1) Introdução Falar de realismo chestertoniano é falar de realismo aristotélico ou mesmo falar de realismo sem qualquer adjetivação. É puro realismo, em oposição ao idealismo moderno de Descartes, Kant, Hegel, Husserl e todos aqueles para quem o que existe é o mundo mental, ao qual a realidade está submetida. Adjetivá-lo de fantástico (qualidade que meu pai atribui a tudo o que o alegra e impressiona) se deve ao fato de que, valorizando o mundo da imaginação e da fantasia, tem os pés mais fincados na terra do que aqueles que, desprezando o fantástico e o “admirável Mundo … [Leia mais...]
O Indescritível Terror Indefinitivo
Vazio. Certamente essa é a palavra que mais tem me perseguido nesses últimos dias. O total abandono de minha mente pelos outrora habituais sussurros de inspiração me fez recorrer aos mais diversos métodos de abastecimento criativo conhecidos por mim, na tentativa de podermos iniciar logo nossa longa (assim espero) troca de idéias que teremos daqui por diante. Nessa Odisséia em busca de um primeiro tema para esta coluna, recorri a tudo que estava ao meu alcance: Desde as palavras de Tolkien, velhas e prestativas companheiras de meus … [Leia mais...]









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