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O Condado, a Terra-Média e o Mar: A nostalgia de Tolkien.

Diego Klautau, Mestre em Ciências da Religião – PUC/SP, trata neste artigo a presença de uma crítica à modernidade em O Senhor dos Anéis. A partir das idéias de Agostinho, Tolkien cria um mundo que é percebido tanto em sua ordem de desenvolvimento natural quanto na regulação de virtudes nas relações entre o seres racionais como um mundo criado por Deus, e com valores claros transmitidos por gerações, revelados através da tradição por esse mesmo Deus. Esse conjunto de virtudes, concepção do homem, e seres racionais, da natureza e das esferas políticas e institucionais é baseado na filosofia de Agostinho. Porém, ao escrever O Senhor dos Anéis em um contexto de século XX, entre as duas grandes guerras e todo desenvolvimento histórico que percebia, devidamente inserido em seu tempo, Tolkien formula uma crítica a esse momento histórico.

O artigo na íntegra de Klautau:

http://74.125.47.132/search?q=cache:jnHvaNnveUYJ:www.abhr.org.br/wp-content/uploads/2008/12/klatau-diego.pdf+texto+sobre+Tolkien&cd=36&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

Fonte: Diego Klautau – PUC/SP.

Tolkien inspira Paul Downey em desenho das tendências da WEB

Paul Downey fez um trabalho absolutamente fantástico ao elaborar um poster que representa uma série de serviços e tendências da atual WEB. Para o trabalho, houve alguma inspiração na Terra média de J. R. R. Tolkien, não deixando de ser interessante os players que foram representados em Mordor.

Paul é um membro do Osmosoft [http://osmosoft.com], uma equipe da Open Source inovadores em BT, onde ele atua como um defensor da Arquitetura da Web, bem como contribuir para o TiddlyWiki projecto. Previously, Paul was BT’s Chief Web Services Architect, Chaired the W3C XML Schema Patterns for Databinding Working Group as well as representing BT at various organisations including OASIS and the WS-I. He has also garnered minor notoriety as the artist behind “The Web is Agreement” [http://thewebisagreement.com], a series of über-doodles. Anteriormente, foi Paul BT’s Chief Architect Web Services, presidido padrões do W3C XML Schema para Databinding Grupo de Trabalho, bem como representando BT em diversas organizações, incluindo o OASIS e WS-I. Ele também tem garnered menor notoriedade como o artista por trás “A Web é Acordo “[http://thewebisagreement.com], uma série de über-Rabiscos.

 Paul Downey

Confira aqui a imagem em tamanho real.

Fonte: http://blog.uncovering.org/

Versão de O Senhor dos Anéis do Jogo War.

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Para você que sempre sonhou em comandar as tropas de Rohan e Gondor ou mesmo os exércitos de orcs da Mão Branca ou do Olho, a Hasbro solucionou seus problemas: apresentando o RISK Lord of the Rings.

 

Como não poderia deixar de ser, o Risk Lord of the Rings vem com um mapa da Terra-Média. Mas não é "só" um mapa: é um detalhado mapa desenhado por ninguém menos que o próprio cartógrafo oficial dos filmes. 

O Risk Lord of the Rings pode ser jogado com as regras do War original ou usando as regras novas criadas especialmente para esta edição, que conta com inovações como fortalezas, líderes, e jogadores formando alianças ou times formalmente. O jogo vem com o tabuleiro, 4 exércitos (divididos entre Arqueiros Élficos, Cavaleiros de Rohan, Orcs, Cavaleiros Negros, Águias e Trolls, sendo que cada um é uma mini-figura esculpida exclusivamente para essa edição), 42 cartas de território, 2 cartas coringa, 40 cartas "aventura", 3 dados vermelhos, 2 dados pretos e o "Anel" é claro.

Com todas essas novidades, o Risk Lord of the Rings sai por míseros US$ 499,90, sendo que ainda não há previsão de lançamento do jogo no Brasil

Mais informações, no site oficial do jogo: http://www.lordoftheringsrisk.com

Para vocês ficarem com mais vontade, vão aí algumas imagens do jogo:

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Fonte: www.blogdebrinquedo.com.br

 

 

Sobre Histórias de Fadas.

