Novo Trailer de “A Desolação de Smaug” e Novos Banners!

Conforme o prometido pela Warner e pelo diretor Peter Jackson, foi liberado na manhã deste primeiro outubro o 3º trailer oficial de O Hobbit: A Desolação de Smaug, além de novos banners promocionais da segunda parte da franquia.

[ATUALIZADO] Trailer legendado


 

Este é considerado o 3º trailer, pois o 2º trailer nada mais foi que um resumo do 1º trailer de A Desolação de Smaug, sem imagens inéditas, como neste último. Porém, inéditos também são os novos banners promocionais que você pode conferir abaixo, clicando neles para ampliá-los.

gandy-banner-valinor

legolas-tauriel-banner-valinor

bard-senhor-alfrid-banner-valinor

thranduil-banner-valinor

bilbo-anões-banner-valinor

 

Fontes: PJ Facebook e HerrDerRinge-film

Comentários

  1. Que que é isto????? Romance barato??? Me poupem em PJ. Sabem, eu desisti de julgar antes de ver a obra mas não consegui. Vou confiar em PJ para não exagerar

  2. Só quero ver quando verem que o filme for melhor que o livro, a cara de tacho das pessoas que ficaram reclamando das spoilers e da adição da´personagem!O filme ia vencer o pior filme do ano se PJ não fizesse essas mudanças!
    Eu não sou fã purista e prefiro os filmes do que o livro!Confesso!Até agora eu amei as mudanças que o PJ fez no filme,eu até gostei da nova personagem eu e minha Best!

    1. Esta certo que as vezes é necessário fazer mudanças na hora de transformar o livro em filme justamente para se evitar em ser apenas uma versao cinematografica do que esta escrito, tambem nao podemos esquecer que os produtores também retiraram trechos dos apêndices do senhor dos aneis!! mas fala sério! Tem horas que o PJ realmente abusa da sorte e da nossa paciência!!!…..

      Tambem é muito legal esses novos banners….. mas na minha opiniao o ator que interpreta o papel do Thranduil fica melhor com o figurino do Rei Elfico do que sem ele….

      1. Eu gostei da mudanças que ele fez,e,afinal aposto que alguem já viu a versão antigassa do hobbit em desenho!è muito ruim!Falo com todas as sinceridades!

        1. eu nao cheguei a assitir o desenho do hobbit, mas tive o desprazer de assistir a versao do senhor dos aneis…… só nao quebrei o dvd pq era locado…

          1. Poisé,se vc assistisse a animação do Hobbit você ia colocar na fogueira santa!O filme é orrível!não tem nem graça de assistir!

      1. bicho!Eu sou mais fã mesmo do PJ do que do Tolkien!Falei!E daí!Tudo junto e misturado!Como diz minha best “filme tem imagem”livro tem letra !

  3. Este negocio de “purista” chega a passar do limite…o filme nem foi lançado, e já tem nego falando besteira !!!
    Puta pessoa negativa deve ser !!! Sai fora !!!

  4. Galera,que negócio é esse?Vocês só viram os ruins do trailler!Cada cena melhor que a outra!No SdA deram um jeito de excluir o Tom Bombadil,deram um jeito de matar o Haldir e de não por os filhos de Elrond!Oh My!A mesma coisa acontece no Hobbit só que invertido eles acrecentam,no SdA eles retiraram!

  5. Eu sou fã de Tolkien, gosto da sua mitologia e criatividade, MAS GOSTO MUITO MAIS DOS FILMES DE PJ, e sim já li todos e continuo a achar que por exemplo, os filmes de oSDA são 1000 vezes superiores aos livros, mas isso esta na cabeça de cada um! Agora certo é que quem NÃO GOSTA OU NÃO QUER, não vê! :)) simples e faz parte da boa educação!
    Abreijos

    1. É quase impossível achar os filmes superiores aos livros. Os filmes são os melhores que assisti, mas os livros são bem melhores. A profundidade da história do Professor Tolkien são muito mais fantásticos que os excelentes filmes de PJ.

