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O Senhor dos Anéis – o Fiasco

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Apenas ser baseado em uma boa obra não basta para garantir qualidade e sucesso. E foi isso que aconteceu com o musical O Senhor dos Anéis, que encerra apresentações em julho, deixando dívidas mas não saudades.

 

 
Apesar das afirmações do produtor Keviw Wallace durante o encerramento da temporada em Toronto de que "Londres será p lar espiritual de O Senhor dos Anéis", o absurdamente caro mega-musical falhou por lá também.

O espetáculo será encerrado no teatro Drury Lane em 19 de julho de 2008. Wallace confessou ao jornal Daily Mail que nenhum dos £12 milhões (R$ 43 milhões) dos custos de produção serão pagos com a temporada de Londres,

São más notícias para David Morvish e outros investidores de Toronto. Após o encerramento da temporada de Toronto em setembro de 2006 – com perdas totais de $30 milhões de dólares canadenses (R$ 50 milhões) – Wallace deu aos investidores uma chance de recuperar algum dinheiro oferecendo-lhes um acordo.

Se eles permitissem a transferência do complicado palco para Londres, ele lhes daria 15% de toda a produção britânica e de seus lucros. Mas não é necessário ter muito estudo para perceber que 15% de nada é nada.

Quanto o espetáculo estreou em West End  em 19 de julho de 2007 ele recebeu algumas críticas melhores do que no Canadá, mas muitas outras bem piores, e logo se tornou óbvio que exceto pelos turistas de verão e turmas de escola poucos moradores de Londres estavam interessados no espetáculo.

Wallace está prevendo que 446 mil pessoas terão assistido às apresentações quando o espetáculo encerrar seus 13 meses de apresentações, o que é aproximadamente 40% da lotação total do grande teatro Drury Lane. Ele não respondeu ao pedido de entrevista.

O sempre otimista produtor tentou transformar suas perdas de £12 milhões em "um investimento" que ele espera que se pague com as vendas das gravações realizadas pelo elenco original e com versões reduzidas do espetáculo que ele pretende colocar em turnê na Alemanha e Austrália.

Mas uma vez que o único aspecto do espetáculo que a maioria dos críticos elogiou foi o visual, a imprensa britânica está imaginando que tipo de reações um O Senhor dos Anéis Light pode obter no mercado mundial.

 
Fonte: The Star

O Senhor dos Anéis encerra apresentações em Londres

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A épica adaptação teatral de O Senhor dos Anéis de J. R. R. Tolkien enviou notificação de encerramento de apresentações no dia 19 de julho de 2008 para o Theatre Royal Drury Lane de West End, exatamente um ano após ter iniciado as apresentações como a mais cara produção da história de West End, com um custo estimado de R$ 45 milhões.
 
 
O musical Tolkieniano híbrido – que estreou em Drury Lane com uma
reação mista da crítica em 19 de julho de 2007 após seis anos de
desenvolvimento e re-escritas e uma experiência de seis semanas em
Toronto – estava vendendo ingressos até 28 de setembro de 2008. Mas se
encerrará após 492 apresentações, tendo se apresentando para uma
audiência de 446 mil pessoas.

Rob Howell ganhou o prêmio de Melhor Designer neste ano no
Whatsonstage.com Theatregoers’ Choice Awards pelo espetacular palco de
O Senhor dos Anéis. Em adição às despesas, o design de O Senhor dos
Anéis é o de mais alta tecnologia e com maior complexidade técnica em
West End. Uma permissão especial foi necessária para adequar Drury Lane
para o palco – de acordo com o Daily Mail, o processo de removê-lo e
reinstalar o equipamento vitoriano que ele substituiu levará no mínimo
dez semanas.

Há planos de se iniciar uma produção na Alemanha em novembro de 2009, e
uma versão menor que viajará o mundo, começando no próximo ano na Nova
Zelândia antes de partir para Austrália e Ásia. O produtor Kevin
Wallace afirmou: "O time criativo do espetáculo provou o quão
encantador e poderoso O Senhor dos Anéis pode ser ao vivo no palco.
Continuaremos a apresentar este incrível evento teatral para as
audiências de Londres até dia 19 de julho, enquanto buscamos apresentar
o show para novas audiências em 2009"
.