O livro é composto por um ensaio, "Sobre Histórias de Fadas", e um conto, "Folha por Niggle". O ensaio, essencial para quem quer compreender as influências e técnicas que Tolkien utilizaria em O Senhor dos Anéis, é baseado numa conferência de 1939. Tolkien procura as bases para o conto de fadas, das adaptações infantis de Perrault e dos irmãos Grimm até os mitos nórdicos do Edda. O escritor usa seu conhecimento acadêmico para demonstrar que as histórias sobre fadas têm um caráter mágico e mítico. Tolkien analisa a nossa relação com o "Belo Reino", e demonstra como as histórias sobre fadas dizem não somente sobre um mundo fantástico, mas também sobre a nossa própria realidade. "Folha por Niggle", conto publicado originalmente em 1945, serve de exemplo para o ensaio, e conta a história de um pintor mesquinho que sempre é atrapalhado pelos seus vizinhos enquanto tenta terminar seu quadro – uma árvore no meio de uma floresta. Niggle passa maus bocados na mão de uma instituição obscura, para mais tarde descobrir como deve ser a verdadeira floresta que deveria pintar.

 

Obra completa aqui: http://www.scribd.com/doc/13740607/JRRTolkien-Sobre-Historias-de-Fadas

 

Fonte: www.scribd.com

 

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O Senhor dos Anéis, é um hino à Graça com referência contí­nua à Sagrada Escritura

” O Senhor dos Anéis» é fundamentalmente uma obra religiosa e católica escreve Tolkienna Carta de 2 de Dezembro de 1953 ao Padre Robert Murray: notícia nada surpreendente se for considerada a vida do seu autor, plasmada por uma profunda fé herdada da sua mãe, convertida da religião protestante da sua família de origem — o pai, educado numa escola metodista — ao catolicismo, escolha que pagou com em vida, sendo repudiada e abandonada à miséria com o desprezo dos seus familiares. ”

Esta é a justa lente com a qual observar e compreender toda a obra de Tolkien. Os textos de Paolo Gulisano, de Andrea Monda e Saverio Simonelli sobre Tolkien, demonstram que a obra completa de Tolkien e não só «O Senhor dos Anéis», é um hino à Graça com referência contínua à Sagrada Escritura.

Tolkien Nos textos de Tolkien do princípio ao fim surge como pensamento fundamental o sentido da vida e da escritura: o famoso conceito de subcriação, que vê o homem chamado por Deus na obra da formação da realidade, evidentemente com distinções: o subcriado do homem é o mundo dos mitos, dos acontecimentos que remetem para a mensagem completa.

Se Deus, «escrevendo» a Bíblia deu vida àqueles acontecimentos que são narrados — a Palavra fez-se carne! — o homem só pode «criar» mundos que permanecem prisioneiros da estrutura. Este é, segundo o nosso autor, o contributo que o homem pode oferecer a Deus na obra da criação. Há quem compare Tolkien a Manzoni (Monda e Simonelli) mas quem o sinta mais próximo de Dante: pois ambos, tiveram intenção de conferir o sentido anagógico ao seu trabalho: não símbolo, mas verdadeira experiência que remete para outro significado os acontecimentos. Não uma criação que remete para o outro, assim como o faz a Divina Comédia na intenção de Dante.

Olhando para a obra cinematográfica, se ao lado da trilogia podemos ver a presença dos dois últimos versos do Pai Nosso, o centro de toda a história pode ser expresso citando a conclusão da liturgia da palavra da Missa em honra de Sta. Inês — 21 de Janeiro — que recita: «Ó Deus omnipotente e eterno que escolhes as criaturas mais fracas para confundir o poder do mundo.» Nesta frase está condensada a mensagem de Tolkien: a confiança ilimitada no Deus católico e no seu projecto sobre a história, a exaltação dos humildes, a loucura que, como exclama Gandalf durante o conselho de Elrond, será o manto (a capa) aos olhos dos inimigos que assim confunde o poder do mundo. Palavras similares àquelas contidas no Magnificat : «exaltou a humildade da sua serva — derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes.»

Humildes e frágeis: esta parece ser a fundamental e decisiva diferença entre o valioso universo Tolkiano e o divertido, mas também superficial mundo do Harry Potter, onde os bons são esplendidamente bons e os maus perversamente maus, divisão maniqueia. Na obra de Tolkien todos, como Gollum, podem ser resgatados e onde todos, como Frodo, como Aragon, como Gandalf, são constantemente tentados e não são capazes de ultrapassar necessariamente a tentação. Só os orcs, imitação do homem, criados da lama, e os emissários de Sauron são apresentados como impermeáveis à salvação: como os demónios e Satanás, segundo o que nos diz o Catecismo da Igreja católica.