      Até entendo o “aumento da maturidade” de “O Hobbit” que PJ fez sobre o original de Tolkien e creio ser uma boa, pois não creio que o livro “O Hobbit” funcionaria muito bem no cinema se não fossem feitas alterações.

      Mas os livros de “O Senhor dos Anéis” são totalmente perfeitos. A obra-prima da literatura fantástica….e obras-primas são o que são……PERFEITAS!

      1. Tem razão, também prefiro os livros, aos filmes !! Apenas elogiei o fato de estarmos defendendo os filmes que nem assistimos…e já tem gente criticando !! Enfim….vai de cada um, mas…

  6. Penso com meus botões….se já temos a honra de ver nossa Terra Média no cinema, e tem gente que reclama, imagino que estes “tals” fariam se não tivéssemos este privilégio !! Na minha opinião, temos que valorizar !! Opiniões a parte, temos que valorizar SIM !! Dificilmente uma coisa agrada tudo e todos….mas a sensação de passar por aquele corredor abaixo das cadeiras do cinema para assistir um filme de Tolkien, PQP !!!!!!!!!!!!!!!

    1. è até Jesus não agradou á todos!è mesmo umprivilégio que os fãs de As Crônicas de Nárnia não tiveram,só fizeram 3 filmes de 7,e os fãs do SdA e do OH estã reclamando de barriga cheia!

  7. Onde está a honra? Não há honra nenhuma quando o que PJ faz é deturpar alguns eventos de ocorrem nos livros. Sempre haverá comentários de desagrado, pois os fãs de Tolkien supera e muito os fãs de ‘PJ’. Peter Jackson fez um ótimo trabalho com O Senhor dos Anéis e está fazendo um bom trabalho com O Hobbit, mas a diferença entre um e outro é que em O Hobbit TODOS os que gostam REALMENTE das histórias de Tolkien veem que os filmes se enchem de enchimento de linguiça. Minha opinião é esta, tem que respeitar, mas eu vejo que na maioria dos comentários aqui e em outros sites, o que PJ está fazendo é deplorável. Vamos esperar o lançamento para ver como vamos nos sair com esta elfa, com Legolas, romance barato etc. Peter Jackson se respeitasse a obra não deveria criar seus próprios personagens num mundo onde quem o criou era 10000 vezes mais criativo e PROFUNDO que ele. Já viu guerras, já lecionou, era um profundo pensador etc. Está querendo chegar aos pés de Luthien e Beren? Tenho uma resposta que não vai surprender,não vai conseguir. O que Peter Jackson está fazendo aparentemente, é profanar esta memória. Enquanto muitos apenas querem ver o que o cinema os reserva, nós fãs de Tolkien, da mitologia que ele criou, nos reviramos em nossos meios, pois não há nada para se fazer, apenas escutar pessoas que se esquecem quem criou tudo isso e não demonstra nenhum respeito. Mas sabemos, quando se é adaptação de cinema, podemos esperar qualquer coisa, vemos aí Percy Jackson, Eragon, As crônicas de Nárnia etc. Estou agradecido que Peter Jackson fez um excelente trabalho na adaptação de OSdA, mas está querendo criar umas coisas que ele não tinha o direito de fazer, e é isto que mais nos machucam. Bem, um textão onde tem todas as opiniões numa só, é claro, menos aquelas opiniões vazias. E é claro, Jesus não agradou a todos, mas também não devemos nos contentar com tão pouco. Não é fã de Tolkien? Desculpe, se perdeu no google, ESTÃO NO SITE ERRADO. Tudo aqui é de Tolkien, SÃO SUAS HISTÓRIAS. Não há privilegio nenhum ver uma história tão legal deturpada apenas para vermos uma versão “MAIS SOMBRIA QUE AGRADEM OS CARAS QUE SE PERDERAM NO CINEMA”. É isto

