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Omelete visita sets do “O Hobbit” e lista 50 curiosidades sobre o filme

O correspondente Steve Weintraub, do Collider, e parceiro do brazuca Omelete.com, visitou os sets de O Hobbit no meio do ano e teve a oportunidade de conhecer os estúdios e de falar com o elenco.  A partir dessa visita invejada por qualquer nerd, o Omelete traz 50 curiosidades inéditas sobre um dos filmes mais aguardados de 2012. Ao ler a extensa matéria, você saberá que:

  • Gandalf será mais amável em O Hobbit que sua versão de O Senhor dos Anéis, mas isso não significa que não existam momentos intensos (as cenas com Thorin em especial – haverá uma relação ligeiramente antagônica entre os dois líderes).

 

  • Ian McKellen disse que gostaria de ver uma minissérie de televisão com umas 13 horas de duração que adaptasse o livro em cada detalhes minucioso.

 

  • Tanto o pai quanto o avô de Thorin foram acometidos da “doença do dragão”, uma obsessão letal por ouro.

 

  • Para Armitage [intérprete de Thorin] imaginar a destruição que Smaug causou nas terras de seu povo, ele pensou em como seria se ele fosse um sobrevivente de Hiroshima.

 

  • Matt Aitlen, da WETA Digital, disse que eles – como muita gente notou nos trailers – não redesenharam Gollum. Apenas aplicaram os novos recursos tecnológicos disponíveis, para tornar seu comportamento mais natural e realista.

 

  • Nenhum dos elementos digitais criados para O Senhor dos Anéis foi reaproveitado em O Hobbit. O salto tecnológico em 10 anos foi grande demais.

 

  • A única tecnologia de maquiagem que permanece exatamente a mesma de O Senhor dos Anéis é a usada para as orelhas dos elfos – a gelatina. Entre 600 e 800 orelhas élficas foram criadas para os filmes.

 

  • As perucas de Galadriel, Legolas e Frodo são exatamente as mesmas que os atores usaram em O Senhor dos Anéis.

 

  • O figurino de Gandalf é o mesmo de A Sociedade do Anel, mas ele ganhou um cachecol élfico. A roupa não é a mesma que Ian McKellen vestiu no primeiro filme, porém. Essa está guardada sob condições controladas e preservada. A WETA valoriza cada item criado dentro de suas instalações como artesanato neo-zelandês.

 

  • A individualização dos anões inclui peculiaridades como: Ori é adorado pela sua mãe e ainda usa os lacinhos que ela amarrou aos seus cabelos antes de ele sair na jornada. Dwalin é um guerreiro experiente e mostra suas cicatrizes como troféus. Dori controla o dinheiro do grupo e gosta de arrumar seu cabelo de maneira excêntrica. Bifur tem um machado orc cravado em sua cabeça, o que lhe causa um tique nervoso e alguns problemas mentais. Bombur é o mais gordo e forte dos anões e gosta de usar sua barba como uma corda para enforcar orcs. Gloin tem referências diversas a seu filho, Gimli, e os dois vão se parecer tanto nas roupas quando no armamento. Nori tem a silhueta mais dramática. Balin não tem bigode. Thorin é o mais simétrico e bonito de todos, devido à sua nobreza.

 

  • No livro, os anões são distinguíveis pelas cores de seus capuzes. A ideia era um tanto simplista para o filme, então essas cores foram incorporadas em elementos diversos do figurino dos 13 personagens.

 

  • . Esta versão de Valfenda será muito mais colorida e brilhante, pois os anões e Bilbo chegarão à cidade no meio do verão. Em O Senhor dos Anéis eles mostram o lugar no outono.

Mas lembre-se que são 50 as curiosidades! Portanto, vale uma visita ao Omelete.com para ler a matéria na íntegra e se deliciar com todas as informações. Então, acesse: O Hobbit – Uma Jornada Inesperada | Visitamos o set do filme na Nova Zelândia!