Todo o «Senhor dos Anéis» é atravessado do sentido da fragilidade humana que só em Deus encontra cumprimento e apoio. Com efeito, como fez já notar Emília Lodizioni no primeiro e imprescindível «convite à leitura de Tolkien», o traço saliente deste romance, como de todos os que escreveu Tolkien, é a renúncia. A vitória sobre o mal só é possível renunciando, com liberdade, a qualquer coisa de querido. Se é bem notório que é a própria renúncia ao anel que permitirá salvar a Terra Média, são muitos outros os exemplos desta renúncia no texto, que se inicia com a renúncia de Bilbo ao seu precioso tesouro que Gandalf confiará a Frodo. O próprio Frodo renuncia à vida tranquila para assumir o encargo de conduzir ao término uma missão destinada aos heróis «institucionais» Aragon e Gandalf. Gandalf primeiro e Galadriel depois renunciam a possuir o anel que é oferecido a Frodo, superando a prova — e Tolkien utiliza em entrelinhas quase esse vocábulo — como Cristo no deserto afasta o demónio que lhe oferece a posse de todos os reinos da terra. Mas há outros argumentos que encontram a sua raiz na Escritura e na fé católica.

«Tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus» (Rm.8,25). Assim, de facto acontece no livro. Situações que parecem trágicas, extremamente negativas, demonstram-se no entanto preciosas para produzir o bem: se Gandalf o grisalho não «morresse» em Moria, não podia renascer como Gandalf o branco (e aqui recorda a palavra de Jesus: — Se o grão de trigo não morre — Jo.12,24). Sem o ataque de loucura que atinge Boromir e o leva a arrebatar o anel a Frodo e sem o assalto dos orcs o anel não chegaria a Est. Se Pepino e Merry não fossem raptados pelos orcs não chegariam à floresta de Fangar, se Gollum não tivesse fugido dos elfos e não tivesse traído os hobits o anel não teria sido deitado na fornalha ardente.

A figura do verdadeiro protagonista Frodo é traçada sob a figura do Santo, como Abraão a ponto de deixar tudo, a casa, a riqueza, a posição, para ir para a desolação; Moisés, o profeta que se sente inadequado para a missão confiada, e o próprio Jesus, do qual condivide a profunda e forte humildade e vontade de levar ao termo a missão confiada a custo com a própria vida. Como escreve Bertoni, na sua tese de doutoramento apresentada na Universidade de Bologna em 1995: «Frodo respondeu a uma chamada; se bem que quisesse evitá-la e não soubesse nada, de facto, de armas e de guerras». E uma vez chamado não volta mais atrás. Moria, que atravessa o primeiro livro, é o nome do monte sobre o qual Abraão é chamado a sacrificar Isaac (Gen.22,1). Mória é na realidade o lugar sobre o qual é constituída, séculos depois a cidadede Ieru-Salem, cujo rei ao tempo do patriarca é o famoso Melquisedec, rei de Salém. Uma das referências de Moria é o Calvário, onde um outro sacrifício será oferecido: o de Nosso Senhor Jesus Cristo. É em Mória que Gandalf morrre para depois ressurgir: um acaso? Penso que não. Uma indicação muito marcada que remete para o verdadeiro sentido do sacrifício.

Também a comunhão dos santos está presente no livro: é a piedade que Bilbo mostra sobre Gollum, não obstante todo o percurso do mal, inspira-lhe compaixão que permite que a missão seja cumprida. O esforço que as personagens fazem na sua batalha com as forças de Sauron sustêm Frodo, ajudando-o a levar o peso do anel que aumenta conforme se aproxima do Monte Fato. A mensagem de que o mal corrompe com a sua convivência está presente: o anel que representa o pecado, corrói todos os que têm contacto, não só Gollum, que o possui há muito, ficando uma imagem do que era, mas o próprio Bilbo e Frodo são alvo dos ataques e sobrevivem só em função de um esforço da livre vontade. Frodo não chega a perder a razão, também a capacidade de entender, e querer, no momento em que se encontra a poder deitar na voragem do Monte Fato o anel.

