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Entrevista com Adam Tolkien

adam.jpgEssa entrevista, com Adam Tolkien, foi feita no Dia da Leitura de Tolkien, a entrevista conta a história de como Tolkien escreveu o livro: Os Filhos de Húrin, e várias outras informações importantes da formação do livro.
 

P: Quando Os Filhos de Húrin foi originalmente escrito?

Adam Tolkien
: A primeira versão dos Filhos de Húrin, remonta a 1916, quando JRR Tolkien foi um soldado na batalha de Somme. Os filhos de Húrin é, sem dúvida, uma das primeiras histórias que ele escreveu e que trabalhou fora. Depois, ele escreveu-o em uma versão diferente para que fosse considerado como o seu grande trabalho, O Silmarillion. No entanto, todos os editores do qual ele apresentou, O Silmarillion, recusou publicá-lo. Meu avô tinha acabado de publicar O Hobbit.Os editores queriam uma continuação, uma história sobre hobbits. Assim, Tolkien começou a escrever O Senhor dos Anéis…

P: Por isso, o editor “ordenou” O Senhor dos Anéis?

Adam Tolkien
: Sim, de fato. Tolkien não tinha previsto ao escrevê-lo. Ele deu-se completamente ao O Silmarillion, que representou a sua pedra filosofal. Durante cerca dos quinze anos, ele foi totalmente dedicado este "fim" e ele foi totalmente tomado pelos mundos de distância que ele inventou. Após terminar O Senhor dos Anéis ele retornou aos Filhos de Húrin.

P: Os filhos de Húrin assemelha-se muito mais a O Senhor dos Anéis do que O Silmarillion; assim pode-se lê-lo mais facilmente: Como se explica isso?

Adam Tolkien: Isto é devido à evolução da escrita do meu avô. O Silmarillion é uma história épica, é um estilo, que se pode ser visto como um estilo bíblico.

P: Algumas vezes até hermético…

Adam Tolkien: Talvez, sim. Mas quando escreveu O Senhor dos Anéis, Tolkien mudou seu interesse em direção à psicologia dos personagens. Quando ele se dedicou a Os Filhos de Húrin de novo, tinha modificado completamente seu jeito de escrever. Ele estava muito mais interessado em histórias realistas, na vida dos personagens e na evolução dos mundos que ele tinha criado.

P: Mas ele escreveu três versões de Os Filhos de Húrin?

Adam Tolkien: Meu avô escreveu muito, mas estava muito desorganizado. Ele escreveu em tudo em que ele pudesse por as mãos. Por exemplo, durante a Segunda Guerra Mundial, no verso de papéis de seus alunos.
A primeira versão, de 1916, é um trabalho relativamente curto, e foi publicado no Os Contos Inacabados. Nos anos 30, Tolkien fez uma segunda versão, que era curta também e pode ser vista como uma sinopse do conto. Então ele começou a terceira versão nos anos 50. Meu pai, Christopher Tolkien, fez uma reunião começando dessas versões, e muitos outros fragmentos.

P: Uma reunião?

Adam Tolkien: Meu pai conhecia J.R.R. Tolkien e seu trabalho muito bem. Como meu avô, ele era professor de filologia em Oxford. Então ele trabalhou por trinta anos nos papéis de meu avô, para organizar e publicar O Silmarillion e os doze volumes de A História da Terra-média, que retrata o desenvolvimento desse mundo e seus mitos fundadores. Então ele tinha um conhecimento suficiente para cumprir a reunião de Os Filhos de Húrin, que, em acréscimo, consta de capítulos escritos completamente suficientes, tanto que ele poderia fazê-lo sem ter que re-escrever nada.

P: Existem outros romances inacabados de J.R.R. Tolkien, que poderia “vir à tona”?

Adam Tolkien: Existem outros contos, mas que tem muito menos corpo que esse conto. Meu pai sempre se recusou a produzi-los em um livro coerente e indubitavelmente nunca o fará. Além disso, nem eu irei. Nós não queremos fazer um comércio sobre o nome de Tolkien.

P: Mas, se o romance estava quase pronto, por que levou trinta e cinco anos depois da morte de J.R.R. Tolkien para publicá-lo?

Adam Tolkien: Porque meu pai inicialmente trabalhou em O Silmarillion, então nos 12 volumes de A História da Terra-média, concedendo à vontade de seu pai, que tinha nomeado-o como testamenteiro literário. Somente em 1996 ele começou a trabalhar em Os Filhos de Húrin. Mas ele não estava convencido se podia transformá-lo em um romance. Talvez, porque ele ficara um tanto cansado! Então os três filmes de Peter Jackson foram lançados, o que não nos envolve diretamente.

