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O Hobbit: Uma Jornada Inesperada – Primeiras Impressões, por Vinicius Reis

Estou chegando agora da pré-estreia de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, no Rio de Janeiro. A pré foi promovida pela Warner, na noite do dia 11/12, no Cinemark Downtown, na Barra da Tijuca e contou com a presença de fãs e outros convidados. O meu convite foi dado pela Toca-RJ, entidade regional do Conselho Branco, que forneceu convite aos fãs cadastrados. Depois de um longo engarrafamento numa noite extremamente quente, consegui chegar vivo ao cinema, onde estava acontecendo uma bela festa, com fãs fantasiados, imprensa, etc. A minha exibição foi em uma sala 2D, com 24 quadros por segundo e estas são as minhas primeiras impressões. Vale lembrar que outros membros da Equipe Valinor podem ter outras impressões e que este texto reflete apenas a minha opinião:

 * O texto abaixo está livre de spoilers* 

- O filme é uma delícia de assistir e em nenhum momento fiquei cansado, apesar da longa duração.

- Erebor é incrível, provavelmente a cidade mais imponente que eu já vi em qualquer filme de fantasia. A riqueza de detalhes é imensa e a beleza ganha facilmente de Moria. A cena que mostra a tomada de Erebor por Smaug é uma das coisas mais incríveis que eu já vi.

- Existe um vilão claro neste filme e não é Smaug. Muito bacana isso.

- O filme não segue o livro a risca, como também foi em O Senhor dos Anéis. PJ toma liberdades de contar coisas que estão em outros livros e também cria momentos que estão apenas no filme. Isso não me pareceu um problema em momento nenhum e o filme segue uma boa narrativa. O respeito às obras está claramente ali.

- Reconhecer os anões não é um problema, como eu achei que poderia ser. Todos os anões diferenciam bastante entre si.

- O tom do filme é bem mais leve que O Senhor dos Anéis. É mais divertido, mais colorido, de certa forma até mais ingênuo e infantil que a trilogia, exatamente como o livro é.

- Várias cenas remetem à trilogia, inclusive com a mesma trilha sonora da saga anterior. Isso me soou um pouco repetitivo, mas conversando com o pessoal na saída do cinema, ninguém reclamou disso. Todos gostaram desta referência aos filmes anteriores.

- Trolls. Goblins. Smaug. Incríveis.

Conclusão: quero ver de novo. Agora em 3D (apesar de não ter sentido falta nenhuma). Comprem seus ingressos. Agora!

Comentários

  1. Se preferirem não ler o texto, pulem para as críticas pontuadas por 1, 2 e 3 abaixo.
    Como tolkiano achei que a adaptação transformou alguns personagens em caricatos demais, tanto na imagem quanto na personalidade – uma virtude de tolkien é que todos os personagens são complexos e tem suas razões para serem como são. Em contrapartida, assim como o livro, é um filme infantil, então entendo essas adaptações. A história no livro é besta, o filme é muito mais fiel com o público alvo, infantil, que com a história da terra média – o que eu acho totalmente compreensível, mas não se torna um bom filme para meu gosto, assim como nunca gostei deste livro em particular.
    Tenho apenas três críticas que não foram citadas anteriormente:
    1. a construção do grao-orc como inimigo dos anões e excessivamente determinado a persegui-los a qualquer custo, numa obsessão por nada justificada a não ser pela vingança banal.
    2. Só eu que reparei que o bilbo é exatamente do mesmo tamanho dos anões e muito mais alto que os hobbits descritos nos livros e nos filmes do SDA? O bilbo bate no peito do Gandalf, era pra ele bater na cintura. Fiquei muito incomodado com isso, pareceu preguiça de fazer todas aquelas adaptações de tamanho, pra filmar o ator do bilbo com os anões sem complicação….
    3. essa é o de menos. Vocês repararam que em Erebor aparecem várias anãs sem barba, de vestidinho e etc? Vacilo bobo esse, a gente tá cansado de saber que anãs tem barba e se vestem igual aos anões, fora que mal saem de suas casas.

    de resto, filme legalzinho.

    1. O filme é inacreditávelmente bom. Embora eu possuir algumas críticas que destaquei acima, gostei do filme de modo geral. Preferiria se fosse menos cômico. Mas o filme esta muito bom e não apenas legalzinho como o cara falou ai em cima. Sempre há erros de efeitos visuais. No SdA mesmo posso destacar milhares. Assisti esse filme para me realizar como fã de tolkien e não para salientar o que Peter fez de errado… ele fez um bom trabalho e agradeço a todos que participaram desse imenso projeto….

