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Novo livro trata de Tolkien, Lewis, os Inklings e Oxford

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A terra natal dos hobbits e de Narnia documentada em um novo livro de dois professores.

O mundo habitado por Tolkien e Lewis acaba de ser desbravado em mais um livro. E não se trata de nenhuma montanha altaneira, prado verdejante ou deserto indômito. O que os professores Harry Lee “Hal” Poe e Jim Veneman fizeram desde 2007 e que agora mostram em seu recém-lançado livro “The Inklings of Oxford” [sem tradução para o português] é uma descrição, por meio de imagens e palavras, da cidade de Oxford, tal qual era na década de 30, quando era habitada por CS Lewis, JRR Tolkien e seus amigos, os Inklings. 

 

Os Inklings, para aqueles que não sabem, são um grupo de escritores de Oxford, encabeçados por Tolkien, CS Lewis e o irmão deste, Warren (os únicos, aliás, que nunca deixaram o grupo). Esse grupo se reunia as terças e quintas e tinha por objetivo encorajar seus participantes a seguirem em frente com sua carreira literária, principalmente quando a literatura era fantástica.

Os encontros se realizaram por 30 anos, sendo interrompidos com a morte de Lewis em 63.

“Esse livro é uma apresentação dos escritores e suas obras através do lugar onde eles viveram”, diz Poe. “É a exploração de uma amizade que teve como resultado o encorajamento.”

“Tolkien tinha parado de escrever uma história várias vezes, mas Lewis o encorajou até que Tolkien finalmente terminou o que se tornaria a trilogia de O Senhor dos Anéis”, ele explica. “Ao mesmo tempo, Tolkien estimulava o amigo a entrar no ramo da ficção com ‘Out of the Silent Planet’ [Além do Planeta Silencioso], romance de ficção científica. A relação deles foi um ótimo negócio.”

De acordo com Veneman, Poe foi o guia turístico do duo em Oxford.

“Como nunca fui a Oxford antes e nunca vi nenhuma dessas coisas que fotografei nessa maravilhosa jornada, eu fui definitivamente conduzido por Hal”, ele diz. “Na verdade, eu fui apenas um seguidor com uma câmera.”

A relação de Poe com Oxford vem desde os seus tempos de quando fazia excursões anuais para a cidade.

“Estudei em Oxford para minha tese de doutorado”, ele diz. “Então eu conhecia a cidade como um pedestre, andando entre as construções medievais e os jardins espalhados entre as universidades. A atmosfera significava muito para mim em se tratando de conhecer esses autores.”

Armado com uma Nikon D200, Veneman tirou centenas de fotos de Oxford e de sua Universidade.

Cada dia era reservado a um tema específico: algumas vezes as fotos eram de pessoas, outras, de paisagens. Enquanto isso, Poe ia entrevistando pessoas que, assim como os Inklings, eram ligadas por fortes amizades.

“Enquanto estava lá e ouvia Hal contar história depois de história, eu podia jurar que Hal era um membro ex officio dos Inklings,” diz o fotógrafo. “Nós podíamos estar numa esquina qualquer da cidade e eu perguntava: ‘Hal, o que aconteceu aqui? ’ e ele logo me contava. Eu só ouvia história depois de história. Isso foi muito diferente de qualquer trabalho que eu já fiz.”

Outro motivo que tornou esse trabalho tão diferente para Veneman foi o fato de que as fotografias eram quase sempre de lugares, não de pessoas.

“Como um fotojornalista, as imagens quase sempre giram em torno de pessoas, suas histórias e suas situações,” ele diz. “De uma forma, eram coisas semelhantes… Mas era um formato diferente para eu trabalhar. Eu sempre procurei por momentos, pela mais leve expressão. E, de repente, não tive mais que fazer isso.”

De acordo com Poe, o livro é para aqueles que, apesar de terem lido As Crônicas de Nárnia e O Senhor dos Anéis, não são tão familiarizados com a história dos Inklings.

Em rasgados elogios a seu fotógrafo, Poe comenta que o livro não passaria de um projeto se não fosse o olhar especial de seu companheiro.

