can see
A forest of one thousand spears awaiting
Awaiting the battle that will be

A cry of war emerges
Echoes over the field
Warriors run like wolves up the slopes
Boldley charging the enemy lines

With weapons so fearsome and sharp in their hands
And shields of oakwood and steel
They slit open stomachs and split sculls to the jaw
Intestants cover the field

The defenders are weak in this brutal war
The northmen have power and guts
A bloodshed like no one has ever seen before
None can escape their cuts

Arrows with fire fly through the air
Torching houses and shields
The vikings can feel victory is near
As the enemy headlessly flees

A gust of wind blows in from the north
Clearing the clouds away
As twilight falls and the stars come forth
And the seawolves return to the bay

Corpses lie scattered all over the field
For the ravens to eat as they please
The mountain is now left there behind
As they sail with the first morning breeze

Está envolvido com a obra de Tolkien desde 1999 – fundador da Calaquendi, fundador da Valinor, fundador do Conselho Branco (Sociedade Tolkien) e presidente por três mandatos. Participou da publicação em livro do Curso de Quenya e é autor do Modo Tengwar Português

Cruachan – Biografia

 
John O Fathaigh: Flauta, Tin-Whistles, Gaitas de Fole.
Joe Farrell: Bateria, Percussão.
John Clohessy: Baixo.
Keith Fay: Guitarra Eletrônica, Violão, Teclado, Vocal, Bodhran, Mandolin, Percussão.
Karen Gilligan: Vocais, Percussão.

O Cruachan é uma banda bastante interessante. Trata-se de um som que mistura black metal com música folk, num cenário onde reinam mitologia e deuses celtas, fatos históricos do passado da Irlanda… Enquanto uma música traz batidas explosivas com vocais ásperos, a próxima é uma balada melódica com vocais femininos ou até uma mistura dos dois… Enquanto isso, você, ao pular de faixa, depara-se de repente com um instrumental recheado de canto de pássaros e ritmo lento…. Tudo isso é Cruachan. Mas o que isso tudo tem a ver com Tolkien? Bem, é escutando Cruachan que encontramos a resposta à esta questão. Primeiro, toda o clima de flautas, as batidas, o som mágico das harpas… Tudo isso traz à mente lembranças de nossa Terramédia. Além dessa musicalidade, a banda traz em suas letras alguns contos tolkienianos, a exemplo da música "Sauron", do EP Ride On, que cita os balrogs, o Um Anel, orcs e, claro, Mordor. Isso sem falar na música " The Fall Of Gondolin", do primeiro àlbum, cuja narrativa é totalmente baseada nos escritos do Silmarillion, contanto magicamente, através do peso, da atmosfera negra de batalha, a história da Queda de Gondolin.

A banda Cruachan nasceu em 1992, por Keith Fay, após o fim de "Minas Tirith", banda de doom/black metal com pequenas influências folk e que existia desde 1989. John Fay e John Clohessy foram recrutados à medida que outros membros iam saindo (Jay Brennan, Leon Bias, Aisling Hanrahan, Joanne Hennessy, Steven Anderson, Jay O Neill, Steven Coleman, Declan Cassidy e Paul Kearns dentre outros). Com uma grande paixão pela música, história e mitologia celta, eles procuraram incorporar este sentimento em suas letras e músicas, numa escala nunca vista antes.

No final de 1993 o Cruachan decidiu gravar uma demo, chamada Celtice difundindo seu estilo único de música para o mundo. Tocando uma variedade de instrumentos tradicionais e convencionais, mais um bocado de canções originais, a demo foi bastante elogiada ao redor do mundo e conseguiu a atenção de várias gravadoras (uma delas, a "Nazguls Eyrie Produtions" da Alemanha). A banda decidiu trabalhar com este selo no início de 94. O motivo desta escolha foi a liberdade que a "Nazgul" dava aos pessoal da banda. Eles gravaram seu debut "Tuatha na Gael" no início de 95, lançando-o logo em seguida na Celtic Feast of Beltaine.

