Second Life? Não, Lord of the Rings Online mesmo!

o site português Expresso
divulgou recentemente uma novidade no mundo do jogo Lord of the Rings
Online, da Turbine: os jogadores agora podem comprar casas na
Terra-média, espalhadas pelas zonas dos Homens, dos Elfos, Anões e
Hobbits, cada uma refletindo os gostos e cultura locais. A idéia não é
exatamente nova, uma vez que já foi utilizada em jogos como Star Wars
Galaxies. A novidade aqui fica por conta do fato de que as "zonas
habitacionais" ficam fora dos mapas de jogo, então não influenciam no
desenvolvimento da história.
 
 
Agora você pode receber amigos em sua casa em LOTRO

Agora você pode receber amigos em sua casa em LOTRO
E os números envolvendo a idéia das moradias são impressionantes.
Segundo o site, as casas começaram a ser vendidas em 25 de outubro
(cinco dias atrás) e dois dias depois em algumas zonas as casas já
estavam esgotadas por completo. Segundo José Antunes, "Se considerarmos
que são cerca de 30 mil casas por servidor, e que existem, só na
Europa, 11 servidores, o número global ultrapassa 300 mil."

Ainda segundo o jornalista, "com dois tipos de habitação, simples e de
luxo, e ainda edifícios de grande porte, destinados a grupos de
jogadores (kinships), LOTRO surge assim como um potencial mundo
virtual, onde a estrutura de manutenção das habitações não difere da já
presente em Second Life. De fato, além do preço desembolsado no ato da
compra torna-se necessário pagar semanalmente para manter o lar. Além
do negócio e volume de transações que representa, este novo passo na
história de LOTRO, torna a fantasia de Tolkien ainda mais apetecível
para novos jogadores."

No final das contas, agora além de participar dos eventos de LOTRO,
você também pode decorar sua casa, receber amigos e interagir com eles.
É um sinal de que a Turbine está atenta ao mercado, colocando ainda
mais atrativos para manter o público preso em um jogo que poderia
agradar só por um breve período.

Agradecimentos ao Gustavo "gugamatheusbr" Braga pela sugestão do link da notícia.

Fonte: Expresso