“A fotografia está impressionante”, ele diz. “Jim é um grande artista. As imagens são importantes, especialmente para esse livro. Foi uma aula para mim ver a criatividade e o olho dele. Precisa ser um artista de verdade para tirar as fotos que estão nesse livro.”

Continuando a rasgação de seda, Veneman, que leu o rascunho de Poe várias vezes para planejar sua viagem, diz:

“Eu fiquei cativado pela maneira que Hal conta a história. Eu sabia um pouco sobre o assunto, mas havia algumas áreas que eram simplesmente um vácuo para mim. Hal escreveu com a perspectiva de um contador de histórias. Está realmente muito fácil de ler.”

“E a história é mesmo sobre um grupo de pessoas e as ligações entre eles”, diz Veneman. “Essas ligações foram fundamentais, tanto para a vida pessoal de cada um quanto para suas carreiras, em suas aventuras de escritores.”

Fonte: Jackson Sun  

Veja abaixo algumas fotos de Oxford. 

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Encontrado manuscrito de Tolkien e Lewis

Você já ouviu falar em um livro chamado "Language and Human Nature" [Línguas e Natureza Humana]? Não? Bem, isso não é motivo para se envergonhar, pois esse livro não foi  nem lançado. Mas o que chama a atenção em relação a esse livro é que ele era um projeto de dois dos maiores escritores do século XX: os amigos JRR Tolkien e CS Lewis. Acontece que esse um manuscrito desse livro, que supostamente nem foi começado, foi encontrado recentemente por um professor texano.
 

A primeira menção a esse livro foi em 1944, em uma carta de Tolkien a seu filho Christopher. Um te mpo depois, um informativo de sua editora informava que ele seria lançado em 1950. Isso, porém, nunca aconteceu, o que levava a maioria dos estudiosos na obra dos dois autores a considerar que o livro nunca foi escrito.

O professor Steven Beebe, Chefe do Departamento de Estudos de Comunicação do Estado do Texas, descobriu os manuscritos na Biblioteca Bodleiana da Universidade de Oxford e documentou recentemente seu achado, indicando que o manuscrito era, na verdade, o começo do livro a quatro mãos que Tolkien e Lewis iriam escrever. Não há, entretanto, nenhuma evidência que Tolkien tenha  começado a trabalhar no projeto, já que apenas a caligrafia de Lewis está presente no rascunho.

"O que é empolgante," diz Beebe, "é que o manuscrito inclui algumas das conclusões mais precisas de Lewis sobre a natureza da linguagem e do significado. Tanto Tolkien quanto Lewis escreveram, separadamente, sobre comunicação, linguagens e significado, mas nunca publicaram nenhum trabalho colaborativo."

Beebe relatará sua descoberta ano que vem no Seven: An Anglo-American Literature Review , um publicação especializada no trabalho dos sete maiores escritores anglófonos do século XX, o que inclui Lewis e Tolkien

"Scraps" [restos, lixo]. Foi assim que Lewis intitulou o manuscrito encontrado por Beebe num pequeno caderno. Além disso, o velho caderno continha também alguns trechos das Crônicas de Nárnia O Sobrinho do Mago e A Viagem do Peregrino da Alvorada, além de algumas observações de Lewis sobre os mais diversos assuntos.

O método usado por Beebe para encontrar os textos inéditos foi um tanto quanto heterodoxo e contou com uma grande porção de sorte: tudo que ele teve que fazer foi virar o livro deo cabeça para baixo e lê-lo de trás para frente.

O texto, na verdade, foi encontrado há um bom tempo, mas foi só depois de muita pesquisa sobre a vida e obra dos amigos Tolkien e Lewis que o professor Beebe pode afirmar com certeza a natureza e a importância de seu achado. 

"Eu estava tão supreso por encontrar textos de Lewis sobre linguagem e significado,usando exemplos e ilustrações que não foram usadas em nenhum de seus trabalhos anteriores," diz Beebe. "Eu sabia que tinha encontrado algo interessante, mas, na época, não fazia ideia que se tratava de algo importante."