Fonte das imagens: Galeria do Omelete – Empire Magazine

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[Atualizado!] Revista revela 5 imagens de capa de “O Hobbit” e a duração do primeiro filme

A revista Empire Online divulgou cinco imagens de capa para o mês de novembro, e quem vai escolher a imagem definitiva são os fãs. E ainda, de acordo com a revista, Peter Jackson disse que o primeiro filme, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, até o momento está com 2 horas e 40 minutos de duração, o menor tempo da franquia por enquanto (10 minutos a menos que A Sociedade do Anel). “Até o momento”, pois os créditos finais ainda não foram concluídos e tão pouco alguns efeitos e cenas, por isso a duração do filme pode mudar (para mais ou para menos).

      

Atualização: sexta capa, exclusiva para assinantes.

Clique para ampliar

 

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E de acordo com o TORN, a Dolby Laboratories Inc. e a empresa de pós-produção do diretor Peter Jackson, Park Road Post Production, anunciaram nesta quarta-feira que O Hobbit será mixado e lançado em Dolby ® Atmos™. Trata-se de um novo sistema de som mais natural e realista que circula em torno e acima do público, ajudando a transportar o espectador para a história contada na tela do cinema, neste caso o mundo da Terra-média. O novo sistema possui dois alto-falantes adicionais que oferecem a capacidade de direcionar o som para outros alto-falantes individuais.

“Eu tento fazer filmes que permitam que o público seja parte dos efeitos que aparecem na tela, em vez de simplesmente assistir como tudo transcorre. E já está disponível uma incrível tecnologia para que isso aconteça: a alta frequência de frames, 3D, e agora o extraordinário sistema Dolby Atmos”, disse Peter Jackson. “Dolby sempre esteve na vanguarda para oferecer ao público cinéfilo a melhor experiência de som, e agora se superam. Dolby Atmos proporciona uma experiência de som completamente imersiva que os diretores de cinema, como eu, sonharam durante muito tempo”.

(Agradecemos ao Adão, Fefe_Helena e aos demais que nos enviaram as dicas!)

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Os prós e os contras de interpretar Gandalf, por Ian McKellen

Tem sido amplamente divulgado que McKellen quase recusou o papel de Gandalf em O Hobbit (como pode ser lido aqui). Agora, o próprio ator, em seu blog, esclarece a questão. Com a palavra, Sir Ian McKellen:

“É verdade que você quase não interpretou Gandalf de novo?”

Agora que eu retornei a Gandalf, não consigo acreditar que havia alguma dúvida em minha mente – mas havia! Há sempre, com qualquer oferta de emprego.

Para me decidir, eu costumo anotar os prós e os contras e ver qual é a lista mais longa ou a que pesa mais. Assim:

Prós: Trabalhar com Peter Jackson é sempre estimulante e divertido: nós rimos um com o outro e ele não me deixa atuar de forma teatral demais no filme. Admiro seus colegas mundialmente conhecidos, como  Andrew Lesnie (diretor de fotografia), John Howe e Alan Lee (designers da Terra-média) e é assim com muitos dos que retornaram em O Hobbit. O Senhor dos Anéis se tornou um clássico do cinema e o mesmo pode muito bem ser verdade com relação ao O Hobbit. Eu gosto de viver na Nova Zelândia e explorar sua paisagem incrivelmente bonita.

Contras: um compromisso de dois anos com O Hobbit iria manter-me longe de outros trabalhos e longe de casa e dos amigos em Londres. Eu gosto de novos desafios e já interpretei antes Gandalf, o Cinzento.

Quando Peter me disse que tinha se comprometido com O Hobbit, eu imediatamente desmarquei compromissos em minha agenda e fiquei esperando uma chamada. Foi uma longa jornada, pois Peter se retirou do projeto e foi substituído por Guillermo Del Toro. Guillermo e eu nos demos muito bem, com alguns encontros discutindo sua visão. Em seguida ele também se retirou. Então, Peter estava de volta e, em seguida, mais atraso, por doença e desentendimentos com o sindicato dos atores da Nova Zelândia. Comecei a pensar: “O Hobbit foi amaldiçoado” – outra razão contra.