    1. Desculpa William mas não concordo! Primeiro estás a falar de obras que ja têm bastantes anos de existência, principalmente as «fontes»e e «mitologia» que estão na sua origem, que Tolkien criou, mesmo antes de escrever as suas principais obras. Neste espaço de tempo, o mundo muda, a cultura das pessoas muda, as próprias pessoas e a maneira de elas verem as coisas mudam! A verdade é que as obras de Tolkien são bastante «desajustadas» do mundo actual, alguns temas sim continuam em voga, mas outros, porém, estão francamente ultrapassados, mais especificamente, a predominância masculina nas suas histórias, a luta pura e simples entre bem e mal, sem meios termos nem grandes tramas, tudo isto para chegar onde: o mundo que Tolkien viveu é diferente do nosso de agora, e é bom que PJ tente fazer uma adaptação para o «agora», sim pois eu acho que é isso que ele faz, introduzindo uma personagem feminina no Hobbit (a elfo amiga de Legolas), dar mais importância a Arwen nos filmes OSDA, entre outros! Sou sincero, se PJ se resumisse a adaptar pura e simplesmente os livros para o cinema, os filmes que daí resultariam seriam, a meu ver, bem masi cinzentos e desajustados aos tempos actuais!
      Segundo, você fala nos direitos de PJ… Quem diz que ele tem ou não direito de fazer ou não fazer? Você? Eu? Ele é um ser livre de fazer e pensar o que quiser, e se está a trabalhar, tem o direito de criar ou ajustar algo de forma a que, na opinião dele, o resultado desse trabalho seja o melhor possível! O filho de Tolkien crítica? bla bla bla bla, devia era ter um pouco de vergonha na cara, porque se não fosse PJ, metade do mundo ainda ignoraria a sua existência, a do seu pai e das suas obras! É pura e simplesmente verdade, por muito que doa! E ele apenas ganha coma venda de livros do seu pai, pois essas pura e simplesmente DISPARAM, quando PJ lança um filme!! Se ele é assim tão contra PJ e os seus filmes, ao menos recusava esse dinheiro não? Já que ele é pura e simplesmente resultado da «propaganda» dos filmes de PJ!
      Terceiro: PJ não é tão criativo como Tolkien, é verdade, mas não tem de ser! PJ é um realizador de cinema e Tolkien um escritor! Cada um faz o seu trabalho!
      Quarto e último: Não deixo de gostar menos das histórias de Tolkien por causa do cinema, antes pelo contrário, apenas me fascinam mais e mais! Isso faz de mim menos fã que você? Quem disse isso? Quem decide isso? Não acho, não concordo e felizmente vivo num país onde posso expressar minha opinião, ver os filmes de PJ e ler as obras de Tolkien, pois HÁ IMENSA GENTE NESTE MUNDO, que nem a metade tem direiro e a gente perde tempo com besteiras como estas!
      Bem hajam todos!