  2. Desculpem-me, mas achei o filme péssimo. Gostei da reunião dos anões, da briga com os trolls e das advinhas no escuro. Fora isso, as batalhas são extremamente cansativas e enfadonhas. PJ não sabe conduzir bem uma cena de batalha e opta por entulhar as cenas com milhares de orcs pulando e sendo derrubados com escadas, troncos e outras técnicas caricatas.
    Outro recurso idiota é a quantidade de vezes que os personagens caem de alturas absurdas e não acontecem nada com eles. .E o que dizer de elfos montados em cervos e o Radagast puxado por um trenó de coelhos?!
    O filme foi uma encheção de linguiça do início ao fim. Poderia ter feito o mesmo filme em 1:30, 2:00 e o resultado teria sido ótimo. Mesmo algumas partes do livro como os gigantes de pedra são estendidas sem acrescentar nada ao filme. Apenas para comparação, o primeiro filme do LoTR foi pra mim infinitamente melhor que todos os outros. E nele PJ soube cortar o capítulo de Tom Bombadil.
    É certo que uma adaptação para o cinema deve saber cortar algumas cenas e mesmo incluir algumas passagens. No entanto, não foi o que aconteceu. PJ fez inserções ora para deixar o filme mais engraçado (Radagast), ora para tentar dar um aspecto mais sério e ligar O Hobbit ao O Senhor dos Anéis (necromante). Na minha opinião não conseguiu uma coisa nem outra.

  3. Ainda preciso superar o primeiro impacto, o choque. Desejo muito assistir novamente. Naturalmente, a estória de “O Hobbit” é menos intensa do que os eventos da Guerra do Anel. Todavia, já fui arrebatado pela “escalada” épica que o filme evoca: acredito que, em se tratando de imagética mitológica em uma Epopeia fílmica, o Cinema contemplou, nas sequências acerca de Erebor, uma magnificência sem precedentes. Só invocando, em “neologia”, vocábulos em élfico e em khuzdûl para descrever aquilo. Diante dessa sublime grandiosidade, eu acho que a queda de Dol Guldur e a Batalha dos Cinco Exércitos proporcionarão, como ocorreu, primeiro em “As Duas Torres”, e, sem seguida, em “O Retorno do Rei”, uma redefinição do Épico (porque a magnificência mitológica será, como o é Erebor, sem precedentes).
    Cara, é tudo muito fantástico: o Reino sob a Montanha, Thrór, a Pedra Arken, o povo e a cultura khazâd, o terrível ataque de Smaug (que, favorecido pela surpresa, entra triunfante em Erebor, pisando e desprezando a defesa dos anões – feroz demais!) e – é claro – o Exército do Rei Thranduil! A exuberância mítica nos arrebata!
    O que me frustrou um pouco é um problema que Peter Jackson já demonstrou antes: a hipérbole. A cena perfeita para descrever esse exagero de nosso Amado Diretor está, creio, em “King Kong”: trata-se do absurdo engavetamento de braquiossauros. Aquilo é certa violação ao encantamento que filmes como “Jurassic Park” nos proporcionam. E, em “O Hobbit”, senti que, em muitos aspectos, Peter Jackson foi hiperbólico demais. Acho que é o mesmo sentimento do pessoal que afirmou que tudo é muito épico/exagerado e/ou muito cômico/caricato. Certas passagens estavam muito hiperbólicas, como algumas na Cidade dos Goblins e o perigo que eles passam na árvore. Muito exagerado. Lembrei-me de passagens de “Piratas do Caribe”. A Terra-média não precisa disso. Também achei que os Trolls e o Grão-Orc estavam muito caricatos. Agora, a maior frustração foi o Radagast: excessivamente caricato. Fiquei triste porque nunca me frustrei com a composição de nenhum personagem nas adaptações da Obra do Mestre Tolkien. É pena. E achei que a caricatura se estendeu naquela perseguição dos lobos ao trenó de coelhos. Espero que, caso o Radagat morra, ele não fique vesgo.
    Bom, também não posso deixar de mencionar o “reparo” que o roteiro fez em algo que consistia em uma das maiores “broncas” que eu tinha contra o Mestre Tolkien, que era não conceber os elfos como vegetarianos.

    1. Só espero que os elfos não sejam vegetarianos pelo mesmo motivo de muitos destes,ou seja, não comer carne para não matar os animais pois seria uma paradoxo.