"Tuatha na Gael" era composto de black metal interlaçado com melodias celtas, fazendo com que as pessoas se apaixonassem por este velho som. O único ponto negativo deste álbum é sua produção pobre devido à falta de tempo de gravação. Apesar disso,* foi uma experiência de aprendizado e a banda adquiriu muitos adeptos ao redor do mundo. O álbum tornou-se, de longe, o número um de vendas para o selo, apesar dos cds não terem sido reabastecidos nem muito menos divulgados em larga escala. Como resultado, muita gente que leu os excelentes reviews não puderam pôr as mãos nele.

A banda entrou em estúdio novamente no início de 97 e gravou um cd promocional de 4 faixas com uma novidade: uma cantora folk (Aisling). O novo material estava muito mais direcionado ao heavy metal, com o detalhe de que este cd tinha sido produzido apenas para gravadoras.

O Cruachan tocou ao vivo durante o período de 95 a 97 e assim como sua música, seus shows ao vivo eram algo único, com um conteúdo verdadeiramente celta -* vestidos em trajes celtas historicamente apuradas, com bandeiras de guerra, autênticas roupas celtas de batalhas, espadas, escudos, etc… Tudo para criar uma atmosfera real de batalhas medievais. A reação do público nos shows sempre foi excelente.

O selo "Century Media Records" da Alemanha mostrou interesse no trabalho da banda em 1997. O Cruachan então, largou o N.E.P. e passou para a Century Media. Logo em seguida, porém, a banda desistiu do acordo, pois eles acharam que o selo não lhes oferecia liberdade e tinha muito controle sobre a composição do material. Mas a Century não alteraria o contrato de forma alguma, assim, eles logo pularam fora.

Cruachan continuou escrevendo e tocando, não só para o shows de rock/heavy metal mas em festivais celtas, com atores renomados internacionalmente, e para uma variedade de público. Devido a problemas de cunho pessoal, em 1997 a banda deu uma parada. Todos os membros continuaram tocando, só que numa escala bem menor que antes.* Mas, assim como a fênix resurge das cinzas… também o Cruachan resurgiu… Em janeiro de 99 Keith e John Fay decidiram retomar os trabalhos, pois os fãs continuavam escrevendo, pedindo um segundo álbum.*

O "Hammerheart Records" da Holanda foi a gravadora seguinte. Em outubro de 1999 eles assinaram contrato e iniciaram o trabalho de gravação de seu segundo CD entitulado "The Middle Kingdom". Este, foi lançado logo em seguida, em junho de 2000.

O Cruachan combina rock/metal moderno com música irlandesa tradicional, mas há muito mais que apenas isto: elaboradas peças clássicas, velhos tons medievais etc. Eles também usam instrumentos bem mais raros que um simples teclado ou sampler. O uso destes instrumentos adiciona um elemento de curiosidade nos shows ao vivo: a habilidade de cada membro de tocar uma variedade de instrumentos esquisitos. Alguns destes instrumentos são: Tin Whistle (que é um apito, instrumento clássico irlandês, com o som semelhante ao de um passarinho), Irish Flute (flauta irlandesa, cujo som é mais doce que a flauta comum), Bódhran (um antigo tambor feito com pele de bode, onde se toca com uma baqueta de duas cabeças), Gaitas de Fole escocesa, Harpa, e o Bouzouki (um banjo usado na música irlandesa).

O estilo original do Cruachan pode ser classificado como black metal, mas a banda vem optando por um som heavy metal mais convencional, apesar das influências black serem ainda bastante evidentes. Com uma proposta atual de promover o respeito pelo mundo através dos ideais pagãos, despertando o senso de identidade histórica, eles crêem que às vezes é preciso olhas para trás para poder ir adiante. Eles próprios se consideram uma banda de "bardos dos tempos modernos" ou apenas "contadores de histórias", que contam os velhos mitos celtas e lendas de seu próprio passado, ou as sagas de duros tempos e rebeliões pelas quais a Irlanda passou, através da música medieval. Para simplificar… O Cruachan são realmente contadores de histórias…. nem mais nem menos.

Contato com a banda:
Keith Fay
283 Killinarden Est Tallaght,
Dublin 24 Ireland.