      1. Acredito que PJ faz seu trabalho sim, mas acrescentar coisas que poderiam mudar rumos de histórias futuras como por exemplo Legolas: parece que ele e esta nova personagem sobre um romance criado. E se ela vier a morrer? Ele ficará na sua dor e provavelmente irá abandonar a Terra-Média para esquecê-la. Mas ainda não conheço a nova história e portanto, há apenas suposições. Concorda comigo que a história já está feita,e não cabe a ninguem mais alterá-la. Machista? Eu concordo inteiramente, as mulheres descritas no livr são geralmente rainhas, mães e quem sofrem, não existem guerreiras etc. Nosso mundo já mudou como disse muito bem, mas se alguem acha que não deveria adaptar uma obra por ser como ela é em sua síntese, então não deveria nem começar a produzi-la. Deixa-a como está. Não precisamos dar um toque sombrio a uma historia feita para crianças. Então, vamos contar as crianças que Chapeuzinho vermelho comeu o lobo? Não, vamos continuar com a original (não a realmente original, a que faz as crianças dormirem). Se procuram bagunçar os conceitos dos livros, não façam. Se levantarmos as questões sobre igualdade, então haverá muito debatem, pois existem muitos direitos humanos leis hoje que Tolkien nem sabia que iria existir. Então, também devemos colocar tudo o que a sociedade espera se igualar em um filme? Sairia muito da sua síntese e originalidade. Se quiser tudo igual, por que não pensam em uma história diferente? Meyer já comentou que quer escrever sobre a Terra-média. Então porque não pedem para ela fazer pnde aparecem tudo o que Tolkien deixou de escrever??? Gosto da adaptação de cinema, PJ fez muito se compararmos a outros, eu fui assistir O Hobbt no dia da estreia e acompanho cada novidade que sai, mas não me conformo em ver uma obra tão genial ser transformada em algo que não é. Mas é melhor assistir antes de tirar uma conclusão final. E espero do fundo do coração que quando eu for assistir eu me delicie em estar vendo algo que não seja exagerado e possa confiar que PJ fará um excelente trabalho em 2014. Afinal, não queremos ganhar o premio Framboesa, não é? Afinal, os livros de Tolkien estão entre os 10 mais vendidos do mundo.

        1. Ganharia prêmio framboesa se o PJ fosse fiel ao livro isso sim,segundo:daria uma boa fanfic a Tauriel morrer!Se o filme só tivesse homen as fãs iam reclamar,eu conheço só na minha cidade oito fãs que assistiram o Hobbit Uma Jornada Inesperada e reclamaram de ter só a Galadriel!

      2. Concordo plenamente com você, Daniel.

        É exatamente isto que penso….no começo de “A Sociedade…” em 2001 também escutamos (lemos) que o filme ela longo, que personagens estavam errados, etc, etc.

        Depois da conclusão triunfal com “O Retorno” em 2003 e o caminhão de Oscars em 2004, as críticas sumiram e o SURRADO “A Sociedade do Anel” virou cult.

        Teve muitas coisas “mais graves” no primeiro filme da Trilogia do Anel do que o que foi “colocado” em “Uma Jornada Inesperada”, porém, agora, ninguém se lembra (ou tem coragem) de criticar o filme.

        1. SEGUINDO:

          Eu entendo que uma adaptação no ritmo de o livro “O Hobbit” sem deixar um “pouco mais adulto” não funcionaria tão bem como funciona no livro.

          E não seria possível “unir” a Trilogia do Anel do cinema com “O Hobbit”. Os livros são perfeitos e funcionam por si só.

          Ninguém se importa se a história de “O Hobbit” se resume a uma jornada para conseguir um tesouro….porém, para o público do cinema é bem diferente.

          Por mais que eu tenha respeito a Christopher Tolkien e admire o cuidado pelo trabalho de seu pai, reclamar das adaptações de PJ é ser muito ingrato. Se não fosse pelo ótimo trabalho do diretor, muitos NUNCA conheceriam a FANTÁSTICA OBRA de Tolkien. Se não fosse por PJ, eu não teria comprado 2 livros de “O Hobbit”, toda a Trilogia do Anel, O Silmarillion e Os Filhos de Húrin.

          Sem contar que a The Tolkien Society, encheu os bolsos não apenas com as vendas aumentadas dos livros e principalmente com o acordo com a New Line Cinema.

          1. Olá Fábio,

            Considero alguns dos seus pontos bastante razoáveis, mas tenho de discordar da maioria deles, também fazendo oposição ao que o Daniel escreveu logo acima.