        1. Pendragão é o seguinte, pelo seus comentários percebo que você é o que posso chamar de ”Tolkiendili Xiita”, parece-me que você já tem uma visão clara e objetiva da Obra do Mestre Tolkien como você o descreve, na sua cabeça e que não pode ser diferente mas só para lembrá-lo, nem todos têm o mesmo pensamento que vossa excelência.
          Tolkien disse que suas estórias têm o que ele chamava de APLICABILIDADE, a sua e de uma meia dúzia, na cena do Gandalf oferecendo o fumo para o Radagast por exemplo, é AÍ MEU DEUS ELE TÁ FALANDO QUE FUMAR É LEGAL QUE COISA HORRÍVEL, a minha é diferente dessa linha de raciocínio, a minha visão e experiência com os textos de Tolkien é similar com a de Peter Jackson, agora se você não gostou, ficou desapontado, frustrado não veja mais o filme, ou melhor, se torne um cineasta e faça você a sua adaptação, se você não consegue ter a mente aberta para a visão de outros fã não emita uma opinião pois saiba que outros podem não concordar e devem ser respeitados.
          Você me parece um cara muito inteligente, tem boa escrita, (apesar de eu achá-la demasiadamente prolixo), mas a sua aplicabilidade é muito restrita, o conceito é muito mais amplo, muito mais que filosófico, religioso ou antropocentrismo, é mais uma questão pessoal de cada indivíduo de entender e aplicá-la em sua vida.
          Paulo Victor Pendragão, espero que você não fique bravo se nós divergimos em certos aspectos sobre o entendimento da obra de J.R.R. Tolkien, acredito que até ele tinha uma visão diferente de suas próprias obras das que temos, e sobre sua pergunta com relação aos vegetarianos, você que é uma pessoa bem esclarecida, me explique essa frase que já lhe informo que não é minha: TODO O SER VIVO SE ALIMENTA DE OUTRO SER VIVO, INCLUSIVE OS VEGETARIANOS. Um abraço.

  4. Fui assistir sexta e hoje novamente, ambas sessões em 3D. Excelente, a beleza do filme está incrível. Ótima adaptação, ainda mais o começo, e as canções são de ficar de boca aberta. A dublagem ficou boa, depois que a gente acostuma com as novas vozes, e a do novo dublador do Gandalf pegou melhor ao Ian McKellen do que a voz de Hélio Vaccari, mesmo eu tendo mandado vários e-mail para a Delart pedindo a volta dele e Neusa Azevedo, sou obrigado a admitir. A única parte que achei um pouco forçada foi quando eles caem sobre uma ponte de madeira sobre um absmo e não levam tecnicamente nenhum arranhão, mas isso não foi nada demais comparado à excelente obra que PJ adaptou. Nota 10 para o filme.

  5. Um pouco decepcionado com o filme, concordo com as críticas que deram 3 estrelas em 5. Não passa disso.

    Agora, estou ainda mais decepcionado com a reção dos fãs de Tolkien, equiparando-se a Crepusculetes enlouquecidas com qualquer crítica ao filme. Realmente lamentável…

  6. Bom, como disse ali em cima, assisti o filme pela segunda vez, porém agora em 24fps. A diferença é enorme!! 48fps é uma coisa INCRÍVEL, sem comparação, o 3D em 24 frames cansou minha vista, tinha coisas que nem dava pra ver direito, tudo é muito diferente, esses 48 frames são realmente perfeitos! Na fuga da montanha dos goblins, teve uma hora que os goblins atiram flechas em Kili, nessa parte eu me esquivei, porque realmente saiu muito bem detalhado para fora da tela, já nos 24fps eu quase nem vi a flecha, só vi uma coisa passando rápido… E também, a hora que gandalf começa a falar com a borboleta e ela sai voando, nos 48fps eu vi as asas dela batendo perfeitamente, nos 24 foi até estranho, assim como eles voando nas águias, e sem falar nos detalhes das roupas, barbas e tudo mais, tecnologia incrível!! Agora só resta esperar pra ver quantos oscars vão levar…
    E sobre a trilha sonora, o pessoal reclama porque contém algumas músicas do SdA, mas ao meu ver, quando Bilbo encontra o Anel, e aquela mesma música toca de quando o desejo pelo Anel é mostrado pelas personagens na trilogia, pra mim foi incrível, senti uma sensação ótima. Agora, terça feira vou com um amigo, ele não aguenta esperar pra ver Erebor, hahahaha.

    1. Concordo com vc sobre a trilha… engraçado , têm gente que quer ver algo como o SDA, mas quer ouvir algo diferente, vai entender…

  7. Bem gente, eu adorei o filme e sou extremamente fã de Tolkien e de Peter Jackson. Mas possuo algumas críticas.
    Primeiro de tudo a dublegem da Warner Broz do Brasil é horrível. Não foram usadas as mesmas vozes do SdA e a voz de Gollum ficou um lixo. (em Inglês está tudo maravilhoso, é claro).
    Segundo que Bilbo sempre sentiu admiração por Gandalf e não acha ele um mago inútil como entendemos numa cena onde ele pergunta se há outros magos como ele. Detestei a cena que faz alusão ás drogas onde Gandalf oferece o fumo á Radagast, e odiei mais ainda quanto Thorin pergunta quantos dragões Gandalf já matou e ele não responde e engasga com o fumo, desmereceu completamente o grande mago que Gandalf é.
    Fora isso eu adorei todo o resto e foi tudo acima do que eu pensei que seria. Quanto as cenas de batalha não tenho nehuma reclamação pois são tão épicas quanto ás do Senhor dos anéis. Peter fugiu um pouco do livro em relação á Gandalf (eu não gostei muito disso) fazendo dele um personagem tão cômico quanto Gimli. (ainda mais cômico, posso afirmar). Gollum tudo bem melhor e mais bem feito que nos filmes anteriores (que já eram maravilhosos) e Bilbo é exepcional. A cena que mais gostei (eu gostei de todas elas mais quero destacar uma delas) foi a deles fugindo das cavernas dos goblins. Foi espantosa essa cena, Gandalf lutando muito massa, os anões arrancando cabeças e empurrando goblins para o abismo, escadas e plataformas de madeira caindo, foi tão majestoso quanto á fuga de Minas Moria.

