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Resultado da Promoção O Hobbit – Uma jornada inesperada

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Uau, essa promoção surpreendeu. Vocês participaram em peso e enviaram um monte de respostas bacanas pra gente (foram quase 100!) e acabamos demorando mais do que o esperado para avaliar e divulgar. Os ganhadores deveriam enviar a resposta para a pergunta:

No primeiro filme da trilogia O Hobbit, junto com Gandalf e Bilbo, os anões começaram uma grandiosa e arriscada jornada atras de um objetivo – resgatar o próprio lar. E você? O que faria você se arriscar em uma jornada emocionante?

 

Sem mais enrolação, vamos aos quatro ganhadores da promoção  O Hobbit – Uma jornada inesperada.

 

Letícia
Eu não me arriscaria, aventuras são desconfortáveis e atrasam o jantar!

 

Bráulio Lopes (enviado via Facebook)
Eu sair da minha toca de hobbit, ou seja, sair do conforto?
Acompanhar anões ignorantes, enfrentar um dragão e com isso atrasar meu lanche?
Acho que está procurando aventureiros no lugar errado…
Falando em aventuras tenho lembranças de meus parentes Tûks, hobbits não muito respeitados devido à frequentes problemas, envolvendo aventuras..
Aventuras com seus temperos viravam grandes histórias.
Histórias com elfos.. ah os elfos, eles e suas construções, belezas tiradas da terra por anões, grandes cidades de homens, e os elfos…
Quando partimos?!

 

Leonardo Venzon
Resposta: Eu costumava pensar que eu precisava de pelo menos 13 anões e um mago para conseguir me tirar de casa para uma aventura, mas no mes passado eu descobri que minha esposa está grávida do nosso primeiro filho. Para garantir um lar para minha nova família eu seria capaz de enfrentar qualquer fera, inclusive Azog, o Profanador ou Smaug, o Terrível!

 

Emiliano Kelm
Resposta: O que me levaria a sair em uma grande jornada inesperada seria a certeza de que, quando retorná-se, eu não seria mais o mesmo. Tampouco minha casa e meu ambiente familiar seria o mesmo, pois apenas saindo do lar aprendemos a vê-lo de uma outra perspectiva. Apenas saindo aprendemos a valorizar o que possúimos, e então encontrar nosso lugar no mundo. Bem como Bilbo refeltiu: “Sou apenas uma criaturinha pequena nesse mundo gigante…ainda bem”.

 

Os ganhadores devem enviar e-mail para ttone@valinor.com.br com o Assunto “Resultado da Promoção O Hobbit – Uma jornada inesperada” contendo nome completo e endereço para envio do DVD. Parabéns! :D

Que tal ganhar o dvd de O Hobbit – Uma jornada inesperada?

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Então você adorou a primeira parte de O Hobbit nos cinemas e gostaria de ter o dvd? E se for de graça, então? Moleza!

A Valinor, em parceria com a Warner, está sorteando 4 dvds de O Hobbit – Uma Jornada Inesperada! Para participar basta responder:

No primeiro filme da trilogia O Hobbit, junto com Gandalf e Bilbo, os anões começaram uma grandiosa e arriscada jornada atras de um objetivo – resgatar o próprio lar. E você? O que faria você se arriscar em uma jornada emocionante? As melhores respostas podem ganhar um DVD do sucesso de bilheteria O Hobbit – Uma jornada inesperada.

 

Para concorrer, você deve deixar a sua resposta aqui mesmo nos comentários da notícia ou no post da notícia na nossa página no Facebook  O resultado sai dia 10 de Maio, aqui mesmo na Valinor, no Facebook e também no nosso Twitter.

Gostou? Dá um curtir na nossa página, siga a gente no Twitter e boa sorte!

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada - Poster Oficial

Um review de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada – por Fëanor

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada - Poster OficialApós 9 anos do fim da trilogia do SdA, aquela sensação de novo: entrar numa sala de cinema para ver as criações de Tolkien tomando forma na tela. E novamente pelas mãos de Peter Jackson. Como não manter altas expectativas?

Então vou trazer a pergunta que deveria estar no final de um review normal aqui para o começo: as expectativas foram atendidas?
E a minha resposta é: em grande parte sim. Naturalmente tenho minhas ressalvas, e vou fazê-las abaixo, pontuando algumas partes do filme. Se você ainda não o assistiu, não leia (i.e., spoilers ahead!).

A introdução é de tirar o fôlego. Talvez a melhor parte do filme, com cenários muito bem construídos, uma Erebor magnífica e a ótima sacada de não mostrar Smaug: apenas partes do lagartão aparecem, deixando todo mundo com altas expectativas, que deverão aguentar até os próximos filmes. Primeiro ponto pra você, PJ!

A transição do Bilbo velho contando a história para o Bilbo novo à porta de casa é bem bacana, e o diálogo com Gandalf ficou excelente. A discussão sobre o significado do “bom dia” arrancou boas risadas do público.

