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Definido o ator que viverá o anão Dáin Pé-de-Ferro em O Hobbit!

De acordo com o neozelandês Stuff.co.nz , o ator e comediante escocês Billy Connolly (69) foi escalado para viver o anão Dáin Pé-de-Ferro em O Hobbit. Dáin é primo de Thorin Escudo de Carvalho (Richard Armitage) e seu herdeiro, além de desempenhar um importante papel na Batalha dos Cinco Exércitos. Rumores antigos apontavam o inglês Brian Blessed como forte candidato para o papel, porém, a escalação de Connolly é oficial. Veja a filmografia do ator no IMDb.

“Nós não poderíamos pensar em um ator mais adequado para interpretar Dáin Pé-de-Ferro, o mais fiel e mais resistente dos anões. Com Billy entrando para o elenco de O Hobbit, ele agora está completo. Nós mal podemos esperar para vê-lo no campo de batalha”, disse Peter Jackson.

 

Então, aprovado?

Evangeline Lilly faz revelações sobre Tauriel

Em entrevista à Entertainment Weekly, a atriz canadense Evangeline Lilly falou sobre seus mais recentes trabalhos e fez algumas revelações sobre sua personagem em O Hobbit, Tauriel. Abaixo, segue o que Lilly disse sobre a elfa guerreira. Desnecessário dizer, portanto, que o conteúdo pode ser revelador para aqueles que não desejam saber maiores detalhes sobre a personagem e como ela se insere na trama.

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[...] Você está interpretando uma nova personagem chamada Tauriel, que é uma elfa da Floresta das Trevas, o que me leva a crer que ela é um tipo de guerreira, ou algo assim. Você teve que aprender esgrima e a atirar com arco?

Sim, ela é uma guerreira. Ela é realmente a chefe da guarda élfica. Ela é uma figura importante do exército. Então, ela sabe manejar qualquer arma, mas as principais armas usadas por ela são um arco e flecha e dois punhais. E ela é letal. Você definitivamente não quer ser pego em um beco escuro por Tauriel.

Então Tauriel deve estar envolvida com os anões capturados…

Acho que basicamente o que você está perguntando é se ela aparece muito no filme. Ela não está muito no primeiro filme. Ela entra no primeiro filme perto do final, e tem uma participação muito pequena. O papel no segundo filme é muito mais desenvolvido. Embora, devo dizer que quando comecei a ler o roteiro e aceitei o trabalho, seu papel no segundo filme era muito menor. Eu acho que o papel está se tornando um pouco mais exigente do que eu esperava que fosse. Há muito mais para eu fazer agora, o que é muito divertido, mas sinto um pouco mais de pressão.

Será que ela desempenha um grande papel na Batalha dos Cinco Exércitos?

Oh, eu não sei. Nós não filmamos isso ainda. Eu ainda tenho que voltar para mais cinco meses de filmagem.

Por quantos meses você esteve por lá?

Indo e voltando nos últimos seis meses. São filmagens de dois anos que abarcam ambos os filmes, e meu contrato é por aproximadamente um ano. Eu ainda saio e volto para a Nova Zelândia durante todo esse ano.

Manter O Hobbit consistente com SdA sempre foi a intenção de Peter Jackson

O primeiro trailer de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada deixou bem claro que a Terra-média não mudou muito desde que Peter Jackson concluiu O Senhor dos Anéis. E isso não é uma reclamação. Para os fãs, quando se trata de O Hobbit, a mudança não é necessariamente bem-vinda.

Falando com a MTV News, no Sundance Film Festival na semana passada, Jackson explicou que sempre foi sua intenção manter O Hobbit narrativa e visualmente consistente com  O Senhor dos Anéis.

“Queríamos que fosse parte de uma série de cinco filmes”, explicou. “Felizmente, Tolkien escreveu um monte de material extra nos apêndices de O Senhor dos Anéis, onde ele mesmo amarra as duas histórias, 20 ou 30 anos após a publicação de O Hobbit. Então, nós fomos capazes de usar parte desse material”.