O Senhor dos Anéis recebe Sete indicações para Prêmio

Gandalf no Musical O Senhor dos Anéis
Musical O Senhor dos Anéis, em Londres, recebeu sete indicações para o Theatregoers’ Choice Awards  2008 (algo como "Prêmio A Escolha dos Freqüentadores de Teatro").
 
 

As indicações, que são por voto popular, foram para:

  • Melhor Novo Musical
  • Melhor Ator em Musical, para James Loye no papel de Frodo
  • Melhor Atriz Coadjuvante em Musical, para Laura Michelle Kelly no papel de Galadriel
  • Melhor Ator Coadjuvante em Musical, para Michael Therriaultno papel de Gollum
  • Melhor Diretor, para Matthew Warchus
  • Melhor Coreógrafo, para Peter Darling
  • Melhor Designer de Palco, para Rob Howell

Para saber mais sobre o Musical, dê uma espiada na seção exclusiva da Valinor, nesta notícia aqui e aproveite para ler O Musical SdA na Visão de um Fã Brasileiro.

A página da Premiação pode ser encontrada neste link. Mas neste LINK AQUI (não quero chamar a atenção) você vai direto para a votação, onde qualquer pessoa pode votar, sem fazer cadastro. Mas nós não faríamos isso, né, my preccciousss? E já que não vamos votar – certo? – lembrem-se de votar no Ian "Gandalf" McKellen como melhor ator pela peça Rei Lear e nem no Orlando "Legolas" Bloom como melhor estreante em Londres por In Celebration at the Duke of York’s.

Jet Airways paga 650 mil reais por O Senhor dos Anéis

A principal companhia aérea da Índia, Jet Airways, anunciou seu
patrocínio no valor de 15 milhões de rúpias (aproximadamente R$ 650
mil) para a gravação do álbum do musical O Senhor dos Anéis, com o
elenco original da peça, que está atualmente sendo gravado. A versão
teatral de O Senhor dos Anéis, cujas entradas atualmente precisam ser
reservadas com três meses de antecedência, estreou no Theatre Royal
Drury Lane em Junho de 2007 e provou ser um grande sucesso de público e
de crítica.
 

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A primeira grande adaptação do clássico de J.R.R. Tolkien, O Senhor dos Anéis  já foi vista por mais de 300.000 pessoas em Londres. As críticas nos jornais dizem: "Este show é uma maravilha. Vá com o coração aberto, olhos mais aberto ainda e prepare-se para o encantamento" (The Times); "Você nunca viu um espetáculo como esse" (The Sun); "Mágica teatral – espantoso" (Sunday Times); "Uma produção imensamente impressionante" (The Guardian). A audiência se provou igualmente enfeitiçada pela produção.

(Se você ainda não ouviou falar (!!!), aproveite para se informar aqui na Valinor, que tem noticiando há um bom tempo este musical na seção O Musical dO Senhor dos Anéis, e leia especialmente o artigo
O Musical SdA na visão de um fã brasileiro. )

Como a principal companhia aérea da Índia, a Jet Airways encontrou uma sinergia entre si mesmos e a produção de alta qualidade que é O Senhor dos Anéis, que leva os freqüentadores do teatro em uma jornada musical, misteriosa e cheia de aventuras.

A peça O Senhor dos Anéis é um incrível evento ao vivo, recheado de  teatralidades impressionantes que transporta á audiência para a Terra-média enquanto os efeitos especiais de tirar o fôlego, a música empolgante e as ótimas performances preenchem o Theatre Royal Drury Lane.

Setenta anos após J.R.R. Tolkien ter criado os hobbits, todos os seus incríveis personagens incluindo Frodo, Sam, Merry, Pippin e Bilbo, bem como os já lendários personagens de O Senhor dos Anéis Gandalf, Galadriel, Aragorn, Arwen, Legolas e Boromir são trazidos à vida no palco.

Laracna, um exército de Orcs e os cavaleiros negros de Sauron (os espectros do Anel) tomam o Theatre Royal Drury Lane oito vezes por semana enquanto a Sociedade enfrenta sua aventura de cruzar a Terra-média para tentar destruir o Um Anel.

