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Peter Jackson explica as diferenças entre SdA e O Hobbit e Christopher Lee fala sobre Saruman

O diretor Peter Jackson comentou as diferenças de tom entre O Hobbit e O Senhor dos Anéis e revelou que alguns aspectos estabelecidos pelo ex-diretor Guillermo Del Toro vão se manter, mas sua própria visão vai prevalecer para ligar os novos filmes com a trilogia. Já o quase nonagenário Sir Christopher Lee comentou sobre seu retorno como Saruman, o Branco. Além disso, a Warner liberou mais uma imagem de Bilbo Bolseiro (acima), aparentemente uma cena relacionada aos eventos na “Mata dos Trolls”!

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Peter Jackson realizou os três filmes de O Senhor dos Anéis e agora está trabalhando na adaptação do livro de J.R.R. Tolkien, O Hobbit. Apesar de ter contrariado e enraivecido alguns fãs mais fervorosos com algumas mudanças na estória, se há um cineasta que conhece bem o universo de Tolkien e sabe as diferenças entre as personagens da Terra-média é ele. De acordo com o Omelete, Jackson deixa claro que a presença dos anões é o que dá ao prequel o tom divertido da estória:

“O Hobbit é um livro infantil e O Senhor dos Anéis é outra coisa; não é realmente direcionado para crianças. Percebi que os personagens dos anões são a diferença. Sua energia e desdém pelo politicamente correto é o que leva um novo espírito. E é por isso que pensei, ‘tudo bem, isso pode ser divertido!’“.

Jackson também falou sobre o desafio de retratar 13 anões como personagens distintos:

Isso é algo que me preocupava. Imaginei 13 caras com cabelo longo e barbas e pensei, ‘Como vou saber qual anão é qual?’ É uma tarefa infernal, na verdade. Achei que nove membros da Sociedade do Anel eram um problema, mas aqui, com Bilbo e Gandalf, temos 15 [personagens]. Está funcionando bem. Os anões trazem uma qualidade de comédia infantil que resulta em um tom bastante diferente de O Senhor dos Anéis”.

O diretor contou ainda que os filmes vão manter alguns aspectos definidos pelo diretor original, Guillermo del Toro, mas o estilo de Jackson e sua visão da Terra-média devem prevalecer, já que, apesar das diferenças, os novos filmes devem levar a uma grande história da Terra-média:

Eu queria que parecesse que estivéssemos de volta às locações na Terra-média. Estes dois filmes parecem pertencer ao começo dos outros três. Somos os mesmos cineastas voltando a um mesmo mundo“.

Sobre a divisão do filme em duas partes, a mulher e parceira de Jackson, Fran Walsh, sugere que a jornada começará leve para depois seguir em direção aos conflitos da trilogia:

“Sempre vimos O Hobbit mais como um conto de fadas. É mais divertido. Mas quando se aproxima do fim, Tolkien se coloca no lugar onde ele começará a escrever a jornada épica de O Senhor dos Anéis (…). Todos os temas mais pesados e sombrios que prevalecem na trilogia começam a aparecer [no final de O Hobbit]“.

 

 Já o ator Sir Christopher Lee também falou um pouco sobre seu retorno como Saruman em O Hobbit, em vídeo. De acordo com ele, terminou de filmar suas cenas para os dois filmes (feitas em 4 dias nos Estúdios Pinewood, arredores de Londres), cenas que ele espera viver o suficiente para ver de novo. Isso pode parecer um tanto mórbido, mas na sua idade (o ator está prestes a completar 90 anos), Lee diz que tem preferido papéis menores, que não exigem tanto tempo no set, segundo o MoviesBlog.MTV.

“Eles [os personagens] devem ter participações curtas, mas têm que ter alguma importância, onde as pessoas notem quando estou em cena e que elas se lembrem do personagem depois de terem visto o filme”.

Portanto, não devemos esperar muito de Saruman em O Hobbit, apesar de a personagem estar nos dois filmes. Ainda assim, poder ver Lee, mesmo que pouco, novamente interpretando o Mago Branco, deve agradar aos fãs da trilogia já que sua personagem em O Hobbit é importante para os eventos relacionados ao Conselho Branco e o ataque a Dol Guldur, eventos situados 60 anos antes de O Senhor dos Anéis, época que Saruman não era um traidor declarado (sua traição é revelada em A Sociedade do Anel). Diz o ator:

“O que é extremamente importante é que nestes dois filmes, que naturalmente se passam muito antes de O Senhor dos Anéis, é que Saruman, que eu interpreto de novo, é de fato ainda Saruman, o Branco, mas ele é um homem bom e nobre, e o chefe do Conselho dos Magos, como ele sempre foi”.