Mas, apesar do O Hobbit de Jackson não ser “tão infantil quanto a história do livro original”, ele trabalhou duro para ter certeza de que os filmes ainda “tenham um pouco de humor”. Por exemplo, Jackson prometeu que “algumas das canções [do romance] estarão lá”. Os fãs tiveram uma prévia dessas músicas no trailer lançado em dezembro passado, quando os anões se reúnem no lar de Bilbo Bolseiro para cantar uma canção sombria, acompanhada pela épica melodia composta por Howard Shore.

Encontrar este equilíbrio, mas permanecer fiel ao estilo da trilogia cinematográfica de O Senhor dos Anéis, permitindo que O Hobbit seja a prequência natural desses filmes, tem sido um desafio agradável para Jackson, que está mais do que animado em voltar a trabalhar com hobbits, magos, anões e dragões.

“Eu estou gostando do filme e estou realmente animado com ele. Eu adoro ir ao trabalho todos os dias. Eu amo filmá-lo. Em fevereiro, vamos começar mais 100 dias de filmagem, mais ou menos até julho. Já teremos filmado ambos os filmes por essa época”, concluiu o diretor.

 

Quem também falou à MTV News foi o ator estadunidense Elijah Wood, que viveu o hobbit Frodo Bolseiro no O Senhor dos Anéis, e gravou uma participação especial para O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, revivendo seu personagem. Apesar de não ter passado um longo tempo nos sets de filmagem, na Nova Zelândia, o ator disse que já conseguiu ter uma ideia do “clima” do novo filme de Peter Jackson, de acordo com o Vírgula.com.

Ele acredita que o diretor conseguiu retratar a atmosfera mais amena do livro O Hobbit, de J. R. R. Tolkien, se comparado a sua sequência, a trilogia O Senhor dos Anéis.

O Hobbit é mais fantástico, mágico e um pouco mais cômico. Os anões são engraçados e meio trapalhões”, afirmou.

Apesar disso, Wood disse que O Hobbit possui uma atmosfera de “destruição iminente”, e falou, ainda, sobre sua participação no filme

 “Existe seriedade, mas há muita diversão também”, contou.

 “Foi como voltar no tempo. Nós gravamos algumas coisas na Vila dos Hobbits, e a última vez que estive lá foi quando tinha 19 anos. Agora, tenho 30. Foi um passo bizarro em um portal do tempo. No entanto, foi lindo”, afirmou.

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Eleições 2012/2012 do Conselho Branco

Caros amigos Tolkienianos. Iniciou-se o processo eleitoral para o biênio 2012/2013. A inscrição das chapas se dará até o dia 31/jan, mesmo período das discussões eleitorais. A votação ocorrerá por e-mail no período de   01/02/2012 até as 23:59 de 12/02/2012 e o resultado será divulgado no dia 16/fev. Neste ano temos registrada a chapa Coirë, da qual faço parte, composta por:

  • Presidente: Fabio “Deriel” Bettega, PR
  • Secretária Geral: Shirley “Edhelcalen” Santos, SP
  • Diretor Financeiro: Fabiano”Skywalker” Neme, RS
  • Diretora Cultural: Débora “Valië” Souza, SP
  • Diretor Técnico: Rodrigo “Slicer” Jaroszewsky, RS

Veja a Proposta da Chapa “Corië” (PDF 627kb), com a biografia de seus componentes e Perguntas e Respostas. Acesse também o Cronograma (PDF 17kb) sugerido para a implementação das propostas. Se você é membro do Conselho Branco, não deixe de participar deste processo. E se nossa proposta lhe agradar, não deixe de votar na chapa Coirë. Mais informações em http://www.conselhobranco.com.br/

Nossa proposta se baseia em:

Visibilidade

Por razões diversas a visibilidade do Conselho Branco foi minguando com o passar do tempo sendo hoje praticamente impossível descobrir o que ela faz, como entrar em contato e como fazer parte. Esta situação precisa ser remediada o mais rapidamente possível, de forma que seja possível a qualquer um, em qualquer mídia social, entrar em contato com a Sociedade. Isso pode ser obtido com as seguintes ações

 

  • Site Institucional: criação de um novo site institucional, utilizando softwares que  padrão na Internet (WordPress 3.3 e alguns poucos plugins específicos), sempre sob domínio próprio. A Valinor tem e fornecerá de forma gratuita a hospedagem necessária, sem limitações de espaço ou consumo de banda. Para o visual do site a Valinor comprou uma série de templates wordpress profissionais (Studiopress –www.studiopress.com/themes ), que podem e devem ser utilizados pelo Conselho Branco.

 

Com essas ações (wordpress, hospedagem e visual gratuitos) podemos utilizar muito menos tempo com programação do site, visual do mesmo e nos dedicarmos ao conteúdo – que é o que mais interessa

 

Importante ressaltar sobre o Site Institucional do CB que a prioridade máxima deverá ser informação sobre o próprio Conselho Branco, o que ele faz, como entrar em contato, como se tornar sócio, quem é quem dentro da estrutura nacional e regional. No máximo eventos onde o Conselho Branco participa. Em uma etapa subseqüente, depois de termos um site informativo e redondo, a avaliação de materiais extras a serem inseridos no mesmo poderá ser feita

 

  • E-mails: não há necessidade de utilizarmos e-mails gratuitos e genéricos para assuntos oficiais do Conselho Branco. Podemos ter, de forma gratuita e sem propagandas através do Google Apps e-mails @conselhobranco.com.br os quais dão muito mais confiabilidades, visibilidade para a marca e tira aquele ar de “amadorismo” (no mau sentido).

 

 

  • Tocas no site do Conselho Branco: o software proposto para utilização no Conselho Branco (WordPress 3.3) possui uma funcionalidade muito interessante que é o da “rede”. Podemos ter virtualmente infinitos sub-sites, cada qual com administração, visual e funcionalidades particulares, mas todos interligados, em última análise. Neste caso teríamos um site institucional principal e vários sub-sites, como:

 

Mesmo projetos particulares dentro do CB poderiam ter sites particulares sem comprometer a unidade de estrutura existente.

 

  • Redes Sociais: a própria estrutura atual da Internet praticamente nos obriga a termos presença oficial em redes como Orkut, Facebook, Twitter (dentro outros) e ferramentas diversas (como fórum) isso sem desqualificar, modificar ou desmobilizar ferramentas atuais funcionais como as listas de discussão.

 

A presença nessas redes sociais deve, no mínimo, informar o básico sobre o Conselho Branco, fornecendo um ponto de acesso aos associados e interessados, nem que inicialmente seja apenas direcionando ao Site Institucional.

 

Reestruturação Societária

Hoje não sabemos quem e quantos somos nem onde exatamente estamos. Uma reestruturação com recadastramento faz-se urgente e necessária, utilizando-se para isso ferramental que estará disponível no site institucional (plugin “Membership” do WordPress, gratuito) de forma a termos um controle on-line e detalhado sobre nossos associados.

Também precisamos de dados mais consistentes sobre nossos associados, não apenas nick e e-mail. Precisamos de, no mínimo:

  • Nome completo
  • E-mail
  • E-mail secundário
  • Data de Nascimento
  • CPF
  • RG
  • Endereço Completo
  • Telefone de Contato

 

São dados mínimos para manutenção de um cadastro de uma Sociedade séria e atuante.

 

Independência Financeira

O Conselho Branco tem que ter uma autossuficiência financeira para uma manutenção das necessidades básicas da mesma. Todas as Sociedades Tolkien relevantes possuem anuidade, e por uma boa razão: manutenção da estrutura e custos básicos (o que não envolve remuneração dos dirigentes). Propostas básicas para a viabilidade financeira do Conselho Branco:

 

  • Merchandising próprio: camisetas, canecas e outros produtos do próprio Conselho Branco, os quais podem ser vendidos diretamente pelo CB ou, como é comum, em outras lojas sob o pagamento de comissão.