A reunião dos Anões em Bolsão também é muito bem retratada, e é possível sentir a perturbação de um Bilbo que nunca recebeu tais companhias para um jantar daqueles em seu lar. E as canções? Ótimas! Misty Mountains foi de arrepiar. PJ scores again.

Pulando para a parte em que Balin conta a história de Thorin: essa foi a primeira grande mudança que não me agradou muito. Azog maneta que fica vivo? Para quem não lembra das obras, Azog foi morto na Batalha de Azanulbizar por Dáin. Quem deveria aparecer mais tarde na história seria seu filho, Bolg. Mas essa escolha por um segundo antagonista para os filmes bagunçou um pouco a história. Por um lado, eu entendo o PJ: sustentar um filme de quase 3 horas sem um antagonista presente seria dureza. Para não cair no marasmo, a escolha foi dar ao filme várias cenas de ação, e nesse aspecto Azog tem um papel importante. Ok, vilão justificado. Mas ainda assim não curti muito. Talvez eu ainda mude de opinião com os demais filmes. Veremos. Aqui você não pontuou comigo, PJ.

Chegamos aos trolls e numa parte que eu julgava delicada: como retratá-los de modo a não parecerem tão bobos a ponto de descaracterizar os trolls que vimos na trilogia do Anel, mas ao mesmo tempo mantendo aquele elemento mais “infantil”? Seria preciso uma boa dose de sutileza. E acho que no fim das contas o PJ conseguiu dosar bem a mão. Outro ponto pro baixinho na direção.
Quanto ao Radagast: a caracterização visual dele me agradou, mas não o personagem em si. Ele passou mais um ar de lunático do que de um mago preocupado com a natureza. E aquele trenó puxado por coelhos foi um tanto quanto, hm, forçado. O Radagast que tem minha simpatia nos livros não a conseguiu na tela. Pô, PJ!

Vamos à Valfenda. A última casa amiga continua deslumbrante aos olhos. Temos uma pequena dose da antipatia entre elfos e anões, mas que logo se resolve com comida. E temos também o encontro de Gandalf com os demais membros do Conselho Branco: Elrond, Galadriel e Saruman. Em relação à trilogia do Anel Elrond pareceu-me exatamente igual, Galadriel teve um up no visual e Saruman causou-me uma estranheza inicial, possivelmente graças a uma barba um pouco mais escura. Nada que prejudicasse a sensação de ver quatro fodões da Terra-média juntos num debate.

Próxima parada: montanhas. Começando com uma cena que realmente não gostei: os gigantes. Talvez não seja nem pelo fato de que PJ resolveu interpretar literalmente aquilo que tinha sentido figurado (e eu não vou me aprofundar sobre esse ponto aqui), mas pela dimensão que ele deu à coisa. Gigantes do tamanho de montanhas envolvidos em um conflito que desde o começo parece completamente sem sentido e que torna a sobrevivência dos anões algo extremamente improvável. Sinceramente, pura encheção de linguiça pra ver se ganha mais uns pontinhos pra levar a estatueta de efeitos visuais.

Dentro da montanha, um misto de coisas boas e ruins. Por um lado, a representação da cidade dos orcs é muito boa, e eu gostei do Grão-orc-da-papada-grotesca – o feioso ficou muito parecido com a imagem mental que eu tinha do livro. Por outro, a fuga dos anões é recheada de momentos inverossímeis. Não dá pra engolir aquelas quedas abismais que não causam sequer um arranhão na companhia. Não é por se tratar de uma obra de ficção fantástica que você pode sair por aí extrapolando sem critérios o limite do que é real. Mesmo em uma obra de tom mais infantil como é O Hobbit, Tolkien tem um cuidado todo especial com esse tipo de coisa. Mas nosso amigo PJ, nesse ponto, perdeu a mão.

Ainda na montanha, também não me agradou a maneira como Bilbo encontra o Anel. Custava deixar igual à descrição dada no livro, que por sinal é igual àquela que vemos em A Sociedade do Anel? Não teria alterado em nada a compreensão dos leigos, e funcionaria como mais um elo entre os dois filmes (além da introdução). PJ vacilão!

Mas ao menos essa falha é compensada na sequência com um dos pontos altos do filme: as adivinhas no escuro entre Bilbo e Gollum. Gollum está ótimo, e ele fazendo lanchinho de orc foi uma sacada muito boa para dar ao contexto do personagem um tom mais sinistro. A dupla se sai muito bem na parte das adivinhas em si, e a parte final, quando Bilbo poupa a vida de Gollum, é o ápice. Claro que na hora todo lembrou da frase de Gandalf, mas o mais tocante é o close na cara do Gollum – quem não ficou com pena ao ver aquele olhar?