Em tempo: De acordo com o AICN, no dia 01 de janeiro passado morreu Bob Anderson, aos 89 anos. Anderson foi o principal treinador das lutas e combates com espadas em O Senhor dos Anéis e trabalhava novamente com Peter Jackson em O Hobbit. Entre seus trabalhos estão também a trilogia Star Wars original e Piratas do Caribe. O simpático Bob Anderson pode ser visto em vários momentos nos extras da versão estendida da trilogia SdA. Acesse o link acima para ver 2 vídeos com Bob Anderson.

Lançada a 2ª edição do Curso de Quenya

Capa da 2ª edição do Curso de QuenyaFoi lançada hoje a segunda edição do Curso de Quenya – A mais bela língua dos elfos, de Helge Kåre Fauskanger, publicada pela editora Arte e Letra. A tradução da primeira edição foi lançada em 2004 e esgotou-se em pouco tempo.

Não houve uma reedição imediata devido ao fato de que mais materiais inéditos estavam sendo publicados em jornais linguísticos tolkienianos quase que imediatamente após o livro ter sido colocado à venda, o que tornaria qualquer nova impressão automaticamente obsoleta, sendo necessária uma atualização do material do curso por parte do autor. No decorrer dos anos, o volume de material inédito sobre o Quenya foi aumentando e isso, somado à demanda pela reedição do livro, fez com que Fauskanger se empenhasse em atualizar seu curso, cuja tradução brasileira é a primeira a ser publicada em livro e a mais completa (uma versão preliminar em inglês dessa segunda edição foi disponibilizada há pouco tempo na lista de discussão Elfling).

A nova edição do Curso de Quenya mantém o mesmo formato da anterior, com 20 lições, apêndices, vocabulário e respostas para os exercícios. Porém, todas as seções do livro sofreram atualizações, sendo reescritas e/ou aumentadas à luz do material publicado desde 2004, que inclui as edições do jornal Vinyar Tengwar até o número 49 e do jornal Parma Eldalamberon até o número 18.

O livro pode ser adquirido diretamente no site da editora Arte e Letra.

Curso de Quenya – A mais bela língua dos Elfos

Autor: Helge Kåre Fauskanger

Tradução: Gabriel Oliva Brum

Editora: Arte e Letra

Preço: R$42,00

 

Sauron na Batalha dos Cinco Exércitos?

Segundo as últimas notícias o Benedict Cumberbatch, ator de O Hobbit que estará interpretendo Smaug e Sauron o Necromante deixou escapar algumas informações que, aparentemente, ele não considera interessante mas faz muita diferença par todos nós, fãs de Tolkien. Ele afirma que:

“Estou interpretando Smaug através da captura de movimentos e dando voz ao Necromante, que é uma personagem na Batalha dos Cinco Exércitos, o que me foi dado a entender. Ele não está de fato no Hobbit original. É algo que o Peter Jackson pegou de O Senhor dos Anéis e colocou ali.”

Parece que teremos Sauron o Necromante comandando os exércitos inimigos na Batalha dos Cinco Exércitos. Para quem está um pouco perdido a história do Necromante da Floresta da Trevas aparece nos Apêndices de O Senhor dos Anéis. Em O Hobbit ele é unicamente a razão pela qual Gandalf não acompanha os Anões e Bilbo até Smaug.

 

Por que Tolkien não ganhou o Nobel?

Qualquer fã mais entusiasmado da obra de J.R.R. Tolkien já deve ter pensado por que no final das contas ele nunca ganhou o Nobel de Literatura. Pois a pesquisa de Andreas Ekström parece trazer uma resposta bem ruim: o comitê sueco simplesmente considerava sua prosa fraca. Conforme noticiado pelo jornal sueco Sydsvenska Dagbladet, o nome de Tolkien chegou a ser cogitado em 1961 junto com outros nomes como Robert Frost e Graham Greene. Mas naquele ano quem ganhou o nobel foi o iugoslavo Ivo Andrić, por causa da “força épica com a qual ele traçou temas e retrata os destinos humanos retirados da história de seu país”.

