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Cerin Amroth

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No reino Élfico de Lothlórien existia uma colina onde o rei Élfico Amroth construiu sua casa durante a Segunda Era do Sol. Canções Élficas dizem como, sofrendo pela perda de seu amor, a donzela Élfica Nimrodel, Amorth atirou-se de um navio Élfico e se afogou no mar. Ao final da Terceira Era do Sol sua casa na colina já estava em completa ruína, mas foi considerada um local sagrado cheio de beleza e pesar. Coberta por flores Elenor e Niphredil, foi lá que Aragorn e Arwen ficaram noivos e, foi lá também que, após a morte de seu marido, Arwen morreu.
 
 

Celebrant

Chamado de Silverlode na língua Comum e Kibil-nâla pelos Anões, Celebrant é seu nome Élfico, que significa “Curso de Prata”, pois o rio que corria das Montanhas Brancas pela passagem de Azanulbizar, através da floresta dourada de Lothlórien e desaguava no Rio Anduin. Durante a Terceira Era do Sol, a Sociedade do Anel seguiu seu curso dos portões de Moria até a floresta dourada.

 

 

Caras Galadhon

A cidade chefe do reino Élfico de Lothlórien era Caras Galadhon, “Cidade das Árvores”. Era literalmente a cidade de elaboradas casas-nas-árvores, ou “telain”, construída em uma enorme área cercada de grandes árvores de longos ramos prateados no coração de Lothlórien. Era também a corte real de Celeborn e Galadriel, governantes de Lothlórien, e os maiores dentre os remanescentes Elfos na Terra-média durante a Terceira Era. Após a Guerra do Anel, quando Galadriel deixou a Terra-média e Celeborn se mudou para Lórien Oriental, Caras Galadhon foi desertada pelos Elfos e o encanto que magicamente os protegia e a toda Lothlórien deixou de existir.
 
 

Campos de Pelennor

Durante a Guerra do Anel, havia uma bela e verde planície chamada Campos Pelennor envolvendo a cidade de Minas Tirith. Aqui a crucial Batalha dos Campos Pelennor foi travada, e o desfecho da guerra foi mudado. Pelennor significa “terra cercada” porque era circundada por uma muralha defensiva chamada Rammas Echor, que foi construída pelo Regente Ecthelion II no ano 2954 da Terceira Era. Essa muralha foi rapidamente destruída pelo exército do Bruxo-rei de Morgul quando ele avançou sobre Minas Tirith durante a Guerra do Anel. Felizmente, a cavalaria dos Rohirrim empurrou as forças do Bruxo-rei para os Campos onde finalmente as hordas de atacantes foram vencidas e destruídas.

 

 

Campos Gladden

De sua cabeceira nas Montanhas Nebulosas logo ao norte de Moria e Lothlórien, o Rio Gladden seguia para o leste até encontrar com o Grande Rio Anduin. É lá nos vales do Anduin que o tributário alaga uma região pantanosa conhecida como Campos Gladden. No segundo ano da Terceira Era um evento crucial para a história da Terra Média foi encenado aqui, pois esse foi o local da Batalha dos Campos Gladden quando o Rei Dúnedain Isildur foi morto e o Um Anel perdido nas águas do Rio. O Um Anel permaneceu escondido aqui até o ano 2463, quando foi encontrado por dois Hobbits chamados Déagol e Sméagol. Sméagol matou Déagol pela posse do Anel e acabou por se degenerar na criatura maléfica conhecida como Gollum.
 
 

A Floresta de Fangorn

Era o repouso dos Pastores de Árvores. A floresta de Fangorn foi ficando situada na extremidade do sudeste das montanhas místicas, perto da abertura que dava para Rohan. As montanhas deram forma à beira ocidental de Fangorn. Na extremidade da montanha a escala esteve a Construção de Isengard perto do canto do sudoeste da floresta. Ao leste e ao sul de Fangorn estava a terra de Rohan. Lothlórien estava colocada aproximadamente a setenta e cinco milhas do norte de Fangorn.

 

 

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A Floresta de Fangorn tem aproximadamente cento e dez quilômetros do norte ao sul e cem quilômetros do leste para o oeste, cobrindo uma vasta área de aproximadamente dez mil quilômetros quadrados. Faz fronteiras com Rohan, Lothlórien  e com o Rio de Nimrodel. Existiam dois rios que fluíam da floresta de Fangorn. Na parte do norte da floresta, o Limlight fluía das madeiras e deu forma então à beira do norte de Rohan antes de chegar e se juntar ao Anduin. No Sul de Fangorn, os riachos dos pastores das árvores começam das inclinações de Methedras, o último pico das montanhas místicas. O rio emergiu de Fangorn e fluiu para o Sul e para o Leste com divisões para Rohan até o Anduin.

As águas dos riachos dos pastores das árvores tiveram propriedades especiais e aumento de crescimento e vigor promovido em coisas vivas para a quem as tomasse, era uma água com um encanto natural, fornecendo energia e até força vital para os que tomasse, apenas os de raças bondosas e que a cima de tudo amassem a natureza e as árvores.