O que me fez mudar de opinião foi o conselho de um sábio amigo: “Ian, todos os fãs do O Senhor dos Anéis não vão entender ou se importar com suas dúvidas. Eles só querem ver você de volta como Gandalf.” E então eu percebi o que eu já sabia o tempo todo, que eu não podia suportar a ideia de outro ator vestindo o chapéu pontudo e as vestes cinzentas.

E foi isso. Graças a Deus!

Ian McKellen, Londres, 24 de outubro de 2012

 

(Agradecemos a dica, BlackMoon!)

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“O Hobbit” – Cara a cara com Bolg, o Terrível!

Novamente os franceses do Tolkiendrim conseguiram imagens inéditas de um personagem de O Hobbit: Bolg! O líder orc já havia sido revelado antes, mas agora as imagens são maiores e mais nítidas, e mostram mais detalhes do visual do filho de Azog. Elas vieram novamente do calendário 2013. Confira abaixo, clicando nas imagens para ampliá-las:

[SPOILER] Descrição:

Como seu pai Azog, Bolg é um orc enorme e muito pálido. Ele é o encarregado das masmorras de Dol Guldur e a tortura é seu hobby. Sua armadura é pintada com sangue e decorada com os ossos de suas vítimas. Nenhum oponente pode competir com ele, até que conhece Gandalf, o Cinzento. Bolg no filme é interpretado pelo ex-lutador e ator Conan Stevens, que foi visto pela última vez como o cavaleiro Sor Gregor Clegane, a “Montanha que Cavalga”, na série da HBO, Guerra dos Tronos.

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Novas imagens de “O Hobbit” reveladas por meio de um novo jogo de cartas

O TheOneRing.net teve acesso às primeiras imagens de um novo jogo de cartas de O Hobbit  (The Hobbit Card Playing Game). As imagens são scans, por isso a baixa qualidade, mas algumas delas podem revelar SPOILERS para você. Confira algumas abaixo:

      

Essas e outras imagens, num total de 23, você pode ver no The One Ring ou em sua galeria no Facebook!

(Agradecemos a dica de Konata Greyish e Gondorian Stark!)

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THR conversa com Peter Jackson e atores e revela imagens de bastidores de “O Hobbit”

O ianque The Hollywood Reporter divulgou em um extenso artigo algumas imagens de bastidores de O Hobbit. Confira algumas delas abaixo e trechos significativos do texto.

 

Peter Jackson:

Como os atores terminaram um take, a voz de Peter Jackson foi ouvida, quase divina, através de alto-falantes no set. Felizmente, ele é uma divindade educada. “Você pode ser muito mais ofegante no início?” ele pede aos anões. “Todos vocês estão cansados”. Afinal, eles acabaram de escapar das garras da morte. Dada a sugestão, o peito começar a inchar. “OK”, diz Jackson. “Ofegantes, arfando, exaustos e ação!”

O que o preocupava em fazer O Hobbit era o material. Havia a questão de equilibrar o tom: O Hobbit é uma fábula para crianças, enquanto Jackson sentia que estava mergulhado nos tons mais escuros de O Senhor dos Anéis, que é sobre a influência da tecnologia desumanizante e a bravura, face aos horrores da guerra.

 

 Filme “cabeludo”:

Mas o mais difícil foi a multidão de personagens do livro – nada menos que 13 anões, que tiveram de ser distinguíveis para o público, mesmo à distância – que juntaram forças com Bilbo e o mago Gandalf. Uma grande parte da solução, não era um novo truque de computador, mas o cabelo – montes deles. Todos os anões usam perucas feitas de cabelo humano importados da Rússia, que tem a textura certa para personagens que têm um visual do Norte da Europa. Para cada um dos anões, havia seis perucas e oito barbas (perucas para os atores, perucas para dublês, perucas para dublês que são pequenos em estatura e que aparecem em cenas filmadas para estabelecer escala). “Eu nunca tinha feito um filme tão cabeludo”, diz o maquiador e designer Peter King. “Em todo lugar que você olhe, há mesas e prateleiras de perucas e barbas.”