    Sótenho mais uma coisa á dizer: se esse filme ganhar menos de 7 oscars eu ficarei desapontado, surpreendido e chateado.

    Quem não assistiu ainda PRECISA viver essa experiência.

    1. “Detestei a cena que faz alusão às drogas onde Gandalf oferece o fumo à Radagast […]”.

      Nossa, cara, concordo plenamente!

      Estou atordoado com o Radagast! Com o coração espremido, digo que o Mago Castanho foi uma dolorosa decepção!
      Por intensas questões pessoais, Radagast é um personagem muito precioso para mim.

      Putz! Estou muito desapontado. É triste.

    2. Engraçado, gostei da dublagem do Hobbit. Se compararmos com a de SdA, vemos que ela fica melhor ainda. A voz do Gollum do Hobbit não ficou tão aquém com a do SdA. Além disso a dublagem de SdA tem muitos equivocos, tipo Viggo Mortensen tem a voz anasalada e quando ouvimos a dublagem temos um ator com voz bem mais grave. E no Gandalf vemos a maior diferença, pro bem, pois a voz não é do Hélio Vaccari, dublador de 11 entre 10 documentários do History Channel. A voz que arranjaram para Gandalf no Hobbit está bem próxima de Ian MacElen e interpretando muito bem. Minha opinião, dublagem da Delarte está muito boa.

    3. A dublagem eu concordo, no Brasil é fraca, mas sobre o Gandalf…. ele é desse jeito, ele não é tão sério quanto o Saruman, o Cinzento é mais leve e divertido, a parte do fumo é relacionada a isso, não vi nenhuma apologia aí, até porque já há outros veículos que incentivam o uso de drogas explicitamente ou não;

      1. Por conta da global discussão acerca do uso de entorpecentes, acho que, quando Gandalf, diante do nervosismo de Radagast, oferece o fumo para que o Castanho se acalme, podemos, sim, vislumbrar um esboço de apologia à droga. O que é lamentável.

        Sobre o Cinzento ser mais “divertido”, já vimos isso, no Bolsão, quando ele pede vinho (ao invés de pedir Chá, como o faz na “Sociedade do Anel). Ou seja: a questão do fumo fica exagerada (para não dizer inconsequente).

        Agora, sobre o “incentivo”, explícito ou não, que “outros veículos” fazem em relação ao uso de drogas, só posso evocar a significação que envolve o Um Anel. Ou será que ninguém mais o reconhece como um entorpecente que deturpa a natureza do ser vivo? Não devo ser o único a visualizar, nas hordas de “zumbis” viciados em “crack”, certa “orquização” da natureza humana? Sim, sei que dependência química é uma doença. Mas é a mais voluntária das enfermidades. Para se livrar dela, basta escolher. Por qual motivo escolher entorpecentes, sendo que você pode, na razão poética, “sub-criar”?

        Bom, sei lá. Vejo a Obra Mitológica do Mestre Tolkien essencialmente como anti-relativista. Ela não elenca várias “Verdades”, ela cultiva os Valores da Virtude, a Verdade que perpassa os Grandes Ensinamentos Religiosos e Filosóficos da humanidade, para inspirar a lutar por uma civilização melhor.

      2. Calma, Vinícius, calma. Antes de sabermos que fumar provoca câncer tinhamos uma erva (tabaco, Tolkien falava de tabaco) natural que é capaz de provocar uma rápida reação anti-stress. Fato. E Radagast estava bem estressado. ; ) E uma coisa curiosa, isso vindo de fumantes, é mais fácil controlar o consumo de charuto e cachimbo que cigarros. Cigarros não tem só tabaco, tem também outras substâncias ali para potencializar seus efeitos.É a lógica da industria/capitalismo de criar “clientes cativos” ganhando mais por menos. E tem outra, Tolkien era um fumante convicto. E ele não via nenhuma vicissitude no fumar, acredito eu, e sim no destempero, no excesso. Acho que a messagem do filme passa longe de ser uma apologia as drogas. E sem ser ciníco, Gandalf é um Istari, um sábio e um mago. Sua especialidade era o fogo, o vento, a fumaça… Sendo um naturalista e estudioso ele sabia o que seria necessário para os males do amigo mago. Foi com receita!