P: Como assim?

Adam Tolkien: Meu avô vendeu os direitos em 1967 e nós não tínhamos qualquer direito de interferir. O mais simples foi, desta maneira, não se afligir com isso. Quando os filmes foram lançados, meu pai até parou de trabalhar em qualquer material relacionado à Tolkien por um bom tempo.

P: O que você achou dos filmes?

Adam Tolkien: Meu ponto de vista é completamente pessoal: eu não sou um grande fã dessas adaptações de Hollywood. Eu gosto muito mais dos filmes anteriores de Peter Jackson, mas considerando o enorme tamanho de seu projeto de Senhor dos Anéis, acho que ele perdeu o fôlego e a poesia de Tolkien. As decorações são muito bonitas, porque elas são reais, mas os efeitos especiais não chegaram lá ainda. Você podia realmente percebê-los…

Eu, eu teria gostado de ver outra coisa, um meio ambiente como aquele de O Sétimo Selo, de Bergman. Seria interessante fazer uma série, o que teria tornado possível desenvolver uma adaptação do filme, sem perder o fôlego.

P: Voltando a Os Filhos de Húrin. Esse é um trabalho de J.R.R. Tolkien ou Christopher Tolkien?

Adam Tolkien: De ambos. Meu pai não adicionou nada, mas ele publicou, restaurou as conexões entre as histórias, criou lógica, enquanto decidia privilegiar essa ou aquela versão. O ofício do filólogo ajudou-o a decifrar os textos antigos. Mas, se você dá uma boa olhada nesse livro, percebe que é talvez um pilar sem os trabalhos de Tolkien: o conto de Os Filhos de Húrin está rapidamente presente em Os Senhor dos Anéis e é um elemento muito importante em O Silmarillion.

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Entrevista de J. R. R. Tolkien em 1971

JohnRonaldReuelTolkien_VaLiNoR2013
Essa entrevista nos mostra a importância das velhas gravações. Elas podem nos dizer muito mais do que apenas cartas e biografias, porque ouvindo a voz de alguém você pode ouvir como ele reage e sente melhor como eles pensam sobre vários assuntos.
Para aqueles interessados, essa entrevista pode ser encontrada em “J.R.R. Tolkien: An Audio Portrait (CD) (2001)”, apresentada por Brian Sibley. Foi primeiramente lançada em uma versão editada em 1980 como uma fita de áudio comercial por BBC Casettes, Londres, e Audio-Forum em Guilford, Connecticut.
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J.R.R. Tolkien: Há muito tempo atrás eu escrevi O Hobbit, e muito tempo antes de eu escrever isso, eu construí esse mundo mitológico.

D. Gerrolt: Então você possuía algum esboço em cima do qual era possível trabalhar?

J.R.R. Tolkien: Sagas imensas, sim… Eu fui absorvido por elas como o próprio Hobbit fez, como você sabe, O Hobbit era originalmente sobre aqueles anões e tão logo ele saiu mundo afora ele se emocionou e sutilmente deslizou para dentro desse mundo.

D. Gerrolt: Então seus personagens e sua história realmente tomaram conta. [Silêncio] Quando eu digo tomaram conta, eu não quero dizer que você estava completamente sob seu feitiço ou qualquer coisa deste tipo.

J.R.R. Tolkien: Oh não não, eu não me desvio com respeito a sonhos de maneira nenhuma, não [risos] não não, não é uma obsessão de forma alguma. Você tem essa sensação que nesse ponto [fuma seu charuto] A, B, C, D, apenas A ou um deles é certo e você tem que esperar até ver. Eu tenho mapas, é claro. Se você está elaborando uma história complicada, você deve trabalhar em um mapa, senão você pode nunca fazer um mapa dela depois. As luas, eu acho, finalmente as luas e o pôr-do-sol funcionaram de acordo com o que eles foram nessa parte do mundo em 1942, na verdade. Deve ter sido algo por volta disso.

D. Gerrolt: Você começou a escrevê-lo em 1942, não foi?

J.R.R. Tolkien: Oh não, eu comecei assim que O Hobbit saiu – nos anos 30.