            Acredito que existam críticas com teor diferenciado relativamente a O Hobbit, que não se aplicam a OSDA. Pela minha própria percepção sobre os filmes e pelo que li aqui na Valinor em termos dos comentários, eu classificaria as críticas da seguinte maneira:

            1. As que diferenciam filme e livro
            1.1. Adições aos livros;
            1.2. Adaptações.

            2. Ao caráter do filme

            3. Aos seus objetivos

            As subcríticas do tipo 1 são totalmente aplicáveis a OSDA e a O Hobbit. Eles pouco se diferenciam nesse aspecto – a única diferença estaria na quantidade das modificações, porque sua profundida é praticamente a mesma, no que eu concordo com o seu comentário.

            No entanto, existe um “espírito” em O Hobbit que difere muito de OSDA, e aqui faço referência às críticas 2 e 3. Naturalmente, filmes são parte de uma indústria (e mesmo livros, hoje assim como ontem – mesmo na época de Tolkien, obviamente), mas a parcela econômica deve ser uma consequência, não uma causa, para que se tenha uma obra de arte, não puro entretenimento.

            Assim, acredito que O Hobbit tenha um ar puramente comercial – note, não é a crítica ao comercial em si, mas ser comercial como um objetivo final.

            O primeiro filme é repleto de cenas inverossímeis. As cenas são demasiadamente grandes, muito maiores que em OSDA. As batalhas são exageradas, repletas de uma falsa emoção. As lutas nas cavernas goblins, as quedas que ocorrem, a cena do ataque dos Wargs, o contra-ataque élfico, as cores em Valenda… Tudo caminha no mesmo sentido de uma super-exposição estética: um efeito barato, que vende.

            E mais do mesmo virá, certamente como se depreende pelas imagens e pelo trailer, no número 2. Dê uma olhada no reino élfico e compare com as descrições e mesmo o desenho do Tolkien. Dê uma olhada nos salões do tesouro do dragão. Ou pior, ouça o diálogo do tipo Xena entre Legolas e Tauriel: não estou criticando a personagem (NÃO É ESTA A CRÍTICA), mas o que se imprime à obra, a necessidade do “politicamente correto” ou, pior, do “economicamente rendável”.

            E é aí que discordo também da interpretação do Daniel, dada acima, acerca do papel das mitologias. Apesar de datadas historicamente, elas possuem valores fundamentais que perpassam para além de sua forma. Por isso, as adaptações NÃO DEVEM trazer elementos contemporâneos modernos, porque com isso tem-se o risco de reverter-lhes o sentido que lhes foi impresso e cujos valores são universais e possivelmente atemporais. Possivelmente justifica-se a presença de uma guerreira élfica com base no feminismo moderno: trata-se de interpretação anacrônica de uma obra, que trazia outros valores para a mulher, mas ainda assim como um elemento social fundamental (haja vista o papel reservado para Galadriel, Éowyn ou mesmo Freya).

            Acho um verdadeiro crime contra o patrimônio histórico essas interpretações supostamente modernas de um período anterior. É anacrônico. Não acrescenta. E ainda retira a essência.

          2. Witzell., concordo com suas palavras. Aliás, uma história feita, já está feita. Se a adaptarmos ao cinema, haverá mudanças sim, mas não DEVERIA alterar em nada o rumo dos acontecimentos. Misturar costumes e epocas diferentes não seria a solução ideal. Me lembrei agora de um comentário feita pela atriz Miranda Otto, se me recordo bem, em uma entrevista, os livros retrata uma época onde honra e amizades verdadeiras existiam ainda, pois hoje vários desses fatores já foram deixados para trás. Então, não seria legal se Peter Jackson fizesse uma adaptação um pouco mais fiel ao livro? Deixar de lado temas como igualdade, poluição, sustentabilidade e aquecimento global e abordar de forma mais fiel uma história que não existe? Ele alterou muitas coisas em OSdA, mas o espírito do livro ainda continua lá. Vimos no ano passado um filme cheio de enchimento para linguiça, onde literalmente focava entretenimento e capital. Eu não economizei, fiz o que eles esperassem que fizessemos. Adaptar uma obra visando agradar os fãs de Crepusculo, aquele filme que MASTIGOU a tradição dos vampiros. Daqui a pouco, veremos um Hobbit Lá e de Volta Outra vez uma versão Fúria de Titãs 2 2,1 onde DEUSES MORREM, alterando profundamente o cerne do livro. Alterar de leve acontecimentos, focar um pouco mais em batalhas e questões pessoais etc, mas criar eventos novos, mudar rumo de história etc, não queremos ver isto não é? Afinal é uma ADAPTAÇÃO, não um circo em cima do legado de Tolkien