As reuniões que decidem quem será o ganhador do prêmio Nobel são secretas, mas passados cinquenta anos da reunião os arquivos dessa são abertos para o público, e foi a partir desse estudo que Ekström pescou a informação de que um jurado chamado Andres Osterling chegou a dizer que Tolkien “de forma alguma chega ao nível de narrativa de alta qualidade”.

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Brinde ao aniversário de Tolkien 2012

Hoje, 03/01/2012, celebram-se os 120 anos do nascimento de John Ronald Reuel Tolkien. Como já é tradição entre os fãs, um brinde será feito às 21hs em homenagem ao Professor.

Todo ano o brinde é promovido pela Tolkien Society, e você pode  assinar a lista com seu nome, comentário e a bebida com que brindou! O site registra a participação dos fãs no brinde desde 2002.

Para fazer o brinde à moda britânica, basta ficar de pé, erguer o copo com sua bebida (não necessariamente alcoólica) e, antes de beber, dizer “Ao Professor” (ou “The Professor“).

Então hoje, às 21hs, fiquemos de pé e brindemos Ao Professor e seu legado!

O Hobbit: 5º Videoblog direto das locações!

Hobbits, ovelhas, porcos, caminhões, trailers, barracas, centenas de funcionários, “Barris Soltos”, anões e mais hobbits, Frodo e a Vila dos Hobbits! Toda a logística para garantir as filmagens nas locações de O Hobbit! Peter Jackson nos apresenta tudo isso no 5º videoblog da produção, direto do Facebook.

Veja: Production Video #5: On location with THE HOBBIT. 23 December 2011

O Hobbit: recado de Peter Jackson e Eric Vespe na encosta de um vulcão!

Peter Jackson postou há pouco tempo o seguinte em sua página no Facebook:

 Olá a todos! Este ano é o décimo aniversário do lançamento de A Sociedade do Anel, e nós queríamos dar aos fãs um presente de Natal antes do lançamento dos dois filmes O Hobbit em dezembro de 2012 e 2013. Fiquem atentos para mais. Felicidades!

Então vamos ficar de olho! Enquanto o tal presente não vem, que tal mais um dos relatos cheios de spoilers de Eric Vespe, do Ain´t It Cool News? Bem, desta vez os spoilers são bem poucos, há um ou dois perdidos no meio de seu relatório, que desta vez fala sobre as locações ao redor do Monte Ruapehu, local sagrado para os nativos neozelandeses. A seguir, o resumo com as partes mais significativas:

 

A próxima locação foi o nosso ponto final na Ilha Norte da Nova Zelândia e acabou por ser muito especial.

 Ohakune foi o nosso destino e foi para servir como dois locais dentro da Terra-média. Um desses locais foi no Monte Ruapehu, que é a montanha mais alta da Ilha do Norte e está em terras muito sagradas para os Maori Iwi locais. Eles filmaram um monte de cenas da Montanha da Perdição, em O Senhor dos Anéis, com Sam carregando Frodo até as falésias, em outras partes da montanha, mas esta área em particular era um novo terreno para a produção. Isso não quer dizer que o Monte Ruapehu é a Montanha da Perdição, que é um equívoco comum entre os nerds do Senhor dos Anéis que visitam o lugar.

 É considerado desrespeitoso filmar os distintos picos do Ruapehu, por isso eles filmaram boa parte da batalha do prólogo apenas nas encostas do Monte Ruapehu. Para cenas da Montanha da Perdição eles tiveram que construir digitalmente este local da Terra-média e a partir de uma mistura de outras montanhas, incluindo ativos vulcões do Havaí.

 Os Iwi locais (duas tribos especificamente, Ngati Uenuku e Ngati Rangi) deram permissão para a produção do filme trabalhar deste lado da montanha, e para mostrar a união das tribos com a produção, eles organizaram um Powhiri. A produção não poderia forçar o elenco e a equipe a comparecer neste evento tradicional, pois estavam em um dia de folga, mas sinceramente pediu a todos para irem em sinal de respeito ao povo Maori que concedeu a autorização para a equipe filmar em suas terras.

