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É o Filme MALIGNO?

 
Há aproximadamente dois anos e meio convivemos como filme do Senhor dos Anéis (vou me permitir usar SdA a partir de agora), primeiro como notícias esparsas, imagens da produção, trailers e previews e por fim com o próprio filme e a repercursão do mesmo. E a comunidade de fãs virou um pandemônio. Personagens secundários e sem muito interesse, como  Legolas, descrito pelo próprio  Tolkien nas lendárias Letters, como o membro mais "inútil" da Comitiva, tornaram-se instantaneamente alvo dos holofotes. Passagens do filme, alteradas com relação ao livro, são consideradas como "válidas" dentro da obra e, heresia das heresias (queime-os, queime-os!!!) surgiram os fãs do filme que não gostam do livro. Brincadeiras à parte, o fandom sofreu um terremoto. Agora que a maior parte das expectativas com relação do filme já foram saciadas (apesar dos próximos dois filmes ainda a serem lançados) podemos analisar o real impacto dos filmes entre os fãs.

Antes, quando não existia o SdA do Peter Jackson (usarei PJ a partir de agora) o máximo que tinhamos era a piada do Bakshi, aquela animaçãozinha pretenciosa e rídicula feita em 1978 (e suas continuações insossas – "O Hobbit" e "O Retorno do Rei"). Nós, fãs de Tolkien, éramos uma espécie de "Sociedade Secreta Detentora do Segredo do Livro-mais-legal-do-mundo". Éramos poucos e de nichos bem específicos como jogadores de RPG e universitários. Por sermos poucos e de número constante (aparecia um ou outro novato de vez em quando) as discussões seguiam um crescente dentro da obra, cada vez mais intricandas e "aprofundadas". O surgimento da imensa massa de fãs produzidos pelo SdA de PJ interrompeu este processo, inundando de fãs novatos, leitores de primeira viagem ou apenas apreciadores do filme, fazendo as discussões derraparem e se repetirem sempre nos pontos mais inicias e básicos da obra além, claro, da mistureba de discussões sobre o filme.

Surgiu o fã ortodoxo, para quem as expressões "filme", "PJ" e "10 mais da Veja" funcionam como alho para um vampiro e agem como se tivesse sido tirados do paraíso e lançados no mais profundo fogo do inferno. Torcem para que o PJ morra antes de lançar os outros filmes, para que o livro encalhe nas livrarias e que nunca mais apareça nas listas de 10 mais. Sugerem listas só pros "antigos" (Cthulhiano isso, não? e são ríspidos com os novatos. Em suma, sentem-se magoados, marginais e participantes da "congregação-dos-fãs-de-verdade".

Não nego que por um bom tempo o parágrafo anterior me definiria perfeitamente ainda mais depois de ter, na pré-estréia do SdA, ter visto os TGP ("Três Grandes Pecados") do PJ: Isildur cortando o dedo de Sauron em batalha (arghhh!!! Gil-galad, cadê você, meu filho?), Arwen no lugar de Glorfindel e responsável pela inundação do Bruinen (tortura!!! enfiem lascas de bambu sob as unhas do PJ!) e a destruição completa de Lothlórien, com direito à Galadriel-Rá (a de vida eterna) e tudo mais. Confesso que fiquei chocado e desorientado. Novatos perguntando pela ducentésima nona vez (na mesma semana!) "quem era esse tal Glorfindel" ou "Balrogs têm asas?" me irritavam bastante. Lá por fevereiro/março de 2002 a Valinor nunca esteve tão bem e eu tão infeliz (como fã).

Porém… em um momento qualquer do primeiro semestre eu estava lendo uma entrevista de um intelectual (não me recordo do nome, desculpem) e o assunto da adaptação de obras literárias para o cinema veio à baila. Para meu choque, à pergunta "qual a pior adaptação de uma obra?" o intelectual respondeu sem titubear: "O Nome da Rosa, de Umberto Eco. O filme destruiu o livro". Fiquei pasmo, por um motivo: "O Nome da Rosa" é, muito provavelmente, meu filme preferido e já o assisti inúmeras vezes. Sou um fã do filme e nunca me preocupei em ler o livro (realmente não quero ler). De um momento para o outro, me vi do outro lado… eu era o fã do filme do PJ em meio a uma turba barulhenta de (pseudo-)intelectuais revoltados contra o filme.