          3. Vamos ater no que houve em “A Sociedade do Anel”, onde foi trocado Glorfindel por Arwen, e mesmo assim ninguém ficou criticando a “cavalgada masculina” dela, não foi? O primeiro filme quase é um “cult” atualmente.

            O que seria uma “falha mais grave”? “As cores em Valfenda” e “as quedas na caverna dos goblins” presentes em “Uma Jornada Inesperada” ou ver um “Aragorn hesitante e cheio de dúvidas” em “A Sociedade do Anel”?

            Porém, muitos não dão mais atenção a uma “falha mais grave” presente no primeiro filme da Trilogia do Anel do que menores presentes em “Uma Jornada Inesperada”, não é?

            “O Hobbit” tem um “espírito” bem mais leve, e creio que PJ foi muito feliz ao colocar o tema de “ter um lar” na história.

            Não entenda que eu não gosto do livro “O Hobbit”; muito pelo contrário, é perfeito como está, todavia não concordo com a “super-exposição estética”. Se formos pegar neste ponto, poderíamos pegar (de forma leviana) a “super-exposição da reação dos personagens” que está presente no livro.

            Como ficaria Bilbo gritando que foi “atingido por um raio” repetidas vezes enquanto se remexia no chão? Ou mesmo os “elfos cantantes nas árvores” na chegada a Valfenda? Apenas para citar como exemplos. Como ficariam em um filme? Não seria uma “super-exposição de reações dos personagens”?

            Por isso que reafirmo que “Uma Jornada Inesperada” tem mais méritos do que deméritos. E muitas das ditas “falhas” são iguais e até menores que “as falhas” presentes nos filmes da Trilogia do Anel.

  8. Eu costumo não comentar muito, mas dessa vez faz-se necessário e senti a necessidade.
    A grande questão é que eu não vejo motivos para tanto ódio pelo trabalho do Peter Jackson como eu noto em muitas pessoas na internet (por aqui, principalmente).
    Desde que o saldo final seja positivo não há porquê se revoltar com mudanças ou invenções.
    A história original está lá, nos livros, perfeita e intocável como deve ser. Como o Professor imaginou.
    Se os fãs, não só de Tolkien, como de muitas outras obras, levassem mais em conta que estamos falando de uma adaptação (veja bem, a-dap-ta-ção) baseada na visão de uma outra pessoa (veja bem, outro cara, e não o autor) de suas obras prediletas talvez eles relaxassem um pouco.
    Peter Jackson tem um saldo gigante conosco, fãs. A trilogia do Anel poderia ter sido uma catástrofe inacreditável, mas não, foi excelente e está consagrada para sempre como uma das maiores obras cinematográficas já feitas. Uma obra baseada no universo de Tolkien! Poxa, eu como fã de Tolkien sinto um orgulho danado! :D
    Mas referente ao foco de discussão, O Hobbit: O primeiro filme (para mim) foi divertidíssimo e adorei.
    Quanto ao segundo: na boa, aparentemente vai ser tão ou até melhor do que o primeiro. Vai ter romance? Sim, e daí? Eu não repudio, e vou amar se for uma história de amor bem construída. Como já disse, não é o Tolkien que está dirigindo o filme, é outra pessoa.
    Peter Jackson é fã como nós, se fosse outro diretor ele poderia fazer qualquer merda e jogar na nossa cara, mas ele não, ele (acredito) está dando o máximo para entregar algo que apesar das mudanças seja agradável, principalmente para nós que somos fãs como ele. E eu respeito muito o cara por isso.
    Eu costumo valorizar mais os acertos do que as falhas.
    Enfim, é isso. Fiquem na paz.