O anel encerra as três concupiscências que fala S. Paulo: dos olhos, da carne e soberba de vida. Nota-se em particular na vivência de Boromir o seu desejo mórbido de apoderar-se do anel, o que o leva a agredir Frodo pronunciando palavras que podem ser remetidas às três concupiscências referidas. O olhar capaz de desvelar os pensamentos do coração, que Galadiel, a mulher de Lothorien apresenta, faz pensar na imagem que Nosso Senhor e remete ao olhar de Jesus como Palavra que penetra o mais fundo e íntimo do nosso ser (Heb.4,12). A parábola dos talentos ressoa neste esplêndido diálogo entre Frodo e Gandalf: «Desejei tanto que tudo isto não acontecesse nos meus dias», exclamou Frodo. «Também eu» anuiu Gandalf, «como todos os que vivem estes acontecimentos. Mas não nos cabe a nós escolher. Tudo o que podemos decidir é como dispor do tempo que nos é dado.»

O importante é fazer bom uso do tempo, que foge das mãos e que, para quem tem critério cristão, vale mais que ouro, porque representa uma antecipação da glória que Deus nos concederá. A Graça está presente em cada página do romance e revela-se no momento decisivo: ninguém pode arrogar-se no mérito de ter salvo a Terra Média, pois todos ofereceram o seu contributo, todos os protagonistas da obra levam os seus pães e os seus peixes, mas nenhum deles pode multiplicá-los. É a Graça que se serve do hobits e dos homens, como dos elfos e restantes, que se alimenta da piedade de Bilbo e da misericórdia de Frodo, do heroísmo de Sam e da valentia de Aragon, a jogar a última carta.

Tradução do italiano por Pe. Marco Luís.

Fonte: Documentos de Hora da Esperança

Brinquedos inspirados nos filmes da trilogia O Senhor dos Anéis.

 Para os colecionadores e amantes dos personagens Tolkien, pois bem, saiu a linha de Dioramas da Sideshow Collectibles com base nos filmes da trilogia, realmente dá show de qualidade e para enlouquecer os fãs de O Senhor dos Anéis a Sideshow colocou em pré-venda um novo diorama exclusivo para a San Diego Comic-Con 2009, de Sam carregando Frodo, dos Espectros e Legolas.

 

 

 O diorama Mount Doom Frodo & Sam Diorama, captura com perfeição a cena de O Senhor dos Anéis em que Sam carrega Frodo e o Anel para o Monte da Perdição.

O diorama, que mede aproximadamente 19 cm de altura, é feito de resina polystone de alta qualidade com acabamento e pinturas feitos à mão.

O diorama Mount Doom Frodo and Sam esgotou logo que saiu e está em lista de espera na Sideshow Collectibles por US$109,99 e somente 300 exemplares.

O Shades of Mordor foi esculpido em resina polystone com pintura e acabamento feitos à mão. O diorama mede aproximadamente 30,5 cm de altura por 30,5 cm de largura e ficou muito maneiro! O diorama Shades of Mordor está em pré-venda na Sideshow Collectibles por US$349,99.

Direto do filme Senhor dos Anéis, a maquete Legolas Greenleaf Premium Format foi esculpida com qualidade de museu em resina polystone com pintura e acabamento feitos à mão. O Legolas, em escala 1:4, mede aproximadamente 50,8 cm de altura e captura o elfo nas Minas de Moria, com arco e flecha na mão, pronto para se defender do ataque dos Orcs!

A estátua tem as feições do ator Orlando Bloom que viveu Legolas no filme Lord of the Rings. A edição é limitada, cada peça é numerada individualmente à mão e vem com Certificado de Autenticidade.O Legolas Premium Format está em pré-venda na Sideshow Collectibles por US$299,99.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:www.blogdebrinquedo.com.br

 

A Trilogia vai parar na Justiça!


A briga dos herdeiros do escritor J.R.R. Tolkien, criador do universo de o universo de O Senhor dos Anéis com a New Line parece estar muito longe de acabar.

 

 

A ação movida pela família começou em 2008. A alegação deles é que deveriam receber, pelo menos, US$ 220 milhões equivalente aos 7,5% das receitas brutas dos filmes e produtos relacionados, fato que reza em um contrato de 1969. Além da questão financeira, o processo também mostra-se complicado porque uma das partes prefere que o caso seja resolvido no tribunal, enquanto a outra prefere que seja levado a um jurí. O juiz responsável chegou a cogitar a divisão do processo em duas fases, mas tudo indica que o julgamento será realizado no dia 19 de outubro. Pelo jeito, esta história ainda vai render muitas páginas. De processo.

Fonte: www.adorocinema.com.br