Na sua própria e inconfundível caligrafia, Lewis começa o livro dando sinais do que pretende fazer: discorrer sobre a natureza e a origem da linguagem. Só mais adiante, porém, é que se pode perceber a intenção de se escrever um livro colaborativo: pipocam expressões como "os autores consideram", ou "nossas anotações", ao invés da primeira pessoa do singular, que seria óbvio no caso de um livro apenas de Lewis, além de ser uma preferência dele. O livro, porém, não poderá ser admirado tão cedo, já que ele está sob copyright da  Lewis Estate. O processo para liberação dos textos, porém, já está correndo e o professor Beebe acredita que, uma vez que o texto venha a público, as ideias de Lewis sobre a natureza da linguagem, especialmente os aspectos orais, e como ocorre a significação das palavras quando os homens se comunicam, serão vistas de outra forma.

Beebe dá um curso chamado "CS Lewis: Crônicas de um Mestre em Comunicação" em uma universidade texana e começará, também, uma classe especial em Oxford que, além da tradicional dala de aula, tem seus cursos ministrados em vários outros lugares, como a própria casa de Lewis, o Colégio Magdalen e o hotel onde Lewis conheceu sua mulher.

"Meu objetivo em lecionar em Oxford é trazer Lewis de volta à vida e levar os estudantes a descobrir a aproximação de Lewis com a comunicação e o fato de descobrir ideias não-publicadas de Lewis sobre a linguagem dá maior profundidade a nossa  discussão", diz Beebe.

Um hobbit na televisão

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Você se lembra do Guilherme de Franco? Não? Bem, Guilherme de Franco é um conterrâneo meu que tem uma coisa que muita gente não tem: coragem de ir atrás dos seus sonhos. Ele nasceu em São José dos Campos (interior de SP), cursou história na USP e, além de historiador, é ator nas horas vagas. E o hobby está cada vez mais se tornando coisa séria, já que ele enviou um filme para ninguém menos que Peter Jackson e acabou sendo chamado para fazer testes para participar do elenco de O Hobbit. 

 

Então, o que aconteceu foi o seguinte: um cara da afiliada local da Rede Globo descobriu a história de nosso amigo Guilherme e acabou convidando-o para participar de seu talk-show, o Papo Vanguarda. E a entrevista na íntegra, (ok, não na íntegra por causa da edição) vocês acompanham aí embaixo.

Pra quem quiser saber mais sobre o Guilherme, leia a coluna dele aqui .

 

 

 

 

Os hobbits em O Hobbit?

Esq. para dir. Sam, Frodo, Pippin e Merry

Os tolkienmaníacos de plantão devem saber bem que, no período em que se passa O Hobbit, Frodo não estava nem "no calcanhar da avó", como dizem aqui na minha terra.

Guillermo del Toro, porém, deve ter tido algum contato recente com JJ Abrams (de Lost) e se encantou pelas viagens no tempo da série deste.

 

Digo isso porque Dominic Monaghan (o Merry dos filmes de O Senhor dos Anéis e, coincidentemente, o Charlie de Lost) disse à MTV no Festival de Sundance que os produtores de O Hobbit querem muito que eles [os hobbits Frodo, Sam, Merry e Pippin, interpretados respectivamente por Elijah Wood, Sean Astin, Dominic e Billy Boid] voltem e que ele pensa haver uma chance muito grande de eles retornarem. 

Embora a presença dos demais ainda tenha de ser  confirmada, no que depender de Dominic os nomes de todos eles com certeza aparecerão no final d’O Hobbit ou de sua possível sequência.

"Peter Jackson, que, obviamente, fez os primeiros filmes, é o produtor e os efeitos esperciais estão sob responsabilidade da empresa dele [a WETA]", ele explica, "e o diretor é Guillermo del Toro, que, a meu ver, seria a pesoa mais indicada, além de Peter Jackson, para dar ao filme qualquer quantidade de "ternura" que ele mereça. Obviamente, Ian McKellen vai estar de voltar e Andy Serkis vai estar de volta."