 

  • Anuidade: uma taxa anual de R$30,00 a quem desejar contribuir para a manutenção financeira do Conselho Branco (sem a exclusão dos associados gratuitos). O que podemos oferecer em troca dessa contribuição? Muita coisa! A mais importante e principal é a própria subsistência do Conselho Branco. Dentre outras coisas:
    • Carteirinha em PVC com nome e número do associado
    • Inscrição automática em quaisquer sorteios ou promoções que o CB venha a participar
    • 15% de desconto no merchandising do próprio Conselho Branco
    • 10% de desconto na Loja Valinor (serve de exemplo, sei que outros parceiros aceitariam algo semelhante, como a Redbox Editora e a Arte & Letra)
    • Demais vantagens que porventura possam surgir com o tempo

 

“Smaug ainda está em processo de design”, diz Andy Serkis

O ator e diretor Andy Serkis fez uma pausa nas filmagens de O Hobbit para andar  sobre o tapete vermelho do Globo de Ouro 2012 (realizado no último domingo, 15/01), mas parece que deixou todos os seus preciosos segredos da Terra-média na Nova Zelândia.

Um repórter da MTV News tentou tirar algumas coisas de Serkis sobre Smaug, mas ele não quis dar nenhuma pista sobre como poderia ser o mítico dragão Smaug na tela grande:

 “Não posso revelar todos os segredos, todos eles estão muito bem guardados”, disse. “Eu não posso dizer porque estão mantidos a sete chaves”.

Uma figura emblemática do mundo mitológico de J.R.R. Tolkien, Smaug é um dos personagens mais aguardados pelos fãs na adaptação de O Hobbit. Um personagem tão reverenciado assim deve ter um alto nível de segurança. Serkis sugere que estão apenas mantendo tudo em segredo para evitar revelar qualquer coisa precipitadamente. De acordo com o ator, a Weta Workshop ainda está trabalhando para encontrar a criatura perfeita.

 “É um personagem muito secreto e está muito protegido, e que ainda está em processo de design”, disse ele.

O pouco que se sabe sobre Smaug é mais que suficiente para nos deixar ansiosos. O ator inglês Benedict Cumberbatch será Smaug em O Hobbit antes de ir “aonde nenhum homem jamais esteve”, como o vilão no próximo “Star Trek” de J.J. Abrams. Em uma declaração recente, Cumberbatch disse que não apenas fará a voz de Smaug, mas também os movimentos. Ele literalmente será Smaug no(s) filme(s) O Hobbit. Seu trabalho na captura de movimentos já deve ter começado neste mês de janeiro, segundo o próprio ator (leia mais em: Smaug e o elfo Lindir falam sobre O Hobbit).

Serkis finalizou dizendo que, tendo Cumberbatch como Smaug, o público poderá esperar algo realmente bom.

 “Com Benedict Cumberbatch como o ator a interpretá-lo, será extraordinário”.

“Gollum se tornou um clássico”, diz Andy Serkis

Ainda este ano o ator britânico Andy Serkis será visto na primeira parte de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, onde retorna como Gollum, criatura que interpretou na trilogia de Peter Jackson O Senhor dos Anéis. Além disso, Serkis também estreia na direção. “Neste momento, além de interpretar Gollum, estou dirigindo a segunda unidade de O Hobbit. Estou num momento de mudança em que o que mais me interessa é a direção”, diz o ator, cujo nome aparece hoje como possível concorrente ao Oscar de melhor ator por sua interpretação de César, o macaco protagonista do filme “O Planeta dos Macacos: A Origem”. O ator, que já foi Gollum, King Kong, César, Capitão Haddock (“As Aventuras de Tintim”) e novamente Gollum, falou direto da Nova Zelândia, ao espanhol El Correo , sobre sua experiência como ator digital.