A partir desse fato, comecei a me esforçar a ver o outro lado e a tentar usar o máximo de paciência para com os novos-fãs. Sinceramente, com algumas ressalvas, é claro, acho o filme muito bem realizado, capturando muito da "alma do livro", mesmo que o diretor não seja Tolkien e sim um fã dele, o PJ. É um filme feito com carinho e (relativo) cuidado. Nas listas de discussão os novatos devem receber atenção especial, afinal um dia já o fomos também. Eu sugiro aos fãs antigos, cansados das mesmas dicussões de sempre, organizarem FAQs (listas de perguntas/respostas frequentes) para serem disponibilizadas na Valinor e a serem indicadas aos fãs mais recentes, assim, além de ajudarem a estes, estarão resolvendo o problema das discussões recorrentes, mostrando seu próprio conhecimento (e todos ficamos felizes). E não há demérito nenhum em se ler um livro apenas por ele estar entre os 10 mais da Veja, aliás, que bom que ele está entre os 10 mais, assim mais e mais pessoas podem tomar contato com este grande autor!

Alguns acusam a "mídia" de estar explorando Tolkien, lançando desde chicletes até cadernos com os personagens. Oras bolas, e daí? Não os compre! Por acaso temos o direito de escolher quem deve ou não ser fã ou andar com uma camiseta do Gandalf na rua? Poupem-me. Quando a poeira abaixar, daqui a 3 ou 4 anos, tudo volta a ser como era antes do filme, e esses itens de marketing serão troféus dos colecionadores.

Na minha sincera opinião teremos ainda algum tempo de turbulência, claro, mas no final das contas o resultado é um só: fortalecimento do fandom. O número de livros traduzidos vai aumentar muito, os encontros estarão mais movimentados, teremos mais discussões e de maior qualidade. Pessoas com novos pontos de vista e de áreas antes inusitadas estão se unindo ao grupo de fãs. Quem sabe até mesmo surja uma convenção (estilão EIRPG) só de tolkienianos, tolkienólogos, tolkienólatras, tolkienistas e afins? O importante é percebermos que ninguém é obrigado a apreciar o filme ou livro mas todos podemos (e devemos!) conviver na idílica "paz das diferenças" (em tempo… tratarei do assunto "fanatismo" em alguma de minhas próximas colunas).

Portanto, relaxemos e deixemos as águas do Grande Rio Tempo fluirem, o que veio/virá, é/será para o bem. E, como eu costumo dizer (sob ameaças de morte e acusações de "o Deriel não é fã!"), "divirtamo-nos, afinal, é apenas um livro".

Alerta de Ví­rus

 

e você recebeu um e-mail de algum @valinor.com.br contendo vírus, não abra! Apesar de não ser a Valinor que está com vírus, não podemos fazer muita coisa. Vou tentar explicar como o vírus age. Ele se instala em alguma computador, tendo sido recebido por e-mail. Nesse computador o vírus vai até a Lista de Endereços e se reenvia para todos os endereços constantes no mesmo. Portanto, se você pegar um vírus de e-mail, seus amigos todos vão acabar recebendo cópias do danado por estarem em sua Lista de Endereço.

Danadinho não? Mas ele é bem mais sacana do que isso!

Ao invés de apenas se reenviar para a sua Lista de Endereços, ele se reenvia fazendo-se passar por outra pessoa. Vamos supor que você seja a Carlota e tenha a Julinha e o Tiago na sua lista de Endereços. O vírus pode se mandar pra Julinha como se fosse o Tiago mandando. Ele simula, "mente", ele se faz passar por um e-mail da Valinor.

Infelizmente não há muito o que fazer contra isso. Por isso que e-mail é um meio inseguro. Não podemos impedir que o vírus, a partir de um computador infectado, acabe se fazendo passar por um @valinor.com.br ou por qualquer outro e-mail (quem já não recebeu e-mail do billgates@microsoft.com ou qualquer outro endereço imaginável?). Os conselhos que damos, e que podem ajudar em muito em sua segurança é:

* anti-vírus sempre atualizado;
* evite utilizar o Outlook e o Outlook Express (sugiro o Thunderbird, no http://www.mozilla.org);
* se puder, evite usar Windows;
* não abra anexos;
* a Valinor não vai mandar e-mails em inglês pra ninguém;

Com isso pode-se reduzir muito os problemas com essas porcarias desses vírus infernais.