Sobre a descontinuidade espaço-temporal que sua participação em O Hobbit possa porventura causar, Monaghan comenta: "Nós não estamos em O Hobbit, não, mas eu acho que a ideia nas cabeças [de Jackson, del Toro e dos outros produtores] é que os filmes da trilogia de O Senhor dos Anéis foram tão adorados pelos fãs que eles estão muito interessados em agradecer pelo apoio que eles deram para os filmes de O Senhor dos Anéis e trazer de volta algumas das personagens que eles conhecem e amam."

"É uma história completamente diferente", ele continua, "Você não tem as mesmas personagens durante toda a história. E eu sempre vi O Hobbit como uma introdução mais infantil, enquanto O Senhor dos Anéis seria a obra principal."

Quando questionado se o fato de "beber muito da mesma fonte", que já assombrou o último filme de Indiana Jones, não o assustava, Monaghan insistiu que não tem medo de ir um pouco mais além com sua interpretação de Merry, que já é considerada perfeita.

"Eu não me vejo aposentando [Merry] de jeito nenhum. Não tenho nenhum plano para a aposentadoria. Você obviamente quer ter cuidado e interpretar no mesmo ritmo. Você só re-explora aquela personagem, e eu acho que uma vez que você calça seus  pés de hobbit e põe sua roupa de hobbit, é bem fácil chegar lá."

"E você assiste os filmes", diz ele, sobre seus planos para se preparar para interpretar Merry de novo. "E tenta entender o tom do que você estava tentando fazer. Eu estava tentando fazer um menino, como um menino de 11 anos [nos filmes originais], então é só voltar para o que era ser um menino e ter aquele senso de inocência [de novo]. Então não é muito difícil para me colocar de volta lá [no "espírito" de Merry]."

"Eu tenho conversado com Pete [Jackson] e [os roteiristas] Fran [Walsh] e Phillippa [Boyens] sobre a chance de voltar," diz ele sobre suas atividades recentes, que os fãs com certeza (eu não) irão achar maravilhosas. "Eu acho que os fãs dos primeiros três filmes de "O Senhor dos Anéis" ficarão encantados em voltar para o mundo."

 

Fonte: MTV News

Garoto tenta salvar hotel onde Tolkien escreveu O Senhor dos Anéis

PanfletoJá pensou passar a noite deitado numa cama que já foi ocupada por JRR Tolkien, acordar no outro dia e tomar café no mesmo lugar onde ele um dia tomou e, no final da tarde, ao ligar seu notebook para acessar a Valinor, colocá-lo em cima de mesma escrivaninha onde o professor um dia rabiscou em algumas folhas partes da história que hoje chegam até nós com o nome de O Senhor dos Anéis?

Bom, esse sonho pode vir a um dia se tornar realidade graças a um garoto inglês de 10 anos com um sobrenome famoso e bem conhecido pelos fãs de Tolkien.
 
 
Leon Howe é um estudante que vive em Lyme Regis, no Condado de Dorset, e que descobriu que um hotel na sua cidade já havia servido de pouso para ninguém menos que seu grande ídolo: JRR Tolkien. O problema é que esse hotel (o Three Cups) pertence a uma cervejaria, a Palmers Brewery, que, depois de deixá-lo abandonado por 20 anos, quer demoli-lo e transformá-lo em um prédio de apartamentos.

Para Leon, cuja mãe tem uma loja de animais de pelúcia em frente ao hotel, “antes disso, o Three Cups era só mais um prédio, mas agora é um prédio realmente importante.”

“Eu não acho que ele seja usado dessa forma. Eu estou extremamente bravo e não quero que o hotel esteja do mesmo jeito quando eu tiver a idade da minha mãe”, ele completa.

O protesto de Leon, que acabou virando um projeto de classe em sua escola, já conseguiu coletar mais de 1000 assinaturas com o intuito de que o Conselho Distrital de West Dorset (uma espécie de prefeitura regional) compre o prédio e depois o venda para uma entidade realmente interessada em restaurá-lo.

Segundo John Grantham, do Community Alert on Pubs and Hotels (Alerta Comunitário sobre Pubs e Hotéis, entidade destinada a avisar as autoridades sobre o estado de prédios históricos e cobrar medidas de preservação), na sexta, 5 de junho, mais de duzentas pessoas compareceram a um ato de protesto contra a derrubada do hotel.

