Reinados e Governo na Terceira Era da Terra-média

Introdução:

Esse estudo examina o poder e o buraco nos
Reis nos reinos de Gondor e Rohan, as regiões, para quais, podem se
encontrar mais evidências. Deveria ser notado ali, portanto, aquelas
tradições reais nos reinos Dunedain expandira-se além das leis
Numenorianas, uma vez que, o reino de Rohan que provavelmente foi em
sua maioria baseado nos costumes dos Homens do Norte.
 
 
 
Em Endor, as regras reais eram normas onde as
pessoas era suficientemente fortes. Embora lá exista, em varias épocas,
coroas em Harad, Rhun, Rohan, Dale, Arnor e Gondor. Em sua ausência, ou
por causa do fracasso dos reinos ou as pessoas não eram fortes o
suficiente, haviam Capitanias (com as entre Beornings e Woses) e
assentamentos independentes. (Bri e a Cidade do Lago, por exemplo).

O
Rei era a pessoa mais importante da sociedade a qual ele governava:
isso é simbolizado de varias maneiras. Por exemplo: O reino de Roham
possuíam o direito exclusivo de montar a raça de cavalos Mearas, as
residências reais e lugar de sepultamento em Edoras e Minas Anor e a
centralidade dos reis em historia guardada (i.e nos apêndices de
Tolkien para o SDA).

Autoridades Reais e Deveres

A extensão da autoridade e poder dos Reis Numenorianos são pressagiados na carta esboço do professor Tolkien para um fã:

"Um
rei Numenoriano foi monarca como o poder de tomada de decisão
inquestionável, mas ele governava o reino com a estrutura da lei
antiga, o qual ele era administrador (e interprete), mas não o criador".

(Carta, No. 244)

Os
reis de Gondor e Arnor foram renovados para graus variados, pela lei e
pela opinião do Conselho, o mais significativo, um rei não fazia leis.
Isso poderia significar uma forma de limite tradicional para o governo.

A
função de um rei era agir como um líder de guerra e prover justiça. Seu
povo devia serviço e obediência a ele. Em retorno ele provia
recompensa, honra e proteção. Detalhes do governo de Aragorn demonstra
os deveres de um rei:

"Nos anos que seguiram após sua
coroação, o rei sentou em seu trono no Salão dos Reis e pronunciou
julgamentos… E antes lá foi trazido a eles muitos para receber seus
louvores e recompensar pelos seus valores".

(SDA, L6 V, p.1004-5)


Em
uma dessas ocasiões Aragorn faz Faramir Príncipe de Ithilien e julga
Beregond de Minas Tirith por obstruir a lei. O Rei Elessar também
recompensa os Woses de Fireid Wood pela sua ajuda antes da Batalha dos
Campos de Pelennor (SDA L6 VII, p. 1012). Em dia mais tardios ele
liderou os exercito de Gondor em campanha militar em Rhun e Harad (SDA
Ap. A II, p. 1108).

A falta de detalhes sobre reinos mais
tranqüilos,dá uma imagem não balanceada de reis como lideres de guerra.
Mas esse era seu dever mais importante: defender o reino ou expandir
seu poder. A extensão para cada rei, pessoalmente envolvidos em guerra
podem ser julgadas pelo fato de que os trinta e três reis de Gondor
antes de Elessar (incluindo Elendil e Anarien), dez deles morreram em
batalha. A figura para Rohan é de três para sete reis antes de Eomer
(excluindo um morto por orcs, enquanto ele não estava em campanha) (Ver
SDA Apêndice A & Conto dos Anos)

Sucessão Real

As
coroas de Gondor, Arnor e Rohan eram hereditárias. Passando de pai para
o filho mais velho, ou o herdeiro homem mais próximo. E mulheres,
poderiam governar os Reinos? Em 1944 Arvedui de Arnor clamou pelo trono
de Gondor por via de sua esposa Firiel, a única filha do falecido rei
de Gondor, o conselho de Gondor declarou:

"Em Gondor, esse hereditariedade [O Reinado] é apenas reconhecido pelos filhos."

(Apêndice A (iv), p. 1086)


Em
resposta Arvedui, apontou que na lei Numenoriana a criança mais velha
do Rei era aquela q sucedia ao trono, sendo homem ou mulher. Ainda
assim, ele notou que essa lei não foi seguida:

"É verdade que a lei não foi observada nas terras do exílio nunca atormentada pela guerra"

(Apêndice A (iv), p. 1086)


O papel do Rei como um líder de guerra na sociedade Dunedain exclui regras feministas.