Por fim, a companhia sai da frigideira para o fogo, perseguidos por Azog e sua tropa de orcs e wargs, e temos mais uma cena saída da cabeça do PJ, mas que não ficou ruim. Não, eu não concordei com o Azog no filme como já disse, mas já que o orc albino é o principal antagonista desta primeira parte, então foi uma boa dar-lhe mais vulto usando-o nesse final – se PJ não o fizesse teria falhado em falhar.  Thorin leva uma surra do orc (ou seria do warg?) e quanto tá todo ferrado, surgem as águias. É um momento de êxtase ver as aves gigantes chegando pra acabar com a farra dos orcs e salvar a companhia. E nem preciso dizer que elas ficaram belíssimas, né?

No fim das contas, o filme me agradou bastante (eu não senti as quase 3 horas passarem!), apesar de algumas falhas que me causaram desconforto. E ainda tem um ponto que não mencionei, mas merece destaque: a trilha sonora. Howard Shore fez mais um trabalho impecável, conseguindo recuperar a magia sonora que já nos deliciou na trilogia anterior, mas ao mesmo tempo imprimindo uma característica própria para essa nova. Toda vez que surgia o leitmotif da companhia eu me arrepiava!

Agora é esperar mais um ano para ver o que mais nos aguarda. Quem aí não está louco para ver Smaug, Beorn, a Cidade do Lago?

Minha nota: 8/10

Ron “Hellboy” Perlman em O Hobbit? Sim!

del_toro_ron_perlman.jpgEssa vai pra categoria das “Eu já sabia!”. Ron Perlman, o Hellboy, que trabalhou com Del Toro em vários filmes e já demonstrou ser ótimo ator, estará em O Hobbit.
Ok, ok, não foi uma confirmação oficial, mas foi uma dica muito forte. Perlman, em entrevista para o site SuperHeroFlix, deu indicações de que Guillermo Del Toro vá escalá-lo para algum papel na adaptação de O Hobbit.
“Quando descobri que ele estaria se mudando para a Nova Zelândia por quatro anos, eu disse a ele ‘Eu realmente sentirei sua falta, colega’”, afirmou Perlman. “E ele disse pra mim ‘Oh não, você não sentirá! ‘ Eu não sei o que ele quis dizer com aquilo – ele não foi nada específico – mas se ele precisar de mim eu estarei lá. A qualquer momento que eu puder estar em uma filmagem ou mesmo sentando em uma mesa de jantar com Guillermo Del Toro, estarei lá”.

Del Toro parece ser um cara batuta, daqueles amigões mesmo, assim como Perlman. Parece mais provável que seja indicação de um papel na Nova Zelândia do que uma promessa de visitas constantes EUA/Nova Zelândia durante este quatro anos – embora vá existir uma mini-central de O Hobbit em Los Angeles.

Eu aposto em Ron Perlman para um papel em O Hobbit – quem sabe Thorin ou Beorn. O que vocês acham?

[Atualização em 23/dez/2010] Infelizmente temos a confirmação que Ron não estará em O Hobbit

Del Toro diz que o roteiro de O Hobbit começou a ser escrito!

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guillermo-del-toro.jpgDepois de um longo tempo sem notícias, chega uma importante:  o roteiro de O Hobbit – O Filme já começou a ser escrito!

 
Foi feita uma pergunta via telefone para Guillermo del Toro perguntando alguma novidade relacionado ao filme. Del Toro disse que, embora não houvesse nada a acrescentar no momento, – ele pode dizer que o roteiro já começou a ser escrito – e ele descreveu o processo como algo "lindo".

Apesar de não sabermos os mínimos detalhes, um dos itens importantes já começou a ser feito e, apesar do processo judicial contra a produção do filme, O Hobbit não vai parar – pelo menos é o que tudo indica.

Vamos torcer e cruzar os dedos para que tudo continue dando certo!

Christopher Lee não será Saruman

christopher_lee.jpgUma inesperada surpresa aconteceu, Christopher Lee, disse que não gostaria de voltar a Nova Zelândia.
 

Christopher Lee esteve num festival de cinema Europa Oriental. Houve um repórter no evento que fez a pergunta: "você gostaria de voltar a Terra-média?" – Então Lee responde: “a Terra-média sim, mas a Nova Zelândia…” depois de um tempo ele fala de trabalhar ou não No Hobbit.

Além disso, para os puristas da Obra de Tolkien, Saruman não deveria aparecer no filme, já que não se encontra no livro. Mas, Lee acredita na grande possibilidade de Saruman aparecer nO Hobbit filme – ainda que não seja ele o Saruman.

Agora a pergunta: "Por que isso?", o fato é que Lee ainda está ressentido por Peter Jackson ter cortado a morte de Saruman, na versão cinematográfica de O Retorno do Rei, além de ele não se sentir confortável com sua atual idade.

Uma notícia boa, ainda que não seja a melhor,  é  que Lee na entrevista, se ofereceu para fazer a voz do dragão Smuag (pelo menos isso!).

Vamos cruzar os dedos para ele mudar de idéia ou então fazer a voz de Smaug, como ele mesmo se ofereceu.

Veja o vídeo da entrevista (em inglês):