Review do jogo The Lord of the Rings – The Third Age

Está disponível no site [url=www.gamespot.com]gamespot.com[/url] uma review do jogo RPG [i]The Lord of the Rings – The Third Age[/i]. Fo
 

Está disponível no site [url=www.gamespot.com]gamespot.com[/url] uma review do jogo RPG [i]The Lord of the Rings – The Third Age[/i]. Foi dada uma média relativamente boa ao jogo: 7,7. Apesar de o site criticar alguns pontos mais fracos. Segue-se uma tradução na íntegra da review, que pode ser encontrada na sua versão original [url=http://www.gamespot.com/ps2/rpg/tlotrthethirdage/review.html]aqui.[/url]

[i]”A trilogia cinematográfica O Senhor dos Anéis provou ser uma fonte fértil de material para adaptações de video-games, em jogos de aventura ao estilo “hack-and-slash” e também com um jogo de estratégia em tempo real prestes a ser lançado. The Third Age, no entanto, é um jogo de turnos, estilo “role-playing game” que enverda por caminhos ligeiramente diferentes dos seus antecessores, completamente fieis ao filme. Em vez de representar as personagens originais da trilogia enquanto elas seguem o seu bem caminho bem conhecido dos filmes para destruír o Anel, The Third Age introduz um novo grupo de viajantes, enquanto eles poem a sua prórpia marca na história da Terra-Média. Apesar de alguns pontos mal-acabados, o resultado final é um RPG bonzinho baseado nas obras de Tolkien.

À medida que o jogo se desenvolve, somos introduzidos a Berethor, um guerreiro de Gondor. Ele está em busca do herdeiro de Gondor, Boromir, que recentemente se juntou à Sociedade do Anel. Toda a história do The Third Age envolve princiapalmente Berethor, a sua história, o seu passado, e o seu destino no mundo enquanto ele tenta encontrar a Sociedade e reúne um grupo com os seus próprios companheiros. Estes são o gênero básico de “grupo de aventura” da Terra-Média: um sábio e misterioso elfo, um orgulhoso anão que está sempre suspeito do já referido elfo, um mal-arrajado guerreiro Dunedain com o seu arco, entre outros. Os eventos desenvolvem-se perante a história desenvolvida especialmente para este jogo, e também dentro de eventos especiais chamados “cenas” que se irá descobrir à medida que avança no jogo. As cenas consistem de bocados dos filmes da trilogia, narrados por Ian McKellen, que volta a representar o seu papel como Gandalf. É Gandalf quem irá explicar o que se passa na Terra-Média, o que as várias partes estão a fazer no momento, onde se dirige a sua socidade, e quais são os seus objectivos. Ele dirá até os factos dos seus companheiros e o que eles pensam no momento, sobre Berethor e o seu passado.

Na realidade, tanto sobre tudo é dito por Gandalf que este parece ser o próprio pensamento das personagens, visto que elas raramente interagem entre si. Por exemplo, é dito que o anão Hadhold tem um coração frio devido à perda do seu filho nas cavernas de Moria quando o mal chegou (Nota do tradutor: não sabia que os anões podiam viver mais de um milénio…). Mas o próprio Hadhold nunca menciona tal facto, não parece propriamente de coração frio, aliás, ele tem muito pouco a dizer ao longo do jogo tirando uma frase estranha quando perigo se aproxima. Isto é o que acontece em gande parte do jogo – é nos dito explicitamente o que aconteceu e o que vai acontecer em vez de na realidade vermos algo a suceder realmente, e isto de alguma maneira distancia o jogador da experiência em si. Mas interação entre as personagens teria sido bem-vinda, visto não haverem visitas a cidades para falar, e grande parte do tempo é simplesmente baseado em saltar de batalha para batalha.

Aventura é o gênero principal do jogo inteiro, durante o qual serão exploradas diferentes paisagens, como planícies, cavernas, fortalezas e vilas em busca de inimigos ou do próximo objectivo. Depois de entrar em determinada área, você será normalmente “recrutado” para missões nessa mesma região. Normalmente as missões são obrigatorias, mas nem sempre: completar 100% das missões numa dada zona é na maior parte das vezes uma questão de abrir todas as caixas que se encontrarem, e também uma questão de você ter a certeza de que explora quaisquer caminhos que sejam abertos para você. Não será ganho dinheiro, nem existem lojas ao longo do jogo; todas as armaduras ou armjas são ganhas conseguindo completar batalhas ou descobrindo-as ao longo da exploração. Uma vez que cada peça de armadura e cada arma é unica com a sua aparência e as suas qualidades, e uma vez que o equipamento equipado no seu personagem varia a sua aparência, encontrar novo equipamento é sempre excitante. É suberbo observar alguém como Berethor passar de alguém com cabelos compridos, aspecto feio e armadura fraca a uma armadura reluzente de ferro com a Árvore Branca desenhada na frente, juntamente com um elmo igualmente belo. Entre monstros que deixam para trás diferentes objectos e várias armas com tesouros escondidos nelas, existe sempre novo equipamento ao longo do jogo. E isso é bastante bom, pois batalhas no The Third Age fazem com que os personagens evoluam de nível bastante depressa.

Entrar em batalha envolve um interessante conjunto de encontros casuais, encontros obrigatórios, e inimigos visíveis com os quais podemos entrar em batalha correndo-lhes para cima. Existem duas maneiras diferentes na tela que nos deixaram saber quando uma batalha está eminente. A primeira é um olho grande e vermelho (o Olho de Sauron). Quando atravessando certas áreas, ou revisitando locais em que já esteve antes, o olho começará a assumir forma num canto da tela. se não abandonar essa determinada caverna, aldeia, ou campo, o olho irá gradualmente tomando forma até finalmente se iniciar uma batalha. O outro indicador é uma bola azul e brilhante, um Palantir. O palantir aparecerá em certas áreas em que os inimigos se estão a esconder. À medida que se aproxima dessa localização, o palantir irá gradualmente crescendo; isto pode ser usado como um aviso para descansar um pouco e preparar as personagens para a batalha. Monstros visivéis encontram-se espalhados por todo o lado, como os goblins de Moria a prepararem-se para um enboscada em Moria ou um troll a combater a guarda nas cidades de Minas Tirith, pelo que é só correr até eles para iniciar uma batalha. Os monstros também têm por hábito esconderem-se perto de arcas, apesar de calmamente, pelo que muitas vezes quando se caminha para apanhar mais tesouros escondidos, pode-se contar com alguma oposição. Basicamente, neste jogo está-se sempre a combater algo. E alguém que tenha jogado um RPG de turnos recentemente ou à algum tempo deverá adaptar-se a este jogo muito facilmente.”[/i]

Fonte:[url=www.theonering.net]TheOneRing[/url]