D. Gerrolt: E quando acabou de escrevê-lo, ele foi publicado em seguida.

J.R.R. Tolkien: Eu escrevi o último… em 1949 – eu lembro que realmente chorei na conclusão da história. Mas então, é claro, havia uma quantidade enorme de revisões. Eu datilografei toda essa obra duas vezes e muito dela, muitas vezes, sobre uma cama no sótão. Eu não pude arcar, é claro, com a impressão. Há alguns erros ainda e também me diverte dizer, como eu creio, que estou em uma posição onde não importa o que as pessoas pensam de mim agora. Havia alguns terríveis erros de gramática, os quais, para um Professor da Língua Inglesa e Literatura, são particularmente chocantes.

D. Gerrolt: Eu não notei nenhum.

J.R.R. Tolkien: Tinha um onde eu usei cavalgou como o particípio de cavalgar! [risos]

D. Gerrolt: Você sente algum tipo de culpa como filólogo, como Professor de Língua Inglesa, com os quais você estava preocupado com as origens factuais da língua, por você ter dedicado uma grande parte da sua vida a uma coisa fictícia?

J.R.R. Tolkien: Não. Estou certo de que realmente fiz o idioma muito bem! Há muita compreensão lingüística nele. Não sinto qualquer complexo de culpa sobre O Senhor dos Anéis.

D. Gerrolt: Você tem uma afeição particular por essas coisas simples e confortáveis da vida que o Condado incorpora: o lar e o cachimbo e o fogo e a cama – as virtudes humildes?

J.R.R. Tolkien: Você não?

D. Gerrolt: E você não, professor Tolkien ?

J.R.R. Tolkien: É claro, sim sim sim.

D. Gerrolt: Você tem então um afeto particular pelos Hobbits ?


J.R.R. Tolkien:
Isso é o motivo de me sentir em casa… olha, O Condado é bem o tipo de mundo no qual eu pela primeira vez me tornei ciente das coisas. O que foi talvez rude para mim porque não nasci nele. Eu nasci em Bloomsdale na África do Sul. Eu era muito novo quando voltei, mas ao mesmo tempo bate na sua memória e imaginação, mesmo se você não pense nisso. Se a sua primeira árvore de Natal for um eucalipto murcho e você normalmente fica incomodado com o calor e a areia… e então ter justamente a idade na qual sua imaginação está se expandindo e de repente encontrar-se em uma tranqüila aldeia de Warwickshire creio que gera um amor específico pelo o que você poderia chamar de interior inglês das Midlands centrais. Baseado em boa água, pedras e olmeiros e pequenos e tranqüilos rios e assim por diante, e é claro, camponeses nos arredores.


TolkienBiblioteca-ValinorDez2013D. Gerrolt:
Com que idade veio você para a Inglaterra ?


J.R.R. Tolkien:
Eu creio… eu tinha por volta de três anos e meio. Muito impressionante é claro, porque é uma das coisas que as pessoas dizem não lembrar, é como constantemente fotografar a mesma coisa sobre o mesmo prato. Leves mudanças simplesmente fazem um borrão. Mas se uma criança tem uma mudança repentina como essa, é consciente. O que tenta fazer é ajustar as novas memórias às antigas. Eu tenho uma imagem perfeitamente clara e vívida de uma casa que eu agora sei que é na realidade um bem trabalhado pastiche de minha própria casa em Bloemfontein e a casa da minha avó em Birmingham. Posso ainda me lembrar de descer a estrada em Birmingham e me perguntar o que tinha acontecido à grande galeria, o que aconteceu ao balcão. Conseqüentemente, lembro das coisas extremamente bem, eu consigo lembrar de me banhar no Oceano Índico antes dos dois anos de idade e eu lembro bem claramente.


D. Gerrolt:
Frodo aceita o fardo do Anel e ele incorpora, como um personagem, as virtudes de longo sofrimento e perseverança, e por suas ações alguém quase poderia dizer, no senso budista, que ele “adquire mérito”. Ele se torna, na realidade, quase uma figura de Cristo. Por que você escolheu um Pequeno, um Hobbit para esse papel?


J.R.R. Tolkien:
Eu não escolhi. Eu não fiz muitas escolhas, eu escrevi O Hobbit, entende… tudo que eu estava tentando fazer era continuar do ponto onde O Hobbit parou. Eu tinha Hobbits em minhas mãos, não tinha?


D. Gerrolt:
Realmente, mas não há nada em particular “como Cristo” sobre Bilbo?


J.R.R. Tolkien:
Oh não. Não não.