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A gravação irá conter as vozes dos 52 membros do elenco de O Senhor dos Anéis incluindo Malcolm Storry como ‘Gandalf’, James Loye como ‘Frodo Bolseiro’, Laura Michelle Kelly como ‘Galadriel’, Michael Therriault ‘Gollum’, Peter Howe ‘Sam’, Jérôme Pradon ‘Aragorn’, Brian Protheroe ‘Saruman’, Richard Henders ‘Merry’, Owen Sharpe ‘Pippin’, Michael Rouse ‘Legolas’, Sévan Stephan ‘Gimli’, Steven Miller ‘Boromir’ e Rosalie Craig ‘Arwen’. E ainda Andrew Jarvis como ‘Elrond’, Terence Frisch ‘Bilbo’, Tim Morgan ‘O Regente das Terras dos Homens’ e Kirsty Malpass ‘Rosinha’.

A produção tem o livreto e letras compostas com Shaun McKenna & Matthew Warchsu e música composta pelo renomado compositor Indiano A.R. Rahman, pelo celebrado Finlandês Värttinä e por Christopher Nightingale. O show é dirigido por Matthew Warchus, com coreografia de Peter Darling e palco e figurino por Rob Howell.

Como parte do acordo, o CD da produção teatral de O Senhor dos Anéis será disponibilizado pelo Theatre Royal Drury Lane a partir de dezembro e a partir de janeiro em todos os canais normais de venda. Os passageiros da Jet Airways serão os primeiros a ouvir as novas gravações durante os vôos da Jet Airways a partir de janeiro de 2008.

Fonte: UKPRwire

Links Relacionados:  O Musical dO Senhor dos Anéis
 

Mais um musical?

Ao que tudo indica, um novo musical baseado em Tolkien está para chegar aos palcos, em fevereiro de 2008, em Hamburgo, Alemanha. Como o site está em Alemão, língua desconhecida por este que vos escreve, maiores informações são impossíveis de serem passadas
 
 
A impressão é de que a peça será baseada em "O Hobbit". Segundo o Theonering.net,
o teatro onde será realizada a apresentação conta com 3 mil assentos.
Haverá ainda uma orquestra de 90 peças, 3 corais e mais de 100 atores.
Será???

 

Para conferir o site do musical, basta clicar aqui.

Musical SdA divide opiniões

Desde a estréia o musical de O Senhor dos Anéis tem dividido opiniões. As resenhas que estão saindo nos jornais ingleses parecem concordar apenas com uma coisa: o musical é tudo, menos "mediano".
 
 
Do lado dos que gostaram temos Sam Marlowe, do Times, que entre um elogio e outro disse que o musical é "uma peça ousada, emocionante e épica de teatro popular, que adere ao
espírito dos romances de J.R.R. Tolkien sem segui-los ao pé da letra
". Também afirmou que "a peça tem charme, humor e ousadia teatral de fazer o queixo cair; e, o que é crucial, também possui força emocional real."
 
Outro com visão positiva sobre o musical foi Michael Billington, do Guardian, que escreveu "Me diverti muito…e, se a trilogia de Tolkien tem que ser apresentada
no teatro, não vejo como isso poderia ter sido feito melhor
".
 
Por outro lado, alguns críticos não economizaram palavras na hora de falar mal da peça. O Daily Mail, por exemplo, classificou o musical como "brega" e o tablóide The Sun referiu-se à produção como "O Terror dos Anéis".
 
Fonte: G1 

O Musical SdA na visão de um fã brasileiro

Recentemente o Jedi Solo, membro do Fórum Valinor (e sujeito muito sortudo), teve a oportunidade de conferir o musical O Senhor dos Anéis em Londres. Aqui você poderá acompanhar o que ele achou do espetáculo apresentado no dia 16 deste mês (lembramos que imagens da produção podem ser vistas no site oficial do musical).
 
 
"Vi ontem, e fiquei maravilhado com a coisa toda. Primeiro, o palco. Era
um bando de peça gigante que podia ser girada e levantada, então podiam
fazer montanhas, morros, buracos, muralhas, qualquer coisa que tinham
que usar na hora, e fizeram ótimas cenas de 'viagem' (tipo quando
Aragorn & Hobbits vão para Valfenda), quando tinha música poderosa
enquanto os atores andavam, ficava ótimo no final.

O musical todo era obviamente uma mega-produção, com maquiagem
maravilhosa e músicas bem-escritas, excelentes atores e uma boa
história (afinal tiveram que cortar algumas coisas e juntar outras).
Aragorn, Boromir, Galadriel e Gollum foram os destaques, cada
um foi ótimo em seu respectivo papel (o ator que fazia Boromir era
escocês, e tinha aquele sotaque forte, era divertido ficar assistindo
ele).