E o Futuro, a Quem Pertence?

 
"Quando os homens se colocam a prever o futuro, os deuses riem." (Provérbio Chinês)

Há quanto tempo não me dedico a escrever uma Coluna do Deriel, ahn? Não que se aproveite muita coisa delas, mas é sempre bom colocar os neurônios e os dedos pra funcionarem e acho que alguns "insights" meus, vistos aqui de dentro da Valinor foram úteis no passado. Alguns até divertidos. Mas isso é passado e o que eu gostaria de tratar agora é do futuro.

Falar do futuro é sempre bastante fácil e direto: ninguém se lembrará de conferir este meu texto daqui a um ano, quando o mesmo passará a tratar do presente, portanto estou confortavelmente protegido por mais absurdas que minhas previsões se mostrem. Mas acho que não vou errar por muito, se é errar.

Têm-se falado, com mais e mais constância ao se aproximar do final dos filmes, sobre o destino do nosso fandom ("fandom" é um termo que engloba todos os fãs de uma determinada coisa… no nosso caso, Tolkien, claro). O que vai acontecer com os fãs de Tolkien após os filmes saírem de cartaz, as luzem se apaguerem e todo o frissom que estamos vivendo virar mera notícia de arquivo nos sites e revistas especializados?

Afinal, qual o futuro dos fãs de Tolkien no Brasil? Existe vida após o filme? Iremos todos nós arrumarmos nossas malas, rumarmos para os Portos Cinzentos e o último da fila que apague a luz e ponha o gato pra fora?

Responder essa pergunta existe dar uma passeada pela beirada de outros assunto (além do mais, eu também preciso dar uma aumentada no número de parágrafos da Coluna, senão vou acabar trocando de "Coluna do Deriel" pra "Bilhetes do Deriel" ou "Notas de Rodapé do Deriel"). E para falar do futuro de Tolkien no Brasil, vou falar, despudoradamente, da Valinor.

Cuidar da Valinor é quase como cuidar de uma empresa: é necessário ter alguma visão de futuro, prever passos e reciclar sempre. Nada mais chato do que uma página morta. E portanto o "o que vai acontecer quando os filmes se acabarem?" está por aqui, navegando em minha mente por algum tempo, ainda mais agora, que é uma possibilidade muito mais do que presente (menos de um mês!).

Nada melhor para prever o futuro do que dar uma espiada no passado. Eu ainda me recordo de algumas estatísticas da página e da lista de discussão ali pelo começo e meados de 2000, quando nem falava de filme ainda (filme mesmo só ali pelo final de 2000, meados de 2001). Então posso afirmar sem errar que o movimento daquela época era tão somente motivado pelos leitores fãs de Tolkien. Eram cerca de 75 visitantes por dia na página e uns 70 inscritos na lista de discussão. Pouco? Em termos de hoje sim, é, mas era mais que o suficiente pra manter uma lista bem divertida e agitada e a página ter um fluxo tal de visitantes que incentivasse cada vez mais novidades.

Agora passamos pra 2003. São cerca de 10 mil visitantes por dia, 3 mil inscritos nas listas de discussão, uns 800 jogadores no MUD e partindo pros 9 mil usuários do Fórum. É difícil dizer o quanto disso tudo é motivado apenas pelos filmes mas eu acredito que, novamente me arriscando a levar uns ovos na cara ou ser considerado biruta, a influência dos tais filmes em todos esses números embora grande não seja avassaladora e a ausência futura dos filmes não venha a causar o efeito de uma Bomba H jogada no centro de São Paulo.

A crença geral é de que findo os filmes o número de fãs remanescentes nas páginas, listas de discussão e fórum vai voltar ao número pré-filmes, ficando apenas os "fãs de verdade", os "leitores". Eu acho que não será nem de longe assim. Acho que o movimento todo vai baixar pouco. Vamos tomar como base as listas de discussão (da qual temos uma apenas para as obras) e o fórum (no qual temos seções separadas para os filmes e a obra em si).