E-mail da banda: [email protected]

Está envolvido com a obra de Tolkien desde 1999 – fundador da Calaquendi, fundador da Valinor, fundador do Conselho Branco (Sociedade Tolkien) e presidente por três mandatos. Participou da publicação em livro do Curso de Quenya e é autor do Modo Tengwar Português

Blind Guardian

 
 Formado na pequena cidade Alemã de Krefeld, Blind Guardian é uma fusão perfeita do power metal europeu (cheio de temas de fantasia/ficção) com a velocidade e precisão técnica do speed metal. Os membros Hansi Kürsch (vocais, baixo), Marcus Siepen (guitarra), André Olbrich (guitarra) e Thomas Satuch (bateria) inicialmente se nomearam Lucifers Heritage ("Herança de Lúcifer"), mas decidiram alterar quando em 1986 sua demo tape começou a alcançar popularidade no underground.

Eles assinaram com o selo No Remorse e lançaram o "Battalions of Fear" em 1988, seguido de "Follow the Blind" um ano depois, que auxiliaram a banda a criar fama no Japão. "Tales from the Twilight World" tornou-se um hit no underground alemão, o que levou a banda a assinar com a Virgin Records alemã; sua estréia em um grande selo aconteceu com o "Somewhere Far Beyond", lançado em 1992. Após o álbum ao vivo "Tokyo Tales", de 1993, o Blind Guardian uniu-se ao antigo produtor do Metallica, Flemming Rasmussen para o lançamento, em 1995, do "Imaginations From the Other Side". Em 1996 foi lançado "Forgotten Tales", que é uma coleção de covers e versões alternativas, preparando o palco para, em 1998, lançarem "Nightfall in Middle-Earth", um álbum conceitual inspirado da obra de Tolkien.

Em 2002, lançam o álbum "A Night at Opera", um álbum muito aguardado por críticos e fãs, fugindo um pouco do tema medieval e com novas sonoridades, dividindo os fãs. Em 2003 lançam mais um CD ao vivo, nomeado simplesmente como "Blind Guardian – Live", com seus maiores sucessos num cd duplo. O álbum é aclamado pelos fãs.

 
Em 2004 é lançado o primeiro DVD da banda, "Imaginations Through The Looking Glass", com um fantástico show ao vivo. No mesmo ano, o Blind Guardian termina a longa parceria com a Virgin Records, mas logo assina contrato com uma nova gravadora, a Nuclear Blast.

Em 2005 os fãs são surpreendidos pela notícia da saída do baterista Thomen Stauch, devido a divergências musicais. Frederik Ehmke é anunciado como substituto de Stauch.

Discografia Completa do Blind Guardian

Músicas do Blind Guardian inspiradas na obra de J.R.R. Tolkien:
Battalions of Fear (CD 1988)
Majesty
Run For The Night
By the Gates of Moria
Gandalfs Rebirth

Tales From the Twilight World (CD 1991)
Lord of the Rings

Somewhere Far Beyond (CD 1992)
The Bards Song (In the Forest)
The Bards Song (The Hobbit)

Imaginations from the Other Side (CD 1995)
Imaginations from the Other Side

Nightfall in Middle-Earth (CD 1998)
War of Wrath
Into the Storm
Lammoth
Nightfall
The Minstrel
The Curse of Fëanor
Captured
Blood Tears
Mirror Mirror
Face the Truth
Noldor (Dead Winter Reigns)
Battle of Sudden Flame
Time Stands Still (at the Iron Hill)
The Dark Elf
Thorn
The Eldar
Nom the Wise
When Sorrow Sang
Out on the Water
The Steadfast
A Dark Passage
Final Chapter (Thus Ends…)

Site Oficial:http://www.blind-guardian.com

Marcus Siepen, Hansi Kürsch, André Olbrich e Frederik Ehmke

Está envolvido com a obra de Tolkien desde 1999 – fundador da Calaquendi, fundador da Valinor, fundador do Conselho Branco (Sociedade Tolkien) e presidente por três mandatos. Participou da publicação em livro do Curso de Quenya e é autor do Modo Tengwar Português

The Tolkien Ensemble

 
O Tolkien Ensemble foi formado em 1995 e executou seu primeiro concerto em Gjorslev Castle, Dinamarca, no dia 19 de Janeiro de 1996. O Tolkien Ensemble (Ensemble significa Trupe, Coral, Grupo) possui 6 membros regulares:

Signe Asmussen, mezzo-soprano
Mads Thiemann, barítono
Morten Ryelund Sørensen, violino
Katja Nielsen, contra-baixo
Peter Hall, vocal folclórico e vários instrumentos
Caspar Reiff, violão

Com excessão de Peter Hall, que estudou no London College of Music [Colégio de Música de Londres], todos os membros estudaram na The Royal Danish Academy of Music [Academia Real Dinamarquesa de Música].