“A história do Three Cups tem muito da história de Lyme Regis durante os últimos 150 anos,” ele diz. “É um lugar icônico onde partes de A Mulher do Tenente Francês [filme de 1981, com Meryl Streep e Jeremy Irons] foram gravadas. Jeremy Irons apoia nossa campanha.”

Além de Tolkien e das gravações do filme, o hotel também hospedou gente do calibre de Charles Chaplin, Dwight Eisenhower, Jane Austen e Alfred Tennyson.

“É um lugar maravilhoso, cheio de herança histórica”, ele completa.

A cervejaria dizia que os planos para restaurar o prédio nos últimos anos foram impedidos pela instabilidade geológica do local, mas agora mudou de ideia, dizendo que a verdadeira culpada foi a conjetura econômica. Desde então, o Conselho Distrital tem feito reparos emergenciais no hotel, como parte do plano de proteção costeira de Lyme Regis.

No fim de semana do dia 12 de junho houve outra reunião entre manifestantes e governo, não havendo chegado a um consenso. Foi criado, então, um grupo – o Save the Tree Cups Group (Grupo Salve o Three Cups) – que vem fazendo lobby junto ao District Council com o intuito de demover o governo da ideia da venda.

Leon jurou continuar com sua luta e, além das assinaturas (que agora chegam a quase 1500), já fez mais uma passeata pelas ruas da cidade e uma vigília de 24 horas em frente ao hotel no sábado, dia 20.
Three Cups Hotel

“Eu estava muito nervoso antes da passeata. Mas um monte de gente veio e o meu amigo Bob estava lá para me ajudar com a batucada.”

“As pessoas realmente querem que o Three Cups continue como um hotel. Acho que mostramos para a Palmers o quanto todos nos importamos.”

Mas essa semana a Palmers mais uma vez rejeitou a possibilidade da manutenção do Three Cups como hotel. Nigel Jones, agente dos proprietários da cervejaria, disse: “Não iremos aplicar nosso dinheiro para que o Three Cups continue como um hotel. As propostas, a nosso ver, são extremamente animadoras e todas de acordo com nossa política de planejamento.

Como os planos ainda estão na sua fase inicial e ninguém teve a oportunidade de considerar os planos detalhadamente, achamos que qualquer oposição é um pouco prematura.

Esperamos que as pessoas entendam que estamos indo o mais rápido possível.”

Embora a passeata tenha ajudado a mudar o perfil da campanha, atraindo a atenção de mais pessoas, Leon não se contenta com isso e quer trazer mais gente para a próxima. Sua estratégia para isso é simples: vestir-se como as personalidades históricas que já passaram pelo Three Cups.

Ele, que planeja ir fantasiado de Charles Chaplin, diz: “Da próxima vez, se todos que vieram falar conosco depois da passeata vierem também, meu amigo policial Richard vai ter que parar os carros para nós passarmos, porque vão ser milhares de pessoas.”three_cups_back.jpg
 
Rikey, mãe do garoto, diz que ele não dá sinais de desistir. ”Ele só tem 10 anos e quando eu perguntei se ele ficaria feliz em passar o comando da campanha para outra pessoa ele disse ‘de jeito nenhum! ’”

“É realmente de partir o coração pensar nas centenas de anos em que o hotel foi preservado e a história fabulosa que ele tem, e parece que os moradores e visitantes de Lyme sentem exatamente a mesma coisa. Recebemos quase 1500 nomes no nosso abaixo-assinado, muitas se sentindo extremamente confiantes com a reabertura,” ela completa.

O abaixo-assinado está na loja de Rikey para aqueles que ainda querem assinar. Então, peguem seus aviões e vão para a Inglaterra!

Novo jogo de SdA a caminho?

Depois do recém anunciado Aragorn’s Quest (mais informações aqui e aqui ADICIONAR LINKS DEPOIS) a Warner parece estar  O Norteseguindo à risca aquele velho ditado: "Em time que está ganhando não se mexe".