 
Agora a história. Tiveram que resumir os três livros em um musical só, e fizeram de uma forma beeem interessante.

1 – Uniram os personagens de Théoden e Denethor. O nome ficou Théoden
mas ele virou o "Steward of the Lands of Men", cargo de Denethor.
Juntaram também Rohan e Gondor, chamando de "Lands of Men". Boromir era
filho de pseudo-Théoden.

2 – Juntaram as batalhas de Helm's Deep e Minas Tirith em uma gigante
na "Capital dos Homens", não deram nome nenhum pra ela. E o exército
que eles lutavam era o exército de Isengard, e obviamente venceram, até
conquistar Isengard com a ajuda dos Ents, e lá Saruman foge.


3 – Tiraram a batalha de Weathertop e colocaram ela em Bri, explico melhor depois
 
Sinopse Geral

O começo acontece como em A Sociedade do Anel, basicamente é igual, Frodo encontra
Gandalf na festa de Bilbo (e fizeram Bilbo desaparecer, até agora não
sei como fizeram isso), conversam sobre O Anel, Sam aparece e Gandalf
manda os dois irem até Valfenda, e fala que os Guardiães (Dúnedain)
estão protegendo o Condado (nessa hora aparecem vários de Guardiões e
tem uma música muito legal que mostra os Hobbits indo, com os Guardiões
protegendo eles silenciosamente de qualquer perigo).

 
Encontram Merry
& Pippin, vão para Bri, e lá tem mais uma música no Bar, onde Frodo
encontra Aragorn, e coloca O Anel. Aqui aparecem os Nazgûl (nossa, eles estavam incríveis, eram caras com perna-de-pau, controlando a cabeça dos
'cavalos' com dois pauzinhos, com uma fantasia muito macabra, lembrava
o filme mas era diferente, parecia mais natural, como se fossem
"cultivados") e lá atacam Frodo, Aragorn vem e salva ele (tudo isso
acontece no BAR DE BRI), e eles fogem.

Nessa hora tem uma música linda enquanto Aragorn carrega Frodo nas
costas até Valfenda (Glorfindel não aparece), e lá aparecem os Nazgûl
novamente, onde vem o Rio e engole eles (para fazer o Rio, colocaram um
papel grande na frente dos Nazgûl e projetaram imagem de água nela, o
efeito ficou legal); aqui tudo fica escuro. Enquanto isso Gandalf fala
com Saruman e é preso por ele.

Frodo acorda numa cama, onde Elrond e Arwen estão cuidando dele. Arwen
canta uma música linda, e aparentemente a música cura Frodo, que
encontra Gandalf (que explica como ele escapou) e seus Hobbits, e
depois vão para O Conselho (minha parte preferida).
No Conselho apareciam alguns Elfos, Homens e Anões aleatórios
discutindo toda hora, com Gimli e Legolas discutindo, Boromir e Aragorn
sentados, Elrond tentando manter a ordem, Gandalf sentado preocupado e
Frodo quietinho no seu canto. Aqui tudo rola basicamente como no livro,
eles discutem o Anel, os problemas dos Elfos e Anões, e como deveriam
destruir o Anel. Aí tem a formação da Sociedade, que inicia sua
jornada.


Passam por Caradhras, jogaram confete branco para ser a neve, uma
ventania danada, enfim, mega-produção. Aí passaram por Moria (não teve
o bicho guardião) e aí foram andando até achar a câmara de Balin. Lá
Gandalf lê o livro de uma forma toda macabra, e Pippin deixa cair a
parada no buraco. Aí ouvimos os tambores. O bass tava tão alto no
teatro que o chão tremia, fazia um efeito muito legal. Aí eles fugiram
um pouco, até aparecer o Balrog.
 
O bicho em si não aparecia, só luzes
vermelhas e amarelas, fumaça e vento em cima do Gandalf. Teve um "YOU
SHALL NOT PASS
" todo poderoso e uma explosão, e Gandalf cai. Ouvimos um
"GANDAAAAALF!" de Frodo antes da cortina cair. Fim da Primeira Parte.
(nessa hora fiquei preocupado, 'como vão fazer o resto em só uma
metade, pensei).
 