Não vejo porque a lista de discussão sobre a obra deva perder movimento ou mensagens, já que nela é proibido falar dos filmes e mesmo a lista de discussão dos filmes tem movimento 20% inferior à das obras. No fórum, nas áreas estritamente Tolkien, o filme corresponde a cerca de 40% do total de mensagens. Interessante não? Mesmo com os filmes por aí o que realmente atrai o pessoal e impulsiona a discutir, descobrir e conhecer são mesmo as obras.

Esses números me levam a concluir que o final dos filmes, com seus últimos espasmos de vida na mídia, que serão a premiação do Oscar e o lançamentos dos DVD de SdA:RdR em 2004 não deve afetar o estado atual do fandom de Tolkien no Brasil, e que este já se encontra bastante maduro e estabilizado para sobreviver per si, sem filmes, sem mídia, sem festa. Claro que não deixará de existir alguns problemas justamente pela diminuição de divulgação, acredito que a renovação dos fãs e a entrada de novos fãs será muito reduzida.

Explico. Pouquíssimas pessoas permanecem por muito tempo nesse mundo virtual de fã, discutindo, conversando, lendo. Os dados são que a duração média da presença de um fã ou visitante, de forma constante, nas listas, fórum ou página está por volta dos 5 meses. Hoje me dia o fluxo está positivo (muito positivo!). Muitos mais fãs surgem do que aqueles que somem. Acredito que esses valores podem se igualar ou talvez sofrer um fluxo negativo por algum tempo até tudo se estabilizar novamente.

Enfim, existe vida após os filmes sim, e uma vida muito brilhante e interessante e, não contem pra ninguém, mas eu estou realmente ansioso para que os filmes realmente saiam dos holofotes e possamos nos dedicar, finalmente, somente às obras. Tantos planos, tantas idéias, tantos textos a produzir, tantos outros a traduzir.

Que venha o último minuto do último filme! Com certeza saíremos de toda nossa demanda com um fandom muito mais amadurecido, coeso e diversificado do que quando entramos. E os filmes ficarão aí, como vitrines por tempo indefinido, atraindo, através de seu visual fascinante, mais e mais fãs para dentro da obra.

Press Release do Livro do Curso de Quenya

Livro ensina língua falada pelos elfos de J.R.R. Tolkien

Parceria entre editora e site traz para o Brasil curso de quenya, principal idioma ficcional do autor de O Senhor dos Anéis


Muitos escritores de fantasia já tentaram reproduzir o grande número de povos e regiões que enchem as páginas de O Senhor dos Anéis, mas poucos se arriscaram a imitar os fundamentos do universo do livro: os diversos idiomas ficcionais criados por seu autor, o inglês J.R.R. Tolkien. Ao criar línguas com milhares de palavras e fonologia e gramática detalhadas, Tolkien alcançou um nível sem precedentes de consistência narrativa e literária. Um livro lançado agora no Brasil traz uma visão abrangente sobre a principal dessas línguas e promete agradar a velhos e novos fãs do universo da Terra-média.

Curso de Quenya – A Mais Bela Língua dos Elfos, editado numa parceria entre a editora curitibana Arte & Letra e o site tolkieniano Valinor (www.valinor.com.br), chega às livrarias nesta semana. O livro nasceu do curso de quenya (ou alto-élfico, como também é conhecida essa língua ficcional) desenvolvido online pelo filólogo norueguês Helge Fauskanger, um dos maiores especialistas do mundo em lingüística tolkieniana. É a primeira vez que o curso ganha o formato de livro impresso, embora a Valinor já tivesse publicado uma versão traduzida dele. O curso original pode ser encontrado com os outros estudos de Fauskanger no site Ardalambion (http://www.uib.no/People/hnohf/)

“Isso é história acontecendo diante de nossos olhos e nas nossas mãos”, brinca Fábio Bettega, editor e fundador da Valinor. “Falando sério, acho que o livro amplia muito o acesso das pessoas no Brasil a conteúdo tolkieniano de qualidade, que ainda é relativamente escasso por aqui.” Thiago Marés, editor responsável pelo livro, mostra o mesmo entusiasmo: “A editora tem um grande interesse em publicações de fantasia, e nada melhor do que começar com Tolkien, que foi um divisor de águas nesse gênero. O livro não interessa apenas a fãs de Tolkien, mas a todas as pessoas que apreciam a força da imaginação”.