    1. Ótimo comentário Raphael!

      O pessoal tem que aprender a separar os livros de uma adaptação cinematográfica, e nem tudo que funciona perfeito nos livros, funcionaria bem no cinema.

    2. Falou tudo e mais um pouco !!! Particularmente respeito a opinião de todos, mas sinto que alguns por aqui sentem quase que “ódio” do PJ, isso não acho justo !!! E SIM….TENHO A ***HONRA*** e o prazer de ver a Terra Média nos cinemas, senti isso quando era mais novo com SDA, e agora com O Hobbit, cujo assisti 7 vezes no cinema. Tem gente que não sabe o significado de ADAPTAÇÃO, mas basta procurar no dicionario, ou Wikipedia.

  9. Fábio, desculpe não ter respondido diretamente abaixo do seu comentário, mas o botão de respostas desapareceu: acho que houve muito texto para uma mesma postagem hahahah

    Mas então, o seu ponto é interessante.

    Quanto ao primeiro, a respeito de Arwen-Glorfindel, ele se encaixa no tipo de crítica 1, que não foi o meu foco, embora eu concorde com vc a respeito.

    Quanto à superexposição estética, acredito que o termo talvez tenha sido mal empregado por mim e a sua contraposição a respeito, sobre a possibilidade de existir algo assim nos livros, é algo que merece muita atenção.

    O que eu quis dizer é que esse é um fenômeno muito comum no cinema como um todo. Como uma cultura de massa (note que eu não estou dizendo isso para dizer que gosto de coisas cults, por exemplo, mas apenas categorizando a coisa), certos padrões vendáveis são criados e repetidos ad infitinum. Isso tira as características próprias de uma obra ao criar padrões que DEVEM repertir-se porque são, garantidamente, vendáveis.

    É nesse sentido que critico, por exemplo, as dimensões dos cenários, forçosamente vazios e sem espírito. E é ainda mais por isso que critico as situações inverossímeis, como quedas espetaculares (goblins, montanhas), lutas impossíveis (goblins de novo, cenas muito carregadas de batalhas), saltos ornamentais, caráter de super-herói (elfos em geral, Legolas em especial, tanto em O Hobitt quanto em OSDA). São simplesmente clichês que se impuseram aos filmes (tanto ao Hobitt, quanto á indústria cinematográfica em geral).

    Ao meu ver, mitologias têm uma base muito verossímil, apesar do caráter de fantasia de que são imbuídas. As coisas acontecem logicamente e têm uma razão de ser que respeita o universo em que estão inseridas. Isso não acontece nos filmes de super-heróis (como essas idiotices em que o cinema transformou Beowulf ou Thor, por exemplo). Infelizmente, a meu ver, O Hobbit 1 caminhou exatamente no sentido dessa última, assim como o trailer do 2. Quando esse padrão quase obrigatório não ocorre, o filme é interessante: as adivinhas no escuro são fenomenais no filme!

    No entanto, esse fenômeno é diferente do que vc chamou de super-exposição da reação dos personagens no livro. Isso porque tais reações não são figuras prontas, usadas repetidamente na literatura, mas envolvem um imaginário novo – não estão ali porque certamente venderiam, mas funcionam como um expediente para dar leveza ou tornar a coisa mais sombria, a depender de como foram usadas.

    1. Eu entendo tua opinião, todavia minha opinião se resume ao comum ou ao incomum, quando digo, “super-exposição de reações dos personagens” digo como algo condenatório ao original de “O Hobbit”; o livro é perfeito como é….feito em conjunto para os filhos de Tolkien, em uma realidade de primeira metade do século XX, sem ainda o efeito assustador da Segunda Guerra, as armas atômicas e a televisão, ou seja, época muito mais simples e inocente.