Eles esperavam que fossem talvez 30-40 pessoas e quando cheguei ao Marae Maungarongo tinha facilmente mais que o dobro, incluindo o produtor Zane Weiner e todo o elenco principal, como Martin Freeman, Ian McKellen e todos os anões. Até o momento da cerimônia começar, havia 130 pessoas da produção lá.

 Os anfitriões, Ngati Rangi, começaram com uma haka, uma espécie de dança guerreira que ficou mundialmente famosa pela equipe de rugby All Blacks que a realiza antes de cada jogo. A nós, os visitantes, não era permitido estar no campo (conhecido como o aitea Marae) até depois da haka, quando um dos guerreiros foi enviado para distinguir se nós éramos visitantes amigos ou inimigos, um costume conhecido como Tikanga. Este homem apresentou um rau (uma samambaia), que foi pego por Zane, indicando que nós viemos em paz e significando que nosso grupo fora recebido como amigo e que podíamos entrar na aitea Marae.

Depois disso uma série de alto-falantes, de ambos os lados, veicularam discursos que terminavam em uma canção. Cada um dos líderes Ngati Rangi teve sua vez, falando em Maori, que foi traduzido para nós.

 A todos nós foi dado no estacionamento uma canção para cantar como um grupo. Como estávamos todos nós, os visitantes, a fim de mostrar respeito aos nossos anfitriões, todos nós tínhamos de tomar parte na canção, incluindo os repórteres americanos.

Com as nuvens lentamente flutuando do Monte Ruapehu e com o sol ao fundo brilhando sobre nós, a cerimônia toda ligou seriamente algo de espiritual em mim. Eu não sou um homem religioso, mas havia um poder inegável aqui. A história por trás do ritual, a sinceridade das palavras de nossos anfitriões e o respeito mostrado nitidamente pelo elenco e  pela equipe, e todos misturados em uma atmosfera pesada e focada, foi uma incrível experiência.

 Ian McKellen foi a última pessoa da equipe a falar e ele fez um grande discurso falando sobre a jornada desta equipe e sua demanda, agradecendo-lhes por nos deixar partilhar as suas terras com as pessoas do mundo. “Vocês poderiam facilmente ter dito a Gandalf, o Cinzento ‘você não vai passar’, mas vocês não disseram”, disse ele antes de reiterar seu agradecimento pela cooperação e permitindo a passagem dos cineastas em sua propriedade.

Lembra-se que eu mencionei que cada discurso foi seguido por uma canção? Depois que Sir Ian fez seu discurso, todos os atores que interpretam anões se levantaram e cantaram uma das músicas de O Hobbit, uma balada de barítono particularmente sombria chamada Misty Mountains ( aliás, do trailer recentemente liberado).

 A parte final da cerimônia envolvia algo chamado Hongi, onde os visitantes se alinham e passam pelos líderes iwi, mulheres e crianças, agitando as mãos e inclinando-se para tocar nariz e testa. Este convite em si solidifica a união de nossas tribos e já não nos faz mais visitantes, mas tangata whenua (povo desta terra).

Andando na linha eu devo ter feito o Hongi com umas 20 pessoas, desde crianças adoráveis ​​a gentis homens velhos e não foi tão estranho quanto eu esperava que fosse. Ao tocar o nariz com estranhos você se vê obrigado a olhá-los nos olhos e considerá-los como mais do que aquilo que vê à primeira vista. Foi-me dito depois que olhar nossos anfitriões nos olhos durante o Hongi era, na verdade, um sinal de agressividade, mas eles não pareceram se ofender.

 Concluído o Hongi, nos reunimos e discutimos alguns pontos da mitologia Maori sobre a terra e fomos informados de que teríamos um representante iwi conosco enquanto a equipe filmasse: “para proteger a montanha de vocês e vocês da montanha”. Lembre-se que o Ruapehu é um vulcão ativo e os Maoris acreditam que há bons e maus espíritos na região e que devem ser respeitados, a fim de não perturbar o equilíbrio.

Fomos convidados a sempre dar bom dia para Koro (a palavra Maori para avô, referindo-se à montanha) quando chegamos, e boa noite para Koro quando saímos, como um sinal de respeito. Eu não posso falar por todo mundo, mas tenha certeza que fiz. É difícil não ser pego pela majestade desta área e mesmo que eu não acredite em exatamente as mesmas coisas que nossos anfitriões, eu senti o poder deste lugar.