No Sudoeste de Fangorn localizava-se o vale de Bowl Shaped e o vale de Derndingle, onde os pastores das árvores realizavam suas reuniões chamadas Entebates. Abaixo das bordas dos riachos dos pastores das árvores encontrava-se o Salão principal, o repouso principal de Barbárvore, o mais velho de todos os pastores das árvores. Um pouco mais distante do riacho dos pastores das árvores, aproximadamente três a quatro milhas da borda oriental da floresta, havia um monte desencapado com as etapas de pedra que conduzem ao alto onde Barbárvore esteve e olhou para fora sobre as árvores quando fora levar os Hobbits para Isengard. A floresta de Fangorn era densa e coberta, e o ar sentia-se pesado e sufocante. Era tão ofuscante sob as árvores, mais não completamente escura como A Floresta das Trevas, era uma floresta quieta e ao mesmo tempo terrível para os forasteiros, cheia de raiva e ódio com o passar dos tempos e os feitos causados a ela.
 
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A Floresta de Fangorn no mundo todo teve uma reputação ruim, como um lugar estranho e perigoso. Por não ser habitado por homens ou elfos. E terem muitas lendas a seu respeito más. Mas embora haviam lugares escuros, a floresta de Fangorn não era um lugar mal e era perigoso somente àqueles que ameaçavam as suas árvores ou a biota que lá vivia, como os Orcs que vinham com seus machados para destruir e queimar tudo o que viam pela frente.

A floresta era a casa de muitos tipos diferentes de árvores e espécies nativas da região, incluindo as árvores cinzas, vidoeiro, castanha, abeto, linden, carvalho, rowan, e salgueiro, algumas árvores que eram ao contrário de todas as outras na Terra Média. Muitas das árvores eram muito velhas e algumas foram penduradas com as costas dos troncos como galhos arrastando-se. Algumas das árvores eram mais acordadas e cientes do que as outras. Além, às árvores ordinárias, haviam também os “Huorns” – árvores ou seres que poderiam andar e falar. Alguns foram dispersados entre as árvores quando as centenas de outras viveram nos vales profundos na floresta de Fangorn.

Os pastores das árvores eram os seres sentinelas grandes que guardavam a floresta e vigiavam as árvores. Guardavam e cuidavam das madeiras, mantendo-as para fora dos desconhecidos e importando-se apenas com as árvores – prestando atenção, treinando, ensinando, e removendo ervas daninhas e de ajuda para a cura e vida. Os pastores das árvores assemelhavam-se com as árvores, mas foram contadas entre os povos livres da Terra Média por habitar apenas as florestas e não se incomodar com os outros povos de fora. Sua raça era a mais antiga da Terra Média, ela fora criada antes mesmo dos Primogênitos de Ilúvatar (os Altos Elfos) nascerem e vierem para habitar os bosques e as florestas que Yavanna criara outrora e que por sua tristeza e mágoa Ilúvatar concebeu os pastores das árvores para cuidar das árvores e das florestas. Três dos pastores de árvores mais antigos residiram na floresta de Fangorn, e os nomes deles eram: Barbárvore, Skinbark, e Leaflock. Os outros dois pastores das árvores de Fangorn eram Beechbone e Quickbeam incluídos. Não havia nenhuma Entesposa em Fangorn, porque tinham saído das madeiras longas para tender os jardins e colheitas ao leste do Anduin e que lá ficaram até sua destruição ou vagaram para mais longe em busca de um repouso melhor, mais isto ninguém sabe dizer ao certo.

 
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Sem as Entesposa, não havia nenhum pastor de árvores jovem. A floresta de Fangorn era originalmente a parte de uma terra grande que cobria as terras ao Oeste das Montanhas Místicas. Fangorn foi descoberta então como a extremidade do Leste, uma seção da madeira grande que estendeu-se a leste das montanhas. Durante a Segunda Era, a maioria das madeiras foram reduzidas por Homens ou destruídas durante a invasão de Sauron de Eriador e logo mais tarde de Saruman de Isengard. Muitas partes de sua floresta fora desmatada e queimada pelos Orcs e isto só aumentou a raiva e poder dos pastores das árvores para com os Orcs. Para o fim da Terceira Era, os únicos restos de madeiras grandes eram as da floresta velha no norte e a de Fangorn para o sul. Uma vez, a floresta de Fangorn foi conectada às florestas e reservas de Lothlórien por uma área de floresta aberta com as árvores pequenas. Não havia nenhuma beira visível entre as duas florestas, mas Barbárvore e o rei dos Galadhrim de Lothlórien (possivelmente Amdir, pai de Amroth) concordaram que as florestas dos pastores das árvores e a dos elfos teriam que ser separadas. A tempo, a floresta entre as duas florestas residiram. Lothlórien e Fangorn foram divididas de um a outro completamente. No fim da segunda era, e Barbárvore e alguns dos pastores das árvores foram há busca das Entesposas, mas ao chegar lá, seus jardins tinham sido destruídos por forças de Sauron e as Entesposas foram ido a um lugar desconhecido para os pastores das árvores. E os pastores das árvores retornaram para Fangorn cheios de tristeza e mágoa por terem perdido as Entesposas e tornaram-se isolados e esquecidos pelo mundo todo exceto como lendas entre os Elfos e Homens mais sábios. Poucos povos ousaram arriscar-se na floresta de Fangorn. Temiam-na acima de tudo.