Em
Gondor, no caso de uma sucessão não nétida, o Conselho parecia ter um
papel decisivo sobre a reivindicação daquele que tivesse mais valor.
Qualquer requerente precisava ser de linhagem pura Numenoriana,
descendentes reais e estatus elevado, ajudado por destreza em batalha,
vejam por exemplo as razões pelas quais Earnil recebeu a coroa em 1944
(Apêndice. A (iv), p.1087). è também instrutivo ler a declaração de
Faramir sobre o direito de Aragorn sobre o Trono de Gondor.

"
Contemplem, um veio reclamar o reinado novamente a final, aqui está
Aragorn filho de Arathorn chefe dos Dunedain de Arnor, Capitão da
Hóstia do Leste, portador da estrela do Norte, empunhador da Espada
Reforjada, vitorioso em batalha, do qual as mãos trazem cura, o Pedra
Elfica, Elessar da linha de Valandil, filho de Isildur, filho de
Elendil do Numenor."

(SDA, L6 V, p.1003 )


Faramir
enfatiza a posição de Aragorn, destreza e linhagem e refere-se a sua
regalia e poder de cura como evidencia de sua linhagem real. Essas eram
as qualidades de um rei.

Vassalos Reais e Conselho

Abaixo
da autoridade do rei estavam os senhores do reino. Estes homens
possuíam terras da coroa. Em Gondor do final da Terceira Era, os
vassalos do Regentes incluindo os Senhores de Lossarnach, Ringlo Vale,
Morthond, Lamedon e Anfalas, e o Príncipe de Dol Amroth (SDA L5 I,
p.801 & L5 IX, p.909). Esses Senhores provavelmente mantiveram as
terras por sucessão hereditária, como a Coroa e os Regentes. De suas
posições eles moldaram um importante serviço real, ou mesmo sucessores
ao trono. Eles também tinham um papel no Conselho de Gondor, os
conselhos, dos quais os reis e regentes eram obrigados a considerar.

"Em
todos os problemas discutíveis de importância domestica, ou externa, no
entanto, mesmo Denethor tinha um Conselho e pelo menos escutava do que
os Senhores e os Capitães das Forças armadas tinham a dizer"

(Carta, Nº 244)


Lendo
isso, parece que, (pelo menos no final da Terceira Era), havia um grupo
permanente de pessoa que faziam parte do conselho. Leis diferentes
pelos séculos podem ter pagado atenção ao conselho deles dependendo de
seu caráter e a força da situação. O tradicionalismo dos Dunedain
sugeriria que o conselho fosse baseado no Conselho de Sceptre em
Numenor (Unf 2 II, p.216-17) e não mudou muito no decorrer do século em
poder ou papel.

Os senhores, presumidamente, tinham poder
local, administrando a lei e organizando as forças e as defesas de suas
posses. A sua principal responsabilidade para com a Coroa que nós
vislumbrávamos era o poderio militar, trazendo homens de suas posses
para formações reais e para aturarem como capitães dessas forças (ver
exemplo em SDA L5 I, p.801).

Em Rohan a situação era
similar. O rei tinha a baixo dele vários senhores (como por exemplo, o
Senhor de Deeping Comb e o senhor de Harrowdale). Os marechais de Mark
eram tenentes chefes do Rei, esses três postos eram preenchidos por
pessoas relacionadas ao Rei ou vassalos. A evidencia dos Reinados de
Helm e Theóden é que o Rei realizava conselhos, constituído por seus
marechais e capitães (SDA Apêndice A II, p.1103) mas não está claro se
eram membros e reuniões regulares. (Ver Unf 3 V, p.367-69 para detalhes
do poderio e estrutura militar de Rohan).

Existem poucos
exemplos registrados de conflitos entre os senhores e os Reis: Os
conflitos entre parentes (1437 – 1448) viram rebeliões em larga escala
contra o Rei de Gondor pelos senhores protestando contra a diminuição
perceptível da linhagem real que iria resultar do casamento do Rei
Eldacar com Vidumavi, uma não-Dunedain. E em 2754 o rei de Rohan Helm
matou Freca da Marcha Oeste, um vassalo ambicioso e poderoso (SDA
Apêndice A II 1102-03). É então concebível que em outros tempos tensões
existiam entre os reis e seus vassalos, ou entre senhores diferentes
(por exemplo contribuições exageradas para as campanhas reais ou
rivalidade por influencia com o rei). No entanto a raridade de
registros de rebeliões contra o rei de Gondor e Rohan indica que,
costumeiramente, um rei gostava de ser uma autoridade forte e
obediência sobre seus assuntos.

[tradução de Tais"Linda Sacola" Bachega]