D. Gerrolt: Mas diante do mais espantoso perigo ele luta e continua, e chega ao seu objetivo.


J.R.R. Tolkien:
Mas isso se parece, creio eu, mais com uma alegoria da raça humana. Eu sempre tive a impressão que estamos aqui sobrevivendo por causa da coragem invencível de pessoas muito pequenas contra chances impossíveis: selvas, vulcões, animais selvagens… eles lutam, quase cegamente, de certa maneira.


D. Gerrolt:
Eu pensei que de modo concebível Midgard poderia ser a Terra-média ou possuir alguma conexão.


J.R.R. Tolkien:
Oh sim, elas são a mesma coisa. Muitas pessoas cometeram esse erro de achar que a Terra-média é um tipo particular de terra ou é outro planeta do tipo de ficção científica, mas é apenas um velho termo moldado para esse mundo em que vivemos, como imaginado cercado pelo oceano.


D. Gerrolt:
Parecia para mim que a Terra-média era de certo como, como você diz, este mundo que vivemos, mas em uma era diferente.


J.R.R. Tolkien:
Não… em um grau diferente de imaginação… sim.


D. Gerrolt:
Você tencionou em O Senhor dos Anéis que certas raças deveriam incorporar certos princípios: a sabedoria de elfos, a arte de anões, a administração e as batalhas dos homens, e assim por diante?

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J.R.R. Tolkien:
Eu não o planejei. Mas quando você tem esses povos nas mãos, você tem que fazê-los diferentes, não tem? Bem, é claro, como todos nós sabemos, no final das contas nós temos apenas a humanidade com quem trabalhar. Temos apenas o corpo humano. Nós todos… ou pelo menos a maior parte da raça humana… deveríamos gostar de ter maior poder mental, maior poder de arte, pelo que eu penso que a distância entre a concepção e o poder de execução deveria ser abreviado, e nós deveríamos desejar um tempo maior, se não um tempo indefinido, com o qual continuar aprendendo mais e fazendo mais.

Então fazemos os elfos imortais em uma lógica. Eu tive que usar imortal, mas não quis dizer que eles eram eternamente imortais, simplesmente que eles possuem vida muito longa e sua longevidade provavelmente dura enquanto durar a habitabilidade da Terra.

Os anões, é claro, são bem óbvios, você não poderia dizer que de várias formas eles lembram os judeus? Suas palavras são semitas obviamente, construídas para serem semitas.

Hobbits são apenas ingleses rústicos, feitas de baixa estatura porque isso reflete (no geral) o pequeno alcance de sua imaginação – não o pequeno alcance de sua coragem ou poder latente.

D. Gerrolt: Isto parece ser uma das grandes forças do livro, esta conglomeração enorme de nomes – alguém não se perde, pelo menos não depois da primeira leitura, depois a segunda leitura do livro.


J.R.R. Tolkien:
Fico muito contente que você me diga isso, porque eu fiquei muito preocupado. Além disso, me dá grande prazer, um bom nome. Eu sempre, na escrita, comecei com um nome; me dê um nome e isso produz uma história, e não o contrário, como é feito normalmente.


D. Gerrolt:
Dos idiomas que você conhece qual foi de maior ajuda para você na criação de O Senhor dos Anéis?


J.R.R. Tolkien:
Oh… sim… obviamente as línguas modernas, eu deveria dizer que o Galês sempre me atraiu. Por seu estilo e som mais que qualquer outra, mesmo apesar de tê-lo visto pela primeira vez em vagões de carvão, eu sempre quis saber sobre o que era.


D. Gerrolt:
Parece a mim que obviamente a melodia do galês aparece nomes que você escolheu para montanhas e para lugares em geral. Você reconhece isso?

J.R.R. Tolkien: Muito. Contudo uma mais rara, mas bem forte influência sobre mim foi o finlandês.

D. Gerrolt: O livro é para ser considerado como uma alegoria?


J.R.R. Tolkien:
Não. Eu não gosto de alegoria, não importa quando eu a percebo.


D. Gerrolt:
Você considera o declínio do mundo como o declínio da Terceira Era em seu livro? E você vê uma Quarta Era para o mundo no momento, nosso mundo?


J.R.R. Tolkien:
Na minha idade, eu sou exatamente o tipo de pessoa que viveu dentro de um dos mais rápidos períodos de mudança conhecidos na história. Certamente nunca houve em setenta anos tanta mudança.


D. Gerrolt:
Há uma característica outonal ao longo do todo de O Senhor dos Anéis, em um caso um personagem diz que “a história continua, mas eu pareço ter perdido o rumo dela…” porém, tudo está enfraquecendo, empalidecendo, pelo menos em direção ao fim da Terceira Era. Toda escolha tende à violação de alguma tradição. Agora isso me parece ser um pouco como a citação de Tenysson “a velha ordem muda, dá lugar a uma nova, e Deus se realiza de muitas maneiras”. Onde está Deus em O Senhor dos Anéis?