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 Quando Peter Jackson o convidou para dar vida a Gollum em “O Senhor dos Anéis”, passou pela sua cabeça que este era apenas o começo?

Naquela época, eu era um ator tradicional, a técnica de captura de movimento não existia e eu pensei que só ia ser a voz para um personagem digital. Eu não tinha ideia de quais eram as exigências de Jackson e pensei: “Deve haver muitos bons personagens em O Senhor dos Anéis”, então eu não entendia por que Peter queria um ator para interpretar Gollum. Depois tudo ficou muito claro de imediato, mas nós não sabíamos se ia funcionar. A técnica evoluiu durante as filmagens de “O Senhor dos Anéis”.

E agora o seu nome aparece para o Oscar. Se você ganhar irá se tornar o primeiro ator digital a recebê-lo, você se sente incompreendido por seus colegas?

John Hurt estava entre os indicados para o Oscar por seu papel em “O Homem Elefante [1980]” e ninguém podia reconhecê-lo na tela. César em “O Planeta dos Macacos: A Origem”, ou Gollum em “O Hobbit” são personagens em que seu rosto não é reconhecível na tela, de modo que atuar é mais complicado, porque exige um esforço de colaboração artística mais amplo. Em “O Homem Elefante” os maquiadores de John Hurt trabalharam em seu rosto e em seu corpo. Eu não entendo por que teria que haver algum tipo de diferença com a maquiagem digital.

John Hurt - "O Homem Elefante", 1980

Transformação – considerado o ator digital mais procurado do cinema, o que considera mais interessante?

Para mim, atuar é atuar, seja colocando um figurino e maquiagem, ou colocando o traje de captura de movimento e criando um personagem. O que eu mais gosto desse tipo de atuação é que você pode interpretar personagens que seriam impossíveis de fazer com maquiagem e figurinos tradicionais. Quando eu comecei como ator de teatro, sempre quis mudar de aparência; sabia que era o tipo de ator que mais se liberava. A captura de movimento te dá a capacidade de desaparecer completamente dentro do personagem.

Com Oscar ou sem Oscar, César foi para você um papel muito importante.

Cada personagem tem seus próprios desafios. A razão pela qual aceitei o papel de César é porque era um papel brilhantemente escrito. Tenho certeza de que tem atores que vão dizer: “Sim, mas não há nenhum diálogo. Onde estão as palavras?”. Mas, na realidade, um bom ator vê e pensa que César é um personagem incrível e um grande desafio de interpretação. Foi um grande papel. César teve uma longa jornada e sofreu muitas mudanças físicas e emocionais. Eu acho que é isso que um ator deseja da arte de interpretar.

E agora você está de volta na pele de Gollum.

“O Senhor dos Anéis” é um clássico e também o personagem se tornou um clássico. Personagens como Gollum continuarão a ser lembrados e é isso que importa, eles ainda estarão vivos. Eu gosto de grandes desafios e, claro, para mim, Gollum é uma grande oportunidade.

Recentemente o ator também mostrou-se indignado com o não reconhecimento de seu trabalho como atuação. Segundo o Cinema10, Serkis declarou:

 “Eu tenho muita sorte de estar participando de um momento em que a captura de performance está começando a ser usada corretamente. Ela está abrindo uma convergência totalmente nova no cinema e nos games e estou muito interessado em adaptá-la ao teatro, projetando avatares em telas enquanto os atores estão no palco“, comentou. “O problema é a forma como meu trabalho está sendo comentado. `Andy Serkis emprestou sua voz a´, `ou emprestou seus movimentos´ ou `deu as emoções a´. São tantas maneiras de enrolar e descrever o que, de fato, é atuação. Mesmo em Tintim ainda estou creditado em vários lugares como dublador. Eu vivi aquele personagem”, concluiu.