O Tolkien Ensemble executou um vasto número de concertos na Dinamarca em uma série de locais: Salas de Concerto, Igrejas e Bares e executou seu primeiro concerto na Inglaterra na próprio Colégio de Tolkien: Exeter College, em Oxford (Setembro de 1999).

Em sessões de gravação bem como em alguns concertos o Tolkien Ensemble utiliza músicos do cenário musicial profissional da Dinamarca como assistentes. Isto levou a uma frutífera cooperação com grupos como o Chamber Choir Hymnia [Coral de Câmara Hymnia], The Commotio Quartet [O Quarteto Commotio], a banda folclórica Polka-gejst e vários solistas vocais/instrumentais.

Os CDs do Tolkien Ensemble, An Evening in Rivendell [Um Anoitecer em Valfenda] e A Night in Rivendell [Uma Noite em Valfenda], são publicados pela Classico Records com permissão prévia do The Tolkien Estate e HarperCollins Publishers. No outono de 1996 O Tolkien Ensemble recebeu de Sua Majestade Rainha Margrethe II da Dinamarca a permissão de usar suas ilustrações do Senhor dos Anéis no layout do CD.

Site Oficial: http://www.tolkienensemble.dk

Está envolvido com a obra de Tolkien desde 1999 – fundador da Calaquendi, fundador da Valinor, fundador do Conselho Branco (Sociedade Tolkien) e presidente por três mandatos. Participou da publicação em livro do Curso de Quenya e é autor do Modo Tengwar Português

A Arte da Composição

 
Introdução

Muitas pessoas, quando atingem uma certa idade, começam a se interessar pela música. Consequentemente, começam a se interessar também por algum instrumento musical afim de executar suas músicas prediletas ou quem sabe um dia poder se comparar a seus ídolos.

Mas a verdade é que, no meio do aprendizado, a maioria dos músicos acaba se interessando apenas por tocar músicas já existentes, enquanto poucos pensam em compor suas próprias músicas.

Dentre as pessoas que sentem a necessidade de compor algo, podemos reparar em dois tipos: Os que já têm uma tendência natural a criar coisas e os que precisam de alguma influência externa para tal.

As pessoas que têm essa tendência natural, conseguem perceber música em qualquer tipo de coisa, como por exemplo, uma torneira gotejando, um carro acelerando o barulho do mar, o vento nas folhas, ou seja, também são influenciadas por manifestações externas, porém têm maior facilidade de percepção para esses detalhes.

Os demais, necessitam de um certo estudo para trazerem seu subconsciente a tona e passarem a perceber melhor essas coisas. E é para essas pessoas que tentarei explicar de uma forma mais teórica, uma série de dicas baseadas no método de composição de compositores como Mozart e algumas experiências próprias.

A partir disso, podemos tomar como influência no método de composição, desde emoções próprias, como interpretar aventuras fantasiosas, como é o caso dos músicos influenciados pelas obras de Tolkien.

Parte I – Estágios

Analisando a música e o músico mais a fundo, percebemos que existem alguns estágios durante o aprendizado musical, que vão desde o ponto perceptível ao próprio músico até o ponto em que é preciso que o próprio não perceba e passe a expor apenas para as pessoas que o acompanham.

I Estágio – Incompetência Inconsciente

É nesse estágio que a pessoa se interessa por algum instrumento. Ao ouvir suas músicas favoritas, não se contenta em participar apenas como ouvinte e passa a se imaginar no lugar do músico.

Então, o futuro músico procura uma escola ou um amigo capaz de lhe tornar a estrela do espetáculo pensando ser uma tarefa simples por ainda não saber que de certa forma é "Incompetente".

II Estágio – Incompetência Consciente

Feliz com sua nova meta, o futuro músico parte para o aprendizado básico do instrumento e como nem tudo são flores, percebe que era mais difícil do que pensava. Nesse ponto, é a hora que a pessoa reflete e pensa "Eu realmente sirvo pra isso?". Diante dessa questão, muitos desistem e os que decidem prosseguir mesmo cientes das dificuldades, têm consciência da sua incompetência.

III Estágio – Competência Consciente

Após semanas, meses, anos de estudos, o indivíduo passa a perceber sua melhora e começa finalmente a atingir a sua meta. Começa a tocar as suas músicas preferidas, tem uma boa noção do instrumento, conhecem outros músicos, trocam informações e em alguns casos, chegam a discutir sobre sua superioridade com o companheiro. (Visite qualquer canal de bate papo relacionado a músicos e verá que eu tenho razão ).

Esse é sem dúvida, o estágio em que se permanece por mais tempo, devido a inúmeros fatores. O Principal deles, satisfação! Pois agora, a pessoa se considera "Músico", sabe de suas habilidades como tal, muitas vezes forma uma banda, começa a fazer shows, é admirado pelos outros, ou seja, está consciente de sua competência.

Está envolvido com a obra de Tolkien desde 1999 – fundador da Calaquendi, fundador da Valinor, fundador do Conselho Branco (Sociedade Tolkien) e presidente por três mandatos. Participou da publicação em livro do Curso de Quenya e é autor do Modo Tengwar Português

Nightwish – Biografia

 

O Nightwish nasceu em 1996,• quando Tuomas Holopainen uniu-se à vocalista Tarja Turunen e o guitarrista Erno Vuorinen (conhecido como Emppu).

A idéia por trás do Nightwish em termos musicais é o de unir a música erudita, clássica e contemporânea, ao heavy metal melódico.
Eventuallmente o baterista Jukka Nevalainen uniu-se ao trio e a banda gravou o álbum Angels Fall First, o seu debut, lançado em 1997 pela gravadora Spinefarm.• A banda passou a se apresentar na Finlândia, seu país de origem, e filmaram em 1998 o vídeo para a faixa The Carpenter. Neste mesmo ano o baixista Sami Vänskä entra no grupo, completando o line-up.

Em novembro de 1998 o grupo lança o seu segundo trabalho, chamado Oceanborn, considerado até hoje o grande lançamento que elevou a carreira do Nightwish,• levando a banda à fama mundial. Oceanborn chegou até o quinto lugar nas paradas de álbuns na Finlândia e o single Sacrament of Wilderness ficou em primeiro lugar nas paradas por semanas. O Nightwish passa a tocar pela Europa, obtendo grande sucesso.

Em 2000 a banda entra no estúdio para gravar o seu terceiro álbum que vem a ser chamado de Wishmaster. O single Sleepwalker faz muito sucesso nas paradas da Europa e o Nightwish tem vendagens extremamente significativas, considerando que é uma banda de heavy metal. Wishmaster é lançado em Maio de 2000, e uma turnê européia, que logo se estende ao México e E.U.A., acontece em seguida.

Em 2001 o Nightwish lança um DVD & VHS de uma apresentação e um álbum ao vivo exclusivo para a Finlândia. No mesmo ano a banda grava uma versão para o clássico de Gary Moore “Over The Hills And Far Away”, mais duas músicas e regravam a faixa Astral Romance do álbum Angels Fall First, completando um EP lançado na metade do ano.

Em 2002 o Nightwish lançou o álbum Century Child, o seu quarto trabalho de estúdio, e faz uma turnê mundial para divulga-lo. Neste mesmo ano a banda decide tirar férias para descansar e Tarja voltar aos seus estudos musicais. O futuro da banda permanece incerto, já que muitos rumores cercam a permanência da vocalista na banda. Este ano a banda também mudou de baixista, entrando o músico Marco Hietala, ex-baixista da banda Sinergy.

A relação do Nightwish com Tolkien resume-se à faixa-título do álbum Wishmaster. A letra faz referência ao Senhor dos Anéis. Apesar de apenas esta música fazer referência direta ao trabalho de J.R.R. Tolkien, o conceito das letras do Nightwish freqüentemente navega pela mitologia fantástica, típica da Escandinávia (exemplo maior seria a música Elvenpath, do álbum Angels Fall First). Além disto, o líder e principal compositor da banda, o tecladista Tuomas, já declarou abertamente que seu autor favorito é J.R.R. Tolkien e seu livro favorido é The Lord Of The Rings, e demonstra que isto é uma grande influência em seu trabalho e estilo de vida, já que afirma que sua filosofia de vida é “The Road Goes Ever On” (referência evidente a Tolkien).