        1. Então, David, por conta do nosso contexto sociocultural, o modo como Gandalf oferece o fumo para Radagast pode esboçar uma apologia, sim.
          Sobre o tabagismo, Tolkien leu os gregos. Ele sabia da filosofia que elvolvia mente sã, corpo são e formação humana. A erva de fumo do Condado já é citada várias vezes nos filmes. Foi desnecessária a questão com o Radagast.
          E preciso desabafar mais: com o tratamento excessivamente caricato na composição de Radagast, o roteiro perdeu muita profundidade. O Mago Castanho é um personagem que, mesmo com ínfimas participações, me fascina. Vejo uma atmosfera trágica quando me lembro da declaração de Tolkien de que Radagast se desviou de sua missão para se dedicar a cuidar e apreciar a flora e a fauna da Terra-média (flora e fauna que também estão sujeitas ao sofrimento e a morte). Considerei genial a adição de Radagast em “O Hobbit”, principalmente pelo fato de ele detectar a Bruxaria em Dol Guldur a partir do fato de a Floresta ficar “doente”. Belíssimo isso! É pena que o tratamento caricato prejudique a atmosfera trágica. O Castanho simplesmente passa por animais mortos (eu queria mais atenção e gravidade ali!), de modo que, mesmo na cena do socorro ao Ouriço Sebastião, não há muita carga emotiva (e olha que sou um chorão de marca maior!).
          Fiquei desapontado com o Radagast. Já exsitem primorosos e fecundos estudos sobre a Obra de Tolkien e seu diálogo com Filosofia e Religião. Sinto falta de mais diálogos com Ecologia (tema também caro a Tolkien). Bom, se Peter Jackson precisar de um estudioso em Ecologia, Poesia, Ética e Terra-média, podemos indicar o maior estudioso de Tolkien do Brasil: Reinaldo José Lopes. Quem leu o “Além de Darwin” (principalmente a introdução “Você está aqui” e o tomo “O Gargalo”), do nosso camarada “Imrahil”, concordará com a necessidade, em nível de conteúdo cultural (poque o desafio para a humanidade é cultural e pedagógico), de se combater a vaidade antropocêntrica. Em “O Hobbit”, Radagast seria a tão necessária conexão temática! Não deixem esse tema para o James Cameron, por favor (“Avatar” ainda é um antropocentrismo disfarçado de azul!)! Vamos aguardar alguma marcha, como a perpetrada pelos Ents, no próximo filme! Além de Radagast, teremos o lactovegetariano Beorn!

  8. Assisti em HFR3d *-* e que perfeição…Erabor incrivel,os detalhes saltando na sua frente com uma qualidade absurda(até os poros em cenas de closeup ficam evidentes,a barba,o cabelo….que perfeição).E ao contrario do que muitos criticos disseram,eu adorei esta nova forma de projeção a 48fps,as coisas ficam mais fluidas e exuberantes….Os goblins ficaram demais….A atuaçao de Richard Armitage e Martin Freeman junto com Sir Ian foram exelentes…e Gollum ,que perfeiçao e como dizem os sites especializados,voltou a reinar como a mais incrivel criatura gerada por computador e a atuaçao de Andy Serks está incrivel,e o bom do Hfr é isto,as coisas nao parecem ser geradas por computador,tamanha a fluides das imagens.
    Enfim,ele é um filme unico e nao precisa ser comparado e colocado lado a lado com a trilogia do anel,pois deu para perceber que o PJ é fan de tolkien…………E a emoçao de escutar os dialogos iniciais do filme fieis ao livro como a introduçao de Sir Ian Holm indagando IN A HOLE IN THE GROUND THERE LIVED A HOBBIT……..e o bom dia de Bilbo…enfim respeitoso com os fãs,parabens Piter Jackson por nos oferecer este espetaculo visual.

  9. Eu assisti em Recife. Fiquei um pouco triste porque a grande maioria dos fans foram na Pré-estréia e somente alguns foram na estréia, seria legal cantar Montains Mist song (acho que é assim), com todo o cinema! De qualquer forma, a trilha me incomodou um pouco, pois ficou muito clara. A parte que Gandalf pede ajuda às Águias, a trilha ficou igual a cena em Isengard e a parte que encontra o Anel, entre outras. Mas foi realmente bom. Me cansei um pouco durante um filme, mas nada que me faça dizer que foi ruim. Sem dúvida, tiro meu chapéu para PJ que conseguiu fazer uma Erebor de ficar para a história da cinematografia fantástica. Perto da Montanha Solitária, Moria é um buraco no chão (e não um que vivia um hobbit)!