      Portanto, em um ambiente onde as crianças estavam aparecendo para o mundo, com a intenção de fazer literatura e criar um mercado, “O Hobbit” foi algo novo e fantástico ( e continua sendo). Se ficássemos presos a épocas e nostalgias, o cinema ainda seria mudo e sem cores. Ou como alguns criticaram….”o cinema não é bom em 48 frames” (para mim foi fantástico ver “Uma Jornada” em altíssima definição, em 48 frames e em 3D – me senti dentro da Terra-Média – primeiro filme que me deu esta sensação).

      Para mim, a literatura de Tolkien é perfeita, os filmes me apresentaram Tolkien, e isto é mérito de PJ; porém, ao ler os livros (após ter assistido os filmes) tive a grata satisfação de que os filmes apesar de serem os meus filmes prediletos, são inferiores aos livros (que são TOTALMENTE PERFEITOS).

      Infelizmente, não teríamos filmes tão bons e premiados com os da Trilogia que colocássemos apenas o que está no original de Tolkien. Eu não gosto de terem tirado Glorfindel e terem deixado Aragorn hesitante em “A Sociedade…”, mas entendo que um filme e o público são diferentes dos da literatura, por isso aceitei e curti (e ainda curto o filme).

      Eu sei que um filme segue um roteiro hollywoodiano e que seria quase impossível fazer filmes com a qualidade de toda a Trilogia tendo um roteiro purista (muito próximo do original de Tolkien); possivelmente não haveriam os filmes ou teriam tanta pobreza de recursos que nem 1/10 das pessoas assistiriam e provavelmente muitas outras (como eu) não seriam apresentadas ao mundo fantástico de Tolkien.

      Exatamente uma das partes que mais gostei de “Uma Jornada”, o começo com a chegada na casa de Bilbo, com as canções e as apresentações, estando muito próximo do original (me considero um “purista realista”) foi uma das críticas maiores do público em geral. Gostei que PJ apesar de trazer um filme para o público geral pensou também nos aficionados em Tolkien.

      Me lembro de críticas muito contundentes quando do lançamento de “A Sociedade” em 2001….onde estão estas críticas agora….e onde estão a grande parte dos críticos?

      Por isso que curto o que é perfeito (conforme o original do Professor), aceito o aceitável e relevo o que não gosto e no final me divirto e fico extasiado por estar novamente na Terra-Média e por reviver minha “peregrinação nostálgica” para o cinema no mês de dezembro/janeiro (como fiz em 2002 e 2003 – já que “A Sociedade” foi lançada em janeiro no Brasil) para reencontrar minha “amada Terra-Média”.

        1. CONCLUINDO: Como não ficar feliz ao ver um ícone do cinema como Christopher Lee, com mais de 90 anos, um aficionado (até purista) em Tolkien e que teve o privilégio de conhecer o Professor Tolkien, estar presente em “Uma Jornada…” mesmo que no original ele não esteja?

          1. ERRATA 2: “Como não ficar feliz ao ver um ícone do cinema como Christopher Lee, com mais de 90 anos, um aficionado (até purista) em Tolkien e que teve o privilégio de conhecer o Professor Tolkien, estar presente em “Uma Jornada…” mesmo que no original SARUMAN não esteja?”

          2. Alegria em também ver Cate Blanchett interpretando Galadriel. Mas este evento foi descrito por Gandalf, expulsaram o Negromante da Floresta das Trevas, então, colocar o concelho debatendo(é claro, não precisava ser enquanto os anões estavam lá, mas beleza, isto eu entendo), foi uma especie de adição positiva. Mas começar criar personagens, histórias que não existem, isto saiu um pouco da questão. Da mesma forma que vimos elfos lutando em Helm e Saruman morrendo no pináculo. Mas eu agradeço por PJ ser um fã, não um Stefen Fangmeier da vida, que caiu de para quedas em Eragon, deixando ele ao vento.