Notas do autor: “A Floresta de Fangorn é uma área de proteção permanente fantástica, lá habitara os últimos remanescentes dos pastores das árvores, uma das mais antigas e belas criações de Ilúvatar por amor a Yavanna, é fascinante procurar cada dia mais manuscritos e obter mais conhecimento sobre a Floresta de Fangorn, pelo que consta pouco conteúdo nas obras do nosso amado professor J.R.R. Tolkien. sua vegetação e biota são magníficos e espero terem gostado do artigo que fiz. Agradeço-lhes.”

Anfalas

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Quando olhamos para o mapa da Terra Média e especificamente focamos nossos olhares para o reino de Gondor, podemos perceber como é grande sua extensão territorial.

 

 
Por ser um reino muito extenso existe uma considerável diversidade ambiental (paisagens) e cultural este último um dos pontos mais marcantes dos descendentes de Númenor. Entretanto, o objeto deste artigo é identificar algumas características físico-ambientais e populacionais de uma determinada região de Gondor, a província e/ou região administrativa de Anfalas, localizada em um dos pontos mais ocidentais de Gondor.

Os seus limites ou áreas de domínio “anfalo-gondoriano” eram:

No oeste (Ponente) com o rio Lefnui e as Drúwaith Iaur próximo ao grande mar de Belegaer que também limita Anfalas ao sul (Ostro). Ao norte (Tramontana) limitando-se com as Ered Nimrais (Montanhas Brancas), a Leste (Levante) com outra província, de Belfalas (esta que estava dentre as mais importantes politicamente durante a Terceira Era), tendo como limites o rio Morthond.

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Anfalas era conhecida pelos povos da Terra Média como a distante Praia Comprida devido sua posição geográfica; a maior parte de seus domínios limitava-se com o grande mar de Belegaer, por isso desse nome, Praia Comprida. Também era conhecida como Langstrand em Westron (a Língua Comum).

O seu terreno é bastante acidentado, apresentando acidentes geomorfológicos, ou seja, maciços rochosos como as Ered Nimrais, e áreas próximas as Drúwaith Iaur. Há também uma ampla área composta por colinas, ou montes verdes que são as Pinnath Gelin; suas características de acordo com os mapas apresentam colinas de topos aplainados e em outras partes, bastante escarpados. Na região costeira têm-se belas praias com amplas planícies de Leste a Oeste, e indo à direção Norte, há grandes braços da imponente cadeia de Montanhas, as Montanhas Brancas.

Sua população era bastante escassa e não havia cidades e sim vilas e povoados espalhados pelo seu território, pois estava de certo modo afastado das regiões mais centrais de Gondor. A população de Anfalas era composta basicamente por camponeses, caçadores, pastores, pescadores, e ferreiros.

História

O povo de Anfalas participou da Guerra do Anel onde uma longa fileira de homens de vários tipos, desde caçadores e pastores, e homens de pequenas aldeias marcharam para defender Minas Tirith. Tais homens estavam modestamente equipados, mas com exceção os homens da casa de Golasgil, o senhor da região. Também de Lamedon, montanheses se juntaram assim como os pescadores do Ethir, mais ou menos uma centena deles e da região de Pinnath Gelin veio Hirluin, o Belo, com 300 homens esplendidos e vestidos de verde pronto para defender Minas Tirith a qualquer custo.

Em passados mais remotos Anfalas foi atacada e invadida por corsários de Umbar, mas Telemehtar, filho de Tarondor, lembrando da morte de Minardil e sentindo-se incomodado pela arrogância e crueldade dos corsários, reuniu uma grande força e no ano de 1810 tomou Umbar. Nesta guerra sangrenta os últimos homens descendentes de Castamir morreram, e Umbar mais uma vez ficou sob administração dos reis por um bom tempo. Entretanto, com novos males que atingiram Gondor, a região de Umbar foi novamente invadida e dominada pelos homens de Harad.

Perfil topográfico de Anfalas

 
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Referências Bibliográfica

TOLKIEN, John Ronald Reuel Tolkien. O senhor dos anéis: o retorno do rei. São Paulo: Martins Fontes, 2002, 5 – 441.
TOLKIEN, John Ronald Reuel Tolkien. Contos Inacabados: Martins Fontes, 2002.
Sibley, Brian e Howe, John. The Maps of Tolkien’s Middle-Earth with Map: Hardcover, 2005.