J.R.R. Tolkien:
Ele é mencionado uma vez ou duas.


D. Gerrolt:
Ele é o Único?


J.R.R. Tolkien:
O Único… sim.


D. Gerrolt:
Você é de fato um teísta?


J.R.R. Tolkien:
Oh, eu sou um católico romano! Um devoto católico romano.


D. Gerrolt:
Você deseja ser lembrado principalmente por suas escritas em filologia e outros assuntos ou por O Senhor dos Anéis e O Hobbit?


J.R.R. Tolkien:
Eu não deveria pensar que havia muita escolha no assunto – se eu sou lembrado de alguma maneira, será pelo O Senhor dos Anéis, eu aceito isso. Não será especialmente como o caso de Longfellow? As pessoas lembram que Longfellow escreveu Hiawatha, esquecem totalmente que ele foi um Professor de Línguas Modernas!

Valinor entrevista Helge Kåre Fauskanger

O [url=http://www.uib.no/People/hnohf]Ardalambion[/url] (com versão em português [url=http://www.ardalambion.com.br]aqui[/url]) é
 

O [url=http://www.uib.no/People/hnohf]Ardalambion[/url] (com versão em português [url=http://www.ardalambion.com.br]aqui[/url]) é o site mais completo sobre as línguas tolkienianas encontrado na Internet. O responsável por ele é Helge Kåre Fauskanger, filólogo norueguês e entusiasta das línguas de Tolkien, que nos concedeu uma entrevista onde fala, entre outras coisas, sobre sua paixão por idiomas, tolkienianos ou não, as desavenças que ocorrem entre dois grupos de lingüistas e o recém publicado livro de seu Curso de Quenya.

Clique [url=http://www.valinor.com.br/artigo/1224]aqui[/url] para ler a entrevista.

Valinor entrevista Mormegil

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[url=http://br.groups.yahoo.com/group/o_condado/]O Condado[/url] é uma das listas de discussão brasileiras sobre Tolkien que se destaca pelo grande número de mensagens e pela qualidade das discussões. O responsável por ela é Marcello Santos, o “Mormegil”, que nos concedeu uma entrevista em que falou sobre a lista, suas opiniões e interpretações da obra de Tolkien e dentre outros assuntos, do [url=www.ocondado.bravehost.com/]Projeto Livro Vermelho[/url], que pretende discutir “O Senhor dos Anéis” capítulo-a-capítulo.

Clique [url=http://www.valinor.com.br/artigo/1196]Aqui[/url] para ler a entrevista.

Valinor entrevista Mithrandir

E a nossa série de entrevistas continua, desta vez com o criador e fundador do site [url=http://www.duvendor.com.br]Duvendor[/url], Daniel “Mit
 

E a nossa série de entrevistas continua, desta vez com o criador e fundador do site [url=http://www.duvendor.com.br]Duvendor[/url], Daniel “Mithrandir”. Na entrevista ele conta um pouco da criação do site, fala um pouquinho sobre coisas pessoais e conta um pouco historia da comunidade Tolkien no Brasil. Confira no link abaixo:

[url=http://forum.valinor.com.br/kb.php?mode=article&k=1173&o=1]Valinor entrevista Mithrandir[/url]

Valinor Entrevista Ehlana

Continuando a série de entrevistas, desta vez entrevistamos a usuária Ehlana, ou melhor, a portuguesa Cláudia Silva que nos conta
 

Continuando a série de entrevistas, desta vez entrevistamos a usuária Ehlana, ou melhor, a portuguesa Cláudia Silva que nos conta um pouquinho sobre sua vida em Portugal e sua relação com as obras e com os filmes da trilogia. Confiram no link abaixo!

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Dessa vez, entrevistamos Henrique Costa, o Pandatur do fórum Valinor. Ganhador dos prêmios de Melhor Colaborador Notícias, Destaque Tolkien no Fórum, Destaque do Fórum (júri e popular) e Maior Colaborador de Notícias no 1º Estrelas de Valinor, ele nos fala como começou a se interessar por Tolkien e suas obras, aproveitando para contar um pouco sobre sua vida.

[url=http://forum.valinor.com.br/kb.php?mode=article&k=1139&o=1]Valinor entrevista Pandatur[/url]