  10. Eu assisti em Recife. Fiquei um pouco triste porque a grande maioria dos fans foram na Pré-estréia e somente alguns foram na estréia, seria legal cantar Montains Mist song (acho que é assim), com todo o cinema! De qualquer forma, a trilha me incomodou um pouco, pois ficou muito clara. A parte que Gandalf pede ajuda às Águias, a trilha ficou igual a cena em Isengard e a parte que encontra o Anel, entre outras. Mas foi realmente bom. Me cansei um pouco durante um filme, mas nada que me faça dizer que foi ruim. Sem dúvida, tiro meu chapéu para PJ que conseguiu fazer uma Erebor de ficar para a história da cinematografia fantástica. Perto da Montanha Solitária, Moria é um buraco no chão (e não um que vivia um hobbit)

  11. Se eu usasse todos os elogios em todas as línguas, inclusive as criadas por Tolkien, seria pouco pra definir a obra que o PJ criou!
    HUMILHOU!!!
    NÃO EXISTE UMA OBRA CINEMATOGRÁFICA EM 100 ANOS DE CINEMA QUE SE COMPARE AO QUE O PJ FEZ!!!
    Pode assistir o filme 3D com 48FPS que é PERFEITO!
    Pra finalizar, deu pena de quem veio até aqui pra dizer que não gostou disso ou daquilo…
    PERFEITO, PERFEITO!!!!!!!

    1. QUE QUE EU TO FAZENDO AQUI QUE EU AINDA NÃO VI ESSE FILME? CHUVAAAAAAAS!

      Mal posso esperar pra ver amanhã, e seu comentário me empolgou deveras.

  12. Acabei de ler uma crítica deplorável. O indivíduo (que faz referencias ao livro o tempo todo mas claramente nunca leu) reclama de ‘erros de roteiro’ como o Gandalf sumindo e aparecendo quando os anões precisam. Isso é erro do LIVRO né colegs

    1. No filme o Gandalf some apenas uma vez, no livro ele vai deixar os anões na entrada da floresta, Tolkien no final cita que ele foi expulsar o Necromante de Dol Guldur, PJ vai mostrar como foi, e li várias críticas de pessoas que claramente leram apenas a sinopse do livro, não vale a pena nem comenta-las…

  13. Bom, assisti hoje aqui em Curitiba. Vi em HFR 3D, disseram que era 48fps, a qualidade realmente estava incrível, e para mim, não foi tão cansativo. Ver Erebor foi uma coisa de louco! Os anões, Smaug e Valfenda também estava incrível (mostra muito mais do que no SdA). Os sons são incríveis, a trilha sonora ótima, não reclamo dela, mesmo contendo músicas da trilogia, dá pra ver que foram modificadas, e caiu muito bem! As batalhas foram coisas que me deixaram de queixo caído, fiquei maravilhado com Thorin lutando (não vou dar spoiler e dizer onde…), Radagast dando de cara com “o mal” também, enfim, não vou reclamar de nada! Pois mesmo com cenas que não se igualam ao que mostra no livro, estava incrível e tudo bem colocado.
    Teve uma hora que pensei: “Poxa, já deve estar acabando”, aí lembrei que estava na metade do filme mais ou menos e que falta muita coisa pra acontecer ainda hahaha. Ah, o Gollum!! As expressões faciais dele, que coisa mais incrível! Não posso deixar de dizer que ri muito no filme, mesmo assistindo sozinho haha. Amanhã vou voltar e vou assistir sem ser em HFR, para ver a diferença, porém, vou levar um primo e minha tia que também estão loucos para assistir.
    Bom filme pra quem não viu ainda. ;D

  14. Sobre a trilha sonora, me incomodou um pouco também. Algumas músicas são bem ligadas a certos personagens, povos e lugares, então algumas vezes ficou muito bom, mas em outras…. acho que ficou deslocado. Existem faixas que eu pelo menos relaciono aos membros da sociedade do anel.

  15. Assisti em São Paulo.

    Não gostei do lugar. Não foi possível fazer confraternização com os colegas nem antes e nem depois do filme.

    A única ressalva que faço quanto ao filme é a apologia às drogas. Foi péssimo.

  16. Acabei de chegar também do filme.

    Como há diversos comentários, gostaria de deixar também o meu. Achei o filme muito bom, mas com duas ressalvas, relativamente às quais eu não concordo com o post:

    1) Sob um ponto de vista “técnico”, eu não gostei das cenas de luta. Na verdade eu as achei bem cansativas: são muito massivas, com o espectador no centro da cena; preferia o que tinha sido feito em OSdA, em que havia um “distanciamento” maior.

    2) Sob um ponto de vista crítico, achei o filme em alguns momentos exagerado. É como se todas as cenas tivessem a obrigação de serem ou épicas ou leves/cômicas. Novamente, comparando com OSdA, lembro-me de cenas muito bonitas que não eram necessariamente “épicas”, como todas as dO Hobbit parecem querer ser – o que também achei um pouco cansativo (como as dimensões dos cenários, as lutas dos Gigantes nas Montanhas ou mesmo coisas simples como a conversa da Galadriel com o Gandalf).