 

Martin Freeman é “hobbitesco”:

… Jackson queria ficar com [Martin] Freeman, que era o principal candidato para o papel título. Jackson sentiu que Freeman tinha a indizível qualidade que o fazia certo para o papel. “Ele é muito ‘hobbitesco’ na vida real”, diz Jackson. “Eu também sou. E me orgulho disso. Você não anda muito longe de sua casa, não se envolve em nada muito aventureiro ou perigoso. Na maior parte das vezes eu gosto de ficar em casa com os pés para cima, e Martin tem muitas dessas qualidades.” […] Freeman parece discordar. “Eu acho que ele é mais ‘hobbitesco’ do que eu”, diz ele. “Ele provavelmente perdeu a chance de interpretar Bilbo.”

 

McKellen não queria mais ser Gandalf:

“Era como voltar a algo que não seria necessariamente desafiador”, disse o ator de 73 anos ao THR, durante uma pausa nas filmagens.  “Gandalf ainda está dentro de mim, assim como esteve antes, então eu sentia que eu estaria perdendo a oportunidade de conhecer um personagem diferente”. E, diferente de O Senhor dos Anéis, [O Hobbit] não ia ser um compromisso de muitos anos, durante o qual o ator estaria trabalhando na Nova Zelândia muito, muito longe de sua casa na Inglaterra. (Embora pausas tenham sido estabelecidas, o compromisso acabou por ser mais longo do que o previsto: originalmente concebido como dois filmes, O Hobbit é agora também uma trilogia. Tendo começado a filmar em março de 2011, a filmagem do terceiro não será concluída até algum tempo depois de junho de 2013.) Mas um amigo perguntou a McKellen como ele poderia se explicar para os fãs, se ele saísse do projeto. “Daí, você pensa: ‘quantos milhões de pessoas esperam por isso? Eles não iriam entender se você não estivesse tão empolgado quanto eles’”.

Então McKellen diz que decidiu, no último minuto, assinar o contrato. Pelo menos desta vez ele não tem que ser Gandalf, o Branco, que era mais sério. “Peter Jackson e eu preferimos muito mais Gandalf, o Cinzento, que era um homem que sabia se divertir”, diz McKellen. Na verdade, McKellen parece ser um brincalhão no set, fazendo palhaçadas entre as tomadas. Mas ele sabe que é importante levar a missão a sério. “Eu estava brincando e um dos outros atores disse: ‘Pare com isso, Ian'”, McKellen diz. “E ele estava certo.”

 

 De filme nenhum para três filmes:

No final de junho, [Alan] Horn [presidente da Warner Bros.] e os principais executivos da New Line fizeram uma visita à Nova Zelândia e assistiram a um corte do primeiro filme. Em seguida, Jackson e seus colaboradores lançaram a ideia de fazer não dois, mas três filmes O Hobbit. Horn […] admite que a proposta veio como um choque. A questão, diz ele, foi: “pode cada filme ser uma refeição completa?” O grupo concordou que o plano de Jackson funcionava.

Então, agora, quase por milagre, haverá três filmes O Hobbit em vez de nenhum [fazendo alusão aos graves e constantes problemas que atingiram a produção no decorrer dos últimos anos: falência da MGM, processos judiciais, saída de Guillermo Del Toro da direção, boicote do sindicato dos atores e etc.] – o que muitas vezes pareceu ser a opção mais fácil. Mas a tentação de voltar a Tolkien era grande demais para resistir. “Em cada cruzamento, alguém tinha que dizer, ‘Eu sei que é um problema, mas vamos em frente'”, diz Horn. “Ou, ‘Eu sei que é mais caro do que pensávamos que seria, mas vale a pena’.” Obviamente, Horn reconhece que só ficará claro se a luta valeu a pena quando os filmes saírem. “O público vai decidir”, diz ele. “Mas eu vi o primeiro filme – e é uma alegria estar de volta a esse mundo.”

 

 

Leia o artigo completo (em inglês) no The Hollywood Reporter e veja mais imagens em sua galeria!