A segunda parte mostra Lothlórien, e Galadriel. Ela canta várias
músicas bonitas, e eles partem para Parth Galen. Não mostra os Argonath
(que pena) mas mostra a batalha dos Orcs de Saruman, onde Boromir (após
assustar Frodo) é morto e a Sociedade rompida. Aragorn & Companhia
vão atrás de Merry e Pippin, mas chegam antes na Capital dos Homens,
onde encontram Denethor/Theoden, e curam ele do feitiço de Saruman.
 
Nessa hora o exército de Orcs de Saruman chega e tem a batalha gigante.
Essa batalha foi muito bem-feita, música rápida, mostrando soldados
homens morrendo e Orcs morrendo, e os Orcs tão ganhando até… PUF,
aparece Gandalf, O Branco! Os bonzinhos matam todos os Orcs e vão até
Isengard, onde Gandalf humilha Saruman e destrói seu cajado e exila
ele.

Antes disso tudo mostra Frodo e Sam conquistando Smeagol e partes de
sua jornada por Mordor. Vão para o túnel de Laracna (meu deus, Laracna
tava MUITO bem-feita. Era um fantoche gigantesco, cada perna sendo
controlada por um homem, e dois no corpo). A luta com Sam era
impressionante, aparecia Galadriel cantando quando ele usava o frasco
de Ëarendil, e ele ganha. Os dois continuam até Orodruin.

Enquanto isso mostra o Conselho de Gandalf e os outros, onde decidem ir
até os Portões Negros para distrair Sauron. Tem um discurso de Aragorn
e uma dança dos Soldados com suas espadas, muito empolgante. Aí mostra
Frodo e Sam lá em Orodruin, a luta com Gollum, destruição do Anel. Aí
aparece Gandalf, Aragorn e etc, resgatam eles e fogem de volta para
Rivendell, onde tem a coroação de Aragorn e o festival para festejar os
Hobbits, etc. Depois disso tudo os Hobbits voltam para o Condado.

Surpresa! No musical aparece o Expurgo! A terra está destruída, os
Hobbits descrevem fábricas jorrando fumaça no céu e a população
escravizada. Tem uma mini-batalha onde os Hobbits ganham, e Sam usa seu
presente de Galadriel para replantar tudo. Aí vem uma música dos
Hobbits e mostra alguns anos no futuro, onde aparecem Galadriel, Bilbo,
Elrond, Gandalf e Arwen, indo para as Terras Imortais. Arwen diz que
vai ficar e se casar com Aragorn, e portanto tem um lugar sobrando, e
oferece para Frodo, e ele aceita.

Tem uma cena de despedidas, os Hobbits se abraçam e Frodo vai com Bilbo
e os outros para as Terras Imortais. Os Hobbits vão para suas
respectivas casas e acaba.

 
Note que eles cortaram As Duas Torres quase totalmente. Os únicos
personagens que apareceram do segundo livro eram os Ents. Pularam
direto para O Retorno do Rei, e fizeram tão bem que nem senti falta.
Foi um musical MUITO bem-feito e divertido. (durante o intervalo alguns
Orcs apareceram e foram assustando a platéia, foi legal)

Sentado lá eu lembrava os livros e os filmes ao mesmo tempo, e pensei
que era uma obra que utilizava recursos dos dois. Era óbvio que as
fantasias eram baseadas nos filmes, mas os personagens tinham
personalidades diferentes, mais fieis aos livros. Boromir era menos
agressivo do que no filme, e mais nobre; ao mesmo tempo Aragorn era
mais Dúnedain e menos Rei, como eu imaginava ele. Arwen não é a
guerreira que eles mostram no filme, é apenas uma elfa linda; Legolas
não faz nenhum absurdo (graças a deus). Sabe, esses pequenos detalhes é
que fazem a diferença.


Mas não é só isso, claro. O que realmente me impressionou foram as
músicas. Quase todas elas foram tiradas dos livros (afinal a Obra tá
repleta de poesias e músicas) e eles escreveram melodias em volta
delas, ficou muito mágico, uma terceira parte, para complementar os
filmes e os livros. Agora eu penso que era só o que faltava, a história
tá completa. Cada arte expressou parte da Obra, de sua forma, e cada um
fez MUITO bem.

Dou 90 pra produção toda, realmente valeu a pena, foi maravilhoso."

 
***

Nossos agradecimentos ao Jedi Solo, por compartilhar conosco esta experiência única (acredito que deixando todo mundo morrendo de vontade de conferir o musical).