 

Depois deste belo relato sobre o cerimonial tradicional de boas-vindas dos Maoris, Eric Vespe fala sobre as filmagens em locações na mesma região.

Esta área arborizada representa os arredores do Condado e onde Bilbo corre até Gandalf e os anões. Eles estão montados em cavalos, de modo que você pode imaginar o circo que foi esse dia. Treze anões e um Mago e cavalos para todos eles!

  

Os cavalos dos anões estavam usando capas peludas, uma vez que deveriam ser pôneis, mas os caras que interpretam os anões ficariam ridículos, com todo o seu equipamento, montados em pôneis minúsculos. A fim de passar a ideia de estatura, tinham que fazer os cavalos normais parecerem mais com pôneis.

O dia foi gasto principalmente para obter imagens mais amplas da tropa no seu passeio a cavalo pela floresta. Houve uma filmagem ali, em especial, que você pode realmente ver no trailer e que mostra Fili e Kili pegando o Sr. Bolseiro (de cavalo) e colocando-o em cima de seu pônei.

 
Nesta calmaria eu notei que o grande artista John Howe estava no set. Eu o tinha visto nos estúdios Stone Street, nos sets em Wellington, mas não quis incomodá-lo. Eu estava saindo com os caras do som quando Howe chegou. Imaginei que ele iria conversar com eles, mas para minha surpresa ele se apresentou a mim e elogiou os relatórios do set. Eu tenho acompanhado seu trabalho há anos, então fiquei bastante surpreso com as amáveis ​​palavras de alguém cujo talento admiro tanto.

Pouco tempo depois ele foi acompanhado por Alan Lee e discutimos a arte em 3D que eles fizeram no último vídeo da produção. Na verdade, tudo começou como uma brincadeira e eles realmente não iam desenhar em 3D, mas como a brincadeira tomou forma eles realmente quiseram colaborar com essa peça, foi a primeira vez em todos os seus anos de trabalho em conjunto que ambos  trabalharam em uma única peça de arte. Eles usaram o computador para realmente adicionar dimensionalidade a ela, então é por isso que a imagem realmente funciona em 3D.

 

Veja o desenho de John Howe e Alan Lee, clicando aqui!

Após dois dias de filmagem em Beech Paddocks a equipe se deslocou para a montanha. Eu não vou ter muito para você nesta locação, principalmente graças a isto:

 Este musgo está ameaçado e é muito antigo. Uma das condições para filmar neste local era de que apenas descesse o essencial da equipe para o lugar e eu não sou essencial, então eu fiquei em cima, na estrada da montanha. Eles construíram estes andaimes para chegar até lá, como você pode ver, e eles foram considerados seguros, mas eu dei um passo até eles e senti as tábuas  dobrarem sob o meu peso, e de repente não quis estar mais lá.

 A vista era incrível, avancei para conseguir uma visão mais clara e olhar para o vale abaixo de nós.

 Essa vista épica e da grande cachoeira (e do musgo super raro) nesse local foi estonteante e eu sei que este lugar também tem um papel muito importante na jornada. Eu sei que vai ter uma gigantesca estátua colocada digitalmente neste local. Todos os anões e Bilbo foram lá à procura de algo. E eu não posso dizer mais nada!

Conversei com Peter um pouco antes de ele ir até o set e ele me disse que eles filmaram a batalha do prólogo, na abertura da Sociedade, a cerca de 5 minutos de carro a partir deste local, na encosta oposta. E descendo a montanha e o fluxo do rio a partir desta cachoeira, está o lugar onde eles filmaram Gollum pegando seu peixe depois de aparecer com Sam e Frodo.

Peter também tentou me convencer de que a área circundante foi construída pela Weta Workshop, que todas as rochas eram realmente de espuma e a cachoeira era apenas o sal que está sendo derramado em câmera lenta, mas ele não pode me enganar! Não senhor, não desta vez!

 Ruapehu representou a última locação para a unidade principal na Ilha Norte. Após isso, todos se dirigiram de volta para Wellington e, em seguida, embarcaram em aviões com destino à Ilha Sul, onde a verdadeira diversão (e extremos climáticos) acontece.

Como de costume, aqui está uma prévia de nossa próxima locação: