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Campos de Pelennor

Durante a Guerra do Anel, havia uma bela e verde planície chamada Campos Pelennor envolvendo a cidade de Minas Tirith. Aqui a crucial Batalha dos Campos Pelennor foi travada, e o desfecho da guerra foi mudado. Pelennor significa “terra cercada” porque era circundada por uma muralha defensiva chamada Rammas Echor, que foi construída pelo Regente Ecthelion II no ano 2954 da Terceira Era. Essa muralha foi rapidamente destruída pelo exército do Bruxo-rei de Morgul quando ele avançou sobre Minas Tirith durante a Guerra do Anel. Felizmente, a cavalaria dos Rohirrim empurrou as forças do Bruxo-rei para os Campos onde finalmente as hordas de atacantes foram vencidas e destruídas.

 

 

Campos Gladden

De sua cabeceira nas Montanhas Nebulosas logo ao norte de Moria e Lothlórien, o Rio Gladden seguia para o leste até encontrar com o Grande Rio Anduin. É lá nos vales do Anduin que o tributário alaga uma região pantanosa conhecida como Campos Gladden. No segundo ano da Terceira Era um evento crucial para a história da Terra Média foi encenado aqui, pois esse foi o local da Batalha dos Campos Gladden quando o Rei Dúnedain Isildur foi morto e o Um Anel perdido nas águas do Rio. O Um Anel permaneceu escondido aqui até o ano 2463, quando foi encontrado por dois Hobbits chamados Déagol e Sméagol. Sméagol matou Déagol pela posse do Anel e acabou por se degenerar na criatura maléfica conhecida como Gollum.
 
 

A Floresta de Fangorn

Era o repouso dos Pastores de Árvores. A floresta de Fangorn foi ficando situada na extremidade do sudeste das montanhas místicas, perto da abertura que dava para Rohan. As montanhas deram forma à beira ocidental de Fangorn. Na extremidade da montanha a escala esteve a Construção de Isengard perto do canto do sudoeste da floresta. Ao leste e ao sul de Fangorn estava a terra de Rohan. Lothlórien estava colocada aproximadamente a setenta e cinco milhas do norte de Fangorn.

 

 

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A Floresta de Fangorn tem aproximadamente cento e dez quilômetros do norte ao sul e cem quilômetros do leste para o oeste, cobrindo uma vasta área de aproximadamente dez mil quilômetros quadrados. Faz fronteiras com Rohan, Lothlórien  e com o Rio de Nimrodel. Existiam dois rios que fluíam da floresta de Fangorn. Na parte do norte da floresta, o Limlight fluía das madeiras e deu forma então à beira do norte de Rohan antes de chegar e se juntar ao Anduin. No Sul de Fangorn, os riachos dos pastores das árvores começam das inclinações de Methedras, o último pico das montanhas místicas. O rio emergiu de Fangorn e fluiu para o Sul e para o Leste com divisões para Rohan até o Anduin.

As águas dos riachos dos pastores das árvores tiveram propriedades especiais e aumento de crescimento e vigor promovido em coisas vivas para a quem as tomasse, era uma água com um encanto natural, fornecendo energia e até força vital para os que tomasse, apenas os de raças bondosas e que a cima de tudo amassem a natureza e as árvores.

No Sudoeste de Fangorn localizava-se o vale de Bowl Shaped e o vale de Derndingle, onde os pastores das árvores realizavam suas reuniões chamadas Entebates. Abaixo das bordas dos riachos dos pastores das árvores encontrava-se o Salão principal, o repouso principal de Barbárvore, o mais velho de todos os pastores das árvores. Um pouco mais distante do riacho dos pastores das árvores, aproximadamente três a quatro milhas da borda oriental da floresta, havia um monte desencapado com as etapas de pedra que conduzem ao alto onde Barbárvore esteve e olhou para fora sobre as árvores quando fora levar os Hobbits para Isengard. A floresta de Fangorn era densa e coberta, e o ar sentia-se pesado e sufocante. Era tão ofuscante sob as árvores, mais não completamente escura como A Floresta das Trevas, era uma floresta quieta e ao mesmo tempo terrível para os forasteiros, cheia de raiva e ódio com o passar dos tempos e os feitos causados a ela.
 
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A Floresta de Fangorn no mundo todo teve uma reputação ruim, como um lugar estranho e perigoso. Por não ser habitado por homens ou elfos. E terem muitas lendas a seu respeito más. Mas embora haviam lugares escuros, a floresta de Fangorn não era um lugar mal e era perigoso somente àqueles que ameaçavam as suas árvores ou a biota que lá vivia, como os Orcs que vinham com seus machados para destruir e queimar tudo o que viam pela frente.

A floresta era a casa de muitos tipos diferentes de árvores e espécies nativas da região, incluindo as árvores cinzas, vidoeiro, castanha, abeto, linden, carvalho, rowan, e salgueiro, algumas árvores que eram ao contrário de todas as outras na Terra Média. Muitas das árvores eram muito velhas e algumas foram penduradas com as costas dos troncos como galhos arrastando-se. Algumas das árvores eram mais acordadas e cientes do que as outras. Além, às árvores ordinárias, haviam também os “Huorns” – árvores ou seres que poderiam andar e falar. Alguns foram dispersados entre as árvores quando as centenas de outras viveram nos vales profundos na floresta de Fangorn.

Os pastores das árvores eram os seres sentinelas grandes que guardavam a floresta e vigiavam as árvores. Guardavam e cuidavam das madeiras, mantendo-as para fora dos desconhecidos e importando-se apenas com as árvores – prestando atenção, treinando, ensinando, e removendo ervas daninhas e de ajuda para a cura e vida. Os pastores das árvores assemelhavam-se com as árvores, mas foram contadas entre os povos livres da Terra Média por habitar apenas as florestas e não se incomodar com os outros povos de fora. Sua raça era a mais antiga da Terra Média, ela fora criada antes mesmo dos Primogênitos de Ilúvatar (os Altos Elfos) nascerem e vierem para habitar os bosques e as florestas que Yavanna criara outrora e que por sua tristeza e mágoa Ilúvatar concebeu os pastores das árvores para cuidar das árvores e das florestas. Três dos pastores de árvores mais antigos residiram na floresta de Fangorn, e os nomes deles eram: Barbárvore, Skinbark, e Leaflock. Os outros dois pastores das árvores de Fangorn eram Beechbone e Quickbeam incluídos. Não havia nenhuma Entesposa em Fangorn, porque tinham saído das madeiras longas para tender os jardins e colheitas ao leste do Anduin e que lá ficaram até sua destruição ou vagaram para mais longe em busca de um repouso melhor, mais isto ninguém sabe dizer ao certo.

 
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Sem as Entesposa, não havia nenhum pastor de árvores jovem. A floresta de Fangorn era originalmente a parte de uma terra grande que cobria as terras ao Oeste das Montanhas Místicas. Fangorn foi descoberta então como a extremidade do Leste, uma seção da madeira grande que estendeu-se a leste das montanhas. Durante a Segunda Era, a maioria das madeiras foram reduzidas por Homens ou destruídas durante a invasão de Sauron de Eriador e logo mais tarde de Saruman de Isengard. Muitas partes de sua floresta fora desmatada e queimada pelos Orcs e isto só aumentou a raiva e poder dos pastores das árvores para com os Orcs. Para o fim da Terceira Era, os únicos restos de madeiras grandes eram as da floresta velha no norte e a de Fangorn para o sul. Uma vez, a floresta de Fangorn foi conectada às florestas e reservas de Lothlórien por uma área de floresta aberta com as árvores pequenas. Não havia nenhuma beira visível entre as duas florestas, mas Barbárvore e o rei dos Galadhrim de Lothlórien (possivelmente Amdir, pai de Amroth) concordaram que as florestas dos pastores das árvores e a dos elfos teriam que ser separadas. A tempo, a floresta entre as duas florestas residiram. Lothlórien e Fangorn foram divididas de um a outro completamente. No fim da segunda era, e Barbárvore e alguns dos pastores das árvores foram há busca das Entesposas, mas ao chegar lá, seus jardins tinham sido destruídos por forças de Sauron e as Entesposas foram ido a um lugar desconhecido para os pastores das árvores. E os pastores das árvores retornaram para Fangorn cheios de tristeza e mágoa por terem perdido as Entesposas e tornaram-se isolados e esquecidos pelo mundo todo exceto como lendas entre os Elfos e Homens mais sábios. Poucos povos ousaram arriscar-se na floresta de Fangorn. Temiam-na acima de tudo.

Notas do autor: “A Floresta de Fangorn é uma área de proteção permanente fantástica, lá habitara os últimos remanescentes dos pastores das árvores, uma das mais antigas e belas criações de Ilúvatar por amor a Yavanna, é fascinante procurar cada dia mais manuscritos e obter mais conhecimento sobre a Floresta de Fangorn, pelo que consta pouco conteúdo nas obras do nosso amado professor J.R.R. Tolkien. sua vegetação e biota são magníficos e espero terem gostado do artigo que fiz. Agradeço-lhes.”

Anfalas

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Quando olhamos para o mapa da Terra Média e especificamente focamos nossos olhares para o reino de Gondor, podemos perceber como é grande sua extensão territorial.

 

 
Por ser um reino muito extenso existe uma considerável diversidade ambiental (paisagens) e cultural este último um dos pontos mais marcantes dos descendentes de Númenor. Entretanto, o objeto deste artigo é identificar algumas características físico-ambientais e populacionais de uma determinada região de Gondor, a província e/ou região administrativa de Anfalas, localizada em um dos pontos mais ocidentais de Gondor.

Os seus limites ou áreas de domínio “anfalo-gondoriano” eram:

No oeste (Ponente) com o rio Lefnui e as Drúwaith Iaur próximo ao grande mar de Belegaer que também limita Anfalas ao sul (Ostro). Ao norte (Tramontana) limitando-se com as Ered Nimrais (Montanhas Brancas), a Leste (Levante) com outra província, de Belfalas (esta que estava dentre as mais importantes politicamente durante a Terceira Era), tendo como limites o rio Morthond.

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Anfalas era conhecida pelos povos da Terra Média como a distante Praia Comprida devido sua posição geográfica; a maior parte de seus domínios limitava-se com o grande mar de Belegaer, por isso desse nome, Praia Comprida. Também era conhecida como Langstrand em Westron (a Língua Comum).

O seu terreno é bastante acidentado, apresentando acidentes geomorfológicos, ou seja, maciços rochosos como as Ered Nimrais, e áreas próximas as Drúwaith Iaur. Há também uma ampla área composta por colinas, ou montes verdes que são as Pinnath Gelin; suas características de acordo com os mapas apresentam colinas de topos aplainados e em outras partes, bastante escarpados. Na região costeira têm-se belas praias com amplas planícies de Leste a Oeste, e indo à direção Norte, há grandes braços da imponente cadeia de Montanhas, as Montanhas Brancas.

Sua população era bastante escassa e não havia cidades e sim vilas e povoados espalhados pelo seu território, pois estava de certo modo afastado das regiões mais centrais de Gondor. A população de Anfalas era composta basicamente por camponeses, caçadores, pastores, pescadores, e ferreiros.

História

O povo de Anfalas participou da Guerra do Anel onde uma longa fileira de homens de vários tipos, desde caçadores e pastores, e homens de pequenas aldeias marcharam para defender Minas Tirith. Tais homens estavam modestamente equipados, mas com exceção os homens da casa de Golasgil, o senhor da região. Também de Lamedon, montanheses se juntaram assim como os pescadores do Ethir, mais ou menos uma centena deles e da região de Pinnath Gelin veio Hirluin, o Belo, com 300 homens esplendidos e vestidos de verde pronto para defender Minas Tirith a qualquer custo.

Em passados mais remotos Anfalas foi atacada e invadida por corsários de Umbar, mas Telemehtar, filho de Tarondor, lembrando da morte de Minardil e sentindo-se incomodado pela arrogância e crueldade dos corsários, reuniu uma grande força e no ano de 1810 tomou Umbar. Nesta guerra sangrenta os últimos homens descendentes de Castamir morreram, e Umbar mais uma vez ficou sob administração dos reis por um bom tempo. Entretanto, com novos males que atingiram Gondor, a região de Umbar foi novamente invadida e dominada pelos homens de Harad.

Perfil topográfico de Anfalas

 
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Referências Bibliográfica

TOLKIEN, John Ronald Reuel Tolkien. O senhor dos anéis: o retorno do rei. São Paulo: Martins Fontes, 2002, 5 – 441.
TOLKIEN, John Ronald Reuel Tolkien. Contos Inacabados: Martins Fontes, 2002.
Sibley, Brian e Howe, John. The Maps of Tolkien’s Middle-Earth with Map: Hardcover, 2005.

Calacirya

Literalmente significando “Fenda da Luz” na língua dos Altos Elfos, Calacirya era também chamada de Passagem da Luz, pois era a única passagem através das grandes Montanhas Pelóri nas Terras Imortais, e durante as Eras das Árvores dos Valar a abençoada luz dessas árvores fluía através dessa passagem. A colina de Túna foi colocada no meio dessa passagem, sob a qual foi construída Tirion, a cidade chefe dos Altos Elfos de Eldamar.
 
 

Cair Andros

Fortificada por Túrin II, o 23o Regente a governar Gondor, durante o 30o século da Terceira Era, Cair Andros era uma ilha no Rio Anduin logo ao norte da Torre Branca que guardava a entrada para as terras de Gondor e Rohan.
 

Era uma ilha e fortaleza espetacular, modelada como um enorme navio com a alta proa apontando para a nascente do Anduin. A correnteza do Anduin quebrando com violência contra a sua “proa” explica o seu nome, que significa “navio-da-grande-espuma”. Durante a Guerra do Anel, Cair Andros foi ferozmente defendida pelos Homens de Gondor, mas finalmente caiu sob o domínio das forças de Mordor. Entretanto, após a decisiva Batalha dos Campos de Pelennor e a retirada dos exércitos de Sauron, Cair Andros foi retomada por Gondor.

 

Bri

É tido como fundada durante a Segunda Era do Sol por Homens de Dunland, Bri era a principal vila da Região de Bri (as outras sendo Valão, Archet e Estrado). Era encontrada no cruzamento entre a Grande Estrada Leste e a Estrada Norte, logo a leste do Condado e no coração do que fora outrora o reino de Arnor, e era a casa de uma centena de Hobbits e Homens.

 

 

Durante a Guerra do Anel, Bri havia diminuído muito em tamanho e importância desde os grandes dias de Arnor. Porém, considerando a escala de destruição de Arnor nas mãos do Bruxo-rei de Angmar, é surpreendente que Bri tenha sobrevivido. Essa sobrevivência se deu em parte à proteção dos Guardiões do Norte e em parte à sua posição estratégica no cruzamento das duas principais rotas de comércio. Para muitos que viajavam por essas estradas, Bri era mais conhecida pela Taverna do Pônei Saltitante, a mais antiga taverna da região e o melhor lugar para se atualizar às novidades e fofocas de lugares pertos e distantes.

 

Bolsão

Bolsão, por J.R.R. Tolkien

Bolsão era considerada pelos Hobbits como a melhor toca de Hobbit da Vila dos Hobbits, se não de todo o Condado. Construída no 28o século da Terceira Era, no topo da Colina, era a casa de três gerações de Bolseiros: Bungo, Bilbo e Frodo.