O quenya (literalmente “a fala”) começou a ser elaborado por J.R.R. Tolkien nos anos 1910 e continuou sendo refinado pelo autor até sua morte, em 1973. Falado pelos elfos mais sábios e nobres da Terra-média, o idioma aparece, por exemplo, na canção entoada por Viggo Mortensen no último filme da série O Senhor dos Anéis e em diversas passagens dos livros. Sua estrutura gramatical e fonologia foram influenciadas principalmente pelo latim, pelo finlandês e pelo grego, e sua sonoridade, especialmente nas vogais, lembra bastante o português.

O curso está estruturado em 20 lições que permitem ao leitor se familiarizar com a pronúncia, o vocabulário e a gramática do quenya, mesmo sem conhecimento nenhum de filologia ou lingüística. Como Fauskanger faz questão de frisar, Tolkien não deixou vocabulário suficiente para que fosse possível conversar casualmente em quenya, mas é possível escrever com relativa fluência na língua, e há uma literatura crescente em alto-élfico sendo desenvolvida por fãs e estudiosos (principalmente traduções de autores clássicos e poesia composta originalmente nessa língua). Estimativas sugerem que o quenya é a segunda língua artificial mais utilizada no mundo, perdendo apenas para o esperanto.

A tradução do original em inglês ficou a cargo de Gabriel Oliva Brum, do curso de Letras da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e um dos principais estudiosos de lingüística tolkieniana no Brasil.

Informações técnicas

Editora: Arte & Letra
Ano: 2004
Número de páginas: 448
Acabamento: lombada quadrada e costurada
Formato: 21×14 cm

Contatos para a imprensa:

Thiago Marés (ispaine@valinor.com.br), editor da Arte & Letra
Fábio Bettega (bettega@valinor.com.br), editor do site Valinor
Reinaldo José Lopes (rj.lopes@terra.com.br), editor do site Valinor – tel.(16) 9147-5854

Cuidado com as Compras no Exterior!

 
Com a Internet e Cartões de Crédito Internacionais é possível facilmente fazer compras no exterior, recebendo na comodidade do seu lar. Basta ligar 1406 e você terá… bom, brincadeiras à parte, comprar no exterior atualmente está mais fácil do que ser assaltado em uma grande cidade. Claro que, como toda compra, exige cuidado e atenção.

O primeiro deles, nem preciso comentar, é a segurança do site. Esqueça totalmente aqueles sites que não utilização conexão segura na hora da compra (dá pra saber facilmente, pois no endereço vai constar https:// aou invés do tradicional http://). Fuja dos sites sem segurança como fugiria de uma briga de torcidas organizadas. Em geral, as compras em sites conhecidos e com conexão segura são altamente confiáveis.

O segundo detalhe é não esqueça que os preços estarão em outras moedas (geralmente dólares) e que existe a taxa de entrega, ou frete, que algumas vezes pode chegar a ser bem carinha.

E por terceiro, os impostos. Livros, revistas, impressos e alguns outros poucos produtos não pagam imposto de importação, mas todos os outros pagam. Isso inclui jóias, CDs, DVDs, jogos, produtos de informática, brinquedos e todo o resto. O imposto de importação é de 60% sobre o preço pago pelo produto, incluindo frete. Se a sua compra foi de 80 dólares e teve um frete de mais 20 dólares, totalizando 100 dólares, o imposto será de 60 dólares, fazendo o valor a ser pago subir para 160 dólares. Além disso tem a taxa de ICMS que equivale a mais ou menos 18% sobre o total anterior, ou seja, valor da compra + frete + imposto de importação. No nosso exemplo, teríamos 160 dólares mais 18%, totalizando 188,80 dólares. E ainda temos 2,5% de taxa do cartão de crédito e, dependendo do caso, uns 10 reais de taxa aduaneira. Portanto nossa inocente compra de 80 dólares chega no nosso cartão de crédito como quase 200 dólares, duas vezes e meia o valor original. Ah! A cobrança do imposto é por amostragem, portanto você pode ter sorte e seu produto passar sem ser vistoriado, ou seja, sem os 60% de imposto de importação e os 18% de ICMS.