Está envolvido com a obra de Tolkien desde 1999 – fundador da Calaquendi, fundador da Valinor, fundador do Conselho Branco (Sociedade Tolkien) e presidente por três mandatos. Participou da publicação em livro do Curso de Quenya e é autor do Modo Tengwar Português

A Night at the Opera – um Review Crí­tico

 
Banda: Blind Guardian
Álbum: A Night at the Opera
Duração: 67 min 06 sec
Ano: 2002
Tracklist:
1 Precious Jerusalem
2 Battlefield
3 Under the Ice
4 Sadly Sings Destiny
5 The Maiden and the Minstrel Knight
6 Wait for an Answer
7 The Soulforged
8 Age of False Innocence
9 Punishment Divine
10 And then there was Silence

Existem diferentes versões do álbum com faixas bônus de Harvest of Sorrow. Esta música possui 6 versões :
2 em inglês – Harvest of Sorrow
2 em espanhol – Mies del Dolor / Cosecha del Dolor
1 em italiano – Frutto del Buio
1 em francês – Moisson de Peine

Finalmente estamos diante do novo trabalho da banda alemã Blind Guardian. Depois do bem sucedido álbum Nightfall in Middle-Earth, baseado na obra O Silmarillion de J.R.R. Tolkien, e de um vácuo de 4 anos, os bardos voltam a surpreender em um disco diferente de tudo o que você já ouviu. Pra começar, é bom avisar que este disco é uma evolução natural do som que a banda apresentou em NIME, sendo assim espere encontrar vocais ainda mais elaborados, corais e orquestrações que dão ao cd uma sonoridade única. Uma verdadeira Opera-Metal como só Hansi e cia poderiam fazer. Este disco com certeza será um marco na história da banda, um divisor de águas. Não é um disco “fácil” e por isso muitos fãs, ávidos pelo peso habitual do Guardião, devem torcer o nariz para complexidade e meticulosidade de suas músicas. As músicas têm cada nota trabalhada à exaustão, chegando à surpreendente marca de 128 canais em algumas composições! O que a princípio pode soar como uma confusão de vozes e instrumentos, aos poucos vai tomando forma e se transformando em belíssimos arranjos e vocais inspirados. Acredite em mim, ouça o disco várias vezes. Cada nova audição revela um detalhe novo, um arranjo que lhe escapou da última vez. É um disco que vale a pena ser esmiuçado em seus detalhes, com certeza você será recompensado. Mas aí chegamos a um ponto onde A Night at the Opera derrapa feio. As vezes ele soa majestoso demais, orquestrado demais e metal “de menos”. Não tiro a razão dos que gostariam de ver o Blind Guardian do Somewhere Far Beyond ou do Imaginations From the Other Side de volta. Rápido, pesado e direto ao ponto! Desta vez o clima é bem mais “alegre”, algumas vezes irritante, e pode ser que você encontre músicas que nunca mais vão tocar no seu cd player novamente… a menos que algum desavisado o faça. Mas vamos à uma rápida análise das músicas, sem contar as versões bônus em outras línguas de Harvest of Sorrow, notas de 1 a 10:

Precious Jerusalem – (8/10) A música que abre o cd tem peso e melodia balanceados. Um refrão que me parece perfeito para ser cantado ao vivo, na melhor tradição dos bardos. Já nas primeira linhas vocais você tem uma idéia do que vem pela frente. A bateria de Thomem Stauch está impressionante. Sem dúvida um dos melhores bateristas da atualidade.

Battlefield – (9/10) Hansi mostra o quanto melhorou seu estilo, uma das mais rápidas e pesadas do disco. Muito bem trabalhada, uma música riquíssima e cheia de variações. Blind Guardian no melhor estilo NIME!

Under the Ice – (8/10) A intro mais estranha da história do Blind Guardian. Uma música com um clima mais pesado e uma das preferidas da banda. Essa música, junto com And Then There Was Silence, fala sobre Cassandra e a guerra de Tróia.

Está envolvido com a obra de Tolkien desde 1999 – fundador da Calaquendi, fundador da Valinor, fundador do Conselho Branco (Sociedade Tolkien) e presidente por três mandatos. Participou da publicação em livro do Curso de Quenya e é autor do Modo Tengwar Português