    Claro, curti muito o filme! Só são dois pontos que gostaria de saber se alguém mais sentiu!

    Abs!

    1. Concordo com você! sabia que tinha algo me incomodando, só não conseguia transmitir em palavras.. essa questão da necessidade de tudo ser épico é um fato. Um ponto que comprova isso é a escala dos cenários. Tudo muito faraônico, gigante, não? Acho SdA um filme mais realista, mais de acordo. Mas é inegável que visualmente esse filme deu um show. Um dos filmes com a fotografia mais espetacular que já vi.

        1. Minas Tirith de fato é grandioso, mas é o maior e mais imponente castelo de toda a trilogia.

          O que eles querem dizer que em cenas corriqueiras há excesso de grandiosidade, talvez por ser em 48 fps que eu assisti as vezes fica tudo tão detalhado que incomoda,ou seja, armaduras as vezes excessivamente brilhosas,cenários muito carregados,as vezes um mesmo cenário fica diferente em O Hobbit do que ficou em O SdA, Valfenda é um exemplo,prefiri a Valfenda de o SdA, vou assistir em 24fps paara ter uma conclusão concreta, achei ótimo 48fps mas deveria somente ser um bonus e não uma aposta dos produtores pois é algo demasiado novo e não lapidado.

    2. Não achei que faltou distanciamento nas batalhas , pra mim estava na medida certa, no SDA há cenas de enfrentamento mais próximo e acho que devemos ter um pouco mais de cuidado ao comparar O Hobbit com a trilogia do Anel, pois O hobbit ainda não foi concluído.

  17. A melhor critica que eu vi ate agora rápido e direto, porra da critica americana só fala mal dos 48 frames e nada mais, eles tão e com inveja do incrível trabalho de Peter pois ele não e americano e sim neozelandês, o proprio Brian Singer elogiou o filme e sentiu ate inveja do filme .

    1. Sim,eu,assisit no cinemark campinas, excelente cinema, mas cometi um erro, eu assim como vários aqui sou fanzaço do PJ e do Tolkien e gosto de algo realista e original.Bem, achei que com 48fps algumas cenas ficaram confusas, como há vários críticos medíocres eles vão diminuir a qualidade do filme simplesmente por ser a 48 fps, irei assistir de novo a 24 fps para eu ter uma idéia mais sólida do filme., a 48fps as coisas acontecem muito rapidamente e ser perde um pouco do brio do cinema,sem contar que justamente pelo hiperealismo oferecido por 48 fps as cenas com CGI ficam menos realistas, da pra perceber que é CGI.

      Elogio como pontos positivos a impecável atuação do elenco de O Hobbit, um figurino no mínimo tão bom quanto SdA(achei até melhor), cenário impecáveis e uma introdução muito boa,além claro da trilha sonora fenomenal e as excelentes canções ao longo do filme que funcionam bem no livro e melhor ainda em O Hobbit.

      Achei que os erros técnicos pesaram mais que qualquer coisa, uso excessivo de CGI(a CGI do filme é muito boa mas não havia necessidade nem do Azog e nem de o cadáver, vejam bem o cadáver do Rei Orc serem digitais), caberia muito bem ali uma maquiagem,assim como nas batalhas introdutórias dos anões é tudo CGI,tendo só o Thorin como ator real, deveriam ter mesclado figurantes reais com efeitos digitais como foi em o SdA, justamente na tentativa de deixar tudo brilhoso e lindo o filme fica muito extravagante, algumas cenas tinham que ser apagadas como em SdA,com menos brilho e grandiosidade.

  18. concordo com o Vinicius, a além do mais quem disse que o Omelete foi comprado, deve ter sido algum recalcado invejoso, uma vez que atualmente o Omelete é um dos melhores sites de cinema aqui no Brasil, senão o melhor.

    1. Eu acho o melhor! Eles foram pioneiros em todas as matérias Hobbit que saiam no Brasil! Parabéns ao Omelete pela qualidade!

  19. Realmente são varias pessoas já elogiando, li alguma coisa na internet falando que compraram o Site Omelete, pelo elogio que fizeram, mais pelo visto é dor de cotovelo!

    1. Nah, não acreditem nessas bobagens. O Omelete é um site sério e a equipe é, além de gente boa, muito profissional. Infelizmente ouvir esse tipo de bobagem deve ser comum pra eles, por serem um site que consegue fazer dinheiro com entretenimento. Os caras são foda.