 

Em 3018, quando embarcou na Sociedade do Anel, Frodo vendeu Bolsão para Lobélia e Lotho Sacola-bolseiros. De setembro de 3019, durante os últimos meses da Guerra do Anel, se tornou o Quartel General de Saruman, o mago maligno durante o seu breve reinado de terror sobre o Condado. Após a destruição de Saruman, Bolsão foi restituída a Frodo por Lobélia. Quando Frodo Bolseiro partiu das praias da Terra-média em um navio Élfico para as Terras Imortais, Bolsão se tornou casa de Sam Gamgee, sua família e herdeiros.

 

Beleriand

Até afundar no começo da Segunda Era do Sol, Beleriand poderia ser encontrada a oeste das Montanhas Azuis no extremo noroeste da Terra-média. Todos os Eldar passaram pro Beleriand durante a Grande Jornada, mas os Teleri ficaram ali por um longo tempo enquanto esperavam que Ulmo, o Senhor do Oceano viesse para os levar para as Terras Imortais.
 
Entretanto, nem todos partiram; os Elfos Sindar ou Elfos Cinza de Doriath e Falas ficaram para trás e por todas as Eras do Brilho das Estrelas construíram maravilhosos reinos ali. Do Leste também vieram outros povos remanescentes dos Teleri, os Elfos Laiquendi, que se estabeleceram nas terras ribeirinhas de Ossiriand, pouco a leste das Montanhas Azuis. Mais tarde, durante a Primeira Era do Sol, os Elfos Noldor que retornavam das Terras Imortais, fizeram os seus reinos de Nargothrond, Himlad, Thargelion, Dorthonian, Gondolin, Mithrim Dor-lómin, Nevrast e Beleriand Oriental. Além dos povos Élficos, existia também os dois reinos Anões de Nogrod e Belegost, várias tribos nômades de Homens e, finalmente, as forças invasoras dos Orcs, Balrogs, Dragões e outros monstros que saiam do reino de Angband. Foram essas terríveis invasões de Morgoth que acabaram por trazer ruína a todos os Reinos Élficos durante a Guerra das Jóias. Isso resultou na Guerra da Ira, aonde os próprios Valar vieram para destruir Melkor, mas ao fazer isso, toda Beleriand foi destruída e engolida pelo Mar.
 

Belegost

Um dos dois reinos Anões construídos nas Montanhas Azuis de Beleriand durante a Segunda Era do Brilho das Estrelas, Belegost é Élfico para “Fortaleza Poderosa”. Em Khuzdul, a língua dos Anões, era chamada Gabilgathol ou Mickleburg.
 
Os Anões de Belegost foram os primeiros a entrarem em Beleriand, e estavam entre os melhores ferreiros e escultores de pedra da Terra-média. Foram, também, os primeiros Anões a forjar cotas de malha. Eles comercializavam suas incomparáveis armas de aço com os Sindar e, contratados pelo Rei dos Elfos Cinza, Thingol, eles cavaram o mais belo dos reinos, as Mil Cavernas de Menegroth. Na Guerra das Jóias, os Anões de Belegost ganharam enorme fama, pois somente eles, durante a Batalha das Incontáveis Lágrimas, conseguiam suportar as chamas lançadas pelos Dragões de fogo, por serem uma raça de ferreiros acostumada ao calor em seus reinos, usavam máscaras de aço à prova de fogo que protegiam os seus rostos. Embora o rei de Belegost, Senhor Azaghâl, tenha sido morto na batalha, ele feriu Glaurung e forçou o Pai dos Dragões e todos os seus Dragões a fugirem do campo de batalha. Por mais valentes e esforçados que fossem os Anões de Belegost, seu reino, junto com toda Beleriand, fora completamente destruído e afundou sob o Mar. Os poucos que conseguiram se salvar fugiram em direção ao leste e lá fundaram as mansões de Khazad-dûm.