Isso porque a Saul Zaentz Company (responsável pela patente de Aragorn’s Quest) já registrou a patente de mais um nome: "Lord of the Rings: War of the North" (veja aqui o documento da patente).

 

 

Embora até agora não haja nenhuma informação oficial ou mesmo uma
mera confirmação de que o jogo vai mesmo ser feito, o fato de a patente
já ter sido registrada demonstra certa seriedade e comprometimento,
visto que não é algo exatamente barato.

O nome do jogo sugere que
a ação se passará no Norte da Terra-Média, o que pode significar algo
relacionado a ‘O Hobbit’, às batalhas que ocorreram nos sopés da
Montanha Solitária enquanto os exércitos de Rohan e Gondor lutavam no
Pelennor, ou até mesmo às lutas contra o Rei-Bruxo de Angmar quando ele
ainda mandava no gelado norte da Térra-Média.

Quem viver verá.

Mãe leiloa roupas de Orlando Bloom

Legolas VerdefolhaMeninas do mundo inteiro, tremei! Vocês que por anos desejaram ter um Legolas só pra vocês, agora podem, pelo menos, ter as roupas do marmanjo. Já posso ouvir os gritinhos histéricos ecoando.
 
 

A decisão de leiloar as roupas que Orlando Bloom usou partiu de sua mãe, Sonia Coperland Bloom, que irá dividir o dinheiro arrecadado entre quatro entidades beneficentes: UNESCOthe New Marlow Theatre (o qual já é patrocinado por Orlando Bloom), Cancer Charity Odyssey e UKC Music Scolarships, todas da Inglaterra, onde atualmente vive a senhora Bloom.

Sonia diz que falou com Orlando e que ele "ficou bastante feliz por eu conseguir tanto quanto eu conseguir para a caridade". "Alguns itens," ela diz, "são verdadeiros itens de colecionadore todos serão autenticados por mim pessoalmente."

O lote é composto de roupas usadas pelo ator em várias fases de sua vida. Da trilogia baseada nas obras de Tolkien há um collant usado por Orlando em uma cena com Elijah Wood em O Retorno do Rei e um pôster autografado por todo o elenco. Um par de chinelos e botas marroquinas usadas por ele em Cruzada também fazem parte do pacote. Para completar, alguns itens mais pessoais, como raquetes de tênis e badminton usadas por Orlando em sua infância e também tênis, sapatos, camisas polo e um jaqueta a prova d’água.

"Estamos convidando pessoas de todo o mundo para enviar lances, sendo que aquela que der o maior lance será convidada para ver os itens antes de concluir a compra", diz Sonia.

E aí, vai fazer seu lance?

Fonte: The Guardian  

Warner anuncia Aragorn's Quest na E3

Imagem do Jjogo Aragorn's QuestConforme já foi dito aqui pela Ana Lovejoy, a Warner irá lançar, com seus recém-adquiridos direitos sobre a obra, um novo jogo baseado nos livros de JRR Tolkien.

E, na E3, foram mostrados o trailer e as primeiras screenshots do jogo, segundo os sites Game Daily e Gamershell.

 

O jogo se passa depois da Guerra do Anel, quando Aragorn, o Rei de
Arnor e Gondor, vai ao Condado para visitar os amigos. Enquanto
todos vão dormir, cansados dos preparativos e aguardando pelas
festividades, o prefeito Samwise reúne seus filhos em torno da fogueira
para contar-lhes histórias dos grandes feitos do Rei.

O jogador
é, então, convidado a controlar Aragorn em cada uma dessas histórias,
comandando exércitos, lutandos com espadas, lanças e arcos, montando em
cavalos, entre outras coisas. Também têm presença garantida inimigos já
conhecidos, como aranhas, orcs e os Espectros do Anel.

O jogo também oferece um modo cooperativo, no qual um dos jogadores controla Aragorn e, o outro, seu amigo Gandalf.

Aragorn’s Quest estará disponível para Wii, Nintendo DS, PS2, PS3 e PSP e será lançado, nos Estados Unidos, no outono desse ano.

Clique aqui para ver o trailer.

Clique aqui para ver outras screenshots.