Portanto, atenção e cuidado nas compras no exterior!

Perfil e Notí­cias

 
Saudações a todos!

Desde que iniciamos o processo de desenvolvimento do sistema de Perfil e da possibilidade do usuário inserir as próprias notícias na Valinor estamos atentos para verificar possíveis problemas e melhorias.

Além do que estamos desenvolvendo pro sistema de Perfil, algumas coisas do mesmo não foram percebidas ou foram negligenciadas. Recebemos algumas queixas de que "existem notícias demais da Lothlórien" ou "existem notícias demais referentes a atualizações". De fato, o ritmo de atualizações anda frenético mas vocês não são obrigados a lerem tais notícias! Reparem no Perfil (ali no canto superior direito da Valinor) que vocês têm a opção de não visualizar as notícias referentes a atualizações da Valinor e da Lothlórien. Eu mesmo não as visualizo (afinal, sei de cor

E além dessas tem várias outras coisinhas legais no Perfil que realmente valem uma espiada com mais calma, para avaliação. Garanto pra vocês que ele melhorará a experiência de visitar a Valinor

Outro detalhe que nos sentimos na obrigação de ressaltar é o sistema de Envio de Notícias por parte dos usuários. Infelizmente estamos tendo muitos casos de copy/paste direito de notícias a partir de excelentes sites nacionais, principalmente Omelete, E-Pipoca e Cinema em Cena. Gostaria de pedir encarecidamente que não mandassem notícias dessa forma. Além de não ser legal é injusto, pois alguns sites precisam de receitas para se manterem. Montem suas próprias notícas, não é difícil, só demora um pouco mais do que simplesmente copiar todo o conteúdo.

Também não enviem comentários pessoais como notícias, o lugar dos mesmos é no Fórum Valinor (onde serão grandemente apreciados!). Notícias de uma ou duas linhas também ficamos impossibilitados de publicar, por simples falta de conteúdo das mesmas. Portanto, gastemos alguns minutinhos a mais para enviarmos nossas notícias, garanto que vai valer a pena!

Sei que são novidades de peso, mas com paciência e boa vontade todos poderemos usufruir as novidades da melhor maneira possível!

E o Pergunte ao Mago, como vai?

 
Fui dar uma espiada no andamento do Pergunte ao Mago, inclusive perguntei aos magos (não resisti ao trocadilho  ) como estavam as coisas. O que temos é que em 41 dias de funcionamento do "Escritório Avançado para Atendimento das Raças Extra-Aman Com Excessão dos Servos de  Sauron Através de Perguntas aos Sábios e Ilustríssimos Istari" mas mais conhecido comoPaM (Pergunte ao Mago) recebeu exatas 750 perguntas (mais de 18 por dia!!) das quais 484 foram respondidas e 166 encontram-se pendentes.

Atualmente o maior problema encontrado pelos Istari é exatamente o caráter fugidio dos mesmos. Nunca se sabe direito quando algum Istari disponível vai responder as questões. Falando em questões, as sobre Balrogs então provocam reações beirando o histerismo:

"O próximo que mandar uma sobre Balrogs eu vou mandar pro Vazio junto com Morgoth"

- Istar Que Deseja Permancer Anônimo

"Eu simplesmente as ignoro"
- Istar Que Ignora Todas as Outras Perguntas Também

"Bando de preguiçosos que não lêem os textos da Valinor"
- Istar Púrpura Com Bolinhas Laranja, ajeitando a Boina

Enfim,as coisas andam de vento em popa. As famosas perguntas sobre a sexualidade de ***** e *** (nomes foram censurados para preservar a privacidade dos mesmos) se reduziram a um mínimo e as perguntas sérias nunca foram tão numerosas! E tudo isso sem perder o senso de humor (quer dizer, tem o Istar Púrpura…).

Espero que usufruam e aproveitem o PaM, afinal ele está aí pra isso mesmo, e quando eu criei o mesmo lá pelos idos de 2000 não esperava que a resposta fosse ser tão positiva. Já mandou sua pergunta hoje?