    2. quem disse que compraram o Omelete, diga o lugar que agente já resolve hehe
      Se for por isso, então compraram todos os sites que elogiaram por aqui, acredite já são muitos. Eu não vi nenhum e nem dois, mas para nossa alegria, eu estou vendo muito elogios, não apenas do Omelete.
      Apesar de a do cinepop ter sido três estrelas de cinco, isso indica um filme bom, achei a pior de todas que eu já li.
      Acreditam que eles deletaram meus comentários no cinepop, só porque eu disse que dar a mesma pontuação de amanhecer parte dois para o hobbit, fez com que eles perdessem a moral comigo? Lixo de site, isso pra mim é coisa mais anti-democracia que eu conheço, deletar um comentário por ser uma opinião oposta à deles. Coisa de ditadura militar.
      Não faço ideia de que tipo de pessoa trabalha lá, mas sei que são um grupo de pessoas incompetentes e sem profissionalismo, porque se julgam tão cultos e inteligentes, mas pra mim um crítico que acha que sua opinião é suprema acima de qualquer um, a não aceita que o questionem, é um lixo de crítico. Aquele site pra mim perdeu qualquer tipo de moral, não tenho respeito nenhum por eles. Eu fui super educado, mas vi que isso não fez diferença. Que coisa não, em pleno século XXI ainda vivermos num mundo tão limitado?

        1. serio isso? mas onde eles falaram essa barbaridade? Adão se você achar alguma coisa desse cinepop falando mal do omelete por favor poste aqui ou passe o link, fiquei curioso com tamanha audácia.

  20. Críticas? Quem está preocupado com elas? Uma vez tolkiendilli, sempre tolkiendilli. E o PJ é talvez o tolkiendilli que mais conseguiu realizar seus sonhos em todo o mundo, primeiro com O Senhor dos Anéis e agora com O Hobbit. Ele conseguiu unir o útil (parte comercial dos filmes) ao agradável (poder fazer filmes sobre as obras do Mestre). Imagino – não, não imagino, constato vendo as entrevistas e os vídeos que ele vai liberando ao longo da filmagem – o prazer que o PJ tem ao ver seus trabalhos (filmes) completados. É como dizia aquele personagem da escolinha do Prof. Raimundo: fazer os filmes e ir pra galera!

    É claro que um livro tão pequeno e até certo ponto ingênuo não teria assunto suficiente para gerar uma trilogia. É claro que o PJ está acrescentando coisas que não estão no livro. Também é claro que, como apaixonado pela obra de Tolkien, ele está fazendo inserções que preservam o espírito da obra. E é claro que eu estou doido para assistir e comprar os blurays dos três filmes! De preferência a versão estendida! rs…

    Aliás, estou até hoje aguardando o lançamento da versão estendida do SDA em bluray, vai sair no Brasil ou não?

    1. mas Celso, as críticas brasileiras estão elogiando o filme, isso é bom. Só achei que os americanos foram chatos demais, e deram notas ruins por motivos ridículos, e esqueceram de citar a história e tudo mais.

  21. gente, já teve o filme em dublado em algum lugar? é que um cara lá no omelete disse que o filme para a tristeza geral não está com os dubladores originais, e pior ainda, esta com pelo menos alguns do trailer. Fail.
    Eu assistirei legendado, mas eu estou chateado com esses descaso.

    1. Olá, não se preocupe com a dublagem. Posso dizer isto porque preferi assistir dublado devido ao meu filho ser pequeno e ainda estar se alfabetizando. E digo com toda franqueza: dublagem está perfeita com elenco muito bem escolhido. E, sincerament, tenho um senhor problema com a dublagem de SdA. Não pela tecnica, que está boa, mas pela escolha do elenco de vozes. Elas não tem nada a ver com os atores e sua interpretação fica dificil de engolir por isso. Gandalf com voz de narrador do History Channel, não mais. Temos uma voz digna pra ele no Hobbit. Se ficou alguem do trailler dublado, com certeza só foram os mais apropriados. Direção de dublagem de Guilherme Briggs sempre é feita com capricho.

  22. corre gente o/ , achei que o povo ia falar mal mas felizmente os críticos brasileiros são mais mente aberta e estão saindo resenhas muito positivas à respeito do filme. Só achei até agora uma ruim, mas me recuso a dize-la aqui pois seria uma blasfêmia! u-u

    http://www.adorocinema.com/filmes/filme-119089/criticas-adorocinema/

    http://www.edenpop.com/Filmes-review/o-hobbit-uma-jornada-inesperada?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-hobbit-uma-jornada-inesperada

    http://omelete.uol.com.br/hobbit/cinema/o-hobbit-uma-jornada-inesperada-critica/

    ah tem mais algumas, tem até um que disse seis defeitos do hobbit, mas que não devem ser levados em conta.

  23. Eiiii qual a melhor versao para assistir? Aqui na Alemanha tem uma sessao comeca em 4 horas em versao 3D digital, outra em hfr?

  24. Esse vilão é o Sauron ? não é ? acho que vão ligar com o Senhor dos aneis, pois no trailer o Radagast fala : ” o mau voltou para esse mundo ” …. não vejo a hora de assistir

  25. Eu tava lá, mas pra ver O Senhor dos Anéis! XD Tirei foto de pessoas fantasiadas e tudo. Queria tanto aquele cartãozinho do’Hobbit =(